Japão: Desenvolvimento Socioeconômico, História e Geopolítica no início do século XX

Oliveira Lima NO JAPÃO* DIREÇÃO E INSPIRAÇÃO NACIONALISTA Destarte, quando chegou o momento em que o Japão teve, per fas aut nefas, de entreabrir seus portos à influência ocidental, a revolução nos espíritos, precursora da revolução pelas armas, estava parcialmente realizada, ainda que numa direção nacionalista, a qual veremos que não foi afinal sacrificada na … Ler maisJapão: Desenvolvimento Socioeconômico, História e Geopolítica no início do século XX

FILIPE ALBERTO PATRONI MARTINS MACIEL PARENTE

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) CAPÍTULO IV (continuação) OUTROS FAUTORES DA INDEPENDÊNCIA FILIPE ALBERTO PATRONI MARTINS MACIEL PARENTE Nasceu na cidade de Belém (Pará), no ano … Ler maisFILIPE ALBERTO PATRONI MARTINS MACIEL PARENTE

A queda do imperador – História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

 

 

I — A queda do imperador

O império do Brasil não gozou muito tempo da paz inalterada, que o final ajuste com a mãe-pátria, Portugal, parecia prometer; ainda enquanto estavam pendentes as negociações nesse sentido, já em dois lados diferentes apareciam germes de outras complicações externas.

Primeiramente, no remoto Oeste; ali, o presidente da província de Mato Grosso, Manuel José Araújo e Silva, ao que parece, por sua própria conta, havia-se aproveitado da oportunidade que oferecia a continuação da guerra civil e de independência das vizinhas províncias do Alto-Peru (Bolívia), para estender os limites de seu governo. Convidado por alguns partidários dos espanhóis, que não se conformavam com a nova ordem republicana de coisas, Araújo deixou-se induzir a ocupar militarmente o território de fronteira, Chiquitos, ex-espanhol, nos princípios de 1825, e fez então, em fins de abril, ao general-chefe do exército libertador do Alto-Peru, general Sucre, a participação oficial de que Chiquitos, em seguida a uma convenção honrosa e de conformidade com a vontade do povo, ficava incorporado ao império do Brasil; qualquer ataque feito a essa província, doravante sob a proteção do cetro imperial, seria repelido pela força das armas e ele saberia vingá-lo com a completa destruição da cidade de Santa Cruz de la Sierra (a cidade boliviana mais próxima).

Não era o general Sucre homem para deixar-se atemorizar por semelhantes fanfarronadas altissonantes; do seu quartel-general, em Chiquisaqua (11 de maio), respondeu ele à "arrogante e desaforada" nota do presidente provincial, com uma mensagem escrita, na qual declarava traição a rendição efetuada de Chiquitos, e a sua tomada de posse pelo Brasil, ofensa escandalosa ao direito internacional; também pagava na mesma moeda as ameaças; ao mesmo tempo, recebeu o comandante boliviano de Santa Cruz de la Sierra reforços, com a ordem de retomar o território de Chiquitos, por bem ou por mal.

Formas de Governo, Sistemas de Governo, tipos de regime de governo

O Estado

Estado — vem do latim "status" e designa uma "comunidade jurídica", isto é, significa um conjunto de indivíduos, submetidos à mesma legislação e à mesma autoridade política. O Estado através dos tempos assumiu as mais variadas formas de governo até chegar ao moderno Estado democrático. Sua prin-

cipal obrigação é promover o Bem-Comum. Os Estados modernos gozam da prerrogativa da soberania, isto é, têm poderes autônomos e não estão sujeitos a nenhum outro governo estranho.

Os indivíduos que integram um Estado constituem o povo.

O Brasil é um estado soberano e os que nascem aqui constituem o povo brasileiro.

— Você não deve confundir Estado soberano e Estado-mem-bro. O Brasil, por causa de sua grande extensão territorial, é dividido em 22 Estados. Estes são Estados-membros da União Federal. Seus governos só são relativamente autônomos e subordinam-se nas suas bases estruturais ao Governo Federal.

A Nação

ARCÁDIO AVERTCHENKO – Biografia e Obras

ARCÁDIO TIMOFEEVITCH AVERTCHENKO nascido em 1881 e falecido em 1925, foi editor da revista “Satyricon”, na qual colaborolou também a poetisa Teffi e teve como seu poeta Sacha Tcherngi (pseudônimo de A. Gluckberg) autor de poesias para crianças. “Satyricon” foi uma revista satirico-humoristica (não a única em seu tempo) que publicava contos e folhetins satíricos, e cômicos, tendo mesmo aberto suas portas a Vias Mikháilovitch Borosevitch 186-‘¡-1921) autor muito querido de Tolstói.

A verve de Avertchenko pode ser apreciada neste pequenino conto que aqui vai inserto, o qual tem a qualidade de trazer para esta, coleção de contos célebres da literatura russa, o traço de humorismo que, muitas vezes, reponta entre os autores eslavos. Neste mesmo gênero’ conhecemos as histórias que com os títulos de “Sob as nuvens”, “Confissão inútil”, “Os dias negros”, “O velho alegre”, “Como foi salvo o jornal” e tantos outros apareceram na imprensa sob a responsabilidade do nome de Avertchenko. Tchékhov não menosprezava os contos humorísticos que cultivou também com êxito. “Sim ou não?”, “A obra de arte”, “O drama”, “A cirurgia” entre outros são conhecidos como dos melhores do famoso autor.

Os contos de Avertchenko, embora ligeiros de espírito, levam sempre uma dose de amargura constante e quase secreta.

O Estado Ideal na República de Platão

Ebook com capítulo de História da Filosofia Antiga sobre o Platão, contendo resumo dos principais tópicos da teoria e dos fundamentos do Estado Ideal de Platão na República.
Platão não escreveu somente sobre o homem como indivíduo, mas também como
fazendo parte de uma comunidade; e os seus pensamentos sobre o Estado pertencem
às mais valiosas e célebres idéias da sua. Filosofia, tão verdadeira­mente rica
em grandes idéias. Vemos aqui, de novo, como a filosofia, nos tempos clássicos,
tende sempre a uma direção prática do homem.

O DEVER E O DIREITO – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro O DEVER E O DIREITO ART. I.    O DEVER E A OBRIGAÇÃO MORAL a)         A ordem da reta razão. Todo dever concreto, isto é, que concerne a um caso particular, é um juízo prático moral, formulado como conclusão de um raciocínio baseado num princípio geral da lei … Ler maisO DEVER E O DIREITO – Curso de Filosofia de Jolivet

“O JUÍZO E A PROPOSIÇÃO – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo O JUÍZO Ε Α PROPOSIÇÃO ART.  I.    DEFINIÇÕES 16.      Definição do juízo. — O juízo é o ato pelo qual o espírito afirma alguma  coisa de outra; "Deus  é bom", o "homem  não é imortal" são juízes,   enquanto  um afirma de Deus a bondade, o outro nega … Ler mais“O JUÍZO E A PROPOSIÇÃO – Curso de Filosofia de Jolivet