Há na arte um ponto de perfeição, como a bondade ou a maturidade, na natureza: aquele que tem este sentido de perfeição, e o ama, tem um gosto perfeito; aquele que não tem esse sentido justo, e ama pouco mais ou menos a perfeição, tem um gosto defeituoso. Há, pois, um bom gosto e um mau gosto, e é justo que os gestos se discutam — Bruyère, Das obras do Espírito