Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

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18
jan

Habermas e a Virada Linguística

Habermas e a Virada Linguística
Miguel Duclós
Originalmente apresentado para o CFH/UFSC (2007)
O livro Verdade e Justificação (1999), do filósofo alemão Jürgen Habermas, traz discussões que retomam e repensam, de certa forma, pontos de vista desenvolvidos em trabalhos anteriores. O Habermas de Mudanças estruturais da esfera pública (1962) e de Conhecimento e [...]


07
dez

A RELIGIÃO E O RISO

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Ricardo Rose para o curso de Licenciatura Plena em Filosofia no Centro Universitário Claretiano.

A idéia de escrever este ensaio sobre o tema da religião e do riso
me ocorreu há cerca de um ano, quando assisti no Youtube a um vídeo do
humorista americano George Carlin, falecido por aquela época. No filme, Carlin
faz uma engraça crítica à religião (Religion is bullshit -Religião é
besteira
), que arrancou muitas gargalhadas da audiência em Nova York. Ator,
humorista e comediante, George Carlin (1937­2008) sempre foi um grande crítico
do “American way of living” (o jeito americano de viver). Ridicularizava
o excessivo patriotismo dos americanos, seu impulso consumista e até o
exagerado engajamento ambiental. O maior alvo de Carlin, no entanto, sempre
foram as religiões; em tudo o que elas têm de autoritário, obscurantista e
fanático. O comediante era um ardoroso defensor da democracia, da liberdade
individual e dos valores seculares.

[...]
O trabalho A religião e o riso, abordará o tema
inicialmente em sua dimensão propriamente dita, descrevendo o significado do
riso e sua relação com a religião ao longo do tempo. O período considerado
neste estudo vai aproximadamente da Pré-História ao Renascimento, já que é
neste espaço de tempo que a influência da religião sobre as sociedades é mais
acentuada. O texto, entretanto, não esgota o assunto; apresenta apenas alguns
fatos e análises que caracterizaram a relação do riso com a religião durante
este período histórico.

Em seguida, serão descritos
alguns aspectos da relação entre a religião e o riso, sob ponto de vista
filosófico e cultural. É fato que pouquíssimos filósofos se ocuparam
especificamente do fenômeno do riso, menos ainda do riso em relação à religião,
o que fez com que as fontes de pesquisa para este trabalho fossem bastante
reduzidas e tivessem que ser encontrados subsídios em um universo bibliográfico
mais amplo e não dirigido exclusivamente para este tema. Assim, o estudo se
vale das contribuições de filósofos e escritores que abordaram o assunto da
religião sob um aspecto crítico, mas que também olharam além do simples
fenômeno religioso, tentando apontar-lhe outros significados. A análise
filosófica e cultural, todavia, não coincidirá necessariamente com os períodos
históricos focados, já que as informações disponíveis sobre a história da
religião e da filosofia, no que se refere ao riso, não são necessariamente de
períodos históricos coincidentes.

Ao
final o estudo apresenta uma conclusão, na qual se pretende demonstrar que a
crítica da religião, seja através do riso ou da argumentação, longe de ter como
alvo principal a divindade e sua instituição é, na realidade, um estudo crítico
da sociedade e do homem. Examinar o fenômeno religioso, seja sob que aspecto
for – inclusive o riso – é analisar o homem e sua cultura, tentando entendê-los
através de uma abordagem diferente.


08
nov

Aristóteles: Saber e Ciência – História da Filosofia na Antiguidade

a) Lógíca
α) Caráter geral da lógica, aristotélica. — Sobre o saber e a verdade, já muito tinha ensinado a Filosofia anterior a Aristóteles. Mas, é com êle que nasce uma Filosofia formal do saber, a lógica. Não se trata apenas do nascimento da lógica. Ela é, desde logo, estruturada de um modo tão classicamente perfeito, que, ainda hoje, os caminhos trilhados nessa matéria são os mesmos traçados por Aristóteles. É marcante, a este propósito, a palavra de Kant, de que a lógica, depois de Aristóteles, não podia, em nada, retroceder, mas também não podia dar mais nenhum passo para a frente. A Idéia fundamental da lógica está nos Analíticos. O simples título do livro já manifesta o caráter desta lógica: é uma análise do espírito. Como a anatomia decompõe o corpo humano nas suas partes integrantes, assim a lógica aristotélica, o pensamento e a linguagem do homem. Aristóteles foi o primeiro a ver que também o espírito tem a sua estrutura própria, consta de elementos e funções fundamentais e, a esta luz, pode ser estudado e descrito. Como últimos elementos se consideram — o conceito, o juízo e o raciocínio. Ainda hoje constituem os três mais importantes capítulas da lógica. E Aristóteles procura sempre, em seu estudo, descrever e dividir. Já na lógica se manifesta uma tal tendência. — examinar o mundo experimental nos seus variados aspectos, e ordenar e classificar o concreto. Mas Aristóteles determina as formas elementares do espírito por interesses não só teóricos, mas também práticos. Quer, ao mesmo tempo, fornecer o meio seguro e científico de pensar, provar e refutar. Isto se dá principalmente nos Tópicos e nos Elencos Sofísticos. Sua lógica é, assim, não somente teórica, mas também prática. E, .simultaneamente, também o preocupa a questão de saber até que ponto os nossos meios de pensamento não somente como instrumentos, formalmente considerados, estão bem ordenados, mas, também, se eles realmente captam o material do saber, que devem captar; i.é, a sua lógica não é somente formal, mas ainda material, sendo, também, uma teoria do conhecimento, como hoje se diz.


25
out

A criação do mundo pelo Demiurgo no Timeu de Platão

A obra essencial de Platão, para a sua cosmologia, é o Timeu.
Este diálogo influiu, como nenhuma outra obra, sobre as idéias cosmológicas
do Ocidente. Foi também lido na Idade-Média, na tradução latina de Cícero e de Calcímo, junto com o comentário deste. Nele se inspira
particularmente a cosmografia e a enciclopédia medieval, como, por exemplo, a
de Guilherme de Conches ou a de Honório de Autun. Mesmo Galileu buscou nela decisivas
motivações para o esboço matemático do seu sistema cosmológico. E, em particular,
segue a concepção teleológica da natureza toda, até hoje, na suas pegadas, e
vem, como em Platão, dar numa
psico-teologia. Como na sua psicologia, também aqui recorre Ale,
freqüentemente, ao mito. Primeiro, por não haver ciência exata no domínio do
mundo espácio-temporal, como êle diz; e, depois, porque a imagem e o símbolo,
pelo menos, deixam pressentir o que o conceito puro não é capaz de apreender.

Platão
contrapõe claramente o nosso mundo físico ao mundo das Idéias. Designa-o
como o mundo visível (λοτοζ δρατοζ),
em oposição ao mundo pensável das Idéias, pois não encerra nenhuma realidade,
estando sempre em mudanças, sendo, por isso, algo de múltiplo, divisível,
indeterminado, ilimitado, sem medidas, grande e pequeno. Antes de tudo. porém,
o inundo físico está encerrado no tempo e no espaço, é apenas aparência das
Idéia.s, no sentido de cópia delas. Platão
diz, por isso, que êle é participante das Idéias (μεθτεξιζ),
e, só assim, pode conservar uma existência aparente. É uma como cera informe,
moldada pela Idéia; ou como a ama, que recebe
e cria o menino, cujo pai verdadeiro é a Idéia. Assim como a
percepção sensível só pode existir e ser lida pela idéia, assim
também o mundo dos sentidos, somente pela idéia.


06
ago

Resumo do Mito da Caverna de Platão – História da Filosofia Antiga-Hirschberger

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
ε) Mito da caverna de Platão
— Platão explicou muito claramente os seus pensamentos sobre a verdade e a realidade pelo célebre Mito da caverna, no 7.º livro da República (514 ss.).

αα)    Modos de ser.
— Conosco homens, aí se diz, se passa o  mesmo [...]


05
ago

A verdade no Mundo das Idéias de Platão – História da Filosofia Antiga – Hirschberger

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger
B.   A Verdade

O segundo conceito com que se encontra o pensamento de Platão é o da verdade. Falar de Platão, é falar da doutrina das Idéias. Mas desta só nos aproximamos se partirmos do ponto de vista da verdade.

a) Conceito   da   verdade

[...]


23
jul

O bem e o mal no Banquete de Platão – História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger

A Filosofia de Platão começa onde parou Sócrates,
pela questão da essência do bem. O conceito de valor era tão multiforme
no seu tempo como o é hoje. Podia exprimir um conteúdo econômico, técnico,
vital, estético, religioso, ético. Para Platão,
o problema do valor é um problema ético. A figura e a obra de Sócrates convidavam-no a formula-lo
desse modo. Em Sócrates mesmo Platão viu o valor moral, prático e
vivo. Mas como deveria êle ser concebido e determinado teoricamente? O
ensinamento que Sócrates tinha
deixado soava: sê sábio e serás bom


17
jul

QUEM TEM OUVIDOS

RESUMO do livro
QUEM TEM OUVIDOS de João Batista Mezzomo.
O presente livro é a exposição de uma idéia. A idéia exposta nos diz, entre outras coisas, que a Europa Ocidental é um ser orgânico, que se assenta e se nutre a partir de uma raiz dupla: por um lado ela é racional, pela raiz grega; por outro, ela é fundamentalista, pela raiz que se afunda em um passado envolto em névoas, mas cujo caminho até nós denominamos “tradição judaico-cristã”.


11
jul

Apresentação da biografia e livros de Platão – História da Filosofia Antiga – Hirschberger

Platão nasceu em. 427. Descendia da mais antiga nobreza ateniense; e isso já o colocou no centro da vida cultural e política; a tendência a dar forma ao mundo e à vida_constituiu a característica essencial do seu temperamento. Na sétima carta, que encerra muito de autobiográfico, narra Platão seu desejo de participar da vida política assim que se visse senhor de si mesmo. Mas, cerca de 404, presenciou a ditadura dos Trinta e; um ano após, o regime dos democratas e, em particular, a condenação de Sócrates.


04
jun

O agora e a apreensão do tempo na Física de Aristóteles

O ‘agora’, referido também pelos termos instante ou momento é algo que acompanha a definição de tempo como seu contrário e está presente na Física durante todo o tratado do tempo de Aristóteles; também aparece em vários aspectos do tempo. O texto mostra que o aspecto contrário da noção de agora em relação ao tempo é o que permite o conhecimento do tempo por limitação de um tempo
relativo a um movimento.


30
mai

O Conhecimento Abstrativo em Duns Escoto

A procura pelo conhecimento necessário em um mundo dominado pela
contingência é o que caracteriza a filosofia de Duns Escoto. A ciência tal como
a conhecemos vulgarmente toma a probabilidade pelo todo, e é a desconstrução
desse tipo de conhecimento e o alcance de uma ciência verdadeira o intuito
deste filósofo medieval.


28
fev

A FILOSOFIA ÁTICA – História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger (Tradução de Alexandre Correia)

Capítulo  II A
FILOSOFIA ÁTICA
Na
vida, alturas e profundezas muitas vezes andam juntas. Talvez devesse o
espírito grego passar pela depressão sofistica, pela sua superficíalidade, sua
leviana retórica, sua crítica destrutiva, seu relativismo e ceticismo, para,
abalado e ameaçado no seu mais íntimo, reagir com tudo o que lhe restava [...]


21
dez

A FILOSOFIA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS – História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

Capítulo
Primeiro
Tradução de Alexandre Correia. Fonte: Editora Herder, 1965.

A FILOSOFIA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS
O pensamento filosófico hodierno
se interessa particularmente pelos pré-socráticos, antes de tudo, em virtude
dos originais problemas que suscitam e da sua posição ontológica em geral. Antigamente, eram tidos apenas como os filósofos da natureza, entendendo-se, então,
por natureza o mundo dos corpos. Hoje, sabe-se que aqueles [...]


18
dez

Aristóteles – frases, pensamentos, citações

Há muito me convenci de que a capacidade que um homem tem de suportar ruído está na razão inversa da sua inteligência. | A. SchopenhauerTodos os homens, por natureza, desejam conhecer. — Aristóteles, MetafísicaO bem do homem nos aparece como uma atividade da alma em consonância com a virtude, e, se há mais de uma virtude, [...]


10
dez

A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA REFLEXÃO ÉTICA DE KANT

A BUSCA DO CRITÉRIO DE MORALIDADE NA
REFLEXÃO ÉTICA DE KANT

Francisco Nunes de Carvalho

Estudante de Filosofia – fnunescarv@hotmail.com

 

INTRODUÇÃO

Procuraremos aqui apresentar e discutir a busca do
critério de moralidade na reflexão ética de Kant. Portanto, nossa pesquisa está
situada no âmbito da reflexão ética ou ética filosófica, que trata acerca da
condição de possibilidade do agir humano enquanto tal.

Mas [...]


23
ago

ORIGENS DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA – A filosofia contemporânea Ocidental – J. M Bochenski

J.M BOCHENSKI – A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA OCIDENTAL –

Tradução de Antonio Pinto de Carvalho. Fonte: Ed. Herder
Capítulo I – ORIGENS DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA

O "homem
moderno", isto é, o homem desde o Renascimento encontra-se pronto
para ser enterrado.

Conde Paul Yorck von Wartenburg

1.   O  SÉCULO XIX
A. Caráter e
desenvolvimento da filosofia moderna. A filosofia moderna, ou seja, o pensamento [...]


17
ago

Spinoza – biografia e pensamentos

Baruch Spinoza ou Espinosa, ou Espinoza (1632-1677) nasceu em Amsterdã,
Holanda. John Locke nasceu no mesmo ano. Spinoza era de uma família
tradicional judia, de origem portuguesa. Sua família emigrou porque
os judeus estavam sendo perseguidos. Seu pai era um comerciante bem sucedido
e abastado. Spinoza gostava de estudar e ficava na sinagoga. Era um dos
melhores alunos. Aprendeu a [...]


29
jul

UMA FILOSOFIA BRASILEIRA

UMA FILOSOFIA BRASILEIRA

 

Hugo Allan Matos[1]

 

Neste último semestre concentrei minha reflexão além de meu tcc[2]
em temas que versam sobre filosofia brasileira. Sobretudo, no assunto: há
filosofia e filósofos brasileiros? Agora, inspirado nas aulas e reflexões
geradas na disciplina de mesmo nome, tendo como objetivo comentar os 4 textos
indicados em uma aula intitulada como: conversas com filósofos brasileiros,
tentarei compartilhar [...]


14
mar

A FORMAÇÃO DO SUPER-HOMEM NIETZSCHEANO ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PELO E PARA O ÓCIO

A FORMAÇÃO DO
SUPER-HOMEM NIETZSCHEANO ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PELO E PARA O ÓCIO

THIAGO FELIPE SEBBEN

Monografia apresentada à graduação
do curso de Educação Física do Centro Universitário Positivo como requisito
parcial à obtenção dos títulos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física.

Orientador: Mestre Alexandre França
Salomão.

CURITIBA

2007
DEDICATÓRIA

Dedico a inspiração transcrita a seguir a
todas as pessoas que aproveitam seu tempo livre com [...]


29
fev

Hegel: Unificação de Ontologia e Lógica

Hegel: Unificação de Ontologia e Lógica
Miguel Duclós
Trabalho originalmente apresentado para o CFH-UFSC (2007)

1.    
Kant e o “fim” da metafísica.

Como
é sabido, o sistema de Kant deixou uma tarefa intrincada para a posteridade ao
reconceituar a metafísica na dissecação detalhada da razão humana que
empreendeu, gerando uma revolução divisora de águas na história da filosofia. O
autor tinha pleno [...]


20
jan

O INFERNO SÃO OS OUTROS: uma reflexão sobre a diversidade cultural nos domínios da Inquisição

O INFERNO SÃO OS OUTROS: uma
reflexão sobre a diversidade cultural nos domínios da Inquisição.
Ida Duclós
Trabalho originalmente
apresentado para a FFLCH/USP
No século XII, foi instaurada a Inquisição contra os crimes de heresia, quase
na mesma época [...]


15
nov

Da Verdade Proposicional à Verdade da Existência: considerações em torno da compreensão heideggeriana da linguagem

Da Verdade Proposicional à Verdade da Existência:
considerações em torno da compreensão heideggeriana da linguagem.
[...]


11
ago

Alguns Elementos da Filosofia da Arte no Tomismo

Alguns Elementos da Filosofia da Arte no Tomismo
Por: Adriano de
Araújo
Sumário

Da possibilidade da Estética na Filosofia Tomista..
Breves considerações sobre o conceito “Estética”.
O conceito de Estética no Tomismo..
Arte no Tomismo.. [...]


07
ago

Interpretação da Ciência de todos os princípios da sensibilidade a priori na Crítica da razão pura de Immanuel Kant

Interpretação da “Ciência de todos os princípios da
sensibilidade a priori” na Crítica da razão pura de Immanuel Kant[1]
Roberto S.
Kahlmeyer-Mertens [2]
Resumo: O texto pretende apresentar e
esclarecer [...]


07
ago

Do corpo em face da dúvida: explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas

Do corpo em face da dúvida: explicação das duas primeiras Meditações Metafísicas
Roberto S.
Kahlmeyer-Mertens [1]
Resumo: O artigo pretende
uma apresentação didática das duas primeiras Meditações Metafísicas de René Descartes. Enfoca nos
argumentos do filósofo a questão do corpo, [...]


07
ago

Da determinação do fundamento onto-teológico da metafísica na prova da existência de Deus de Anselmo de Cantuária

Da determinação do fundamento onto-teo-lógico da
metafísica na prova da existência de Deus de Anselmo de Cantuária[1]
Roberto
S. Kahlmeyer-Mertens [2]
Resumo: O
texto é um estudo da prova da existência de Deus em St.°Anselmo. Pauta-se na análise dos principais argumentos [...]


07
ago

Metafísica, errância e subjetividade: Da metafísica como “História de um erro” em Nietzsche

Metafísica, errância e subjetividade: Da metafísica como “História de um erro” em Nietzsche
Roberto
S. Kahlmeyer-Mertens [1]

Resumo: O artigo pretende abordar a Metafísica como um
conceito histórico na obra de Nietzsche. Buscaremos apresentar a interpretação
que o filósofo faz [...]


07
ago

Metafísica, história do ser e subjetividade – uma reconstrução a partir dos fragmentos de Nietzsche: metafísica e niilismo.

Metafísica,
história do ser e subjetividade – uma reconstrução a partir dos
fragmentos de Nietzsche: metafísica e niilismo.
Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1]

Resumo: O
propósito do artigo é elaborar um estudo sobre as noções de metafísica,
[...]


16
jun

A tese de Hegel sobre o ser nas doutrinas da Enciclopédia das ciencias das filosóficas Lógica menor (1830)

A tese de Hegel sobre o ser nas doutrinas da Enciclopédia das ciencias das filosóficas ―
Lógica menor (1830))
Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1]
Resumo: O artigo pretende
uma breve apresentaçao acerca das tres doutrinas da lógica hegeliana.
Pautando-se na Ciencia da Lógica, tal [...]


16
jun

Como Heidegger interpreta a gênese do conhecimento teórico em Ser e Tempo

Como Heidegger interpreta a gênese do conhecimento teórico
em Ser e Tempo?
Roberto S.
Kahlmeyer-Mertens [1]
Resumo: O texto comunica o
encaminhamento de uma pesquisa de Doutorado intitulada: Da Gênese do
conhecimento teórico em Ser e tempo. Tem [...]

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