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textos interessantes sobre Jean-Jacques Rousseau

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):

Rousseau e a liberdade

Rousseau e a liberdade Pedro Soares de Oliveira neto* Resumo: O artigo tem como objetivo demonstrar que o conceito de liberdade fundamentado por Rousseau é a origem da degeneração do homem; Fazendo uma releitura do seu clássico “A origem da desigualdade entre os homens”. Palavras-chave: Jean-Jacques Rousseau; Liberdade; Estado Natural; Sociedade; Propriedade. * Licenciado e […]

A Revolução Industrial dos séculos XIX e XX

EDWARD   McNALL   BURNS
PROFESSOR DE  HISTÓRIA  DA  RUTGERS  UNIVERSITY

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL
Volume II

Tradução de LOURIVAL GOMES MACHADO, LOURDES SANTOS MACHADO e LEONEL VALLANDRO

 

1. O COMPLEXO DE CAUSAS

A Revolução Industrial nasceu de uma multiplicidade de causas, algumas das quais são mais antigas do que habitualmente se pensa. Talvez convenha considerar em primeiro lugar os aperfeiçoamentos iniciais da técnica. As maravilhosas invenções dos fins do século XVIII não nasceram já completas, como Minerva da testa de Júpiter. Pelo contrário, já desde algum tempo havia um interesse mais ou menos fecundo pelas inovações mecânicas.[..]

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE MICHEL FOUCAULT: UMA TRAJETÓRIA HISTORIOGRÁFICA.

Resumo: O que são relações de poder? O que é o projeto
arqueo-genealógico? O que é o saber? Muitas Perguntas, muitas respostas… Este
artigo pretende analisar algumas reflexões do filósofo e estruturalista Michel
Foucault, que sempre esteve engajado em um trabalho crítico da atualidade,
buscando rupturas, tematizando problemas específicos, e enfatizando
principalmente as práticas sociais ancoradas em mecanismos de poder que dão
origem a problemáticas modernas e atuais. O seu objetivo é focalizar as
práticas no nível do conjunto de saberes, sexo e idéias de uma época que como
uma rede de formações discursivas faz uso de múltiplas relações de poder. Com
objetivos prévios, sua análise remete-se para um sentido ético, é direcionado a
comportamentos, práticas (conflitos, lutas), ou seja, procura estabelecer o que
de fato os discursos produzem de práticas em um regime de verdade específico.
Sendo assim, Foucault não direciona seus estudos, questionamentos e refutações
visando à construção de uma teoria do conhecimento (saber limitado em idéias),
mas, em uma critica construtiva da realidade existente e acumulada nos
discursos.

 

Palavras
– Chave
: Michel Foucault – O saber historiográfico
–  Filosofia das Idéias – Poder – Disciplina

O Século XIX – História da Arte

Pierre du Columbier – História da Arte – Cap. 13 – O Século XIX

Tradução de Fernando Pamplona. Fonte: Editora Tavares Martins, Porto, Portugal, 1947.

O meio romano

 UM observador houvera podido conjecturar, em meados do século XVIII, que a Itália,e particularmente Roma iam retomar a direcção das artes, que lhes pertencera durante tanto tempo, e que a opinião geral estava inteiramente disposta a atribuir-lhes de novo. Reinava, com efeito, nessa cidade um estado de espírito que lembra, guardadas as devidas proporções, o do século xvi. De novo se descobria o antigo. Esta fermentação é por vezes relacionada com as escavações recentemente executadas em Pompeia e Herculano. Elas não lhe são estranhas e concebe-se o choque que produziu a vida íntima da Antiguidade de súbito revelada à luz do dia; no entanto, este género de explicação é demasiado fácil, assim como os achados arqueológicos feitos três séculos atrás não bastavam para justificar a Renascença. Trata-se antes de um episódio desseeterno movimento pendular que faz com que a um período de frivolidade suceda um período severo, a um período de liberdade um período de disciplina. A reacção contra o barroco tinha de vir: agarrou-se ela á antiguidade romana e etrusca, visto que a antiguidade grega continuava a ser quase por completo ignorada.

A Arte na Europa no Século XVIII – História da Arte

Preponderâcia francesa   O papel de mestra das artes que aItália assumira havia dois séculos,passa de facto, durante o século xviii, para a França. A mudança opera-se de maneira mais prática do que teórica. Porque esta França tão imitada não cessa de enviar os seus artistas à Academia fundada por Colbert em Roma e de venerar os gigantes da Renascença. É certo que se não abstém de criticar os seus sucessores e particularmente esse espírito barroco cujos êxitos, entre nós, foram sempre passageiros e se limitaram a actividades menores, como a ourivesaria ou o mobiliário, não sem incorrer aliás nas condenações severas de muitos artistas.

A Revolução Francesa (1789-1799) – História da Civilização Ocidental

A Era da Revolução

PROFUNDAS modificações assinalam a história política da última parte do século XVIII. Esse período assistiu à agonia do sistema peculiar de governo e de estruturação social que se desenvolvera na época dos déspotas. Na Inglaterra tal sistema se achava praticamente abolido por volta de 1689, mas ainda persistia em outras partes da Europa, ossificando-se e corrompendo-se cada vez mais com o passar dos anos. Floresceu em todos os países maiores sob a influência combinada do militarismo e da ambição, por parte dos monarcas, de consolidai em o seu poder a expensas dos nobres. Mas quase não houve lugar em que se apresentasse sob uma forma tão abominável como na França, durante o reinado dos três últimos Bourbons. Luís XIV foi a encarnação suprema do poder absoluto. Seus sucessores, Luís XV e Luís XVI, arrastaram o governo aos derradeiros extremos da extravagância e da irresponsabilidade. Além disso, os súditos desses reis eram bastante esclarecidos para sentirem vivamente os seus agravos. Não é de estranhar, portanto, que a França tenha sido o teatro de violenta sublevação para derribar um regime que desde muito vinha sendo odiado e desprezado pelos cidadãos mais inteligentes do país. Não estaremos muito errados sr interpretarmos a Revolução Francesa como o clímax de um século cie oposição que tomara corpo pouco a pouco, oposição ao absolutismo e à supremacia de uma aristocracia decadente.

Formas de Governo, Sistemas de Governo, tipos de regime de governo

O Estado

Estado — vem do latim "status" e designa uma "comunidade jurídica", isto é, significa um conjunto de indivíduos, submetidos à mesma legislação e à mesma autoridade política. O Estado através dos tempos assumiu as mais variadas formas de governo até chegar ao moderno Estado democrático. Sua prin-

cipal obrigação é promover o Bem-Comum. Os Estados modernos gozam da prerrogativa da soberania, isto é, têm poderes autônomos e não estão sujeitos a nenhum outro governo estranho.

Os indivíduos que integram um Estado constituem o povo.

O Brasil é um estado soberano e os que nascem aqui constituem o povo brasileiro.

— Você não deve confundir Estado soberano e Estado-mem-bro. O Brasil, por causa de sua grande extensão territorial, é dividido em 22 Estados. Estes são Estados-membros da União Federal. Seus governos só são relativamente autônomos e subordinam-se nas suas bases estruturais ao Governo Federal.

A Nação

NUDEZ E VERGONHA

ALBERTO SIUFI
JUNIOR

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro
Universitário Claretiano para obtenção do título de graduado em Licenciatura em
Filosofia. Orientador: Prof. Adriano Volpini.

Que vergonha, estou nu! Nudez não é coisa simples, ela
aparece logo nas primeiras páginas da Biblia e de outros textos fundadores da
civilização, afirma Marcelo Bortoloti em sua reportagem para a revista Veja em
dezembro de 20081. A verdade é que se Ulisses, personagem de Homero,
naufragasse hoje e aparecesse nu diante de sua princesa Nausícaa assim como foi
relatado na Odisséia, ainda sentiria uma vergonha e um desconforto enorme. O
fato de ter passado mais de 2500 anos não mudaria a sensação de desconforto do
herói e, pelo contrário, sentiria uma culpa religiosa que não existia naqueles
tempos. O resultado de morder o fruto proibido é o sentimento da vergonha,
fraqueza e derrota diante de si mesmos e de Deus. Percebemos como é imoral
estar nu. Todos nós já sentimos vergonha por alguma coisa. E isso parece ser
normal. Quantas vezes não nos sentimos “nus” diante dos olhos dos outros? Este
sentimento de vergonha e pudor, é o que Dietrich Bonhoeffer identifica como a
indestrutível lembrança do ser humano da sua separação da origem, é a dor
decorrente desta separação e o desejo impotente de desfazê-la2. Perdemos
nossa essência original.

Notas do livro D. João VI no Brasil de Oliveira Lima

NOTAS do Livro D. João VI no Brasil – de Oliveira Lima

Seminário sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa

Seminário sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa Ernani Fernandes * Bolsista do PRP-Institucional/USP e articulista do Blog Escola Filosófica RFC http:// blog.escolafilosoficarfc.org/ Prefácio      Deve-se observar, para que a explanação se dê início, que as críticas realizadas foram restritas à leitura dos capítulos recomendados, não à obra completa dos autores.      Dada a necessidade […]

Seminário sobre o conceito de liberdade e aplicações jurídicas

Seminário sobre o conceito de liberdade e aplicações jurídicas Ernani Fernandes * Bolsista do PRP-Institucional/USP e articulista do Blog Escola Filosófica RFC http:// blog.escolafilosoficarfc.org/ Prefácio      Para que se dê início a explanação, deve ser feita a observação de que, apesar de focar a argumentação dos autores recomendados, tomou-se a liberdade de, mesmo que de […]

Textos Introdutórios e Resumos

Textos Introdutórios de Filosofia Grécia, Roma e Helenismo Apresentação e resumo da Ilíada de Homero, por Daniel Duclós Paralelo entre Platão e Aristóteles, por José Geraldo Vidigal de Carvalho Os Pré-Socráticos O Antigo Estoicismo, por Émile Bréhier Sócrates (470-399 a.C)     Sócrates , por Émile Bréhier , na Oficina de Traduções Neoplatonismo século III d.C […]

Trabalhos Acadêmicos, Ensaios e Artigos

Trabalhos Acadêmicos, Ensaios e Artigos Veja como Publicar seu artigo de filosofia ou humanidades na página de colaborações do site. Esse index está sendo reformulado. Enquanto isso, visualize trabalhos acadêmicos ensaios e artigos por ordem de publicação no site. Obrigado.

A profissão de fé do vigário Saboiano – Rousseau

Online completo o ebook Profissão de fé do vigário saboiano de Jean-Jacques Rousseau, filósofo francês. O livro é parte integrante do tratado sobre Educação Emílio e trata dos princípios da religião natural de Rousseau.

O HÁBITO – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo O   HÁBITO Art. I.    A NATUREZA DO HÁBITO 91        1.    Definição. — A   palavra   "hábito"   vem   de   uma   palavra latina que significa ter ou possuir. É, no seu sentido mais geral, a propriedade de conservar as modificações recebidas. É necessário, porém, precisar a natureza do hábito. Ela […]

Doença de Nietzsche / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy /5

VIDA DE FREDERICO
NIETZSCHE

Autor: Daniel Halévy

Tradutor: Jerônimo Monteiro
Extraído da edição da Editora Assunção ltda.
Coleção Perfis Literários

 

 O livro foi dividido em 7 páginas

Cap. 1 – OS ANOS DE
INFÂNCIA
Cap. 2 – OS ANOS DA
JUVENTUDE
Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E
RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN
Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E
RICHARD WAGNER — BAYREUTH
Cap. 5 – CRISE E CONVALESCENÇA Cap. 6 – O TRABALHO DO
"ZARATUSTRA"
Cap. 7 – A   ÚLTIMA   SOLIDÃO [download id=”45″]

 

 

V

CRISE  
E   CONVALESCENÇA

Frederico
Nietzsche regressou a Basiléia. Achando-se fraco e doente dos olhos, teve que
aceitar o auxílio que seus amigos lhe ofereciam. Um era um jovem estudante
chama– do Köselitz, a quem, por brinquedo, apelidara Peter Gast — "Pedro,
o hóspede", sobrenome que ficou — o outro era aquele Paulo Rée, judeu de espírito
agudo, que conhecera fazia dois anos.
Graças à abnegação de ambos, pôde Nietzsche reler as notas escritas em
Klingenbrunn, nas quais esperava encontrar matéria para uma segunda Extemporânea. Paulo Rée publicava, então, as suas Observações Psicológicas, reflexões
inspiradas pelos mestres ingleses e franceses, por Stuart Mill e La Rochefoucauld. , Frederico Nietzsche ouviu a leitura deste opúsculo e apreciou-o. Admirou a maneira prudente com que nele se conduzia o pensamento; gozou-o como um repouso, depois das enfáticas cerimônias de Bayreuth, e resolveu entrar na escola de Rée e de seus mestres. No entanto, continuava sentindo o enorme vácuo que nele deixava a sua renúncia a Richard Wagner.

Jean-Jacques Rousseau – resumo, fichamento, contrato social

JEAN-JACQUES ROUSSEAU por June Müller I. Contextualização 1 Iluminismo: iniciou-se na Inglaterra no fim do século XVII e atingiu o apogeu no continente (especialmente na França) no século XVIII 2 Concepções centrais do Iluminismo 2.1 Racionalismo cartesiano (Descartes) 2.1.1 Primazia da razão: é o único guia infalível da sabedoria 2.1.2 Razão: torna o homem livre […]

Jean-Jacques Rousseau e Friedrich Nietzsche em defesa da liberdade

Jean-Jacques Rousseau e Friedrich Nietzsche em defesa da liberdade por Rafael Teixeira – ÍNDICE: 1. Introdução 2. A questão da piedade 3. O interesse pelo bem-estar e a vontade-de-potência 4. A propriedade e a vontade-de-verdade 5. O entregar-se unicamente ao sentimento da existência atual e o eterno retorno 6. Jean-Jacques Rousseau e Friedrich Nietzsche em defesa da liberdade 7. Bibliografia 1. […]

Lista de Livros Sugeridos para estudantes do ensino médio ou iniciantes em Filosofia

Lista de Livros Sugeridos para estudantes do ensino médio ou iniciantes em Filosofia Após a leitura desta bibliografia você saberá as principais correntes e pensadores da História da Filosofia, além de adquirir uma boa base para futura especialização em alguma área e domínio do vocabulário técnico da filosofia. Note que alguns dos livros não tem […]

O libelo de Rousseau contra o teatro

O LIBELO DE ROUSSEAU CONTRA O TEATRO Por    Miguel Duclós                        Trabalho originalmente apresentado para o curso do professor Franklin Matos – FFLCH -USP     No século das luzes, o teatro estava muito difundido na França. Obras-primas de mestres recentes, como Moliére e Racine, davam impulso à propagação dos espetáculos em todas as classes sociais. […]

Rousseau

Jean-Jacques Rousseau – um pensador angustiado

Biografia e Pensamentos: Quem Foi Rousseau

Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) nasceu em Genebra, no dia vinte e oito de junho. Ele teve grandes influências de Paris e da França, mas se orgulhava de sua origem genebrina e de ser um cidadão dessa cidade.



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