Oliveira Lima A DOUTRINA DE WILSON Por mais que isto pareça extraordinário, mesmo aos que sabem alguma coisa de História Americana e estão acostumados a lidar com os problemas do Novo Mundo, são os democratas que estão dando à Doutrina de Monroe uma amplitude tal que já quase se lhe pode chamar a doutrina Wilson. [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História Geral |
NOVOS DESENVOLVIMENTOS DA DOUTRINA DE MONROE Oliveira Lima I A Doutrina de Monroe está atravessando um mau momento: digo mau porque a estão atassalhando, não porque esteja ela perigando. Essa doutrina parecia haver chegado à condição feliz de não mais ser discutida. Parece, porém, que se tratava de um silêncio fortuito, não de uma aceitação [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História Geral |
Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3. LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) MANUEL ALVES BRANCO (2.° Visconde de Caravelas) Nasceu na Bahia, a 7 de junho de 1797, e faleceu em Niterói, 13 [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura |
Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3. LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota ( Arthur Motta) (1879 – 1936) CAPÍTULO IV (continuação) OUTROS FAUTORES DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL CÓNEGO JANUÁRIO DA CUNHA BARBOSA Nasceu na cidade do Rio de [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História do Brasil |
… Atos propriamente morais são aqueles nos quais podemos atribuir ao agente uma responsabilidade não só pelo que se propôs a fazer, mas também pelos resultados ou conseqüências da sua ação. Mas o problema da responsabilidade moral está estreitamente relacionado, por sua vez com o de necessidade e liberdade humanas, pois somente admitindo que o agente tenha certa liberdade de opção e decisão é que se poder responsabilizá-lo pelos seus atos.
Texto arquivado em Filosofia Contemporânea, Filosofia do Direito, Teoria e Ciência Política, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 3 Comentários »
Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE III Terceira época – Filosofia patrística (Séc. I — Séc. IX) 48. CRISTIANISMO Ε FILOSOFIA — O advento do Cristianismo divide a história do pensamento, como a história da civilizarão, em duas partes inteiramente distintas. Jesus Cristo não se apresenta ao mundo como um [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Medieval, Santo Agostinho |
Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPITULO III TERCEIRO PERÍODO — (300 a. C. — 529 p. C.) 36. CARÁTER GERAL — Apesar dos esforços construtivos da escola estóica e epicuréia, este período assinala a decadência e a dissolução da filosofia grega. Os discípulos dos grandes mestres do período precedente [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Estoicismo, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Textos Introdutórios |
Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPÍTULO I I SEGUNDO PERÍODO — (450-300 α. C.) 22. CARÁTER GERAL Ε DIVISÃO — Neste período atinge a filosofia grega o apogeu do desenvolvimento. Surgem os seus maiores pensadores, que, vindicando os direitos da razão contra o ceticismo geral, constróem sobre bases mais sólidas [...]
Texto arquivado em Aristóteles, Biblioteca, Filosofia Antiga, Grécia Antiga, Platão, Sócrates | Comentários desativados
4. FILOSOFIA ORIENTAL — Concordam todas as tradições em situar na Ásia o berço da humanidade. Grécia e Roma não haviam ainda despertado para a história dos povos cultos e já, à sombra do Himalaia, floresciam adiantadas civilizações.
Aí também apareceram os primeiros vestígios da filosofia. As primitivas tradições religiosas fixadas com o tempo em livros sagrados e corrompidas pouco a pouco pelo ardor da fantasia oriental, excitaram nas inteligências a dúvida e, com a dúvida, a especulação racional.
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Antiga, Textos Introdutórios |
Na primeira parte da sua obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”,
Kant analisa dois conceitos fundamentais da sua teoria moral, a saber: o
conceito de vontade boa e o imperativo categórico. A partir desses dois
conceitos surge a ética kantiana.
Texto arquivado em Filosofia Moderna e Renascimento, Immanoel Kant, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos |
FASE ACADÊMICA
(Século XVIII e Primórdios do XIX)
ESCRITORES PORTUGUESES E BRASILEIROS
DIOGO BARBOSA MACHADO (Lisboa, 1682-1772) abade de Santo Adrião de Sever, no Porto, laboriosamente compôs umas Memórias Históricas do reinado de D. Sebastião e a sua obra capital Biblioteca Lusitana. Amplo repositório de informações, todavia padece de freqüentes lapsos, e o estilo antes é difuso do que copioso, e mais enflorado do que naturalmente florido.
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura, Textos Introdutórios |
FRANCISCO DE SALES TORRES HOMEM, Visconde de Inhomerim, formou-se em Medicina pela Faculdade do Rio, e em Direito pela Universidade de Paris. Nascido no Rio, em 1812, exerceu importantes cargos: — Diretor geral das rendas, presidente do Banco do Brasil, e duas vezes ministro da Fazenda. Deputado provincial e geral, tomou assento no Senado como representante do Rio Grande do Norte. Panfletista mordaz, publicou o Libelo do Povo sob o pseudônimo de Timan-dro, manifestando tendências anti-dinásticas, de que depois se retratou.
Texto arquivado em Biblioteca, História do Brasil, Literatura, Textos Introdutórios |
Introdução
Paulo
já lançara as bases de uma ética para a vida
title="">.
No alvorecer do cristianismo, a originalidade da proposta desenvolvida por
Paulo consistiu em aliar a liberdade à responsabilidade: "tudo me é
permitido, mas nem tudo convém"
class=MsoFootnoteReference>.
Todos os seres humanos prezam a liberdade, tendo sido criados para ela. Para
não diminuí-la ou até destruí-la, no entanto, requer-se que se viva com
responsabilidade.
Em
tempos mais recentes, o Vaticano II resgatou essa intuição, sobretudo,
com a Gaudium et Spes, atribuindo grande valor à consciência: "a
consciência é o sacrário das pessoas"
title="">.
Vê-se aí a enorme importância dada às decisões individuais. Até então, o que
trazia tranqüilidade moral às pessoas de fé era o seguimento às normas. O
importante era "enquadrar-se" nas leis. O que vigorava era a
heteronomia moral. De agora em diante, as leis passam a funcionar como
importantes subsídios, mas nunca como elementos decisórios às pessoas. A última
palavra é sempre dada pela pessoa, em consonância com seu contexto vital (Sitz
im Leben), seu desenvolvimento psíquico e sua situação particular. O que passa
a vigorar é a defesa da autonomia moral.
Por
conseguinte, permeando o horizonte da ética, é possível encontrar um grande
desafio lançado a todo ser humano: saber discernir quais são os melhores
caminhos a serem percorridos no dia-a-dia. "O sentido da responsabilidade
é uma atitude do homem total que o impele a colocar-se em situação de radical
disponibilidade quanto aos imperativos morais"
name="_ftnref4" title="">.É
assim que a pessoa se realiza e edifica o mundo à sua volta.
A
liberdade se exerce no relacionamento entre os seres humanos. Dessa forma, toda
pessoa tem o direito natural de ser reconhecida como ser livre e responsável
href="#_ftn5" name="_ftnref5" title="">.
"Quanto mais pratica o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há
verdadeira liberdade a não ser a serviço do bem e da justiça. A escolha da
desobediência e do mal é um abuso de liberdade e conduz à ‘escravidão’"
href="#_ftn6" name="_ftnref6" title="">.
Em
tempos de pensamento fraco e de relativismo, nesse contexto do século XXI, onde
até o amor é tido como líquido, é mais do que oportuno revisitar as intuições
éticas que nos foram legadas na Tradição.
Texto arquivado em Antropologia, Filosofia Contemporânea, Outros, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos |
ANTÔNIO FELICIANO DE CASTILHO (Lisboa, 1800-1875). Poeta, prosador, historiador, crítico, verdadeiro polígrafo, este eminente vulto das letras portuguesas formou-se em Direito, não obstante a cegueira que o feriu aos seis anos de idade.
Em sua primeira fase clássica escreveu as Cartas de Eco a Narciso, os poemetos da Primavera e o Amor e Melancolia, narrativa íntima; e traduziu as Metamorfoses e os Amores de Ovídio. Pagando tributo ao romantismo, compôs a Noite do Castelo e os Ciúmes do Bardo. Vieram depois os Quadros Históricos, as biografias e estudos que exornam a Biblioteca Clássica, o Tratado de Metrificação e outros muitos opúsculos. Interessando-se pelo ensino popular, dele tratou com paciente esmero. Depois dos sessenta anos, ainda produziu a Chave do Enigma, a tradução dos Fastos ovidianos, o Outono, coleção de poesias originais, a Lírica de Anacreonte e tradução de comédias de Molière e do Fausto de Goethe.
Texto arquivado em Biblioteca, Literatura, Textos Introdutórios |
O Estado
Estado — vem do latim "status" e designa uma "comunidade jurídica", isto é, significa um conjunto de indivíduos, submetidos à mesma legislação e à mesma autoridade política. O Estado através dos tempos assumiu as mais variadas formas de governo até chegar ao moderno Estado democrático. Sua prin-
cipal obrigação é promover o Bem-Comum. Os Estados modernos gozam da prerrogativa da soberania, isto é, têm poderes autônomos e não estão sujeitos a nenhum outro governo estranho.
Os indivíduos que integram um Estado constituem o povo.
O Brasil é um estado soberano e os que nascem aqui constituem o povo brasileiro.
— Você não deve confundir Estado soberano e Estado-mem-bro. O Brasil, por causa de sua grande extensão territorial, é dividido em 22 Estados. Estes são Estados-membros da União Federal. Seus governos só são relativamente autônomos e subordinam-se nas suas bases estruturais ao Governo Federal.
A Nação
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia do Direito, Teoria e Ciência Política, Textos Introdutórios | com 7 Comentários »
O Homem Medíocre (1913)
José Ingenieros (1877-1925)
Capítulo VII – A MEDIOCRACIA
I. O clima da mediocracia. — II. a pátria. — III. a política das piaras. — IV. os arquetipos da mediocracia.— V. a aristocracia do mérito.
I — O clima da mediocridade
Em raros momentos, a paixão caldeia a história, e se exaltam os idealismos; quando as nações se constituem, e quando elas se renovam. Antes, é secreta ânsia de liberdade, luta pela independência; mais tarde, crise de consolidação institucional a seguir e, depois, veemência de expansão, ou pujança de energias. Os gênios pronunciam palavras definitivas; os estadistas plasmam os seus planos visionários; os heróis põem o seu coração na balança do destino.
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Contemporânea, Sociologia, Teoria e Ciência Política | com 3 Comentários »
I.
ÁUREA MEDIOCRITAS ?
— II.
OS HOMENS
SEM PERSONALIDADE. — III. EM TORNO DO HOMEM MEDÍOCRE. —
IV. CONCEITO SOCIAL DA MEDIOCRIDADE. — V. o ESPÍRITO
CONSERVADOR. — VI. PERIGOS SOCIAIS DA MEDIOCRIDADE. — VII. a VULGARIDADE.
I
— Áurea mediócritas?
Há uma certa hora em que o pastor ingênuo se
assombra diante da natureza que o circunda. A penumbra se adensa; a côr das
coisas se uniformiza no cinzento homogêneo das
silhuetas, as primeiras humidades crepusculares levantam, de
todas as ervas, um vago perfume; aquieta-se o rebanho para dormir; o sino
remoto tange o seu aviso vesperal. A impalpável
claridade
lunar vai se esbranqui çando,
ao
cair sobre as coisas;
algumas estrelas inquietam o firmamento com a sua
titila ção, e um longínquo rumor de arroio brincando nas brenhas,
parece
conservar sobre misteriosos temas. Sentado
sobre a pedra menor áspera que encontra à beira do
caminho, o pastor contempla e emudece. convidando
em vão a meditar pela convergência do sítio e da hora. Sua admiração primitiva
é simples estupor. A poesia natural que o rodeia, ao
refletir-se em sua imaginação, não se converte em poema. Êle é,
apenas , um objeto no quadro, uma pincelada: como a pedra, a árvore a ovelha, o
caminho; um acidente na penumbra. Para
êle, todas as coisas foram sempre as assim
continuarão a ser, desde a terra que pisa até o rebento que apascenta.
Texto arquivado em Antropologia, Biblioteca, Filosofia Contemporânea, Sociologia |
O Homem Medíocre
José Ingenieros (1877-1925)
INTRODUÇÃO – A
MORAL DOS IDEALISTAS
i. a emoção
do ideal. — ii. de um idealismo com
fundamento na experiência. — iii. os temperamentos idealistas. — iv. o idealismo romântico. — v. o idealismo estóico. — vi. símbolo.
I
— A emoção do ideal
Quando orientas a proa visionária em
direção a uma estrela, e desdobras as azas para atingir tal excelsitude
inacessível, ansioso de perfeição rebelde à mediocridade, levas em ti o impulso
misterioso de um Ideal. É áscua sagrada, capaz de te preparar para grandes
ações. Cuida-a bem; se a deixares apagar, jamais
êle se reacenderá. E se ela morrer em ti, ficarás inerte: fria bazófia
humana.
Texto arquivado em Antropologia, Biblioteca, Filosofia Contemporânea, Sociologia | com 3 Comentários »
A ética, no entanto, é bastante difícil de ser definida. O filósofo G.E. Moore escreveu que “ética é a investigação geral sobre aquilo que é bom”. O Dicionário Oxford de Filosofia apresenta a ética como “o estudo dos conceitos envolvidos no raciocínio prático: o bem, a ação correta, o dever, a obrigação, a virtude, a liberdade, a racionalidade, a escolha”. O Pequeno Vocabulário da Língua Filosófica não faz diferenciação nenhuma entre ética e moral, remetendo o leitor diretamente para o verbete “moral”. O filósofo contemporâneo Peter Singer escreve: “A ética existe em todas as sociedades humanas, e, talvez, mesmo entre nossos parentes não-humanos mais próximos. Nós abandonamos o pressuposto de que a ética é unicamente humana.”.
Texto arquivado em Teoria e Ciência Política, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 2 Comentários »
Apresentação dos tópicos, idéias e resumo do conceito de “Vontade de Potência” do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, seminal dentro de seu pensamento.
Texto arquivado em Filosofia Contemporânea, Nietzsche, Textos Introdutórios |
O
presente trabalho explana, segundo uma abordagem platônica e estóica, o que
motiva o jovem para o consumo de drogas.
Texto arquivado em Estoicismo, Filosofia Antiga, Platão, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 2 Comentários »
REFLEXÕES MORAIS – LA ROCHEFOUCAULD Tradução de Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson. François, príncipe de Marsillac, duque de Ia Rochefoucauld, nasceu em Paris, em 1613. Muito jovem se iniciou nos ambientes mais aristocráticos da época, formando entre os descontentes que intrigaram contra Richelieu e depois contra Mazarino. Quando Ana da Áustria assumiu [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Moderna e Renascimento | com 1 Comentário »
A VERDADE COMO REGRA DAS
AÇÕES
Farias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito -
Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)
ENSAIO DE FILOSOFIA MORAL COMO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
Esta obra publicada em 1905 em Belém do Pará é considerada pelo próprio
autor "um ensaio de filosofia moral como introdução ao estudo do
direito" e "complemento prático" de sua maia ampla obra, a Finalidade do Mundo.
Nela notamos a
preocupação do professor e do bacharel em Direito que quer apresentar a seus
alunos os assuntos que irá desenvolver ao longo do curso. Durante alguns anos
Farias Brito foi de fato professor contratado da Faculdade de Direito para
ensinar como lente substituto.
Texto arquivado em Biblioteca, Farias Brito, Filosofia Contemporânea |
Online completo o ebook Profissão de fé do vigário saboiano de Jean-Jacques Rousseau, filósofo francês. O livro é parte integrante do tratado sobre Educação Emílio e trata dos princípios da religião natural de Rousseau.
Texto arquivado em Biblioteca, Textos Introdutórios |
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre CorreiaÍndice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária – [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Medieval, Textos Introdutórios | com 2 Comentários »
Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Quinto AS PRINCIPAIS CONCEPÇÕES MORAIS 279 Para completar a exposição precedente, será útil expor as principais concepções da vida moral, que foram propostas no curso da história de um ponto-de-vista diferente daquele que orienta o estudo que acabamos de fazer. Procederemos, assim, a uma espécie de verificação indireta [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Textos Introdutórios | com 2 Comentários »
Curso de Filosofia – Régis Jolivet MORAL PRELIMINARES Art. I. O FATO MORAL § 1. Ciências morais e moral 243 1. As ciências dos fatos morais. — Falamos, em Metodologia, de um grupo de ciências chamadas "ciências morais" que definimos como sendo aplicadas às diversas manifestações da atividade humana, individual ou coletiva, como tal (61). [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Textos Introdutórios | com 4 Comentários »
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XVIII A CRÍTICA DE KANT CRÍTICA DA RAZÃO PURA: I ESTÉTICA TRANSCENDETAL 135. A MATEMÁTICA E SUAS CONDIÇÕES. — 136. O ESPAÇO E SUA EXPOSIÇÃO METAFÍSICA. — 137. SUA EXPOSIÇÃO TRANSCENDENTAL APLICADA A GEOMETRIA. — 138. A ARITMÉTICA E O TEMPO. — 139. SUA EXPOSIÇÃO METAFÍSICA [...]
Texto arquivado em Biblioteca, Ensino, Filosofia Moderna e Renascimento, Immanoel Kant, Textos Introdutórios | com 5 Comentários »
David Hume David Hume (1711-1776) nasceu em Edimburgo, Escócia, no dia sete de maio. Seu pai era um fidalgo da aldeia de Chirnside, onde tinha um sítio chamado Ninewells. Lá Hume passou a infância. Aos três anos perdeu o pai. Aos doze anos foi para Edimburgo junto com o irmão para estudar. Desde cedo gostou [...]
Texto arquivado em David Hume, Filosofia Moderna e Renascimento, Textos Introdutórios | com 58 Comentários »