História da Civilização – Manuel de Oliveira Lima (1867 – 1928) CAPÍTULO III O ABSOLUTISMO NO OCIDENTE E NOVOS FATORES POLÍTICOS EUROPEUS Os Stuart e o trono inglês Com a subida ao trono britânico de Jaime I da Escócia, a qual passou a ser regida pelo mesmo cetro que a Inglaterra, assumiu a preponderância uma [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História Geral |
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XVII A DIPLOMACIA DE PALMELA NA QUESTÃO DE MONTEVIDÉU A melhor parte da primeira missão diplomática de Palmela em Londres foi dedicada à questão de Montevidéu, da qual entretanto tratava em Madrid o seu antigo companheiro do Congresso de Viena Saldanha da Gama554, ali acreditado a [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História do Brasil |
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XVI A CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA É um problema a resolver até que ponto a Espanha e Portugal, mesmo independente da pressão contrária das grandes potências, ansiosas pela manutenção da legitimidade mais avessas à reabertura dos conflitos [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História do Brasil |
Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XV A CONQUISTA DA BANDA ORIENTAL E OS INSURGENTES DE BUENOS AIRES A ocupação da Banda Oriental foi o maior desforço, e desforço tomado pelo príncipe regente e seus conselheiros em oposição a toda a Europa, mesmo contra o aliado inglês, do que Portugal deixara de [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História do Brasil |
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XIV A DISCUSSÃO DA GUIANA A conservação da posse da Guiana Francesa dava, já o sabemos, ao governo português incontestável vantagem na discussão que se ia travar em Paris, sobre a velha questão de limites; sobretudo lhe dava motivo para esperar obter uma solução de acordo [...]
Texto arquivado em Biblioteca, História do Brasil | com 4 Comentários »
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
CAPITULO VII
AS INTRIGAS PLATINAS
É fora de dúvida que Dom João VI esteve a começo de acordo com o
projeto que teria a dupla vantagem de livrá-lo da presença nefasta da mulher, enxotando-a com
todas as honras para Buenos Aires e com ali entronizá-la dando aplicação à
sua daninha atividade, e ao mesmo tempo estender com essa parceria distante a sua
importância dinástica, pois que no futuro o império hispano-americano, arredado da
solução da independência, a qual para mais era contagiosa e poderia propagar-se ao Brasil,
reverteria para a sucessão de Dona Carlota, que era a sua própria. Não contaria ele com tamanha
resistência do governo britânico, mais propenso a favorecer a emancipação das
possessões espanholas, aos projetos de Dona Carlota Joaquina, nascidos da justa
persuasão de que o domínio colonial da Espanha tinha entrado em franca
desagregação e que mais valia conservá-lo para uma nova dinastia Bourbon-Bragança do
que abandoná-lo ao vórtice
republicano.
Texto arquivado em Biblioteca, Filosofia Moderna e Renascimento, História do Brasil | com 1 Comentário »