Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


textos interessantes sobre Intencionalidade

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):


Resenha do livro Martin Heidegger – Fenomenologia da Liberdade, de Günter Figal

Publicado pela Editora Forense Universitária, o livro Martin Heidegger – Fenomenologia da liberdade revela ao Brasil a principal obra de Günter Figal. Professor da Universidade de Freiburg e um dos principais estudiosos da obra de Heidegger, Figal ocupa atualmente a cátedra que pertenceu ao filósofo e possui publicações especializadas sobre Platão, Nietzsche e Gadamer.

Intencionalidade e Naturalismo

Jamais
pensou a mente tanto sobre si própria. Em fins do século XX, ciência e
filosofia trilham uma cruzada em busca de compreender a consciência e suas
capacidades. Três séculos e meio após Descartes, respostas dualistas não mais
são suficientes; quer-se compreender a mente enquanto um fenômeno fisicamente
gerado, que toma parte no mundo físico. Em filosofia, esta postura denomina-se
naturalismo.

Não
obstante as exceções, algumas renomadas, como Karl Popper (1962), há muito a
forma naturalista de compreender a consciência domina a filosofia. Na tradição
que aqui abordaremos, a analítica, anglo-americana, as bases deste estudo
remontam a autores como Sellars e seu Empiricism and Philosophy of the Mind (1956),
Quine, em Palavra e Objeto (1960) e Putnam com Minds and Machines (1960).

UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE,

[download id="43"] UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE UFSJ – Universidade Federal de São João del-Rei Novembro de 2006 RODRIGO CANAL   UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE Trabalho apresentado à Coordenadoria do Curso de Filosofia da UFSJ, como exigência para a obtenção [...]

A estrutura dos estados intencionais na teoria da intencionalidade de Searle: breve introdução

A ESTRUTURA DOS ESTADOS INTENCIONAIS NA TEORIA DA INTENCIONALIDADE DE SEARLE: BREVE INTRODUÇÃO* POR: Ac. Rodrigo Canal (COFIL-UFSJ) ORIENTADOR: Prof. Dr. Florêncio de Souza Paz (DFIME-UFSJ) CO-ORIENTADOR: Prof. Dr. Paulo César de Oliveira (DFIME-UFSJ) Resumo: J. R. Searle (1932) é professor da Universidade de Berkeley (Califórnia), e hoje um dos principais representantes da Filosofia da [...]

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Se não existisse nada de eterno também não poderia existir o devir | Aristóteles, Metafísica, livro B
E em geral, se só existe o que é perceptível pelos sentidos, caso não existissem seres animados nada poderia existir: de fato, nesse caso, não poderia haver sensações (…), mas é impossível que os objetos que produzem as sensações não existam também independentemente da sensação
— Aristóteles, Metafísica

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