OBSERVAÇÕES – Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco traduzidas em francês por Amyot SOBRE A VIDA DE DION CAP. XXVI. — Na frase grega não seria impossível que a palavra de velhice se referisse a Dion, embora pareça naturalmente referir-se a Platão. Os sábios dividiram-se a este respeito. Mas, seguindo [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Plutarco, Roma Antiga |
Observações de Clavier, Vauvilliers e Brotier para as Vidas de Plutarco. SOBRE A VIDA DE DEMÓSTENES CAP. VI. . É certo que a expressão de que aqui Plutarco se serve é muitas vezes empregada no sentido que Amyot seguiu. Mas é ainda verdade que ela é encontrada também nos outros escritores, e especialmente em Plutarco, [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Plutarco, Roma Antiga |
SUMÁRIO DA VIDA DE TIMOLEON
- I. Situação da Sicília.
- II. Invasão dos cartagineses.
- A Sicília pede socorro a Corinto.
- III. Corinto atende e Timoleon é enviado.
- IV. Nascimento e nobreza de Timoleon. Seu valor.
- V. Seus conselhos a Timófanes, seu irmão.
- VI. Timoleon sacrifica o amor fraternal ao amor da pátria. Morte de Timófanes.
- VII. Retiro de Timoleon.
- IX. Timoleon aceita a direção da guerra na Sicília.
- X. Sua partida.
- XII. Aborda em Régio.
- XIV. Timoleon engana os cartagineses e apodera-se de Tauro-mênio.
- XVII. A cidade de Adrane abre-lhe as portas e êle recebe as homenagens de outras cidades.
- XVIII. Dionísio, o Tirano, entrega-se a Timoleon.
- XX. Dionísio é enviado a Corinto. Sua vida particular.
- XXIV. Cerco do castelo de Siracusa por Icetes e pelos cartagineses.
- XXVIII. Timoleon apodera-se de Messina.
- XXX. Fuga de Magon, general dos cartagineses.
- XXXI. Timoleon apodera-se da cidade de Siracusa.
- XXXII. Destruição do castelo e de tudo o que pertenceu aos, tiranos.
- XXXIII. Restabelecida a liberdade na Sicília.
- XXXIV. Os cartagineses tentam nova investida.
- XXXV. Nova vitória de Timoleon.
- XXXIX. Despojos de guerra enviados a Corinto.
- XLIII. Icetes é aprisionado e condenado.
- XLIV. Submetem-se os remanescentes da tirania na Sicília.
- XLVI. Reconhecimento da ilha a Timoleon.
- XLVII. Timoleon passa a residir na Sicília.
- XLIX. Timoleon perde a vista.
- L. Honras que Siracusa lhe presta. Sua morte e seus funerais.
- LII. O monumento denominado «Timoleontium».
Antes da 103ª Olimpíada até o 4." ano da 110.", 337 A. C. Comparação de Timoleon e Paulo Emílio.
Plutarco – Vidas Paralelas
TIMOLEON – Τιμολέων),
A situação dos siracusanos, antes de Timoleon ser enviado à Sicília, era deplorável. Tinha sido assassinado a traição o patriota Dion, que havia conseguido derrubar e expulsar o tirano Dionísio (1), seguindo-se um período de desorientação e desatinos, pois mesmo aqueles que haviam auxiliado na conquista da liberdade, agora se dividiam e se hostilizavam mutuamente. A cidade, mudando de governo continuamente, sem qualquer segurança administrativa, assistindo’ a ascensão e derrocada de novas tiranias, como que se tornou o alvo de toda a sorte de calamidades. Pouco faltou para que não ficasse inteiramente despovoada. Toda a Sicília, aliás, se encontrava em condições semelhantes, com as suas cidades destruídas pela guerra e o que restava de pé encontrava-se em poder dos bárbaros e outros estrangeiros, na maioria gente que, em virtude mesmo das diferenças de nacionalidade, não poderia formar uma coletividade unida. Isto criou justamente o clima propício a usurpações e arremetidas contra o poder constituído, que assim vacilava, sem qualquer firmeza ou estabilidade.
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Plutarco |
O DOUTOR GRILO
ERA uma vez um camponês que tinha um filho muito ladino mas muito preguiçoso. De tanto viver deitado, sem nada fazer, irritou-se o pai e pô-lo para fora de casa. O rapaz, que se chamava João Grilo, foi parar a uma cidade. Nos arredores viu muitos cavalos amarrados aos postes, animais que traziam coisas para vender ao mercado da cidade.
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura | com 1 Comentário »
NÃO há talvez nenhuma arte a cujo respeito se tenham cometido mais erros e a propósito da qual as ideias tenham mudado mais, há uns cinquenta anos para cá, do que a arte tradicionalmente chamada bizantina. Os historiadores e críticos limitaram-se, durante muito tempo, a encará-la como uma espécie de decadência, de abastardamento, de entorpecimento da arte romana. Na verdade, ela procede duma estética por completo diferente e até oposta. Os nossos predecessores julgavam-na monótona e imóvel, sem dúvida porque ela lhes era de todo estranha, e não sabiam por isso notar nela senão as semelhanças, assim como os homens do século xvui não estabeleciam qualquer distinção entre os edifícios românicos e os edifícios góticos. Para que nós saibamos hoje apreciá-la, foi precisa forte sacudidela das disciplinas greco-romanas, foi preciso também que a história da arte se assenhoriasse de regiões de que mal suspeitava e que conhece ainda muito imperfeitamente.
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura | com 1 Comentário »
A COMPARAÇÃO DE LICURGO COM NUMA – Plutarco – Vidas Paralelas Tradução de Aristides Lobo Mas, tendo acabado de escrever as vidas de Licurgo e de Numa, é tempo doravante de colocá-los um diante do outro e de tratarmos, ainda que seja isso coisa bem difícil, de encontrar as diferenças entre ambos; pois, quanto [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Plutarco, Roma Antiga |
Plutarco – Vidas Paralelas Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de Padre Pedroso. Fonte: Ed. das Américas A COMPARAÇÃO DE CÍCERO COM DEMÓSTENES Eis o que chegou ao nosso conhecimento, com relação aos feitos notáveis e dignos de memória que ficaram escritos sobre Cícero e [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, Plutarco, Teoria e Ciência Política |
Curso de Filosofia – Régis Jolivet APÊNDICE LEITURAS Indicamos aqui algumas obras, entre as mais úteis para consulta no que concerne às diferentes partes da Filosofia, e da História da Filosofia. As obras propriamente escolares estão marcadas com um asterisco. O conjunto destas obras, a que convém acrescentar os textos originais dos grandes filósofos, é [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Textos Introdutórios |