28
nov
Ebook de livro universitário de filosofia em versão digital enviada pelo autor.
Este livro discute a velha questão do método cartesiano a partir de uma perspectiva pouco explorada: a da tradição dos praticantes do méto-do de análise, solucionadores de pro-blemas matemáticos.
Após aproximar o modo de produção dos geômetras antigos e algebristas modernos ao de Descartes, o texto percorre a obra car-tesiana para mostrar como o filósofo se filia a essa tradição e de que forma constrói sua concepção metodológica.
Contrabalançando reflexões sobre o método e ilustrações de sua atu-ação, ganha sentido também a tese sobre a sua abrangência univer-sal.
Não há como negar uma visão diferente sobre a filosofia de Descartes.
César Augusto Bat-tisti é Doutor em Filosofia pela Uni-versidade de São Paulo (USP), tendo realizado parte de seus estudos na Université Paris VII, França (Doutorado-Sanduíche). Professor do Curso de Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Toledo, possui trabalhos publicados e em fase de publicação sobre Descartes e sobre a história do método de a-nálise. Atualmente, está traduzindo o Monde de Descartes.
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23
nov
A
inferência pode ser dedutiva, a posteriori, em que suas conclusões se
baseiam ou em algo que ou é certeza ou probabilidade. Ela não assume um caráter
de meio termo.
Enquanto
que a inferência indutiva, não está baseada em extremos, ou 100% ou 0,0%. A
indutiva pode haver graus de probabilidade de 1,0% a 99%. Podendo ser justiçada
com o meio termo. Na Inferência Indutiva, temos conclusões com verdades
contingentes. Enquanto na dedutiva, necessárias.
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08
nov
a) Lógíca
α) Caráter geral da lógica, aristotélica. — Sobre o saber e a verdade, já muito tinha ensinado a Filosofia anterior a Aristóteles. Mas, é com êle que nasce uma Filosofia formal do saber, a lógica. Não se trata apenas do nascimento da lógica. Ela é, desde logo, estruturada de um modo tão classicamente perfeito, que, ainda hoje, os caminhos trilhados nessa matéria são os mesmos traçados por Aristóteles. É marcante, a este propósito, a palavra de Kant, de que a lógica, depois de Aristóteles, não podia, em nada, retroceder, mas também não podia dar mais nenhum passo para a frente. A Idéia fundamental da lógica está nos Analíticos. O simples título do livro já manifesta o caráter desta lógica: é uma análise do espírito. Como a anatomia decompõe o corpo humano nas suas partes integrantes, assim a lógica aristotélica, o pensamento e a linguagem do homem. Aristóteles foi o primeiro a ver que também o espírito tem a sua estrutura própria, consta de elementos e funções fundamentais e, a esta luz, pode ser estudado e descrito. Como últimos elementos se consideram — o conceito, o juízo e o raciocínio. Ainda hoje constituem os três mais importantes capítulas da lógica. E Aristóteles procura sempre, em seu estudo, descrever e dividir. Já na lógica se manifesta uma tal tendência. — examinar o mundo experimental nos seus variados aspectos, e ordenar e classificar o concreto. Mas Aristóteles determina as formas elementares do espírito por interesses não só teóricos, mas também práticos. Quer, ao mesmo tempo, fornecer o meio seguro e científico de pensar, provar e refutar. Isto se dá principalmente nos Tópicos e nos Elencos Sofísticos. Sua lógica é, assim, não somente teórica, mas também prática. E, .simultaneamente, também o preocupa a questão de saber até que ponto os nossos meios de pensamento não somente como instrumentos, formalmente considerados, estão bem ordenados, mas, também, se eles realmente captam o material do saber, que devem captar; i.é, a sua lógica não é somente formal, mas ainda material, sendo, também, uma teoria do conhecimento, como hoje se diz.
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11
jul
Platão nasceu em. 427. Descendia da mais antiga nobreza ateniense; e isso já o colocou no centro da vida cultural e política; a tendência a dar forma ao mundo e à vida_constituiu a característica essencial do seu temperamento. Na sétima carta, que encerra muito de autobiográfico, narra Platão seu desejo de participar da vida política assim que se visse senhor de si mesmo. Mas, cerca de 404, presenciou a ditadura dos Trinta e; um ano após, o regime dos democratas e, em particular, a condenação de Sócrates.
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12
jan
A historícidade da razão. Gênese e essência da razão. A origem da
atitude metódica. As fases da evolução do método, até a fase final
racional, consciente. Características da atitude metódica formal. Passagem do
modo formal ao dialético de interpretar o surgimento do método, e a questão da
origem das idéias. A origem da teoria do conhecimento e sua compendiação com
caráter metódico. Ingenuidade das concepções metafísicas e valor crítico da
teoria dialética. A função da sociedade na teoria do conhecimento.
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06
set
CONSOLANDO
O ESPECIALISTA1
PAUL FEYERABEND
University
of California, Berkeley
Tradução de Octavio Mendes Cajado. Fonte: Atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, Londres 1965
"Há anos venho enforcando gente,
mas nunca vi tamanho estardalhaço."
(Observação feita por Edward "Lofty" Milton, carrasco em meio-expediente, na Rodésia, por ocasião das
demonstrações contra a pena de morte.) "Ele era — diz a revista Time
(15 de março [...]
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01
abr
Comentários acerca da “Estética Transcendental” de Immanuel
Kant (1724-1808)
Alexandre Fernandes Batista Costa
Leite
1. Introdução
Devido a enorme influência de Kant na composição do
pensamento filosófico, optei por fazer o trabalho no âmbito
de sua Crítica da Razão Pura (CrP-1787-B); poderíamos
dizer que esta influencia, ou mesmo, marca o nascimento da chamada Epistemologia,
ou seja, Teoria do Conhecimento. Não estou a [...]
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18
jan
Sobre a noção de “dominação da
natureza” no contexto de “O conceito de Esclarecimento”.
Ângelo Fornazari Batista
“Dominação da natureza” e “esclarecimento” são
momentos históricos que se necessitam mutuamente, dificultando, assim, uma
[...]
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07
ago
Interpretação da “Ciência de todos os princípios da
sensibilidade a priori” na Crítica da razão pura de Immanuel Kant[1]
Roberto S.
Kahlmeyer-Mertens [2]
Resumo: O texto pretende apresentar e
esclarecer [...]
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07
ago
Metafísica,
história do ser e subjetividade – uma reconstrução a partir dos
fragmentos de Nietzsche: metafísica e niilismo.
Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1]
Resumo: O
propósito do artigo é elaborar um estudo sobre as noções de metafísica,
[...]
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16
jun
Método e verdade nas Regras
para a direção do espírito de Descartes
Roberto
S. Kahlmeyer-Mertens [1]
Resumo: O propósito do artigo é apresentar um estudo sobre as Regras para direção do espírito de René Descartes.[2] Esse exercício limita-se a interpretar as nove primeiras regras [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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01
mai
HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA
Johannes HIRSCHBERGER
Fonte: Ed. Herder
Trad. Alexandre CorreiaÍndice
Prolegômenos
Filosofia Patrística
O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga
Os Começos da Filosofia Patrística
Agostinho: O Mestre do Ocidente [...]
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26
dez
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS
Curso sobre
Heidegger:
Kant e o
Problema da MetafísicaMaterial Enviado por José de Medeiros Machado Jr.
2o.
semestre de 2004
Professor Bento Prado Jr.
Material Enviado por José de Medeiros Machado Jr.
ÍNDICE
Data da aula
01/10/2001
08/10/2004
15/10/2004
12/11/2004
19/11/2004
26/11/2004
03/12/2004
)
19/11/2004
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição VIII
A METAFÍSICA REALISTA
53.
ESTRUTURA DO SER: CATEGORIAS. — 54. ESTRUTURA DA SUBSTANCIA: FORMA E MATÉRIA,
REAL E POSSÍVEL, ATO E POTÊNCIA. — 55. AS QUATRO CAUSAS. — 56.
INTELIGIBILIDADE DO MUNDO. — 57. TEOBIA [...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XXI
DO REAL E DO IDEAL
179.
CATEGORIAS ÔNTICAS E ONTOLÓGICAS. — 180. ESTRUTURA DOS OBJETOS REAIS. — 181. O
FÍSICO E O PSÍQUICO. — 182. MUNDO A MAO. — 183. MUNDO PROBLEMÁTICO. — 184.
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XIX
O IDEALISMO DEPOIS DE KANT
161.
REALISMO E IDEALISMO. — 162. O «EM SI» COMO ABSOLUTO INCONDI-CIONADO. — 163.
PRIMAZIA DA MORAL. — 104. A FILOSOFIA PÓS-KANTISTA. — 165. FICHTE E O EU
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XVII
O PROBLEMA DO IDEALISMO TRANSCENDENTAL
128.
O IDEAL DO RACIONALISMO. — 129. A TAREFA DE KANT. — 130. SUA FILOSOFIA. — 131.
JUÍZOS ANALÍTICOS E JUÍZOS SINTÉTICOS. — 1S2. FUNDAMENTO DOS JUÍZOS ANALÍTICOS
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XVI
A METAFÍSICA DO
RACIONALISMO
121.
PONTO DE PARTIDA NO EU. — 122. MOVIMENTO, MATÉRIA E FÔBCA. — 123. O CALCULO
INFINITESIMAL. — 124. A MONADA: PERCEPÇÃO E APETIÇÃO. — 125. HIERARQUIA DAS
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XV
O
RACIONALISMO
115.
BALANÇO DO EMPIRISMO INGLÊS. — 116. CRÍTICA DO EMPIRISMO INGLÊS:
A VIVÊNCIA COMO VEICULO DO PENSAMENTO. — 117. LEIBNIZ. — 118.
VERDADES DE PATO E VERDADES DE [...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição XI
FENOMENOLOGIA DO CONHECIMENTO
75.
PRIORIDADE DA TEORIA DO CONHECIMENTO NO IDEALISMO. — 76. NECESSIDADE DE UMA
DESCRIÇÃO FENOMENOLÓGICA DO CONHECIMENTO. — 77. SUJEITO COGNOSCENTE E OBJETO
CONHECIDO: SUA CORRELAÇÃO. — 78. O PENSAMENTO. — 79. [...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição X
A ORIGEM DO IDEALISMO
68. O
CONHECIMENTO E A VERDADE NO REALISMO. — 69. CRISE HISTÓRICA AO LIMIAR DA IDADE
MODERNA. — 70. NECESSIDADE DE COLOCAR DE NOVO OS PROBLEMAS. — 71. O PROBLEMA
[...]
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22
dez
Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares
Lição I
O CONJUNTO DA FILOSOFIA
1. A FILOSOFIA E SUA VIVÊNCIA. —
2. DEFINIÇÕES FILOSÓFICAS E VIVÊNCIAS FILOSÓFICAS. — 3. SENTIDO DA PALAVRA
«FILOSOFIA». — 4. A FILOSOFIA ANTIGA. — 5. A FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA. — 6. A FILOSOFIA NA IDADE MODERNA. — 7. AS DISCIPLINAS [...]
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27
nov
Resumo comparativo sobre o pensamento do estoicismo e epicurismo, hedonismo e virtude estóica, com base nos fundadores destas escolas de filosofia grega antiga, Epicuro e Zenão.
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05
mai
Imaginação Material Segundo Gaston Bachelard (
por
Reinério Luiz Moreira Simões
Dissertação apresentada ao Programa
de Pós-Graduação em Filosofia da
Universidade do Estado do Rio de
Janeiro para obtenção de título de
Mestre em Filosofia
Orientadora:
Profª. Dra. Marly Bulcão L. Britto
Rio de Janeiro
Janeiro de 1999
BANCA [...]
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20
abr
PERCURSOS DE HEIDEGGER PELO HUMANISMO
Isabel Rosete
A extensa obra de Heidegger é marcada por uma obscuridade proposital. Sua insistência em apelar para uma radicalização do pensamento metafísico tornou-o um dos filósofos mais enigmáticos [...]
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21
set
por
Josemar Pedro Lorenzetti
Sumário
INTRODUÇÃO
CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA
1.1 Autor e Obras
1.2 A [...]
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