CIÊNCIAS FÍSICAS E SUAS APLICAÇÕES – A Civilização árabe

Fig. 242 — Fragmento de antigo estojo árabe, segundo desenho de Prisse d'Avesne.

CIÊNCIAS FÍSICAS E SUAS APLICAÇÕES
I — FÍSICA E MECÂNICA. Trabalhos dos árabes em física e mecânica. Tratado de ótica de Haizan. Conhecimentos dos árabes em mecânica aplicada. Descrição do grande relógio da mesquita de Damasco. Descrição de vários aparelhos mecânicos. II — QUÍMICA. As bases da química devem-se aos árabes, que descobriram os corpos mais importantes, como o ácido sulfúrico, o álcool, etc. São-lhes devidas também as operações fundamentais da química, como por exemplo a destilação. Trabalhos dos principais químicos árabes. Suas teorias alquímicas. III — CIÊNCIAS APLICADAS, DESCOBERTAS. Conhecimentos industriais dos árabes. Aplicações da química à extração dos metais, a fabricação do aço, tinturaria, etc. Invenções da pólvora e das armas de fogo. Trabalhos modernos provam que essa des coberta lhes é devida. Pesquisas de Reinaud e Fa-vé. Diferença entre a pólvora e o fogo grego. inocuidade deste último. Crônicas dos árabes prova o do que as armas de fogo foram empregadas por eles muito antes dos europeus. Invenção do papel de seda pelos chineses e do papel de algodão e de farrapos pelos árabes. Aplicação da bússula à navegação. Resumo das descobertas dos árabes …….

A GRUTA QUE CHORA – Lenda indígena

A GRUTA QUE CHORA

A GRUTA QUE CHORA Os nossos índios desconheciam a existência do dragão, se havia algum ente fantástico, assim um gênio das fontes ou um inimigo dos caçadores, não passava de ipupiaras. Estas acabaram sendo tão fantásticas, assemelhando-se às hórridas serpentes que a mente medievalesca fazia engolir os infiéis. Certamente quem ensinou o medo aos povoadores … Ler maisA GRUTA QUE CHORA – Lenda indígena

A FESTA DAS LANTERNAS (CHINA)

China

A dificuldade, com a velha China, está na escolha da história popular a contar, tão rico é o manancial que ela possui. Neste conto, onde o simbolismo da eterna luta do homem para alcançar a imortalidade está bem patente, há elementos que estamos vendo repetir na moderna ficção–cientifica, como o da "viagem através do tempo", seja ela para o futuro ou para o passado. Aqui, atirado ao futuro, Wang-Chi chorava seu passado perdido…

A FESTA DAS LANTERNAS

WANG-CHI era um lenhador, cuja pobreza não o impedia de considerar-se muito feliz, em companhia de sua mulher e de seus filhos, um menino e uma menina.

BEOWULF – Lenda medieval escandinava

Dinamarca

BEOWULF

DESDE os tempos mais remotos transmite-se de geração em geração, no povo que habita as margens do mar do Norte, a misteriosa lenda de um herói que arribou às praias sendo ainda uma criança, trazido pelas águas sobre um escudo que fora cheio de palha, tal como um berço. Ali cresceu o jovem, e com o tempo chegou a ser um valente guerreiro, tão poderoso que fundou um reino, o qual não tardou a superar em prosperidade e grandeza todos os países do Norte.

CRAVO, ROSA E JASMIM

cravo-rosa-jasmin-conto

UMA mulher tinha três filhas; indo a mais velha passear a uma ribeira, viu dentro da água um cravo, debruçou-se para apanhá-lo, e ela desapareceu. No dia seguinte sucedeu o mesmo a outra irmã, porque viu dentro da ribeira uma rosa. Por fim, a mais nova também desapareceu, por querer apanhar um jasmim. A mãe das três raparigas ficou muito triste, e chorou, chorou, até que tendo um filho, este, quando se achou grande, perguntou à mãe porque é que chorava tanto. A mãe contou-lhe como é que ficara sem as suas très filhas.

O ENTRE-LUGAR: A REPRESENTAÇÃO DO PURGATÓRIO NA BAIXA IDADE MÉDIA

maravilhas das antigas civizações

O ENTRE-LUGAR: A REPRESENTAÇÃO DO PURGATÓRIO NA BAIXA IDADE MÉDIA NICOMEDES DA SILVA ROCHA NETO RESUMO   Este trabalho tem como objetivo compreender o nascimento do Purgatório durante o século XII, buscando relacioná-lo as concepções anteriores elaboradas por Santo Agostinho e ainda entendê-lo a partir de alguns aspectos culturais da Baixa Idade Média. A compreensão … Ler maisO ENTRE-LUGAR: A REPRESENTAÇÃO DO PURGATÓRIO NA BAIXA IDADE MÉDIA

Ilíada de Homero – Livro XII

Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI … Ler maisIlíada de Homero – Livro XII

A BABA DO PASSARINHO – Contos de fada

Histórias da Carochinha A BABA DO PASSARINHO Há tempos atrás, num país longe daqui, existia um rei muito sábio e bondoso. Seus súditos o amavam e respeitavam, pois no reino todos viviam felizes. Um dia, porém, correu pelo país uma no­tícia muito triste: o rei estava doente, vítima de um mal terrível que o deixara … Ler maisA BABA DO PASSARINHO – Contos de fada