FELISBERTO CALDEIRA BRANT PONTES (Marquês de Barbacena)

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) Capítulo V – PRIMEIRO IMPÉRIO — ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE (continuação) FELISBERTO CALDEIRA BRANT PONTES (Marquês de Barbacena) Nasceu em Mariana (Minas Gerais) … Ler maisFELISBERTO CALDEIRA BRANT PONTES (Marquês de Barbacena)

A música – Capítulo da História da Arte de ERNEST GROSSE

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) A MÚSICA CAPÍTULO X Nos graus inferiores da civilização, a música encontra-se sempre unida à dança e à poesia. Como os civilizados, as tribos primitivas não conhecem a dança sem acompanhamento musical. "Jamais cantam, sem dançar e vice-versa", diz Ehrenreich, com referência aos botocudos. É por isso que … Ler maisA música – Capítulo da História da Arte de ERNEST GROSSE

A DESVENTURA DO CEL. FAWCET

tiroteios e flechadas

A DESVENTURA DO CEL. FAWCET A sonhada serra dos Martírios atraiu para o ignorado, em junho de 1925, o sempre lembrado Cel. Fawcet que, juntamente com o filho Jack e o companheiro Railegh Rimmel, saiu disposto e certo de localizá-la em rumo inédito, em direção diferente dos seguidos até então. Chegando a Cuiabá, onde se … Ler maisA DESVENTURA DO CEL. FAWCET

Cartas Filosóficas de Voltaire – Parlamento Inglês

Sobre o Parlamento

OS membros do Parlamento na Inglaterra gostam de comparar-se, tanto quanto lhes é possível, com os antigos romanos.

Não faz muito tempo, o Sr. Shipping, na Câmara dos Comuns, começou seu discurso com estas palavras: "A majestade do povo inglês seria ferida, etc."

A singularidade da expressão causou enorme hilaridade; mas, sem desconcertar-se, ele repetiu as palavras num tom firme, e já ninguém mais riu.

Confesso não ver nada de comum entre a majestad lo povo inglês e a do povo romano, e menos ainda entre os dois governos. Há um Senado em Londres, alguns membros do qual são suspeitos, embora sem justa razão, naturalmente, de vender os votos na ocasião oportuna, como se fazia em Roma: eis aí toda a semelhança.

CARTA XII de VOLTAIRE – Sobre o chanceler Bacon

CARTA XII de VOLTAIRE (Cartas Filosóficas)

Sobre o chanceler Bacon 5

Não há muito tempo, agitava-se numa sociedade célebre, esta questão velha e frívola: qual seria o maior homem, entre César, Alexandre, Tamerlão, Cromwell, etc?

Alguém respondeu que era, sem contestação alguma, Isaac Newton 6. Esse alguém tinha toda razão, pois se a verdadeira grandeza consiste em haver recebido do céu um génio poderoso e dele servir-se para elucidar a si mesmo e aos outros, um homem do porte de Newton, tal como só encontramos em dez séculos, é verdadeiramente o grande homem; e esses políticos, esses conquistadores que não têm faltado a nenhum século não passam, em geral, de ilustres malfeitores. É ao que domina os espíritos pela força da verdade, e não aos que fazem escravos pela violência; ao que conhece o universo, e não aos que o desfiguram, que devemos o nosso respeito. £ como me exigis que vos fale dos homens célebres da Inglaterra, começarei pelos Bacon, os Locke, os Newton, etc. Os generais e os ministros virão depois.

O CAVALEIRO VERDE – Contos e Lendas Medievais

Inglaterra

O CAVALEIRO VERDE

Este célebre conto, contemporâneo dos romances de Cavalaria, e passado na Corte do Rei Artur, tem sido, segundo Schröer, autor de uma História da Literatura Inglesa, considerado "uma pérola da literatura romântica medieval, pois, embora a questão das fontes e dos possíveis modelos ainda sejam problemas sem solução detalhada, não há dúvida alguma quanto ao valor artístico da sua estruturação, de seus motivos, e das descrições tão cheias de vida. É poema que ainda hoje pode ser lido e relido, sem que o interesse do leitor diminua."

Nas antologias do conto inglês este trabalho aparece sob a indicação de Tradicional.

QUANDO Artur era rei da Bretanha e assim reinava, aconteceu, em certa estação invernosa, que êle realizasse em Camelot sua festa de Natal, com todos os Cavaleiros da Távola Redonda, durante quinze dias completos. Tudo era alegria, então, nos vestíbulos e nos aposentos, e quando chegou o Novo Ano foi recebido com grande regozijo. Ricos presentes foram dados, e muitos fidalgos e fidalgas tomaram lugar à mesa, onde a Rainha Guinever sentava–se ao lado do rei, e ninguém jamais vira senhora tão formosa diante de si. Mas o Rei Artur não quería comer nem sentar-se por muito tempo, enquanto não tivesse testemunhado alguma aventura prodigiosa. A primeira iguaria foi servida sob o soar das trombetas, e diante de cada hóspede colocaram doze pratos e vinho brilhante, para que de nada carecessem.

Doutrina filosófica de Francisco Bacon – História da Filosofia Moderna

francis bacon

Pe. Leonel Franca – Noções de Filosofia (1918) ARTIGO II – FRANCISCO BACON (1561-1626) 112. VIDA Ε OBRAS — Natural de Londres, F. Bacon dedicou–se cedo ao estudo da jurisprudência e subiu pelos degraus da política até o cargo de Chanceler do Reino, agraciado por Jaime I com os títulos de Barão de Verulamo e … Ler maisDoutrina filosófica de Francisco Bacon – História da Filosofia Moderna

História da Inglaterra no século XVI

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

História Universal de Césare Cantu

CAPÍTULO XXV A Inglaterra

O primeiro dos Tudors, o avaro e severo Henrique VII, que tinha adquirido à Inglaterra a tranqüilidade externa à custa da dignidade nacional, o sossego no interior pelo despotismo, por suas extorsões e pela humilhação da aristocracia, que as Guerras das Duas Rosas tinham dizimado, deixou o reino a seu filho sem experiência alguma dos negócios, com um tesouro de um milhão e oitocentas mil libras esterlinas. Na idade de dezoito anos, ativo, estudioso e excessivamente ávido de prazeres. Henrique VIII, mais versado na escolástica e na teologia do que convinha a um príncipe, começou o seu reinado com esplendor, com festas, torneios, cavalhadas, excitando com seu exemplo os senhores a aparecerem com suas riquezas enterradas, compondo música e punindo os concussio-nários; êle adquiriu assim a popularidade.

A Arte na Europa no Século XVIII – História da Arte

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Preponderâcia francesa   O papel de mestra das artes que aItália assumira havia dois séculos,passa de facto, durante o século xviii, para a França. A mudança opera-se de maneira mais prática do que teórica. Porque esta França tão imitada não cessa de enviar os seus artistas à Academia fundada por Colbert em Roma e de venerar os gigantes da Renascença. É certo que se não abstém de criticar os seus sucessores e particularmente esse espírito barroco cujos êxitos, entre nós, foram sempre passageiros e se limitaram a actividades menores, como a ourivesaria ou o mobiliário, não sem incorrer aliás nas condenações severas de muitos artistas.

A psicologia evolutiva

maravilhas das antigas civizações


Uma das grandes dificuldades apontada por diversos autores na psicologia é a construção de uma história desta ciência. A maneira mais simples consiste em descrevê-la em uma seqüência cronologicamente ordenada – porém não logicamente correta – no que se refere à análise dos problemas e tentativas de soluções. A perspectiva mais coerente focaria as questões isoladas, seguida das análises lógica e cronologicamente ordenadas das soluções que lhe foram propostas.

Resumo de Episódios da História dos Estados Unidos

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Romance da América

Henry Thomas

Episódios emocionantes das guerras francesa e indiana

EM 1754, lutavam franceses e ingleses pela posse do vale de Ohio. Eduardo Braddock assumira o comando das forças inglesas na América. Inglês autêntico, exagerava a importância da disciplina e o estilo europeu de combates em massa. Menosprezava as tropas indígenas e coloniais. Era assomadiço, obstinado e impiamente ofensivo para com os rudes pioneiros que tentavam aconselhá-lo.

EMPIRISMO E RACIONALISMO


Desde as origens da filosofia o problema do conhecimento sempre ocupou a maioria dos filósofos. O tema já era tratado pelos pensadores pré-socráticos, os quais, dada a maneira como abordavam o assunto, se dividiam entre racionalistas e empiristas. O racionalismo e o empirismo representam visões opostas na maneira de explicar como o homem adquire conhecimentos. A classificação em correntes de pensamento, evidentemente, foi realizada pelos pensadores posteriores, já que nem os gregos ou os medievais tinham clara a separação entre as duas tendências. Parmênides (cerca de 530



a.C. -460 a.C.) e os pitagóricos (século VI a.C.) concordam que além do conhecimento empírico existe também o racional, e é somente este último que efetivamente tem valor absoluto. Por outro lado, os sofistas Protágoras (480 a.C. -410 a.C.) e Górgias (480 a.C.375 a.C.) reconhecem somente o conhecimento sensível. Assim, como sabiam que as experiências eram falhas e que não eram as mesmas para todo e qualquer indivíduo, os sofistas concluíram pela rel

AS HIPÓTESES FUNDAMENTAIS DA SOCIOLOGIA

Introdução a Sociologia – PRIMEIRA PARTE OS PROBLEMAS SOCIOLÓGICOS Capítulo I

Professor A. Cuvillier (1939).

 

Capítulo VI AS HIPÓTESES FUNDAMENTAIS DA SOCIOLOGIA

A sociologia não é uma filosofia da história: não supõe uma explicação unilateral dos fenômenos sociais, mas, pelo contrário e como já dissemos, o sentido das interferências e das interações múltiplas cuja reunião forma a vida social. Se, contudo, não quisermos cair num círculo vicioso, que consistiria em explicar os fenômenos sociais sucessivamente uns pelos outros, essas ações recíprocas supõem, necessariamente, uma ação primordial, ou, como dizia Durkheim, um "substrato" fundamental. A sociologia necessita, portanto, como sucede com todas as outras ciências, de uma hipótese diretriz, de uma hipótese de trabalho, incidindo aqui sobre a natureza desse substrato.

I. —O "substrato" biológico

Será esse "substrato" de ordem biológica? E será a sociologia, neste sentido, um apêndice das ciências naturais? Esta interpretação pode apresentar-se — fora das vagas analogias do organicismo, de que já tratamos — sob duas formas principais.

1. O fator racial: a antropossociologia. — A primeira é a teoria da raça ou antropossociologia, a qual, como veremos adiante, é muito antiga. Mas é sabido que, na sua forma atual, ela tem, sobretudo, por origem um livro de Arthur de Gobineau, Essai sur l’inégalité des races humaines (1853-1855). Desenvolveu-se em França, nos fins do século passado, graças aos trabalhos de Vacher de Lapouge. A própria revista L’Année Sociologique, nos seus três primeiros volumes, julgou dever, ainda que com prudentes reservas acerca, do fundo da doutrina, consagrar uma rubrica à antropossociologia.

Resumo de História do Brasil – O Segundo Reinado

Marechal deodoro da fonseca

História do Brasil – SEGUNDO REINADO.

Política Interna e Externa

Prof. Brasil Bandecchi, 1970

"É nesse ambiente conturbado que D. Pedro sobe os degraus do trono.

E logo, como que tocada por alguma vara de condão, a política do Império começa a se aplacar.

É verdade que ainda restava a liquidação das guerras dos Balaios e dos Farrapos. Mas a primeira estava nos últimos arrancos e a segunda mostrava, inequivocamente, o declínio das forças rebeldes.

Além destas duas heranças da época regencial, D. Pedro II, no decênio de consolidação da ordem, de 1840 a 1850, tem que haver-se apenas com dois movimentos sérios: a Revolução Liberal mineiro-paulista de 1842 e a Revolução Praieira, de 1848, em Pernambuco.

Foram ambos movimentos deflagrados pelos liberais, sendo o de 42, de caráter exclusivamente político, enquanto o de 48, em virtude de circunstâncias especiais da economia pernambucana, tomava matiz de uma luta social. Nabuco, com a habitual largueza de vistas, já tinha chamado à insurreição da Praia mais que um movimento político, um movimento social. Mas a presença do Imperador no trono já se fazia sentir."1

O IMPÉRIO – PRIMEIRO REINADO e PERÍODO REGENCIAL.

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

O IMPÉRIO. PRIMEIRO REINADO.

Reconhecimento da Independência

Proclamada a Independência e estando o Brasil com suas finanças arruinadas e política agitada, teve o Imperador que enfrentar não poucas dificuldades para pôr ordem no estado de coisas reinante.

Ao mesmo tempo, na política internacional deveria dar o primeiro e decisivo passo que consistia no reconhecimento de sua independência pelas outras nações e, principalmente, por Portugal.

Na Inglaterra, como encarregado dos negócios brasileiros, mesmo antes da separação, encontrava-se Felisberto Caldeira Brant Pontes, futuro marquês de Barbacena, que gozava de boa e firme reputação naquele país.

Regência Trina Interina, Regência Trina Permanente, Regência Una, Abdicação de D. Pedro I, Código Penal, Constituição de 1824, Fundação dos Cursos Jurídicos, Reconhecimento da Independência

O ROMANCE DA LITERATURA AMERICANA – História da Literatura nos EUA

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Curiosidades da literatura americana

SABEIS que foi a um autor americano que Shakes-peare pediu emprestada sua descrição das cenas tempestuosas de A Tempestade? Esse autor foi Guilherme Strachey, que escreveu magnífica história de uma tempestade em que naufragou seu navio, numa viagem à Virgínia, em 1609.

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Eis aqui curioso incidente, que encontrámos num livro americano dos começos do período colonial: "Uma mulher da colônia da Baía de Massachusetts tinha uma taramela na língua, como punição por haver falado mal dos mais velhos".

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O primeiro poema produzido na América, Nova An-glia (1625), por Guilherme Morrell, foi escrito, não em inglês, mas em latim !

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A maior obra literária de Benjamin Franklin, sua Autobiografia, foi escrita simplesmente para ser lida por seu filho e não para ser publicada. Não foi publicada em sua forma original senão um século depois.

Um dos primeiros poetas americanos foi uma jovem escrava negra, nascida na África. Seu nome era Filis Wheatley,

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A Idade de Razão, de Thomas Paine, foi considerado um livro ateu. O certo é que nada disso é verdade. Escreveu esse livro como um argumento contra o ateísmo e a favor da religião. Eis o que o próprio Paine tem para dizer sobre o assunto {A Idade de Razão, p. 2) : Creio em… Deus.. . e espero a felicidade na outra vida. Creio na igualdade dos homens, e creio que os deveres religiosos consistem em fazer justiça, amar o perdão e tentar tornar felizes todos os nossos semelhantes."

AS SOLENIDADES DA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no BRASIL – Olivera Lima CAPITULO XXVI AS SOLENIDADES DA CORTE Aos poucos fora a corte emigrada refazendo seu ambiente de etiquetas. O desembarque em 1808 tinha sido jubiloso e cordial na sua feição antes popular do que nobre, mas relativamente modesto nas suas galas. Em 1817, porém, já a arquiduquesa Leopoldina … Ler maisAS SOLENIDADES DA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXII O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL Entre as negociações diplomáticas do reinado americano de Dom João VI figura, e avulta entre os seus sucessos notáveis, o casamento do príncipe herdeiro Dom Pedro. Não, entretanto, que fosse difícil nessa parte matrimonial a missão do marquês de Marialva … Ler maisO CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

NO CONGRESSO DE VIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XII– NO CONGRESSO DE VIENA Apesar de ter como principal representante no Congresso de Viena um diplomata do tino de Palmela e da gestão dos seus negócios estrangeiros somente sair das mãos experimentadas de Aguiar para cair nas mãos hábeis de Barca, Portugal, conquanto recebesse todas … Ler maisNO CONGRESSO DE VIENA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

cap. 14 – O Empirismo Inglês – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia Morente
Lições Preliminares

Lição XIV O EMPIRISMO INGLÊS

98. PSICOLOGISMO. — 99. LOCKE. — 100. AS IDÉIAS INATAS. — 101. A ORIGEM DAS IDÉIAS. — 102. ORIGEM PSICOLÓGICA. — 103. SENSAÇÃO E REFLEXÃO.— 104. QUALIDADES PRIMARIAS E SECUNDáRIAS. — 105. BERKELEY. — 106. — IMATERIALISMO. — 107. A REALIDADE COMO VIVÊNCIA. — 108. HUME. — 109. IMPRESSÕES E IDÉIAS. — 110. SUBSTÂNCIA. — 111. O EU. — 112. CAUSALIDADE, — 113. A «CRENÇA» NO MUNDO. — 114. POSITIVISMO METAFÍSICO

Nietzsche – Cartas de 1886

Traduzido da versão em inglês Tabela de conteúdo [esconder] 1 Carta 1 2 Carta 2 3 Carta 3 4 Carta 4 if (window.showTocToggle) { var tocShowText = “mostrar”; var tocHideText = “esconder”; showTocToggle(); } Tradução de Miguel Duclós Carta 1 Sils Maria, 14 de julho, carta a Franz Overbeck Querido amigo, Também teria gostado muito … Ler maisNietzsche – Cartas de 1886