Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

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10
fev

Modernidade e Ambivalência – Zygmunt Bauman

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA
CATARINA

Centro de Filosofia e Ciências
Humanas

Programa de Pós-graduação em
Sociologia Política

Disciplina: SPO 7007 –
Sociologia do Racionalismo

Semestre: 2008.2

Professor: Phd Carlos Eduardo
Sell

Acadêmico: Adhemar Tavares Vieira
Filho

 

 

Bauman, Zygmun, 1925-.
Modernidade e Ambivalência. Tradução Marcus Penchel. RJ: Jorge Zahar Editora,
1999, 334 pg..

 

 

Introdução

O livro inicia procurando
demonstrar os conflitos contra uma ambivalência que tem o bojo da desordem
lingüística, interpretado e refletido como [...]


07
dez

A RELIGIÃO E O RISO

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Ricardo Rose para o curso de Licenciatura Plena em Filosofia no Centro Universitário Claretiano.

A idéia de escrever este ensaio sobre o tema da religião e do riso
me ocorreu há cerca de um ano, quando assisti no Youtube a um vídeo do
humorista americano George Carlin, falecido por aquela época. No filme, Carlin
faz uma engraça crítica à religião (Religion is bullshit -Religião é
besteira
), que arrancou muitas gargalhadas da audiência em Nova York. Ator,
humorista e comediante, George Carlin (1937­2008) sempre foi um grande crítico
do “American way of living” (o jeito americano de viver). Ridicularizava
o excessivo patriotismo dos americanos, seu impulso consumista e até o
exagerado engajamento ambiental. O maior alvo de Carlin, no entanto, sempre
foram as religiões; em tudo o que elas têm de autoritário, obscurantista e
fanático. O comediante era um ardoroso defensor da democracia, da liberdade
individual e dos valores seculares.

[...]
O trabalho A religião e o riso, abordará o tema
inicialmente em sua dimensão propriamente dita, descrevendo o significado do
riso e sua relação com a religião ao longo do tempo. O período considerado
neste estudo vai aproximadamente da Pré-História ao Renascimento, já que é
neste espaço de tempo que a influência da religião sobre as sociedades é mais
acentuada. O texto, entretanto, não esgota o assunto; apresenta apenas alguns
fatos e análises que caracterizaram a relação do riso com a religião durante
este período histórico.

Em seguida, serão descritos
alguns aspectos da relação entre a religião e o riso, sob ponto de vista
filosófico e cultural. É fato que pouquíssimos filósofos se ocuparam
especificamente do fenômeno do riso, menos ainda do riso em relação à religião,
o que fez com que as fontes de pesquisa para este trabalho fossem bastante
reduzidas e tivessem que ser encontrados subsídios em um universo bibliográfico
mais amplo e não dirigido exclusivamente para este tema. Assim, o estudo se
vale das contribuições de filósofos e escritores que abordaram o assunto da
religião sob um aspecto crítico, mas que também olharam além do simples
fenômeno religioso, tentando apontar-lhe outros significados. A análise
filosófica e cultural, todavia, não coincidirá necessariamente com os períodos
históricos focados, já que as informações disponíveis sobre a história da
religião e da filosofia, no que se refere ao riso, não são necessariamente de
períodos históricos coincidentes.

Ao
final o estudo apresenta uma conclusão, na qual se pretende demonstrar que a
crítica da religião, seja através do riso ou da argumentação, longe de ter como
alvo principal a divindade e sua instituição é, na realidade, um estudo crítico
da sociedade e do homem. Examinar o fenômeno religioso, seja sob que aspecto
for – inclusive o riso – é analisar o homem e sua cultura, tentando entendê-los
através de uma abordagem diferente.


24
out

A FILOSOFIA DO HELENISMO E DO IMPÉRIO ROMANO – História da Filosofia Antiga

Na
época helenística, consuma-se um processo histórico espiritual, cujo resultado
ainda é importante para a nossa moderna concepção da Filosofia: a evolução da
Filosofia no sentido de uma ciência especial. No período pré-socrático, o
filósofo era tudo: cientista, médico, técnico, político e sábio. A Academia e o
Perípato abrangem, como organizações científicas, a totalidade do saber. Mas já
no antigo Perípato. vemos que as ciências particulares absorviam a atividade
total de todo um homem, e lhe davam a sua fisionomia espiritual, embora êle
ainda filosofasse no sentido da antiga sabedoria. No período helenístico as
ciências particulares se desmembram em disciplinas independentes. Nascem
centros próprios de investigação, onde essas ciências são cultivadas ex
professo:
Alexandria, Antioquia, Pérgamo, Rodes. Mas a Filosofia se
pronuncia apenas sobre as grandes questões que Platão e Aristóteles tinham
indicado como propriamente filosóficas: a lógica, a ética e a metafísica. Exatamente
por isso essas questões são aprofundadas e se transformam em mundividências. Ocupa-se a Filosofia com o homem como tal e, nesses tempos tão incertos,
revoltos pelas guerras de Alexandre e dos Diadocos, busca ela a salvação e a
felicidade no homem interior, o que já não podem proporcionar as relações
externas, a sonharem sempre novas grandezas, para criarem, apenas, em lugar
delas, ruínas sobre ruínas. Por isso prepondera nessa época o papel da ética.
Ela deve, ao mesmo tempo, exercer a função outrora desempenhada pelo mito
religioso. Êste se dissipa cada vez mais, sendo substituído pelo pensamento
racional. O estoicismo e o empirismo despertam novas preocupações psíquicas e
atuam sobre círculos mais vastos, muito mais do que o puderam a Academia e o
Perípato. As "mundividências", uma vez constituídas,
funcionam como centros de cristalizagão, formando–se nos tempos do helenismo
marcantes centros escolásticos, típicos desta época: o Pórtico e o Jardim de
Epicuro; ao lado das já existentes escolas da Academia e do Perípato.


06
ago

PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas

PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas
Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas

I. Agora que já descrevemos a vida de Sila, passemos a estabelecer um paralelo entre ela e [...]


06
ago

Resumo do Mito da Caverna de Platão – História da Filosofia Antiga-Hirschberger

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
ε) Mito da caverna de Platão
— Platão explicou muito claramente os seus pensamentos sobre a verdade e a realidade pelo célebre Mito da caverna, no 7.º livro da República (514 ss.).

αα)    Modos de ser.
— Conosco homens, aí se diz, se passa o  mesmo [...]


20
jul

VIDA DE FILOPÊMENE – PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

Na
cidade de Mantinéia vivia outrora um cidadão chamado Cassandro , pertencente
a uma das mais nobres e antigas famílias locais, e cuja reputação e autoridade
no trato dos negócios públicos eram, em seu tempo, maiores do que os de
qualquer outra pessoa. Todavia, a fortuna tornou-se-lhe depois adversa, de modo
que foi expulso de seu país, retirando-se para a cidade de Megalópolis ,
para onde o levou principalmente a amizade que o ligava a Crausis , pai de
Filopêmene, homem excelente, liberal e magnânimo afeiçoado à sua terra.
Enquanto Crausis viveu, Cassandro foi por êle tão bem tratado que nada lhe
faltou. CAPÍTULO DAS VIDAS PARALELAS, do filósofo Plutarco.


15
jul

Participação e democracia nos antípodas da República Brasileira: aproximações comparativas

O presente trabalho tenciona empreender um esforço comparativo entre dois momentos da história republicana brasileira – o momento de instauração da República, em 1889, englobando aí os primeiros anos do século XX; e o momento de constituição da república, dita nova, no período pós-constituição de 1988, quando o Brasil retorna à democracia formal. O intuito de tal empreita é o de fazer um balanço dos dois momentos históricos, focando a análise sobre a participação política prevista na ordem legal brasileira.


28
abr

USO E ABUSO DE DROGAS PELO JOVEM: UM BEM OU UM MAL?

O
presente trabalho explana, segundo uma abordagem platônica e estóica, o que
motiva o jovem para o consumo de drogas.


18
dez

Aristóteles – frases, pensamentos, citações

Há muito me convenci de que a capacidade que um homem tem de suportar ruído está na razão inversa da sua inteligência. | A. SchopenhauerTodos os homens, por natureza, desejam conhecer. — Aristóteles, MetafísicaO bem do homem nos aparece como uma atividade da alma em consonância com a virtude, e, se há mais de uma virtude, [...]


10
dez

A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA REFLEXÃO ÉTICA DE KANT

A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA
REFLEXÃO ÉTICA DE KANT

Francisco Nunes de Carvalho

Estudante de Filosofia – fnunescarv@hotmail.com

 

INTRODUÇÃO

Procuraremos aqui apresentar e discutir a busca do
critério de moralidade na reflexão ética de Kant. Portanto, nossa pesquisa está
situada no âmbito da reflexão ética ou ética filosófica, que trata acerca da
condição de possibilidade do agir humano enquanto tal.

Mas [...]


31
out

Max Weber

Max Weber e a relação política,
burocrática e jurídica

 

Jéferson dos Santos Mendes[1]

 

Se a política esta em toda a história humana, logo passa de uma atividade
do ser humano, porém não se pode confundir com o Estado, que corresponde a
“[...] racionalização da civilização humana” (FREUND, 1987, p. 159). Logo, a
política é anterior ao Estado.[2]
Na visão de Weber o [...]


10
out

Recenseamento – Crônica de Olavo Bilac

 

 

 

 

Recenseamento

Enfim, vai o Rio de Janeiro
conhecer-se a si mesmo… Uma cidade sem recenseamento é uma cidade que a si
mesma se ignora, porque não tem a consciência da sua força, do seu valor, da
sua importância.

É mais que
um serviço —- e não é dos menores — que o Rio vai dever ao seu prefeito, a esse
homem providencial, [...]


07
out

Seminário sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa

Seminário
sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa

Ernani Fernandes *

Prefácio

     Deve-se observar, para que a explanação se dê
início, que as críticas realizadas foram restritas à leitura dos capítulos
recomendados, não à obra completa dos autores.

     Dada a necessidade de síntese, diversas
discordâncias pontuais da análise do autor não foram abordadas por menor
relevância, além da superficialidade analítica. Permitiu-se a [...]


01
out

STOÁ E A IDADE DO OURO: O RETORNO AO MITO DA CRIAÇÃO DO HOMEM

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA

 

STOÁ E A IDADE DO OURO:

O RETORNO AO MITO DA CRIAÇÃO DO HOMEM
Breno
de Magalhães Bastos
Anteprojeto
apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio como requisito
ao curso de Mestrado em Filosofia.

Rio de Janeiro

Setembro/2007

Sumário

1. INTRODUÇÃO
[...]


26
set

O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPITULO XXII

O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL

Entre as negociações diplomáticas do reinado americano de Dom João VI figura, e avulta entre os seus
sucessos notáveis, o casamento do príncipe herdeiro Dom Pedro. Não,
entretanto, que fosse difícil nessa parte matrimonial a missão do marquês de Marialva em Viena. Quando o embaixador
português [...]


26
set

A DIPLOMACIA ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPITULO XXI

A DIPLOMACIA
ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF

A mudança da corte portuguesa para
o Rio de Janeiro implicara naturalmente a mudança do corpo diplomático
acreditado junto à mesma em Lisboa, e quando viessem mais tarde agentes para
junto da regência, como esteve algum tempo Canning, para o Brasil se trasladara
o melhor [...]


26
set

Sobre a análise blochiana de Fausto e Devoto

Sobre a
análise blochiana de Fausto e Devoto
Ernani Fernandes *

Prefácio

    O texto explanará a análise blochiana, realizada por
Boris Fausto e Fernando Devoto, dos casos brasileiro e argentino, segundo a
obra recomendada. Como sugerido pelo propositor, a  abordagem dos autores foi
comentada de modo sucinto, privilegiando-se, dada a substancial variedade
temática de décadas de abordagem documentada, pontos de análise escolhidos [...]


26
set

Crítica a Maquiavel

Crítica
a Maquiavel

Ernani Fernandes *

Prefácio

     Para que se dê início a explanação quanto a
divergências do pensamento maquiaveliano, deve ser feita a ressalva de que,
para uma crítica com mais propriedade e livre de posições que podem aparentar
irreflexão, dado o foco crítico restrito a capítulos recomendados, seria
necessária a releitura da obra integral, além de uma contextualização com
informações de [...]


24
set

O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPITULO XIX

O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS

Neste ponto pode dizer-se que foi deficiente o governo de Dom João VI, se com isto se quer exprimir que
não teve resultados permanentes o que ele fez ou tentou fazer pelos índios brasileiros.
Cumpre todavia notar logo
que lhe não cabem por tal motivo remoques, pois [...]


21
set

A CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPÍTULO XVI

A CORTE DO RIO, O
GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA

É um problema a resolver até que ponto a Espanha e Portugal, mesmo independente da pressão
contrária das grandes potências, ansiosas pela manutenção da legitimidade mais avessas à reabertura
dos conflitos internacionais
armados, estariam dispostos a levar a [...]


15
set

A DISCUSSÃO DA GUIANA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPITULO XIV

A DISCUSSÃO DA GUIANA

A conservação da posse da Guiana Francesa dava, já o sabemos, ao governo
português incontestável vantagem na discussão que se ia travar em Paris, sobre a velha questão
de limites; sobretudo lhe dava motivo para esperar obter uma solução de acordo com suas razoáveis
aspirações e com [...]


15
set

ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO – Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira LimaCAPÍTULO XIII

– ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO

Refere Mello Moraes, sem documentos aliás que comprovem
sua asserção, que a idéia de elevação do Brasil a reino foi sugerida pelo
príncipe de
Talleyrand ao conde de Palmela, o qual transmitindo-a sem demora para o Rio de
Janeiro, determinou a sua adoção pelo governo [...]


24
ago

Temístocles – Plutarco – Vidas Paralelas

SUMÁRIO DA VIDA  DE TEMÍSTOCLES

I. Origem de Temístocles. II. Sua juventude ardente e
aplicada. III.
Seu estudo
da Sabedoria, isto é, da ciência de governo. IV. Antigüidade desta
ciência. V.
Sua
rivalidade com Aristides. VI. Sua sensibilidade à glória. VII. Ele obriga Atenas a
empregar o dinheiro de suas minas na construção de navios. VIII. Seu caráter. X. Sua popularidade. XI. Ele [...]


23
ago

NO CONGRESSO DE VIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPITULO XII- NO CONGRESSO DE VIENA

Apesar de ter como principal representante no Congresso
de Viena um
diplomata do tino de Palmela e da gestão dos seus negócios estrangeiros somente sair das mãos
experimentadas de Aguiar para cair nas mãos hábeis de Barca, Portugal, conquanto recebesse todas as
considerações devidas
a [...]


23
ago

O IMPERIALISMO E A SITUAÇÃO MILITAR. TOMADA DE CAIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. JOÃO VI NO BRASIL – OLIVEIRA LIMA
CAPITULO XI O IMPERIALISMO E A
SITUAÇÃO MILITAR. TOMADA DE CAIENA
O reinado brasileiro de Dom João VI foi o único período de imperialismo
consciente que registra a nossa história, pois que o império conquistado além dos limites
convencionais de Tordesilhas pelos bandeirantes paulistas e outros animosos
aventureiros, foi incorporado instintivamente, [...]


11
ago

Dos Poderosos – La Bruyère

DOS PODEROSOS – LA   BRUYÈRE

 Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson.

Vida quase
sem história é a de Jean de La Bruyère, Tendo nascido em Paris, em 164*,
estudou Direito, exerceu a advocacia, comprando depois um cargo de tesoureiro
geral no "bureau das finanças" de Caen, continuando apesar disso a
residir em Paris, onde levava uma [...]


09
ago

RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL. OS TRATADOS DE 1810 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Oliveira Lima – D. João VI no Brasil

CAPÍTULO IX

RELAÇÕES COMERCIAIS DO
BRASIL. OS TRATADOS DE 1810

Com a mudança da corte e a conseqüente abertura dos
portos brasileiros
ao comércio universal, é evidente que variaram por completo as condições mercantis da colônia.
Antes, no regime de monopólio da metrópole, os negociantes portugueses, em
livre concorrência ou por estancos, fixavam a seu [...]


03
ago

Montesquieu e a escravidão

Montesquieu
e a escravidão

Jéferson Mendes[1]

 

Montesquieu

Charles-Louis
de Secondat, Barão de La Brède e de Montesquieu, nasceu em 18 de janeiro de
1689 no castelo de La Brède, perto de Bordéus, França, Montesquieu era membro
de uma família da aristocracia provincial. Fez sólidos estudos humanísticos e
jurídicos, mas também freqüentou em Paris os círculos da boêmia literária.
Montesquieu morreu em Paris, em 10 [...]


02
ago

ANÁLISE FILOSÓFICO-POLÍTICA DE A MANDRÁGORA, DE NICOLAU MAQUIAVEL À LUZ DE O PRÍNCIPE E COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA DÉCADA DE TITO LÍVIO

ANÁLISE
FILOSÓFICO-POLÍTICA DE A MANDRÁGORA, DE NICOLAU MAQUIAVEL À LUZ DE O
PRÍNCIPE E COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA DÉCADA DE TITO LÍVIO [1]

BENEDITO LUCIANO ANTUNES DE FRANÇA

Mestre em Filosofia. Professor de Filosofia da Faculdade de Tecnologia de Americana (FATEC-Americana),
do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, e Professor Titular de
Filosofia da EE João Franceschini, Sumaré/SP, pela [...]


12
jul

A REGÊNCIA ESPANHOLA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPÍTULO
VIII

A REGÊNCIA ESPANHOLA

Na Península Ibérica, ou com mais
propriedade no cantinho a su­doeste onde se havia refugiado, longe do fragor
das armas francesas e in­glesas, a soberania nacional, agitaram-se pelas causas
as mesmas influên­cias durante todo o tempo em que na América se urdiam as
intrigas plati­nas. Dona Carlota aspirava à regência [...]

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