ERA uma vez um rei muito amigo dos seus camaristas, e prometeu a cada um um dote para &e casarem. Um deles quis ir viajar para escolher mulher que fosse linda, esperta e honrada. Chegou a uma grande quinta, e logo nos primeiros degraus que davam para a casa encontrou uma menina linda a mais não ser. Pediu pousada, e veio um velho lavrador que o recebeu com boas maneiras e foi-lhe mostrar a casa:
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Diz que era uma vez um príncipe que se estava, banhando num rio quando perdeu pé e se ia afogando quando um rapaz, vendo-o em perigo, saltou para dentro da água e salvou-o. Ficaram muito amigos, o príncipe e Pedro, aprendiz de sapateiro. Andavam sempre juntos e o príncipe convidou o amigo para que deixasse de ser remendão e viesse viver com êle no palácio. Pedro não quis mas todos os dias procurava um ao outro para caçar, pescar ou passear pelos bosques.
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AS TRÊS CIDRAS DE AMOR
Fonte: Os melhores contos Populares de Portugal. Org. de Câmara Cascudo. Dois Mundos Editora.
UM príncipe andava a caçar quando encontrou uma velha carregando, a gemer, um molho de varas, tão pesado que ia caindo pela estrada. O príncipe parou e pediu à velha que o deixasse ajudar, e levou o feixe de varas até uma encruzilhada onde a velha se despediu e lhe deu três cidras, maduras e belas, dizendo que só as abrisse perto dágua corrente.
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Era uma vez uma pobre viúva que tinha um filho chamado Onofre, que, além de não gostar de trabalho, parecia ser medroso e pouco inteligente. A única coisa valiosa que a viúva possuía era uma vaca muito magra, cujo leite mandava vender no mercado.
Um dia, a vaca não deu leite e a pobre mulher não teve o que comer. Por isso, aconselhada pelo filho, resolveu vender a vaca. Onofre foi encarregado da venda do animal. No caminho, encontrou um velho que lhe perguntou o que estava fazendo. Respondeu Onofre que ia ao mercado vender a vaca. O velho, que era muito esperto, levava nas mãos umas sementes de feijão de cores variadas. O rapaz ficou encantado com a beleza das sementes.
O velho percebeu a admiração de Onofre e propôs a troca das sementes pela vaca. O bobo do rapaz aceitou a proposta, certo de que fazia um ótimo negócio. Entregou a vaca ao velho e voltou para casa com as sementes de feijão.
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Era uma vez um príncipe que, tendo chegado à idade de se casar, não encontrou nenhuma moça que lhe agradasse. Seu pai, que já estava muito velho, vivia muito triste por não ter seu filho encontrado uma princesa para esposa. Receava morrer, deixando o filho solteiro. Como poderia ele governar seu reino sem uma rainha e sem herdeiros ?
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AO castelo do rei Miroslao foram chamados os mais célebres pintores do reino a fim de ser pintado o retrato do soberano.
O rei, que era ainda muito jovem, desejava encontrar a companheira de sua vida.
Entre os numerosos retratos que lhe foram enviados por diversas princesas e altas damas estrangeiras, da mais refinada linhagem, destacava-se um de grande e singular formosura!
Miroslao, desde o primeiro momento, sentiu um ardente desejo de desposar aquela dama tão bela, compartilhando com ela o seu trono.
Por isso é que mandara pintar o seu retrato que seria enviado à jovem princesa, juntamente com o seu pedido de casamento.
Achando-se os pintores todos reunidos, o rei lhes falou nestes termos:
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MARIA foi passear levando sua boneca Bilóca em um carrinho muito lindo.
O dia estava maravilhoso e o sol resplandecia alegremente.
A menina penetrou no bosque, porém, quando o atravessou, observou muito assustada que se havia extraviado.
— Não há de ser nada — disse para se consolar. Em breve encontrarei alguém e perguntarei o caminho para voltar para a minha casa.
Com efeito não demorou a avistar um indivíduo bastante estranho!
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CERTO Sultão tinha um filho, pelo qual sentia justificado orgulho, porque êle era belo e de gênio jovial, e nunca se soube que houvesse cometido uma ação censurável.
No círculo da Corte, era êle o astro mais brilhante. O Príncipe era cortês para com todas as damas, mas não favorecia a nenhuma em particular; e como os anos iam correndo sem que êle manifestasse o desejo de escolher uma esposa, o Sultão tornou-se apreensivo.
— Meu filho, — disse êle certa vez, por que não escolheis uma noiva? Acho que já é tempo de vos casardes; eu seria tão feliz se vos visse pai de filhos, antes de deixar este mundo. Ser-vos-ia tão fácil fazer a vossa escolha entre as belas jovens que vos cercam! Eu não experimentaria dificuldade alguma se estivesse em vosso lugar! Temos tão lindas moças em nossa terra!
O jovem príncipe fitou seu pai, tornando-se pensativo.
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Leia a famosa historinha de Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau. Conto de fada infantil de Perrault, com ilustrações.
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CARLOS XII Paul de Saint-Victor Trad. de Mário Ferreira dos Santos) Há. na história, ressurreições de tipos e caracteres que fariam acreditar nos Avatares da fábula hindu. Há mil e quinhentos anos de distância, Átila reapareceu, no Norte, sob uma nova forma, reduzido em sua ação, restringido num menor círculo, mas animado de igual furor [...]
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O Gato de Botas Conto infantil de CHARLES PERRAULT Com desenhos infantis – Ilustrado por PIKKA [download id="12"] Um gato travesso como toda a gataria calçou botas e foi ao rei levar presentes certo dia. Seu dono era bem pobre. Só tinha um belo olhar e um belo porte Mas o gato de [...]
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Histórias da Carochinha A GATA BORRALHEIRA Era uma vez uma bondosa mulher que tinha uma única filha, uma menina linda e meiga, a quem amava muito. Um dia, a mulher adoeceu gravemente e, embora ainda fosse jovem, sentiu que não ia durar muito tempo. Assim, chamou a filha para perto de si e, depois de [...]
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Histórias da Carochinhas A VELHINHA DA FLORESTA Jorge, Isidoro e Félix eram filhos de um alfaiate muito bom, chamado José. À medida que foram crescendo, cada um dos meninos resolveu escolher uma profissão com que pudesse ganhar a vida. Jorge quis ser moleiro, Isidoro, sapateiro e Félix, carpinteiro. Naquele tempo era costume, ao aprender uma [...]
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Histórias da Carochinha O PEQUENO POLEGAR Numa noite fria de inverno, um camponês estava sentado na sala de sua casa, conversando com a mulher, enquanto descansavam do trabalho do dia. — Como nossa casa é triste! — dizia ele. — Nas outras há sempre barulho e alegria, mas aqui, como não temos filhos, reina um [...]
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Histórias da Carochinha A BABA DO PASSARINHO Há tempos atrás, num país longe daqui, existia um rei muito sábio e bondoso. Seus súditos o amavam e respeitavam, pois no reino todos viviam felizes. Um dia, porém, correu pelo país uma notícia muito triste: o rei estava doente, vítima de um mal terrível que o deixara [...]
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Histórias da Carochinha OS TRÊS CABELOS DE OURO DO DIABO Há muitos e muitos anos, numa casinha pobre, nasceu um menino bonito e forte, mas que, ao contrário de todas as outras crianças, nasceu com todos os dentes na boca. Os pais, assim que o viram, ficaram muito assusta-os, pensando se tratar de alguma bruxaria. [...]
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Histórias da Carochinha – Fonte: Ed. Ática A MOURA TORTA Era uma vez um rei chamado Massad, que governava um país extenso e cheio de fartura. Esse rei tinha apenas um filho, chamado Anuar, um príncipe virtuoso e de bom coração. Quando Massad morreu, Anuar o sucedeu no trono, governando, desde o início, com sabedoria [...]
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Histórias da Carochinha – Fonte: Ed. Ática JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO Há muitos e muitos anos existiu uma viúva que tinha um filho chamado João. João e a mãe eram muito pobres e, para se manterem, contavam apenas com uma vaca, cujo leite vendiam na cidade. Um dia, porém, a vaca parou subitamente [...]
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Fonte: Histórias da Carochinha; Ed. Ática MARGARIDA, A SABIDA Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma filha, de nome Margarida, a quem todos chamavam de Margarida, a sabida. Quando ela chegou na idade de casar, os pais ficaram aflitos para lhe arranjarem um marido. Até que um dia apareceu um pretendente: um [...]
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