LEVANTE DE BROQUÉIS

Oliveira Lima LEVANTE DE BROQUÉIS Um amigo meu, que me faz sempre o favor de dar em conversa ou cm carta sua impressão sincera e que eu muito acato acerca dos meus artigos, qualificou o último de cruel. Defendi-me neste ponto dizendo-lhe que não costumava ser cruel nem com uma mosca, enxo-tando-as quando me aborrecem, … Ler maisLEVANTE DE BROQUÉIS

ANTÔNIO PEREIRA REBOUÇAS

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) Capítulo V – PRIMEIRO IMPÉRIO — ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE (continuação) ANTÔNIO PEREIRA REBOUÇAS (1.°) Nasceu na vila, hoje cidade, de Maragogipe (prov. … Ler maisANTÔNIO PEREIRA REBOUÇAS

A BATALHA DE NARVA – HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia

"HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"   Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI.   A BATALHA DE NARVA 30 de Novembro de 1700. Pedro Alèxiowitz surgiu diante de Narva, à frente de um grande exército, no dia 1.° de Outubro, com um tempo mais rude nessa estação do que o … Ler maisA BATALHA DE NARVA – HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia

ATEU, ATEÍSMO – Definição de Voltaire no seu Dicionário

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados ATEU, ATEÍSMO O que outrora possuísse o segredo de uma arte corria o risco de passar por feiticeiro; toda a nova seita que aparecesse era acusada de degolar crianças durante a celebração de seus mistérios. E todo o filósofo que abandonasse a gíria da Escola era acusado de … Ler maisATEU, ATEÍSMO – Definição de Voltaire no seu Dicionário

EXCERTO DO DISCURSO DE RECEPÇÃO DE VOLTAIRE NA ACADEMIA FRANCESA

EXCERTO DO DISCURSO DE RECEPÇÃO DE VOLTAIRE NA ACADEMIA FRANCESA

Pronunciado em 9 de Maio de 1746.

DEPOIS de haver louvado em duas páginas o seu predecessor, o presidente Bouhier, Voltaire continua nestes termos:

"Que me seja permitido, senhores, entrar aqui convosco em discussões literárias; minhas dúvidas se valerão de vossas decisões. É assim que poderei contribuir para o progresso das artes; e eu gostaria mais de pronunciar perante vós um discurso útil, do que um discurso eloquente.

Por que os Italianos e os Ingleses, que possuem boas traduções de Homero, Teócrito, Lucrécio, Virgílio, Horácio, não possuem nenhum poeta da antiguidade traduzido em prosa? E por que não possuímos ainda nenhum em verso?

Vou procurar distinguir a razão de tal coisa.

A CIVILIZAÇÃO HELÊNICA

ÉTICA E LIBERDADE NO PENSAMENTO DE KANT

Na primeira parte da sua obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”,
Kant analisa dois conceitos fundamentais da sua teoria moral, a saber: o
conceito de vontade boa e o imperativo categórico. A partir desses dois
conceitos surge a ética kantiana.

COMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA – Vidas Paralelas de Plutarco

mapa roma itália

COMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA por Du Haillan Adendo moderno às vidas Paralelas de Plutarco na edição de Amyot. Se alguém se desse ao trabalho de comparar Fócion e Catão com todos os ilustres gregos e romanos, eu me capacitaria de que esses dois personagens levantariam sempre o prêmio, medindo as coisas com … Ler maisCOMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA – Vidas Paralelas de Plutarco

Observações sobre as Vidas de Alexandre, César, Tibério e Caio Graco, AGIS E CLEÔMENES

Arte etrusca

.font4 { font:12.00pt “Garamond”, serif; } OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE ALEXANDRE, O GRANDE CAP. V, pág. 17. No grego está a palavra hécatombeon. Nós ja dissemos que esse mês ático corresponde, para a maior parte, não ao mês de junho, mas ao de julho; pois começava na lua nova mais próxima do solsticio de … Ler maisObservações sobre as Vidas de Alexandre, César, Tibério e Caio Graco, AGIS E CLEÔMENES

JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA, o Moço

JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA (Bordéus, 1827-1886) é vulgarmente cognominado o Segundo ou o Moço, para diferençar-se do seu tio e homônimo, patriarca da nossa Independência. Estudou primeiramente a Matemática na antiga Escola Militar do Rio, depois o Direito em São Paulo, onde se formou. Foi provido numa cadeira jurídica da Faculdade do Recife, e, tendo encetado a sua carreira parlamentar na Assembléia provincial de São Paulo, em 1860, chegou a senador, e foi ministro de estado duas vezes, numa das quais apenas sete dias. Depois recusou a presidência do Conselho.

Ebook de Introdução à Sociologia – CONCLUSÃO

Introdução a Sociologia –

Professor A. Cuvillier (1939).

CONCLUSÃO

Há uma conclusão a tirar, parece-nos, de tudo o que fica dito: aquela mesma já indicada sumariamente ao estudarmos a forma por que se determinaram, no decurso da sua história, os problemas que a sociologia apresenta. É que, para ser uma verdadeira ciência, esta não necessita de pôr de lado nenhum dos elementos propriamente humanos da realidade social.

Capítulo VII – A MEDIOCRACIA – O Homem Medíocre – José Ingenieros

O Homem Medíocre (1913)

José Ingenieros (1877-1925)

 

Capítulo VII – A MEDIOCRACIA

I. O clima da mediocracia. — II. a pátria. — III. a política das piaras. — IV. os arquetipos da mediocracia.— V. a aristocracia do mérito.

I — O clima da mediocridade

Em raros momentos, a paixão caldeia a história, e se exaltam os idealismos; quando as nações se constituem, e quando elas se renovam. Antes, é secreta ânsia de liberdade, luta pela independência; mais tarde, crise de consolidação institucional a seguir e, depois, veemência de expansão, ou pujança de energias. Os gênios pronunciam palavras definitivas; os estadistas plasmam os seus planos visionários; os heróis põem o seu coração na balança do destino.

Introdução à Sociologia – OS POSTULADOS DA SOCIOLOGIA

Capítulo IV

OS POSTULADOS DA SOCIOLOGIA

Depois de havermos visto como os problemas sociológicos chegaram a apresentar-se sob a forma científica, procuraremos, agora, definir os postulados que exige a existência da sociologia como ciência.

i. — a realidade social

Analisamos, primeiro, como a sociologia se esforçou por subtrair-se às preocupações normativas, para se elevar ao estado de um conhecimento objetivo da realidade social. Não exigirá essa objetividade da ciência uma separação entre a teoria e a prática, primitivamente confundidas, ou, pelo menos, uma certa disjunção entre os dois pontos de vista do conhecimento e da ação?

1. Teoria e prática. — Observemos desde já que, nesta matéria, como de resto em todas as outras, é impossível apresentar como absoluta uma distinção de tal natureza. Com efeito, em sociologia, o objeto da investigação é a ação humana coletiva, a ação dos homens vivendo em grupo. Seja qual fôr o aspeto da vida social de que se trata: da vida econômica, política, religiosa, doméstica, etc, encontramo-nos sempre em presença de certas maneiras de agir. Aqui, o homem deixa de ser simples espectador, como o pode ser em presença de um fenômeno físico ou biológico, para ser, ao mesmo tempo, espectador e ator.

Introdução à Sociologia – OS PROBLEMAS SOCIOLÓGICOS

resumo sociologia ebook

OS ANTECEDENTES: SENTIDO DO POSITIVO E SENTIDO DO RELATIVO

"Qualquer concepção — escreveu Augusto Comte – só pode ser bem conhecida por sua história". Se queremos compreender o que é a sociologia e, sobretudo, como pouco a pouco se determinaram os problemas que ela apresenta, teremos de começar por uma história sumária, não das doutrinas, mas da própria posição desses problemas.

I. — DO PONTO DE VISTA NORMATIVO AO PONTO DE VISTA POSITIVO

Apesar de a atitude de espírito propriamente sociológica ser bastante recente, os problemas relativos à vida social sempre preocuparam os pensadores. O próprio fato de viver em sociedade levava o homem a pensar em certos problemas, mas esses problemas eram pura e diretamente práticos, tinham por objeto imediato regras de ação, e não o conhecimento objetivo da realidade.

1. O ponto de vista finalista e normativo.

O que caracteriza os primeiros estudos sobre a sociedade é, precisamente, um ponto de vista finalista e normativo: finalista, isto é, tendo unicamente em consideração o ideal a realizar, a investigação do que deve ser a "melhor" organização social e política; normativo, quer dizer, a preocupação imediata de estabelecer normas, regras de ação para a vida coletiva.

A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres

mapa roma itália

A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres

Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.

A REALIDADE DOS ESTAGIÁRIOS DE PERNAMBUCO NA VISÃO DO CAPITAL VERSUS TRABALHO

maravilhas das antigas civizações

Este trabalho tem por objetivo enfocar a realidade dos estudantes de nível superior e médio da Região Metropolitana de Pernambuco, numa visão capital versos trabalho, que por traz de toda formalidade instituído os mesmos continuam sendo manipulados como mão-de-obra barata, massa de manobra e formando um exercito de reserva, sem qualquer perspectiva social, ecônomica e financeiro.

Vida de Sólon, por Plutarco – Vidas Paralelas

Arte etrusca

SUMÁRIO DA VIDA DE SÓLON I. Nobreza de Sólon. II. Seus costumes. V. Talento para a poesia. VI. Gosto pela filosofia moral. VII. Encontro dos sete Sábios em Delfos. VIII. Entrevista de Sólon e Anacársis-IX. Palestra com Tales. XI. Assunto da elegia de Salamina. XIII. Sólon faz a conquista dessa ilha. XVII. Arenga para o … Ler maisVida de Sólon, por Plutarco – Vidas Paralelas

TEODICÉIA – Curso de Filosofia de Régis Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet TEODICÉIA PRELIMINARES 198      1.    Natureza da Teodicéia. a)         Definição nominal. A palavra Teodicéia vem de duas palavras gregas que significam justificação de Deus, e era reservada inicialmente às obras destinadas a defender a Providência contra as dificuldades que se levantam com o problema da existência do mal. b)         Definição … Ler maisTEODICÉIA – Curso de Filosofia de Régis Jolivet