SUGESTÕES DA VIDA UNIVERSITÁRIA AMERICANA

SUGESTÕES DA VIDA UNIVERSITÁRIA AMERICANA Oliveira Lima Minhas Senhoras, meus Senhores: A mocidade acadêmica do Recife mostra-se tão bondosa comigo, isto é, tão em harmonia com o espírito generoso da juventude e com os ideais de simpatia humana, que a devem inspirar, que não sei verdadeiramente como lhe agradecer a sua ^cativante lembrança de trazer-me … Ler maisSUGESTÕES DA VIDA UNIVERSITÁRIA AMERICANA

Atividade de gramática e redação para o ensino fundamental

A GALINHA E A CASCAVEL Hugo de Carvalho Ramos Entanto, fêz-se logo ouvir, insistente, o cacarejo no vassouredo. Para lá fomos todos curiosos. Minúscula tragédia, espetáculo extraordinário e grandioso aquele, em sua estranha singeleza! No aceiro, uma ninhada de ovos em véspera de abrir. Sobre ela, armada para o bote, uma cascavel batia enfurecida o … Ler maisAtividade de gramática e redação para o ensino fundamental

FRANCISCO VILELA BARBOSA (1.° Visconde e Marquês de Paranaguá)

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) FRANCISCO VILELA BARBOSA (1.° Visconde e Marquês de Paranaguá) Nasceu no Rio de Janeiro, a 20 de novembro de 1769, e … Ler maisFRANCISCO VILELA BARBOSA (1.° Visconde e Marquês de Paranaguá)

ORIGENS E 1ª ÉPOCA DA LITERATURA PORTUGUESA – 1140 — 1279

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL I LIÇÃO III PRIMEIRA ÉPOCA — 1140 — 1279 Foi cercado de perigos o berço da monarquia portuguesa; com o montante e não com a pena gravou-se ela no mapa político da Europa; assim pois, a era dos guerreiros devera preceder a dos sábios. Arrancando … Ler maisORIGENS E 1ª ÉPOCA DA LITERATURA PORTUGUESA – 1140 — 1279

NOÇÃO E DIVISÃO DA LITERATURA – LIÇÃO do CURSO DE LITERATURA NACIONAL

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL I LIÇÃO II NOÇÃO E DIVISÃO DA LITERATURA Deriva-se a palavra literatura do vocábulo latino, littera, que, como se sabe, significa letra. Na sua mais ampla acepção é a literatura, na frase do Sr. de Lamartine, a expressão memorável do homem transmitida ao homem por … Ler maisNOÇÃO E DIVISÃO DA LITERATURA – LIÇÃO do CURSO DE LITERATURA NACIONAL

Uma Breve Apresentação da História da Didática

Uma Breve Apresentação da
História da Didática

Paula Ignacio

A
Didática, antes dos sofistas, não era conhecida pelos homens. Ela tinha outras
características, menos formais e artificiais, voltadas para a prática da vida
cotidiana, dava-se de maneira natural.

No
entanto, na Magna Grécia, a vida social, cultural e política adquiriu uma nova
maneira de se dar: a Palavra como o centro do Poder. Quem tinha a melhor
oratória e retórica podia ser ouvido, e a educação acontecia dessa forma. Esse
poder era concebido somente aos cidadãos (somente homens e nascidos nas cidades,
como Atenas por exemplo). Havia muitos grupos que não possuíam direitos
políticos, esses não tinham o poder da palavra. Por causa disso, os discursos passaram
a ser de extrema importância e surgiram os sofistas, que de certa maneira
transformaram a educação em uma espécie de tutoria, onde aquele que tinha o
poder da palavra ensinava aos outros cidadãos. Esse processo transformou a
educação, que antes se dava de maneira natural, em algo artificializado, pois
aqueles que não tinham poder procuravam aqueles que possuíam o dom da palavra e
da oratória para receberem instruções.

cap. IV – Os Problemas da Ontologia – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares PARTE  HISTÓRICA Lição IV OS PROBLEMAS DA ONTOLOGIA 27. QUE É O SER? IMPOSSIBILIDADE DE DEFINIR O SER. — 28.  QUEM É O SER?  — 29.  EXISTÊNCIA E  CONSISTÊNCIA.  — 30.   QUEM EXISTE? Nas lições anteriores tentamos realizar algumas excursões pelo campo da filosofia, mas limitando-nos a … Ler maiscap. IV – Os Problemas da Ontologia – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

cap. 17 – O problema do Idealismo Transcendental – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XVII O  PROBLEMA  DO  IDEALISMO  TRANSCENDENTAL 128. O IDEAL DO RACIONALISMO. — 129. A TAREFA DE KANT. — 130. SUA FILOSOFIA. — 131. JUÍZOS ANALÍTICOS E JUÍZOS SINTÉTICOS. — 1S2. FUNDAMENTO DOS JUÍZOS ANALÍTICOS E SINTÉTICOS. — 133. A CIÊNCIA ESTA CONSTITUÍDA POR JUÍZOS SINTÉTICOS «A … Ler maiscap. 17 – O problema do Idealismo Transcendental – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente