Consciênia - Filosofia e Ciências Humanas
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JOSÉ DA COSTA CARVALHO (Marquês de Monte Alegre)


Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7.

História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.

 LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação () 2º período (Fase Patriótica)

Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936)

CAPÍTULO VI

AS REGÊNCIAS (continuação)

JOSÉ DA COSTA CARVALHO (Marquês de Mont’Alegre)

Nasceu na Bahia, a 7 de fevereiro de 1796, e faleceu a L8 d setembro de 1860. Era filho de José da Costa Carvalho e 1). 1 n< Maria da Piedade Costa.

BIBLIOGRAFIA

1) Relatórios apresentados à Assembléia Geral Legislativa, na administração da pasta dos negócios do império.

2) Instruções para os trabalhos do reconhecimento e exploração do rio S. Francisco em todo seu longo percurso. Rio de Janeiro, Tip. Nacional, 1852. (n." 224 do Cat. da Exp.).

3) Farol Paulistano, de que era redator chefe. S. Paulo, Impr. de Roa e Oie 1827 a 1832 — 6 vols, in fol. O 1.° número saiu a 7-2-1827 (n.° 4.620 do Cat. da Exp.).

Foi a primeira publicação periódica de S. Paulo, fundada por J. da C. Carvalho, depois Marquês de Monte Alegre. Na "Rev. do Inst. Hist." encontra-se o Discurso pronunciado a 7-9-1843, t. 5, pág. 374.

NOTÍCIA BIOGRÁFICA (8)

Iniciou a sua carreira na magistratura, como juiz de fora e ouvidor em S. Paulo, logo após a sua formatura em Coimbra, onde foi diplomado bacharel em leis.

Identificou-se com a causa da independência política do pais, o que lhe valeu representar a província natal na Assembléia Constituinte e ser eleito para as duas primeiras legislaturas da Assembléia Geral.

As suas mais relevantes Junções verificaram-se no exercício de membro da regência trina, de caráter permanente; como fundador da primeira publicação periódica de S. Paulo "Farol Paulistano"

— a 7 de fevereiro de 1827; e como ministro do império e presidente do gabinete de 29 de setembro de 1818, cabendo-lhe sufocar a revolução praieira em e libertar a da ditadura.

Era senador pela província de Sergipe e . Fazia parte do Conselho do imperador e mereceu a distinção de títulos honoríficos, como dignitário da grã-cruz da ordem do Cruzeiro e da ordem francesa da Legião de Honra. Pertenceu ao , e coube-lhe a iniciativa de fundar a Sociedade de Estatística do Brasil, da qual foi o primeiro presidente.

O seu nome ilustre figurava como sócio de várias associações de letras e ciências.

Dirigiu a Faculdade de Direito e presidiu a província de S. Paulo.

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