FRANCISCO DE MORAIS e as novelas de cavalaria

FRANCISCO DE MORAIS, natural de Bragança, nasceu em um dos últimos anos do século XV, ou no começo do XVI, segundo pensava Odorico Mendes, e morreu em 1572. Serviu em Paris como secretário do embaixador D. Francisco de Noronha, e aí viveu na brilhante corte de Francisco I. De volta a Portugal, em 1543, publicou a novela Palmeirim de Inglaterra, obra que, conquanto muito diversa do gosto atual, sumamente aprazia ao de então, e por isso mereceu a honra de muitas imitações.

O Gigante Almourol e o Cavaleiro das Donzelas

Vendo o gigante Almourol que por nenhuma via o cavaleiro das Donzelas queria batalhar com Florendos, mandou trazer de dentro da torre um cavalo baio, crescido e formoso, tal qual convinha ao peso de sua pessoa. Este mandou ao cavaleiro das Donzelas, pedindo-lhe que cavalgasse nele e quisesse que ambos fizessem alguma coisa diante da senhora Miraguarda, para lhe pagar o desgosto que houvera de se não acabar a outra contenda. E, se houvesse por bem que o vencedor ganhasse algum preço, folgaria muito, porque a batalha fosse com mais gosto.

A DESILUSÃO DO REGRESSO – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XXX A DESILUSÃO DO REGRESSO   Dom João VI, quando mesmo não possuísse inteligência política, tinha sobrada experiência de governo para deixar de reconhecer que, na história da monarquia portuguesa, o momento não podia ser mais de resistência, antes era de concessões. Quando muito lhe seria … Ler maisA DESILUSÃO DO REGRESSO – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

REI OU PRÍNCIPE? THOMAZ ANTÔNIO E PALMELA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXVIII REI OU PRÍNCIPE? THOMAZ ANTÔNIO E PALMELA Os acontecimentos de Portugal, uma vez divulgados, produziram no Brasil, juntamente com a efervescência liberal, conseqüência daquele movimento constitucional, um alastramento da tendência emancipadora e separatista. Como é natural, deu este conflito de idéias origem a uma quantidade … Ler maisREI OU PRÍNCIPE? THOMAZ ANTÔNIO E PALMELA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

A REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XXVII A REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820 O autor das Notas dominicais andou por Lisboa em 1816 e das suas observações, pontualmente exaradas cada semana, ressumbra uma vez mais que a questão do dia em Portugal era a situação de dependência do velho reino com relação ao … Ler maisA REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

AS INTRIGAS PLATINAS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPITULO VII

AS INTRIGAS PLATINAS

É fora de dúvida que Dom João VI esteve a começo de acordo com o
projeto que teria a dupla vantagem de livrá-lo da presença nefasta da mulher, enxotando-a com
todas as honras para Buenos Aires e com ali entronizá-la dando aplicação à
sua daninha atividade, e ao mesmo tempo estender com essa parceria distante a sua
importância dinástica, pois que no futuro o império hispano-americano, arredado da
solução da independência, a qual para mais era contagiosa e poderia propagar-se ao Brasil,
reverteria para a sucessão de Dona Carlota, que era a sua própria. Não contaria ele com tamanha
resistência do governo britânico, mais propenso a favorecer a emancipação das
possessões espanholas, aos projetos de Dona Carlota Joaquina, nascidos da justa
persuasão de que o domínio colonial da Espanha tinha entrado em franca
desagregação e que mais valia conservá-lo para uma nova dinastia Bourbon-Bragança do
que abandoná-lo ao vórtice
republicano.