Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


textos interessantes sobre prova da existência de Deus

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):


A concepção de Deus no Platonismo – História da Filosofia Antiga

Se lermos as palavras cheias de vida que o velho Platão dirige, nas Leis (887 c ss.) a uma juventude que manifesta as maiores dúvidas sobre a existência de Deus, teremos, imediatamente, a impressão de que, para este filósofo, a religião toda depende do coração. Contudo, Deus não é, para Platão, apenas objeto da fé! Tal concepção é ainda estranha ao homem antigo. A existência de Deus é para êle,
antes, objeto da ciência. Platão não nos deixou nenhuma prova formal da existência de Deus. Mas há, nas suas obras, dois processos de pensamento indicativas de uma via clara para Deus, e que foi aproveitada na Filosofia posterior, como uma prova real dessa existência. Podemos denominar a uma dessas vias, a física e, à outra, a dialética.

Mito da Caverna de Platão

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger ε) Mito da caverna de Platão — Platão explicou muito claramente os seus pensamentos sobre a verdade e a realidade pelo célebre Mito da caverna, no 7.º livro da República (514 ss.). αα)    Modos de ser. — Conosco homens, aí se diz, se passa o  mesmo que com [...]

Da determinação do fundamento onto-teológico da metafísica na prova da existência de Deus de Anselmo de Cantuária

Da determinação do fundamento onto-teológico da metafísica na prova da existência de Deus de Anselmo de Cantuária[1] Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [2] Resumo: O texto é um estudo da prova da existência de Deus em St.°Anselmo. Pauta-se na análise dos principais argumentos dessa em sua obra Proslógio; objetiva uma interpretação pontual dos diversos passos do filósofo. [...]

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É o entusiasmo que faz o poeta e o artista, o sábio e o guerreiro; é o entusiasmo que faz o homem-idéia diferente do homem-máquina. A fábula de Prometeu não exprime senão a alegria desse fogo celeste da alma, que anima a estátua da Galatéia, embora depois dilacere o coração como águia de rochedo. — José de Alencar

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