Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


04
out

O Estado Ideal na República de Platão

Ebook com capítulo de História da Filosofia Antiga sobre o Platão, contendo resumo dos principais tópicos da teoria e dos fundamentos do Estado Ideal de Platão na República.
Platão não escreveu somente sobre o homem como indivíduo, mas também como
fazendo parte de uma comunidade; e os seus pensamentos sobre o Estado pertencem
às mais valiosas e célebres idéias da sua. Filosofia, tão verdadeira­mente rica
em grandes idéias. Vemos aqui, de novo, como a filosofia, nos tempos clássicos,
tende sempre a uma direção prática do homem.


06
ago

PARALELO ENTRE PIRRO E MÁRIO – Plutarco – Vidas Paralelas

PARALELO ENTRE  PIRRO  E MÁRIO – Por Du Haillan
Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas

I. Para rematar devidamente as Vidas de Pirro e de Mário, resta estabelecer um paralelo entre elas, [...]


03
ago

Lúcio Cornélio Sila – Plutarco – Vidas Paralelas

I. Família e fortuna de Sila. II. Sua inclinação pelos ditos espirituosos e pelos bons pratos. III. Boco
entrega-lhe Jugurta. IV. Diversas ações de Sila, quando sob as ordens de Mário. V. Origem do ódio entre Mário e Sila. VI. Sila é nomeado pretor.VII. É enviado à Capadócia na qualidade de legado. VIII. Predição de sua futura grandeza. IX. Novos motivos de inimizade entre Mário e Sila. X. Êxito deste na Guerra dos Aliados. XI. Sila atribui todos os seus êxitos à sorte. XII. Acontecimento que lhe augura a autoridade soberana. XIII. Irregularidade de seu caráter e de sua conduta. XIV. É nomeado cônsul. Seus casamentos. XV. Começo da guerra civil. XVI. Presságios. XVII. Retrato de Sulpício. XVIII. Êle faz com que se dê a Mário o comando, na guerra contra Mitrídates. XIX. Pretores ultrajados pelos soldados de Sila. XX. Presságios que levam á Sila a seguir para Roma. XXI. Embaixadores enviados a Sila pelo Senado. XXII. Êle entra na cidade. Mário foge. XXIII. Sila põe sua cabeça a prêmio. XXIV. Parte para a guerra contra Mitrídates. XXV. Situação dos negócios de Mitrídates. XXVI. Cerco de Atenas. XXVII. Sila manda retirar as riquezas do templo de Delfos. XXVIII. Comparação entre os antigos generais de Roma com os do tempo de Sila. XXX. Retrato do tirano Aristião. XXXI.
Ocupação e saque de Atenas. XXXII. Sila faz cessar a carnificina, ante os rogos de Mídias e de Calí-fonte. XXXIII. O tirano Aristião entrega-se. XXXIV. Sila passa pela Beócia. XXXV. Desprezo demonstrado pelo inimigo ante o número reduzido de suas tropas. XXXVI. Sila apodera-se de uma posição vantajosa. Salva a cidade de Queronéia. XXXVII. Presságios que lhe anunciam êxitos. XXXVIII. Desaloja o inimigo da montanha de Túrio e alcança completa vitória. XLIII. Exibe os troféus e manda celebrar jogos. XLIV. Dorilau, general de Mitrídates, ataca-o na Tessália. XLV. Descrição do
rio Mélane. XLVI. Nova vitória alcançada por Sila. XLVII. Entrevista de Sila com Arquelau. XLVTII. Sila faz as pazes com Arque-lau. XLIX. Os embaixadores de Mitrídates recusam as condições ditadas por Sila. L. Encontro de Sila e Mitrídates. LI. A paz é ratificada entre eles. LII. Sila arruina a Ásia Menor.
LIII. Apropria-se em Atenas das obras de Aristóteles e de Teofrasto. LIV. É atacado de gota. LV. Sátiro encontrado junto de Apo-lônio. LVI. Presságios favoráveis a Sila. Derrota o cônsul Norbano. LVII. Um escravo prediz-lhe êxito na guerra. LVIII. Lúculo, capitão de Sila, derrota um exército muito superior
ao seu, em número. LIX. Sila trava batalha com o jovem Mário. LX. Alcança a vitória. LXI. Telesino ameaça ocupar Roma. LXII. Sila ataca-o. LXIII. Reúne o Senado e manda degolar seis mil homens. LXIV. Reflexões sobre a modificação verificada nos costumes de Sila quando se tornou senhor da situação. LXV. Horríveis proscrições ordenadas por Sila. LXVII. Manda matar doze mil homens em Preneste. LXVIII. Proclama-se ditador. LXIX. Renuncia à ditadura. LXX. Prediz a Pompeu a guerra que teve logo depois contra Lépido. LXXI. Dedica o dízimo de seus bens a Hércules. LXXII. Casa-se com Valéria. LXXIII. É atacado pela doença pedicular. LXXIV. Exemplos de enfermidades semelhantes. LXXV. Sua morte. LXXVI. Seus funerais.


25
jul

Vida de Pirro – Plutarco – Vidas Paralelas

I. Origem do reino do Épiro. II. Genealogia de Pirro. III. Eácides, seu pai, é destronado pelos filhos de Neoptólemo. IV. Pirro, ainda criança, é subtraído às suas perseguições por Andróclidas e Ângelo. V. Gláucias,rei da Ilíria, toma-o sob sua proteção. VI. Coloca-o no trono. VII. Nova revolta no Épiro. Pirro dirige-se para junto de Demétrio. VIII. Regressa ao Épiro e partilha o trono com Neoptólemo. IX. Os dois reis tornam-se inimigos. X. Pirro faz malograr a conspiração de Neoptólemo e se desfaz dele. XI. Vai em socorro
de Alexandre, contra Antípatro, mediante a cessão de uma parte da Macedônia. XII. O adivinho Teodoto dissuade-o de assinar o tratado que negociara com Lisímaco e Demétrio. XIII. Começo das divergências entre Pirro e Demétrio. XIV. Declara-se a guerra. Batalha na qual Pirro
se distingue. XV. Comparação de Pirro com Alexandre, o Grande. XVI. Elogio de seu talento militar. XVII. Doçura e bondade de seu caráter. XVIII. Suas mulheres e filhos. XIX. Êle se apodera de uma parte da Macedônia, que perde logo depois. Faz as pazes com Demétrio. XX. Novo
motivo de guerra. XXI. Investe de novo contra Demétrio. XXII. Motim no acampamento de Demétrio. Pirro é proclamado rei da Macedônia. XXIII. Partilha o trono com Lisímaco. XXIV. Vai a Atenas. XXV. Abandona completamente a Macedônia. XXVI. Retira-se para o Êpiro. XXVII. Pensa em auxiliar os tarentinos contra os romanos. XXVIII. Descrição do que então se passou em Tarento. XXIX. Retrato em Tarento. XXIX. Retrato de Cíneas.XXX. Conversação de Pirro com Cíneas sobre esta guerra. XXXI. Pirro parte, não obstante suas advertências. Enfrenta uma tempestade que destrói sua esquadra. XXXII. Aporta na Calábria. XXXIII. Estabelece em Tarento uma disciplina severa.XXXIV. Acampa perto dos romanos, e observa a formação de suas tropas, que provoca a sua admiração. XXXV. Empenha-se na batalha. Sua
conduta reúne, a prudência de um general e toda a coragem de um infante. XXXVI. Alternativas do combate. XXXVII. Pino, finalmente, põe os romanos em fuga, e apodera-se de seu acampamento. XXXVIII. Envia Cíneas a Roma a fim de negociar a paz. XXXIX. Após Cláudio, o Cego, faz-se conduzir ao Senado, para a isso se opor. XL. Resposta do Senado às propostas de Pirro. X LI. Fabrício é enviado, com vários outros
embaixadores, ao encontro de Pirro. Tentativas inúteis de Pirro para que ele aceitasse presentes, e para inspirar-lhe medo. XLII. Julgamento de Fabrício sobre Epicuro e sua doutrina. XLIII. Generosa resposta de Fabrício a Pirro. O rei confia-lhe os prisioneiros de guerra, sob palavra. XLIV. Os cônsules romanos advertem Pirro da perfídia de seu médico. XLV. Pirro envia aos romanos todos os prisioneiros de guerra, sem resgate. Empenha-se numa segunda batalha. XLVI. Sai vitorioso. XLVII. Diferença na maneira como Hierônimo narra este combate. XLVIII. Frase de Pirro por ocasião de suas vitórias. XLIX. Embaixadores da Sicília junto a Pirro. Notícias que lhe chegam da Grécia sobre a situação na Macedõnia. Segue para a Sicilia. L. Ocupa a cidade de Erix. LI. Recusa-se a conceder a paz aos cartagineses. Modifica-se a sua atitude em relação aos sicilianos. LII. Toda a Sicília se une contra êle. LIII. Volta à Itália. É atacado durante a viagem, e perde parte de sua esquadra. Aporta na Itália, onde os mamertinos o atacam de novo. LIV. Combate singular de Pirro com um bárbaro; êle o fende ao meio com um golpe de espada. LV. Ataca os romanos. LVI. É derrotado. LVII. Deixa a Itália e segue para a Macedõnia a fim de atacar Antígono, que o derrota. LVIII. Consagra os despojos dos gauleses no templo de Minerva Itonéia, com uma inscrição. LIX. Coloca na cidade de Egas uma guarnição de gauleses, que pilham os túmulos dos antigos reis da Macedõnia. LX. Segue com um forte exército para Esparta, a pedido de Cleônimo. LXI. Entra na Lacônia, e acampa perto de Esparta. LXII. Os espartanos abrem durante a noite uma trincheira diante de sua cidade. As mulheres ajudam os homens. LXIII. Começo do ataque. LXIV. Proeza de Acrotato. LXV. Feito e morte de Filio. LXVI. Pirro recomeça o ataque na manhã do dia seguinte. LXVII. Acidente que obriga Pirro a bater em retirada. LXVIII. Chegam em retirada. LXVIII. Chegam socorros a Esparta. LXIX.Pirro deixa a Lacônia e segue para Argos. Um contingente escolhido de lacedemônios ataca-o no caminho. LXX. Êle os dizima, mas seu filho é morto. LXXI. Continua em sua marcha para Argos. LXXII. Diversos presságios. Pirro entra com suas tropas em Argos. LXXIII. Combate em Argos. LXXIII. Combate noturno. Pirro é tomado de espanto ao ver figuras de cobre representando o combate de um lobo e de um touro. LXXIV. Origem desta representação. LXXV. Obstáculos que Pirro encontra em sua retirada. LXXVI. Uma mulher fere-o com uma telha e um soldado corta-lhe a cabeça. LXXXVII. Honras fúnebres que lhe são prestadas por Antígono. Envia este Heleno, filho de Pirro, ao Épiro.


15
jul

Participação e democracia nos antípodas da República Brasileira: aproximações comparativas

O presente trabalho tenciona empreender um esforço comparativo entre dois momentos da história republicana brasileira – o momento de instauração da República, em 1889, englobando aí os primeiros anos do século XX; e o momento de constituição da república, dita nova, no período pós-constituição de 1988, quando o Brasil retorna à democracia formal. O intuito de tal empreita é o de fazer um balanço dos dois momentos históricos, focando a análise sobre a participação política prevista na ordem legal brasileira.


09
jul

RELAÇÃO ENTRE CLASSE E COR: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ASCENSÃO SOCIAL DO NEGRO NO BRASIL

O presente trabalho apresenta uma
análise sobre a relação entre classe e cor no Brasil. A partir de constatações
cotidianas, dados estatísticos e pesquisa de bibliografia pertinente ao tema
proposto, busca-se aferir de que maneira a cor da pele influencia na mobilidade
e aceitabilidade social do elemento negro em nossa sociedade. Deste modo, duas
linhas de pensamento sobre a questão racial no Brasil são confrontadas. De um
lado, o pensamento “classicista”, que acredita que no país o preconceito social
é maior do que o preconceito racial. Por outro lado, para o chamado “pensamento
revisionista” sobre as relações raciais no Brasil, mesmo quando desfruta de uma
situação econômica privilegiada, o negro continua vítima de todo tipo de
preconceito. Destarte, tendo os dois paradigmas em questão como fulcro,
pretende-se apresentar algumas considerações sobre a situação do negro
brasileiro.


16
mai

Entrevista de Octavio Paz, 1985

Entrevista do escritor mexicano e prêmio Nobel de literatura Octavio Paz, de 1985


18
dez

Platão – Frases, citações, pensamentos

Aqueles dentre vós, ó homens, são sapientíssimos os que, como Sócrates, tenham reconhecido que em realidade não tem nenhum mérito quanto a sabedoria. — Platão, Apologia de SócratesO corpo é o túmulo da alma — PlatãoE possivelmente, de acordo com o velho provérbio, o belo é que é amigo. Ele assemelha-se a algo doce e delicado, [...]


25
set

A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
CAPITULO XX
A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817

As primeiras notícias da revolução
pernambucana de 1817, em Pernambuco, alcançaram Londres por via das Antilhas,
a uma das quais chegara um navio inglês, Rowena, que pode conseguir
autorização para escapar ao rigoroso embargo posto pelos rebeldes sobre todos
os navios ancorados no porto, e que mais [...]


20
set

A CONQUISTA DA BANDA ORIENTAL E OS INSURGENTES DE BUENOS AIRES – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima
CAPITULO XV
A CONQUISTA DA BANDA
ORIENTAL E OS INSURGENTES DE BUENOS AIRES

A ocupação da Banda Oriental foi o maior desforço, e
desforço tomado
pelo príncipe regente e seus conselheiros em oposição a toda a Europa, mesmo contra o aliado
inglês, do que Portugal deixara de alcançar em Viena e de justiça lhe [...]


15
set

ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO – Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira LimaCAPÍTULO XIII

– ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO

Refere Mello Moraes, sem documentos aliás que comprovem
sua asserção, que a idéia de elevação do Brasil a reino foi sugerida pelo
príncipe de
Talleyrand ao conde de Palmela, o qual transmitindo-a sem demora para o Rio de
Janeiro, determinou a sua adoção pelo governo [...]


02
ago

ANÁLISE FILOSÓFICO-POLÍTICA DE A MANDRÁGORA, DE NICOLAU MAQUIAVEL À LUZ DE O PRÍNCIPE E COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA DÉCADA DE TITO LÍVIO

ANÁLISE
FILOSÓFICO-POLÍTICA DE A MANDRÁGORA, DE NICOLAU MAQUIAVEL À LUZ DE O
PRÍNCIPE E COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA DÉCADA DE TITO LÍVIO [1]

BENEDITO LUCIANO ANTUNES DE FRANÇA

Mestre em Filosofia. Professor de Filosofia da Faculdade de Tecnologia de Americana (FATEC-Americana),
do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, e Professor Titular de
Filosofia da EE João Franceschini, Sumaré/SP, pela [...]


07
fev

Biografia de Júlio César do Império Romano. Plutarco – Vidas Paralelas

RESUMO DA BIOGRAFIA DE JÚLIO CÉSAR

Inimizade entre Sila e César. II. César
é aprisionado por corsários: altivez com que ele os trata durante seu
cativeiro. Fá-los enforcar. III.César ocupa o segundo lugar entre
os oradores do seu tempo. Teria podido ser o primeiro. IV. Favor
de César perante o povo. V. Faz a oração fúnebre de sua mulher. VI. [...]


21
jan

As contradições do Império

As contradições do Império
Ida Duclós
Originalmente apresentado para a FFLCH/USP
 
O estudo da formação do Estado nacional exige cautela. As mesmas armadilhas que desafiavam a elite intelectual do
Império, estão presentes no arsenal teórico que possuímos para analisar
o [...]


20
jan

Crise da década de 1980 na América Latina

Crise da década de 1980 na América Latina
Ida Lobato DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP
Juan
Carlos Torres e James Malloy (1993) analisam a crise da década de 80, na
América Latina, em suas duas dimensões. É política – devido a transição de
[...]


25
set

Matizes da Democracia

MATIZES DA DEMOCRACIA

Cesar Augusto Duarte Ramoshttp://allmirante.blogspot.com

A democracia é estratégia provinda da Grécia antiga.
Por longo período ela permaneceu apenas nos pergaminhos. Em Florença foi
trancada a sete chaves. Seu resgate deu-se na Inglaterra do século XVIII. Até
então os reis personificavam todo o poder, inclusive o “divino”. Ao implementar
a solução de John Locke (1632-1704), o Reino
Unido estendia a [...]


05
mai

ADOLF EICHMANN: COMO PENSAR SUA CRIMINALIDADE FRENTE À SOLUÇÃO FINAL?

ADOLF
EICHMANN: COMO PENSAR SUA CRIMINALIDADE FRENTE À SOLUÇÃO FINAL?

Ac.
Pedro H. S. Pereira (COFIL-UFSJ).

Prof.
Ms. José Luiz de Oliveira (doutorando-UFMG).

 

Resumo: Adolf
Eichmann foi um dos responsáveis pelo processo de execução de milhares de
judeus nos campos de concentração em quando do vigorar do regime Nazista na
primeira metade do século XX, ao fazer-se hábil pelo transporte destes.
Capturado e [...]


04
abr

Vida de Díon -Plutarco – Vidas Paralelas

Díon

por Plutarco
Capítulo do livro Vidas Paralelas (Bioi Paralleloi)

Tradução direta do grego de Gilson César Cardoso

Extraído da
edição da editora Paumape, 1992

Prefácio

1. Como disse Simônides, ó Sósio
Senecião, os troianos não quiseram mal aos coríntios por
terem estes participado da expedição dos aqueus contra eles porque
Glauco, originário de Coríntio, combatia ardorosamente por sua
cidade. Assim também, não será, [...]


08
jul

A crítica de Platão ao teatro e a Homero como educador

A crítica de Platão ao teatro e a
Homero como educador
por Miguel Duclós

   
No início do livro X da República, Platão classifica a poesia e a pintura como
imitação (mimesis), no interior de sua teoria acerca de uma cidade
perfeita, imaginada de forma a ser justa. Platão diz que os poetas, [...]


11
jan

Certas Semelhanças entre utopias

CERTAS SEMELHANÇAS ENTRE UTOPIAS

Miguel Duclós
Trabalho originalmente apresentado para a cadeira de Filosofia Geral III -
FFLCH-USP
   Embora a palavra Utopia só tenha sido cunhada a
partir da junção do advérbio grego ou com o substantivo topos por
Thomas More em dezembro de 1516, na ocasião da publicação de seu livro, o tema
a que se refere sempre foi rico [...]


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