Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt

maravilhas das antigas civizações

Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt.[1]

Cristian Abreu de Quevedo[2]

Resumo

A sociedade e o indivíduo tendem a esquecer de suas responsabilidades para com os acontecimentos políticos. Como se as decisões dissessem respeito somente aos seus representantes e as responsabilidades pessoais e coletivas fossem inexistentes, sendo incapazes de julgar as ações realizadas. Este artigo pretende abordar estes temas a partir de Hannah Arendt, possibilitando uma reflexão atual sobre a política.

Palavras-chaves: responsabilidade pessoal e coletiva, julgamento humano, sistema e totalitarismo.

A RELIGIÃO E O RISO

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Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Ricardo Rose para o curso de Licenciatura Plena em Filosofia no Centro Universitário Claretiano.

A idéia de escrever este ensaio sobre o tema da religião e do riso
me ocorreu há cerca de um ano, quando assisti no Youtube a um vídeo do
humorista americano George Carlin, falecido por aquela época. No filme, Carlin
faz uma engraça crítica à religião (Religion is bullshit -Religião é
besteira
), que arrancou muitas gargalhadas da audiência em Nova York. Ator,
humorista e comediante, George Carlin (1937­2008) sempre foi um grande crítico
do “American way of living” (o jeito americano de viver). Ridicularizava
o excessivo patriotismo dos americanos, seu impulso consumista e até o
exagerado engajamento ambiental. O maior alvo de Carlin, no entanto, sempre
foram as religiões; em tudo o que elas têm de autoritário, obscurantista e
fanático. O comediante era um ardoroso defensor da democracia, da liberdade
individual e dos valores seculares.

[…]
O trabalho A religião e o riso, abordará o tema
inicialmente em sua dimensão propriamente dita, descrevendo o significado do
riso e sua relação com a religião ao longo do tempo. O período considerado
neste estudo vai aproximadamente da Pré-História ao Renascimento, já que é
neste espaço de tempo que a influência da religião sobre as sociedades é mais
acentuada. O texto, entretanto, não esgota o assunto; apresenta apenas alguns
fatos e análises que caracterizaram a relação do riso com a religião durante
este período histórico.

Em seguida, serão descritos
alguns aspectos da relação entre a religião e o riso, sob ponto de vista
filosófico e cultural. É fato que pouquíssimos filósofos se ocuparam
especificamente do fenômeno do riso, menos ainda do riso em relação à religião,
o que fez com que as fontes de pesquisa para este trabalho fossem bastante
reduzidas e tivessem que ser encontrados subsídios em um universo bibliográfico
mais amplo e não dirigido exclusivamente para este tema. Assim, o estudo se
vale das contribuições de filósofos e escritores que abordaram o assunto da
religião sob um aspecto crítico, mas que também olharam além do simples
fenômeno religioso, tentando apontar-lhe outros significados. A análise
filosófica e cultural, todavia, não coincidirá necessariamente com os períodos
históricos focados, já que as informações disponíveis sobre a história da
religião e da filosofia, no que se refere ao riso, não são necessariamente de
períodos históricos coincidentes.

Ao
final o estudo apresenta uma conclusão, na qual se pretende demonstrar que a
crítica da religião, seja através do riso ou da argumentação, longe de ter como
alvo principal a divindade e sua instituição é, na realidade, um estudo crítico
da sociedade e do homem. Examinar o fenômeno religioso, seja sob que aspecto
for – inclusive o riso – é analisar o homem e sua cultura, tentando entendê-los
através de uma abordagem diferente.

A FILOSOFIA DO HELENISMO E DO IMPÉRIO ROMANO – História da Filosofia Antiga

mapa roma itália

Na
época helenística, consuma-se um processo histórico espiritual, cujo resultado
ainda é importante para a nossa moderna concepção da Filosofia: a evolução da
Filosofia no sentido de uma ciência especial. No período pré-socrático, o
filósofo era tudo: cientista, médico, técnico, político e sábio. A Academia e o
Perípato abrangem, como organizações científicas, a totalidade do saber. Mas já
no antigo Perípato. vemos que as ciências particulares absorviam a atividade
total de todo um homem, e lhe davam a sua fisionomia espiritual, embora êle
ainda filosofasse no sentido da antiga sabedoria. No período helenístico as
ciências particulares se desmembram em disciplinas independentes. Nascem
centros próprios de investigação, onde essas ciências são cultivadas ex
professo:
Alexandria, Antioquia, Pérgamo, Rodes. Mas a Filosofia se
pronuncia apenas sobre as grandes questões que Platão e Aristóteles tinham
indicado como propriamente filosóficas: a lógica, a ética e a metafísica. Exatamente
por isso essas questões são aprofundadas e se transformam em mundividências. Ocupa-se a Filosofia com o homem como tal e, nesses tempos tão incertos,
revoltos pelas guerras de Alexandre e dos Diadocos, busca ela a salvação e a
felicidade no homem interior, o que já não podem proporcionar as relações
externas, a sonharem sempre novas grandezas, para criarem, apenas, em lugar
delas, ruínas sobre ruínas. Por isso prepondera nessa época o papel da ética.
Ela deve, ao mesmo tempo, exercer a função outrora desempenhada pelo mito
religioso. Êste se dissipa cada vez mais, sendo substituído pelo pensamento
racional. O estoicismo e o empirismo despertam novas preocupações psíquicas e
atuam sobre círculos mais vastos, muito mais do que o puderam a Academia e o
Perípato. As "mundividências", uma vez constituídas,
funcionam como centros de cristalizagão, formando–se nos tempos do helenismo
marcantes centros escolásticos, típicos desta época: o Pórtico e o Jardim de
Epicuro; ao lado das já existentes escolas da Academia e do Perípato.

PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas

mapa roma itália

PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas I. Agora que já descrevemos a vida de Sila, passemos a estabelecer um paralelo entre ela e a de Lisandro, Têm … Ler maisPARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas

VIDA DE FILOPÊMENE – PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

Arte etrusca

Na
cidade de Mantinéia vivia outrora um cidadão chamado Cassandro , pertencente
a uma das mais nobres e antigas famílias locais, e cuja reputação e autoridade
no trato dos negócios públicos eram, em seu tempo, maiores do que os de
qualquer outra pessoa. Todavia, a fortuna tornou-se-lhe depois adversa, de modo
que foi expulso de seu país, retirando-se para a cidade de Megalópolis ,
para onde o levou principalmente a amizade que o ligava a Crausis , pai de
Filopêmene, homem excelente, liberal e magnânimo afeiçoado à sua terra.
Enquanto Crausis viveu, Cassandro foi por êle tão bem tratado que nada lhe
faltou. CAPÍTULO DAS VIDAS PARALELAS, do filósofo Plutarco.

USO E ABUSO DE DROGAS PELO JOVEM: UM BEM OU UM MAL?

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O
presente trabalho explana, segundo uma abordagem platônica e estóica, o que
motiva o jovem para o consumo de drogas.

A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA REFLEXÃO ÉTICA DE KANT

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A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA REFLEXÃO ÉTICA DE KANT Francisco Nunes de Carvalho Estudante de Filosofia – [email protected]   INTRODUÇÃO Procuraremos aqui apresentar e discutir a busca do critério de moralidade na reflexão ética de Kant. Portanto, nossa pesquisa está situada no âmbito da reflexão ética ou ética filosófica, que trata acerca da … Ler maisA BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA REFLEXÃO ÉTICA DE KANT

Max Weber

max weber

Max Weber e a relação política, burocrática e jurídica   Jéferson dos Santos Mendes[1]   Se a política esta em toda a história humana, logo passa de uma atividade do ser humano, porém não se pode confundir com o Estado, que corresponde a “[…] racionalização da civilização humana” (FREUND, 1987, p. 159). Logo, a política … Ler maisMax Weber

Recenseamento – Crônica de Olavo Bilac

recenseamento-brasil

      Recenseamento Enfim, vai o Rio de Janeiro conhecer-se a si mesmo… Uma cidade sem recenseamento é uma cidade que a si mesma se ignora, porque não tem a consciência da sua força, do seu valor, da sua importância. É mais que um serviço —- e não é dos menores — que o … Ler maisRecenseamento – Crônica de Olavo Bilac

Seminário sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa

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Seminário sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa Ernani Fernandes * Bolsista do PRP-Institucional/USP e articulista do Blog Escola Filosófica RFC http:// blog.escolafilosoficarfc.org/ Prefácio      Deve-se observar, para que a explanação se dê início, que as críticas realizadas foram restritas à leitura dos capítulos recomendados, não à obra completa dos autores.      Dada a necessidade … Ler maisSeminário sobre o jusnaturalismo e a Revolução Francesa

STOÁ E A IDADE DO OURO: O RETORNO AO MITO DA CRIAÇÃO DO HOMEM

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA   STOÁ E A IDADE DO OURO: O RETORNO AO MITO DA CRIAÇÃO DO HOMEM Breno de Magalhães Bastos Anteprojeto apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio como requisito ao curso de Mestrado em Filosofia. Rio de Janeiro Setembro/2007 [download id=”53″] … Ler maisSTOÁ E A IDADE DO OURO: O RETORNO AO MITO DA CRIAÇÃO DO HOMEM

O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXII O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL Entre as negociações diplomáticas do reinado americano de Dom João VI figura, e avulta entre os seus sucessos notáveis, o casamento do príncipe herdeiro Dom Pedro. Não, entretanto, que fosse difícil nessa parte matrimonial a missão do marquês de Marialva … Ler maisO CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

A DIPLOMACIA ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Marechal deodoro da fonseca

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXI A DIPLOMACIA ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF A mudança da corte portuguesa para o Rio de Janeiro implicara naturalmente a mudança do corpo diplomático acreditado junto à mesma em Lisboa, e quando viessem mais tarde agentes para junto da regência, como esteve algum tempo … Ler maisA DIPLOMACIA ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Sobre a análise blochiana de Fausto e Devoto

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Sobre a análise blochiana de Fausto e Devoto Ernani Fernandes * Bolsista do PRP-Institucional/USP e articulista do Blog Escola Filosófica RFC http:// blog.escolafilosoficarfc.org/ Prefácio     O texto explanará a análise blochiana, realizada por Boris Fausto e Fernando Devoto, dos casos brasileiro e argentino, segundo a obra recomendada. Como sugerido pelo propositor, a  abordagem dos autores … Ler maisSobre a análise blochiana de Fausto e Devoto

Crítica a Maquiavel

Crítica a Maquiavel Ernani Fernandes * Bolsista do PRP-Institucional/USP e articulista do Blog Escola Filosófica RFC http:// blog.escolafilosoficarfc.org/ Prefácio      Para que se dê início a explanação quanto a divergências do pensamento maquiaveliano, deve ser feita a ressalva de que, para uma crítica com mais propriedade e livre de posições que podem aparentar irreflexão, dado … Ler maisCrítica a Maquiavel

O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XIX O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS Neste ponto pode dizer-se que foi deficiente o governo de Dom João VI, se com isto se quer exprimir que não teve resultados permanentes o que ele fez ou tentou fazer pelos índios brasileiros. Cumpre todavia notar logo que lhe não … Ler maisO TRATAMENTO DOS ÍNDIOS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

A CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XVI A CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA É um problema a resolver até que ponto a Espanha e Portugal, mesmo independente da pressão contrária das grandes potências, ansiosas pela manutenção da legitimidade mais avessas à reabertura dos conflitos … Ler maisA CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

A DISCUSSÃO DA GUIANA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XIV A DISCUSSÃO DA GUIANA A conservação da posse da Guiana Francesa dava, já o sabemos, ao governo português incontestável vantagem na discussão que se ia travar em Paris, sobre a velha questão de limites; sobretudo lhe dava motivo para esperar obter uma solução de acordo … Ler maisA DISCUSSÃO DA GUIANA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO – Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira LimaCAPÍTULO XIII – ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO Refere Mello Moraes, sem documentos aliás que comprovem sua asserção, que a idéia de elevação do Brasil a reino foi sugerida pelo príncipe de Talleyrand ao conde de Palmela, o qual transmitindo-a sem demora para o Rio de Janeiro, determinou … Ler maisELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO – Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima

Temístocles – Plutarco – Vidas Paralelas

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

SUMÁRIO DA VIDA  DE TEMÍSTOCLES I. Origem de Temístocles. II. Sua juventude ardente e aplicada. III. Seu estudo da Sabedoria, isto é, da ciência de governo. IV. Antigüidade desta ciência. V. Sua rivalidade com Aristides. VI. Sua sensibilidade à glória. VII. Ele obriga Atenas a empregar o dinheiro de suas minas na construção de navios. … Ler maisTemístocles – Plutarco – Vidas Paralelas

NO CONGRESSO DE VIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

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D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XII– NO CONGRESSO DE VIENA Apesar de ter como principal representante no Congresso de Viena um diplomata do tino de Palmela e da gestão dos seus negócios estrangeiros somente sair das mãos experimentadas de Aguiar para cair nas mãos hábeis de Barca, Portugal, conquanto recebesse todas … Ler maisNO CONGRESSO DE VIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

O IMPERIALISMO E A SITUAÇÃO MILITAR. TOMADA DE CAIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

D. JOÃO VI NO BRASIL – OLIVEIRA LIMA CAPITULO XI O IMPERIALISMO E A SITUAÇÃO MILITAR. TOMADA DE CAIENA O reinado brasileiro de Dom João VI foi o único período de imperialismo consciente que registra a nossa história, pois que o império conquistado além dos limites convencionais de Tordesilhas pelos bandeirantes paulistas e outros animosos … Ler maisO IMPERIALISMO E A SITUAÇÃO MILITAR. TOMADA DE CAIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dos Poderosos – La Bruyère

DOS PODEROSOS – LA   BRUYÈRE  Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada. Fonte: Clássicos Jackson. Vida quase sem história é a de Jean de La Bruyère, Tendo nascido em Paris, em 164*, estudou Direito, exerceu a advocacia, comprando depois um cargo de tesoureiro geral no "bureau das finanças" de Caen, continuando apesar disso a … Ler maisDos Poderosos – La Bruyère

RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL. OS TRATADOS DE 1810 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

Oliveira Lima – D. João VI no Brasil CAPÍTULO IX RELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL. OS TRATADOS DE 1810 Com a mudança da corte e a conseqüente abertura dos portos brasileiros ao comércio universal, é evidente que variaram por completo as condições mercantis da colônia. Antes, no regime de monopólio da metrópole, os negociantes portugueses, em … Ler maisRELAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL. OS TRATADOS DE 1810 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Montesquieu e a escravidão

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Montesquieu e a escravidão Jéferson Mendes[1]   Montesquieu Charles-Louis de Secondat, Barão de La Brède e de Montesquieu, nasceu em 18 de janeiro de 1689 no castelo de La Brède, perto de Bordéus, França, Montesquieu era membro de uma família da aristocracia provincial. Fez sólidos estudos humanísticos e jurídicos, mas também freqüentou em Paris os … Ler maisMontesquieu e a escravidão

A REGÊNCIA ESPANHOLA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO VIII A REGÊNCIA ESPANHOLA Na Península Ibérica, ou com mais propriedade no cantinho a su­doeste onde se havia refugiado, longe do fragor das armas francesas e in­glesas, a soberania nacional, agitaram-se pelas causas as mesmas influên­cias durante todo o tempo em que na América se urdiam … Ler maisA REGÊNCIA ESPANHOLA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

grito-do-ipiranga

Na viagem de volta para o Rio, depois de ter cumpri­do satisfatoriamente sua ação
pacificadora, recebeu de Paulo Bregaro, correio da Côrte, nas proximidades do riacho Ipiranga, na cidade de São Paulo,
notícias alarmantes que lhe transmitiam D. Leopoldina e José Bonifácio. Soube assim D. Pedro de novos decretos das
Côrtes: nomeava-se novo ministério para o Príncipe e responsabilizava-se tôda ad­ministração de José Bonifácio,
mandava-se processar os membros da junta de São Paulo signatários do manifesto do Fico a D. Pedro; declarava-se
nulo o decreto do Regente que convocara o Conselho dos procuradores gerais das pro­víncias, além de
outras sérias medidas repressoras. D. Leopoldina e José Bonifácio recomendavam-lhe que processasse
a independência o mais cedo possível; sanguíneo, revoltado, D. Pedro reuniu-se à guarda de
honra que o acompanhava e, arrancando os laços de cores portuguesas, bradou:

"Laços fora,
soldados! Camaradas, as Côrtes de Lisboa
querem mesmo escravizar o Brasil: cumpre, portanto, declarar a sua independência. Estamos definitivamente
separados de Portugal".

O SENTIMENTO NACIONAL – História do Brasil – Ary da Matta

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Montesquieu: Das Leis em geral

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Montesquieu: Das Leis em geral[1] Jéferson dos Santos Mendes[2] […] porque é mais fácil estudar o organismo, como um todo, do que suas células.[3] Montesquieu acredita que todos os seres possuem suas leis,[4] pois essas “[…] são as relações necessárias que derivam da natureza das coisas; […]” (MONTESQUIEU, 1996, p. 11). Nessa natureza se enquadra … Ler maisMontesquieu: Das Leis em geral