PELO TIROL – Os Castelos Reais da Baviera

PELO TIROL Oliveira Lima III Os Castelos Reais da Baviera Linderhof e Herrenchiemsee, com todas as maravilhas de arte decorativa que encerram, não passam de cópias anacrônicas de um modelo histórico desaparecido, às quais faltam a espontaneidade da florescência e a pátina do tempo para se tornarem verdadeiramente sugestivas. Admiramo-las como obras-primas de execução, mas … Ler maisPELO TIROL – Os Castelos Reais da Baviera

O que são PRECONCEITOS – Dicionário Filosófico

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados PRECONCEITOS O preconceito é uma opinião sem julgamento. Assim, em toda a terra, inspiram-se às crianças todas as opiniões que se desejam, antes que elas possam julgá-las. Há preconceitos universais necessários, que constituem a própria virtude. Em todo país ensina-se às crianças a reconhecer um deus recompensador e … Ler maisO que são PRECONCEITOS – Dicionário Filosófico

CRISTIANISMO – Dicionário Filosófico de Voltaire

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados CRISTIANISMO Investigações históricas sobre o Cristianismo — Vários sábios notaram, com surpresa, não encontrar no historiador José nenhum vestígio da existência de Jesus Cristo, pois todo mundo concorda que a pequena passagem, onde ele alude ao assunto na sua História, é interpolada. O pai de José devia ter … Ler maisCRISTIANISMO – Dicionário Filosófico de Voltaire

Folclore de Minas: LENDA DA SERRA DO CARAÇA

LENDA DA SERRA DO CARAÇA O cacique Ubiratã, cujo nome designava o branco lenho ‘ com que os índios fabricavam lanças, ao morrer, deixara dois intrépidos e robustos filhos — Ubajara, o canoeiro, e Tatagiba, o braço de fogo. A viúva adoecera de desgosto pela morte de Ubiratã. Os filhos tinham ido aos pajés rogar … Ler maisFolclore de Minas: LENDA DA SERRA DO CARAÇA

Fúrio Camilo – Plutarco – Vidas Paralelas

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Plutarco – Vidas Paralelas VIDA DE CAMILO   Denominado o segundo fundador de Roma.   Desde o ano 308 até o ano 339 de Roma, trezentos e sessenta e cinco anos antes de Jesus Cristo.   MARCO FÚRIO CAMILO I. Dignidades acumuladas sobre Camilo sem o consulado. Entre as muitas grandes coisas que se dizem … Ler maisFúrio Camilo – Plutarco – Vidas Paralelas

O boi bragado – contos de exemplo

É versão simples de um conto muito popular em Portugal. Boi Cardil na ilha da Madeira e no Algarve (Teófilo Braga), Boi Rabil em Coimbra, registado por Adolfo Coelho. Em ambas as versões há versos, sendo em formapoética a madeirense, Contos Tradicionais do Povo Portuguez, 58.°, Contos Populares Portuguezes LVI, Romanceiro do Archipelago da Madeira, p. 273. No Brasil, encontrei uma versão no Natal Querino, vaqueiro do rei, e outra foi-me enviada das Alagoas, O boi leição, figurando ambas no meu Contos Tradicionais do Brasil. Na Espanha ha El toro barroso, de Soria, 48.° do Cuentos Populares Españoles do prof. Espinosa. Teófilo Braga, notas, II, 207-208, indica bibliografia. Versões semelhantes são apenas a siciliana de Laura Gonzenbach, uma cabra em vez do boi, o Scheik Chehabeddin no “Quarenta Visires”! Os demais parecem variantes. A origem oriental está notoriamente documentada. Fábula V da terceira “Noite” de Straparola.

AS TRÊS CIDRAS DE AMOR – Os melhores contos populares de Portugal

AS TRÊS CIDRAS DE AMOR

Fonte: Os melhores contos Populares de Portugal. Org. de Câmara Cascudo. Dois Mundos Editora.

UM príncipe andava a caçar quando encontrou uma velha carregando, a gemer, um molho de varas, tão pesado que ia caindo pela estrada. O príncipe parou e pediu à velha que o deixasse ajudar, e levou o feixe de varas até uma encruzilhada onde a velha se despediu e lhe deu três cidras, maduras e belas, dizendo que só as abrisse perto dágua corrente.

As sementes mágicas de feijão – Contos do Folclore Medieval

Era uma vez uma pobre viúva que tinha um filho chamado Onofre, que, além de não gostar de trabalho, parecia ser medroso e pouco inteligente. A única coisa valiosa que a viúva possuía era uma vaca muito magra, cujo leite mandava vender no mercado.

Um dia, a vaca não deu leite e a pobre mulher não teve o que comer. Por isso, aconselhada pelo filho, resolveu vender a vaca. Onofre foi encarregado da venda do animal. No caminho, encontrou um velho que lhe perguntou o que estava fazendo. Respondeu Onofre que ia ao mercado vender a vaca. O velho, que era muito esperto, levava nas mãos umas sementes de feijão de cores variadas. O rapaz ficou encantado com a beleza das sementes.

O velho percebeu a admiração de Onofre e propôs a troca das sementes pela vaca. O bobo do rapaz aceitou a proposta, certo de que fazia um ótimo negócio. Entregou a vaca ao velho e voltou para casa com as sementes de feijão.

A moura torta – contos maravilhosos

from Arabian Nights Collected and edited by Andrew Lang Illustrated by Vera Bock Copyright 1960 Illustration from 'The Little Hunchback'

Era uma vez um príncipe que, tendo chegado à idade de se casar, não encontrou nenhuma moça que lhe agradasse. Seu pai, que já estava muito velho, vivia muito triste por não ter seu filho encontrado uma princesa para esposa. Receava morrer, deixando o filho solteiro. Como poderia ele governar seu reino sem uma rainha e sem herdeiros ?

O príncipe encantado – Fábulas infantis maravilhosas

O príncipe encantado Era uma vez uma velha ambiciosa que tinha três filhas, cada qual mais feia. Perto da casa da velha, morava uma moça muito bonita que, apesar de pobre, andava com lindos vestidos e ricas jóias. Desconfiando de tanta riqueza, a velha visitava, freqüentemente, a casa da moça para ver se descobria alguma … Ler maisO príncipe encantado – Fábulas infantis maravilhosas

ÁUREA MEDIOCRITAS – Capítulo I de “O Homem Medíocre de José Ingenieros”

I.
ÁUREA MEDIOCRITAS ?
— II.
OS HOMENS
SEM PERSONALIDADE. — III. EM TORNO DO HOMEM MEDÍOCRE. —
IV. CONCEITO SOCIAL DA MEDIOCRIDADE. — V. o ESPÍRITO
CONSERVADOR. — VI. PERIGOS SOCIAIS DA MEDIOCRIDADE. — VII.    a VULGARIDADE.

I
Áurea mediócritas?

Há uma certa hora em que o pastor ingênuo se
assombra diante da natureza que o circunda. A penumbra se adensa; a côr das
coisas se uniformiza no cinzento homogêneo das
silhuetas, as primeiras humidades crepusculares levantam, de
todas as ervas, um vago perfume; aquieta-se o rebanho para dormir; o sino
remoto tange o seu aviso vesperal. A impalpável
claridade
lunar vai se esbranqui çando,
ao
cair sobre as coisas;
algumas estrelas inquietam o firmamento com a sua
titila ção, e um longínquo rumor de arroio brincando nas brenhas,
parece
conservar sobre misteriosos temas. Sentado
sobre a pedra menor áspera que encontra à beira do
caminho, o pastor contempla e emudece. convidando
em vão a meditar pela convergência do sítio e da hora. Sua admiração primitiva
é simples estupor. A poesia natural que o rodeia, ao
refletir-se em sua imaginação, não se converte em poema. Êle é,
apenas , um objeto no quadro, uma pincelada: como a pedra, a árvore a ovelha, o
caminho; um acidente na penumbra. Para
êle, todas as coisas foram sempre as assim
continuarão a ser, desde a terra que pisa até o rebento que apascenta.

GRANDES LITERATURAS DO MUNDO – Obras clássicas

O comediante triste

MOLIÈRE foi o maior escritor de comédias da Fran-ça. Sua própria vida foi uma grande tragédia. Desejava brilhar como ator trágico; mas não se adaptava ao papel. Conseguiu apenas ser um palhaço. Desejava escrever peças sérias. Mas seu público não as aceitava. Foi obrigado a escrever comédias e farsas. Apaixonou-se pela sua principal atriz e casou com ela. Mas nunca foi amado e ela vivia a namorar outros homens. Suas peças estão cheias de brigas domésticas. Infelizmente, conhecia êle muito bem o assunto. Suas brigas cênicas, tão divertidas para o espectador, eram apenas tragicamente verdadeiras para Molière. Um dia, seu filho caiu gravemente doente. Dois de seus outros filhos já haviam morrido. Os médicos achavam que aquela terceira criança não passaria da noite. Contudo Molière, corajoso soldado que era, representou seu papel cômico no teatro, naquela noite. Ao chegar em casa, encontrou o filho morto. Sua vida era cheia da substância de que se fazem os dramas reais.

O CASTIGO DA AMBIÇÃO – O Rei e a Princesa – Contos Infantis

AO castelo do rei Miroslao foram chamados os mais célebres pintores do reino a fim de ser pintado o retrato do soberano.

O rei, que era ainda muito jovem, desejava encontrar a companheira de sua vida.

Entre os numerosos retratos que lhe foram enviados por diversas princesas e altas damas estrangeiras, da mais refinada linhagem, destacava-se um de grande e singular formosura!

Miroslao, desde o primeiro momento, sentiu um ardente desejo de desposar aquela dama tão bela, compartilhando com ela o seu trono.

Por isso é que mandara pintar o seu retrato que seria enviado à jovem princesa, juntamente com o seu pedido de casamento.

Achando-se os pintores todos reunidos, o rei lhes falou nestes termos:

Histórias Infantis – Fábula OS TRÊS LIMÕES

CERTO Sultão tinha um filho, pelo qual sentia justificado orgulho, porque êle era belo e de gênio jovial, e nunca se soube que houvesse cometido uma ação censurável.

No círculo da Corte, era êle o astro mais brilhante. O Príncipe era cortês para com todas as damas, mas não favorecia a nenhuma em particular; e como os anos iam correndo sem que êle manifestasse o desejo de escolher uma esposa, o Sultão tornou-se apreensivo.

— Meu filho, — disse êle certa vez, por que não escolheis uma noiva? Acho que já é tempo de vos casardes; eu seria tão feliz se vos visse pai de filhos, antes de deixar este mundo. Ser-vos-ia tão fácil fazer a vossa escolha entre as belas jovens que vos cercam! Eu não experimentaria dificuldade alguma se estivesse em vosso lugar! Temos tão lindas moças em nossa terra!

O jovem príncipe fitou seu pai, tornando-se pensativo.

Histórias Infantis – O Caçador Furtivo

PEDRO estava almoçando em companhia de seus pais. Prestava muita atenção à conversa dos mesmos, porque de fato era muito interessante.

— Há muitos caçadores furtivos nos bosques — disse o pai. — Joaquim, o guarda, diz que não sabe quem é o culpado, mas, que todas as noites desaparecem coelhos e aves. Deve, forçosamente, ser algum forasteiro!

— Escuta, papai — interrompeu Pedro — Joaquim não viu o caçador furtivo?

— Sim! Julga que uma vez chegou a vê-lo! — respondeu o pai. — É um indivíduo alto, forçudo e com barbas!

Pedro ficou muito preocupado com o caçador furtivo e pensou que um dia Joaquim havia de surpreender o criminoso.

— Se eu tivesse uma espingarda como Joaquim, havia de perseguí-lo todas as noites, e não teria medo algum! — pensou o menino. — Oxalá pudesse descobrí-lo!

Dois dias depois, quando o sol se punha, deu-se a casualidade de estar Pedro debruçado à janela mais alta de sua casa.

Procurava ver se descobria seu amigo Tomás, o filho do guarda, na colina situada em frente da casa.
Enquanto olhava, seus olhos se fixaram num indivíduo alto, que desaparecia nos bosques de seu pai.

Histórias Infantis – OS DEZ URSINHOS

Essa é mais uma historinha infantil clássica no Consciência, o conto dos dez Ursinhos.
ERA uma vez dez ursinhos que moravam na cidade das Doçuras. Moravam em dez casinhas colocadas uma ao lado da outra. Amavam-se muito e saíam sempre juntos.

As casinhas eram numeradas de um a dez e cada um dos ursinhos conhecia muito bem a sua casinha lendo o número da porta.

A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres

mapa roma itália

A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres

Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.

Teseu – Vidas dos Homens Ilustres de Plutarco

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE TESEU

I. Começo dos tempos verdadeiros da História. II. Relações do Teseu e Rômulo. III. Nascimento de Teseu. V. Viagem a Delfos. VII. Admiração por Hercules. X. Primeiros combates contra os Bandidos. XVI. Chegada a Atenas. XVI. Parte para ir combater o touro de Maratona. XVIII. Tributo de filhos que Minos, rei de Creta, impusera a Atenas. XIX. Teseu vai a Creta, combate o Minotauro e isenta os Atenienses do tributo. XXIV. Morte de Ariadne. XXV. Na volta da ilha de Creta, Teseu passa a Delos. Origem da dança do Grou. XXVI. Teseu retorna a Atenas, celebra as obséquias do pai e sobe ao trono. XXVII. Barco de Teseu conservado durante mais de nove séculos. XXVIII. Reúne os habitantes da Ática num corpo de cidade em Atenas. Instituição da festa das Panatenéias. XXIX. Leis e polícia de Atenas. XXX. Estabelecimento dos Jogos ístmicos. XXXI. Viagem de Teseu ao Ponto Euxino. A amazona Antíope. XXXIII. Combate das Amazonas. XXXVI. Fedra, esposa de Teseu. Hipólito, filho de Antíope. XXXVIII. Amizade de Teseu e Pirítoo. Combate dos Lápitas e Centauros. XXXIX. Rapto de Helena. XLI. Os Tindáridas Castor e Pólux vêm pedi-la de novo. Origem da Academia. XLII. Menesteu intriga em Atenas contra Teseu. XLIII. Regresso àquela cidade. Revoltas e sedições. Teseu faz imprecações contra os Atenienses e retira-se para a ilha de Ciros. XLIV. Morre. XLV. Os ossos são transportados para Atenas. XLVI. Sacrifícios em sua honra.

Desde o ano de 1249 até ao ano de 1199 antes de Jesus Cristo; 423 anos antes da primeira Olimpíada.

Plutarco AS VIDAS DOS HOMENS ILUSTRES GREGOS E ROMANOS

TESEU

Artaxerxes do Império Persa – Plutarco – Vidas Paralelas

Arte etrusca

Nascimento, nome e caráter de Artaxerxes. II. É declarado sucessor de
Dario. III. É coroado. IV. Como Oiro se prepara para a revolta. V. Liberalidade e bondade de Artaxerxes. VI. Ciro pede socorro aos acedemônios. VII. Ciro parte para a guerra contra Artaxerxes. VIII. Artaxerxes marcha ao seu encontro. IX. Espanto do exército de Ciro, à sua aproximação. X. Como Clearco causa a derrota de Ciro. XI. Ciro mata Artagerse. XII. Morte de Ciro. segundo a narração de Dinon. XIII. Segundo a narração de Ctésias. XV.    Artaxerxes manda cortar a cabeça e a mão direita de Ciro. XVI.  Contradição entre as
palavras de Ctésias e as de Dinon e de Xenofonte. XVII. Presentes de Artaxerxes aos que tinham matado ou ferido a Ciro. XVIII. Vingança de
Parisate contra eles. XXII, Morte de Clearco e de outros generais gregos. XXIV. Parisate faz morrer Estatira. XXV. Artaxerxes envia Parisate exilada a Babi lônia. XXVI. Agesilau leva a guerra à .Ásia. XXVII. Artaxerxei subleva a Grécia contra os lacedemônios à força de dinheiro. XXVIII. Paz de Antalcidas. XXIX. Deíxa-se êle morrer de fome. XXX. Ismênias e Pelópídas na corte de Artaxerxes. XXXI. Pre.sni tes
magníficos de Artaxerxes a Timágoras. XXXII. Artaxerxes reconcilia-se com sua mãe Parisate. XXXIII. Casa-se com Atossa. XXXIV. Empreende a
guerra contra os cadusianos. XXXV. Foz a paz com eles pela habilidade de Tiribaso. XXXVI. O luxo não tinha enfraquecido Artaxerxes. XXXVII. Toma-se desconfiado e cruel. XXXVIII. Declara a Dario, seu sucessor. XXXIX. Dario pede a seu pai sua concubina Aspásia. Artaxerxes a faz sacerdotiza de Diana Anitis. XL. Tiribaso irrita o ressentimento de Dário. Porque. XLI. Meios que Tiribaso
emprega. XLII. Dário conspira com êle contra seu pai. XLIII. Descoberta da conjuração. Morte de Tiribaso. XLIV. Dário é decapitado. XLV. Morte de Ariaspes e de Arsames. XLVI. Morte de Artaxerxes.

Gato de Botas – Fábula Encantada de Perrault

O Gato de Botas Conto infantil de CHARLES PERRAULT Com desenhos infantis – Ilustrado por PIKKA   Um gato travesso como toda a gataria calçou botas e foi ao rei levar presentes certo dia. Seu dono era bem pobre. Só tinha um belo olhar e um belo porte Mas o gato de Botas transformou sua … Ler maisGato de Botas – Fábula Encantada de Perrault

CINDERELA – A GATA BORRALHEIRA – Contos de fada infantis

Histórias da Carochinha A GATA BORRALHEIRA Era uma vez uma bondosa mulher que tinha uma única filha, uma menina linda e meiga, a quem amava muito. Um dia, a mu­lher adoeceu gravemente e, embora ainda fosse jovem, sentiu que não ia durar muito tempo. Assim, chamou a filha para perto de si e, depois de … Ler maisCINDERELA – A GATA BORRALHEIRA – Contos de fada infantis

A VELHINHA DA FLORESTA – Fábulas encantadas

Histórias da Carochinhas A VELHINHA DA FLORESTA Jorge, Isidoro e Félix eram filhos de um alfaiate muito bom, chamado José. À medida que foram crescendo, cada um dos meninos resolveu escolher uma profissão com que pudesse ganhar a vida. Jorge quis ser moleiro, Isidoro, sapateiro e Félix, car­pinteiro. Naquele tempo era costume, ao aprender uma … Ler maisA VELHINHA DA FLORESTA – Fábulas encantadas

O Pequeno Polegar – Fábula Infantil

Histórias da Carochinha O PEQUENO POLEGAR Numa noite fria de inverno, um campo­nês estava sentado na sala de sua casa, con­versando com a mulher, enquanto descansa­vam do trabalho do dia. —   Como nossa casa é triste! — dizia ele. — Nas outras há sempre barulho e alegria, mas aqui, como não temos filhos, reina um … Ler maisO Pequeno Polegar – Fábula Infantil

A BABA DO PASSARINHO – Contos de fada

Histórias da Carochinha A BABA DO PASSARINHO Há tempos atrás, num país longe daqui, existia um rei muito sábio e bondoso. Seus súditos o amavam e respeitavam, pois no reino todos viviam felizes. Um dia, porém, correu pelo país uma no­tícia muito triste: o rei estava doente, vítima de um mal terrível que o deixara … Ler maisA BABA DO PASSARINHO – Contos de fada

OS TRÊS CABELOS DE OURO DO DIABO – contos infantis

Histórias da Carochinha OS TRÊS CABELOS DE OURO DO DIABO Há muitos e muitos anos, numa casinha pobre, nasceu um menino bonito e forte, mas que, ao contrário de todas as outras crianças, nasceu com todos os dentes na boca. Os pais, assim que o viram, ficaram muito assusta-os, pensando se tratar de alguma bruxaria. … Ler maisOS TRÊS CABELOS DE OURO DO DIABO – contos infantis

A Moura Torta – Contos de fada infantis

Histórias da Carochinha – Fonte: Ed. Ática A MOURA TORTA Era uma vez um rei chamado Massad, que governava um país extenso e cheio de fartura. Esse rei tinha apenas um filho, cha­mado Anuar, um príncipe virtuoso e de bom coração. Quando Massad morreu, Anuar o suce­deu no trono, governando, desde o início, com sabedoria … Ler maisA Moura Torta – Contos de fada infantis

João e o pé de feijão – fábula, contos infantis dos Irmãos Grimm

Histórias da Carochinha – Fonte: Ed. Ática JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO Há muitos e muitos anos existiu uma viú­va que tinha um filho chamado João. João e a mãe eram muito pobres e, para se manterem, contavam apenas com uma vaca, cujo leite vendiam na cidade. Um dia, porém, a vaca parou subitamen­te … Ler maisJoão e o pé de feijão – fábula, contos infantis dos Irmãos Grimm

Biografia de Júlio César do Império Romano. Plutarco – Vidas Paralelas

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RESUMO DA BIOGRAFIA DE JÚLIO CÉSAR Inimizade entre Sila e César. II. César é aprisionado por corsários: altivez com que ele os trata durante seu cativeiro. Fá-los enforcar. III.César ocupa o segundo lugar entre os oradores do seu tempo. Teria podido ser o primeiro. IV. Favor de César perante o povo. V. Faz a oração … Ler maisBiografia de Júlio César do Império Romano. Plutarco – Vidas Paralelas