Os dois coleiros – Fábula com moral

Um dia nunra gaiola Foi um coieiro trancado E por huirain. capricho Viu-se assim escravizado. Chorando dizia o triste: “Maldita, maldita sorte! Em lugar da escravidão Antes me desses a morte!” Um outro coleiro, livre De ramo em ramo saltando, Ouvindo queixumes tais, Ia sonoro cantando: “Tenho o ar, flores e frutos, Ameno campo divino, … Ler maisOs dois coleiros – Fábula com moral

Visconde do Rio Branco

Visconde do Rio Branco Não deve faltar neste livro de leitura o nome glorioso do grande estadista que deu o primeiro golpe na escravatura do Bra­sil, que tomou a iniciativa emancipadora, de que a lei de 13 de maio de 1888 foi a derradeira conseqüência. Filho de um negociante português, nasceu José Maria da Silva … Ler maisVisconde do Rio Branco

Colonização do Brasil

Colonização do Brasil O reinado de Dom João III marcou nova era ao Brasil. Mais sagaz do que seu pai, compreendeu a importância da possessão americana: viu a cubiça das nações estrangeiras, tentando esta­belecer-se nas suas férteis plagas, e tratou de assegurar o seu do­mínio à coroa portuguesa. Dividiu-a em capitanias hereditárias e, como recompensa … Ler maisColonização do Brasil

São Sebastião do Rio de Janeiro – A cidade desde sua fundação

são sebastião do rio de janeiro

São Sebastião do Rio de Janeiro Tomé de Sousa, primeiro governador geral do Brasil, tendo resolvido percorrer as capitanias, em que se achava dividida a colônia, partiu em companhia do jesuíta Padre Nóbrega, com uma nau e duas caravelas, sob o comando de Pero de Góis, e, entrando de passagem no pôrto do Rio de … Ler maisSão Sebastião do Rio de Janeiro – A cidade desde sua fundação

O mundo do trabalho na América portuguesa

As ilhas foram um dos primeiros pontos de ocupação decorrentes da expansão ultramarina portuguesa, já no século XIV. Os arquipélagos de Açores e Madeira foram usados para o plantio da cana-de-açucar, e a produção ajudou a desestabilizar o monopólio que os comerciantes venezianos exerciam, além da pequena produção na ilha de Sicília. Nessa época, e … Ler maisO mundo do trabalho na América portuguesa

Fuga dos escravos no Oceano Índico

“Respostas escravas no Oceano Índico” Sobre o texto: Flight to Freedom: Escape from Slavery among Bonded Africans in the Indian Ocean world, c.1750–1962, de EDWARD A.ALPERS Miguel Duclos Começamos com uma breve apresentação do autor traduzida e adaptada da sua página na Universidade da Califórnia (UCLA). A Alpers recebeu seu PhD pela escola de Estudos … Ler maisFuga dos escravos no Oceano Índico

REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA

Oliveira Lima REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 Discurso Oficial Exmo. Sr. Governador do Estado, Minhas Senhoras, Senhores: Celebrando festivamente o primeiro centenário da revolução de 1817, o EstadAde Pernambuco e os Estados vizinhos em direção ao norte, porwide ela se propagou, a saber, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, perdendo de intensidade à medida que … Ler maisREVOLUÇÃO PERNAMBUCANA

O ATUAL PAPEL DO INSTITUTO HISTÓRICO

Oliveira Lima O ATUAL PAPEL DO INSTITUTO HISTÓRICO Exmo. Sr. Presidente: Estimo sobremodo que circunstâncias aliás alheias à minha vontade me tenham demorado no Rio de Janeiro a ponto de alcançar a reabertura das sessões do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, a fim de poder pessoalmente apresentar pela primeira vez minhas saudações a V. Exa. … Ler maisO ATUAL PAPEL DO INSTITUTO HISTÓRICO

UM DISCURSO BELICOSO

Oliveira Lima UM DISCURSO BELICOSO I Não admira que tendo sido por longo tempo Secretário da Guerra, sob um presidente tão militarista quanto o Sr. Teodoro Roosevelt, o Sr. Elihu Root abrisse a campanha presidencial com um discurso tão belicoso como o que acaba de pronunciar contra a atual administração na convenção republicana do Estado … Ler maisUM DISCURSO BELICOSO

NICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) Capítulo V – PRIMEIRO IMPÉRIO — ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE (continuação) NICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO Nasceu em Valporto, termo da cidade de … Ler maisNICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO

MARTIM FRANCISCO RIBEIRO DE ANDRADA (1.°)

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) Capítulo V – PRIMEIRO IMPÉRIO — ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE (continuação) MARTIM FRANCISCO RIBEIRO DE ANDRADA (1.°) Nasceu em Santos (província de S. … Ler maisMARTIM FRANCISCO RIBEIRO DE ANDRADA (1.°)

JOSÉ CLEMENTE PEREIRA

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3. LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936) CAPÍTULO IV (continuação) JOSÉ CLEMENTE PEREIRA Nasceu na Vila do Castelo do Mendo, comarca de Trancoso, em Portugal, a 17 de … Ler maisJOSÉ CLEMENTE PEREIRA

Fautores da Independência: VELOSO DE OLIVEIRA e RODRIGUES DA COSTA

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7. História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.  LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica) Artur Mota ( Arthur Motta) (1879 – 1936) CAPÍTULO IV (continuação) OUTROS FAUTORES DA INDEPENDÊNCIA ANTONIO RODRIGUES VELOSO DE OLIVEIRA Nasceu na província de S. Paulo, depois de … Ler maisFautores da Independência: VELOSO DE OLIVEIRA e RODRIGUES DA COSTA

JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA – O PATRIARCA DA INDEPENDÊNCIA

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7.

História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.

 LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica)

Artur Mota ( Arthur Motta) (1879 – 1936)

CAPÍTULO III

O PATRIARCA DA INDEPENDENCIA

JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA

Nasceu na cidade de Santos (S. Paulo), em uma casa da Rua Direita, a 13 de junho de 1763, e faleceu a 6 de abril de 1838, em Niterói. Era filho de Bonifácio José Ribeiro de Andrada e D. Maria Bárbara da Silva. O seu nome de batismo era José Antonio, por haver nascido no dia de Santo Antonio. Mas substituiu o cognome por Bonifácio, antes de completar 13 anos de idade. Jazem os seus restos mortais em Santos, no Panteão adrede construído em homenagem à sua memória, como também foi erguido, na Praça Marechal Deodoro, o monumento aos três Andradas, por ocasião do centenário da nossa Independência.

Na cidade do Rio de Janeiro, quase no centro do Largo de S. Francisco de Paula, a praça dos comícios, erigiu-se a sua estátua de bronze.

 

NOTÍCIA BIOGRÁFICA E SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO CRÍTICO

Variam as maneiras de se apreciar um homem pelos seus atos e suas obras: ou determinam-se-lhe os valores pelo exame da fase em que atuou, e do meio em que viveu, ou tem-se unicamente em vista a sua existência através da sua ação, como personagem dos acontecimentos em que se desenvolveu sua atividade e como autor de obras mentais, ou, finalmente, como reflexo de sua produção, isto é, deduzindo-lhe o valor, fixando-lhe a psicologia, pelo exame intrínseco dos atestados de sua mentalidade. Na primeira função de julgar,intervindo a conexão empírica de causa a efeito, aparece a critica histórica como elemento fundamental. É o senso histórico que prevalece, como sucedeu desde a mais remota Antiguidade, a partir de Heródoto ou mesmo de historiadores mais antigos, porém menos conhecidos.

(1) A bibliografia serve aos capítulos I e II, indistintamente.

 

ESPÉCIE ELEGÍACA – Poesia lusitana

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL   LIÇÃO VIII ESPÉCIE ELEGÍACA Esta espécie do gênero lírico, destinada aos sentimentos de dor e melancolia, foi cultivada em todos os tempos pelos maiores engenhos. Admiramos na Bíblia o Livro de Jó, sublime hino da mais sublime resignação, choramos com Si-môn:des, acompanhamos Ovídio a … Ler maisESPÉCIE ELEGÍACA – Poesia lusitana

ORIGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876) CURSO DE LITERATURA NACIONAL ………………Fungar vice colis, acutum Reddere quae ferrum valet, exors ipsa secondi Horat., ad Pisones, vrs. 304-305. Por contente me dou, fazendo as vezes De pedra d’amolar, que em si não tendo Virtude de cortar, dá corte ao ferro. Tradução de Cândido Lusitano LIÇÃO I ORIGEM … Ler maisORIGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA

O PREPARO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL – Artur Mota

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7.

História da Literatura Brasileira
TOMO I. vol 3.

 

Artur Mota ( Arthur Motta) (1879 – 1936)

CAPÍTULO I

O PREPARO DA INDEPENDÊNCIA

Afigura-se a quem lê as páginas da história do Brasil, que a proclamação da independência da colônia lusitana na América tivesse sido uma conseqüência exclusiva dos erros políticos e econômicos de vários governos de Portugal, principalmente no reinado de D. João VI. Acode-nos à mente, quando acompanhamos as explicações e o exame das causas do fenômeno social que determinou a emancipação do nosso país, a imagem de um fruto amadurecido em uma árvore anosa, comprometida por várias lesões, provenientes de vícios de constituição orgânica e devidas a acidentes de natureza extrínseca. Sobreveio uma rajada impetuosa e o fruto tombou, porque apresentava maturidade perfeita, a árvore estava comprometida por uma moléstia qualquer e o esforço externo precipitou-lhe a queda.

A cabeça decepada de Tiradentes em Vila Rica – Inconfidência Mineira

UMA CABEÇA HISTÓRICA Era pelos fins do século XVIII, em mil setecentos e oitenta e tantos. A capital de Minas, nesse tempo, com justa razão, tinha o nome de Vila Rica. Era opulenta e populosa como poucas cidades do Brasil. Os governadores e fidalgos rodavam em ricas carruagens tiradas por possantes mulas ao longo dessas … Ler maisA cabeça decepada de Tiradentes em Vila Rica – Inconfidência Mineira

História da colonização do Centro Oeste e Norte do Brasil até o século XIX

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931.

TOMO II

CAPÍTULO XI

A capitania geral de São Paulo (continuação)

Os dois mais novos Estados filiais de São Paulo, que o rio Paraná separa do Estado paterno, as províncias de Goiás e Mato Grosso (com a sua vizinha do Norte, o Alto Amazonas, e parte do Pará) constituem para o Brasil aquela parte a que na América do Norte se costuma chamar o "longínquo Oeste"; acham-se ainda quase inteiramente no seu estado primitivo natural e no mais baixo grau de cultura das regiões do interior; e, portanto, por maior que seja o seu interesse para o naturalista, pouco material oferecem para o historiador, pois até hoje aqui não há desenvolvimento histórico.

A perseguição aos índios nos primórdios de São Paulo – História do Brasil

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891) História do Brasil Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931. TOMO II CAPÍTULO XI A capitania geral de São Paulo   A parte nordeste da antiga capitania geral, a atual província de São Paulo, prende a nossa atenção no mais alto … Ler maisA perseguição aos índios nos primórdios de São Paulo – História do Brasil

História e Colonização de Santa Catarina

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891) História do Brasil Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IHGB) Publicador pelo MEC, primeiro lançamento em 1931. TOMO II CAPÍTULO X A capitania geral do Rio de Janeiro (continuação) * * * Passamos agora para as duas dependências da antiga capitania do Rio de Janeiro, as duas províncias … Ler maisHistória e Colonização de Santa Catarina

Cartas Filosóficas de Voltaire – Parlamento Inglês

Sobre o Parlamento

OS membros do Parlamento na Inglaterra gostam de comparar-se, tanto quanto lhes é possível, com os antigos romanos.

Não faz muito tempo, o Sr. Shipping, na Câmara dos Comuns, começou seu discurso com estas palavras: "A majestade do povo inglês seria ferida, etc."

A singularidade da expressão causou enorme hilaridade; mas, sem desconcertar-se, ele repetiu as palavras num tom firme, e já ninguém mais riu.

Confesso não ver nada de comum entre a majestad lo povo inglês e a do povo romano, e menos ainda entre os dois governos. Há um Senado em Londres, alguns membros do qual são suspeitos, embora sem justa razão, naturalmente, de vender os votos na ocasião oportuna, como se fazia em Roma: eis aí toda a semelhança.

O PLANALTO: DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CAFEEIRA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS. A ARISTOCRACIA DO CAFÉ. IMIGRAÇÃO.

Marechal deodoro da fonseca

O PLANALTO (CONTINUAÇÃO): DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CAFEEIRA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS. A ARISTOCRACIA DO CAFÉ. IMIGRAÇÃO. Professor Brasil Bandecchi – 1970. Julgamos necessário, e mesmo indispensável, que antes de falarmos do café no Planalto, se diga alguma coisa sobre sua introdução no Brasil e sua cultura, no Rio de Janeiro. A maior consagração oficial que o … Ler maisO PLANALTO: DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CAFEEIRA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS. A ARISTOCRACIA DO CAFÉ. IMIGRAÇÃO.

Nícias – ebook das vidas paralelas de Plutarco

Arte etrusca
  • Crítica do historiador Timeu.
  • II. Plano que Plutarco se propôs nesta narração.
  • III. Caráter de Nícias; como êle alcança reputação
  • IV. Magnificência e liberalidade de Nícias.
  • V. Êle liberta um dos seus escravos.
  • VI. Êle leva pomposamente a Delos o coro enviado pela cidade de Atenas, e faz grandes presentes a Apolo.
  • VII. Nícias supersticioso e tímido.
  • VIII. Política de Nícias, para garantir-se contra os sicofantas.
  • IX. Como era êle secundado por um tal Hiéron.
  • X. Nícias não se acha comprometido em nenhum dos reveses que a cidade de Atenas sofre.
  • XI. Diversos êxitos de Nícias.
  • XII. Censura que Cleon lhe faz ã respeito da ilha Esfactéria.
  • XIII. Cleon é nomeado general, para esta expedição, e realiza-a com felicidade.
  • XIV. Gracejos contra Nícias, a tal respeito.
  • XV. Nícias intervém para restabelecer a paz entre Atenas e Lacedemônia.
  • XVI. Honra que esta paz produz a Nícias.
  • XVII. Êle induz os atenienses e os lacedemô-nios a incluir entre os artigos da paz, uma liga ofensiva e defensiva.
  • XVIII. Manejos de Alcibíades para romper a paz.
  • XIX. Nícias vai à Lacedemônia, sem resultado. A guerra recomeça.
  • XX. Tribulações de Nícias e de Alcibíades quanto ao ostracismo.
  • XXI. Eles se unem, e fazem banir Hipérbolo.
  • XXII. Inúteis esforços de Nícias contra o decreto da expedição de Sicília. Êle é nomeado general com Alcibíades e Lâmaco.
  • XXIII. Diversos presságios que não demovem os atenienses do seu propósito.
  • XXIV. Metão e Sócrates conjeturam as funestas conseqüências desta empresa.
  • XXV. Fraqueza displicente de Nícias após haver recebido o comando.
  • XXVI. Os atenienses dispõem-se em combate diante do porto de Siracusa.
  • XXVII. Nícias cai em desprezo pelo modo por que conduz as operações da guerra.
  • XXVIII. Falso aviso com que Nícias engana os siracusanos.
  • XXIX. Êle se apodera do porto de Siracusa.
  • XXX. Vagareza de Nícias. Êle passa o inverno em Naxe.
  • XXXI. Êle cerca quase toda Siracusa.
  • XXXII. Lâmaco é morto.
  • XXXIII. Gilipo chega à Sicília.
  • XXXIV. Êle é recebido em Siracusa.
  • XXXV. Gilipo bate os atenienses.
  • XXXVI. Nícias bate a frota aos sivacusanos.
  • XXXVII. Estes tornam a apresentar-se ao combate.
  • XXXVIII. Os atenienses são derrotados. Demóstenes chega com uma nova frota.
  • XXXIX. Derrota sofrida por Demóstenes.
  • XL. Êle aconselha a retirada. Nícias opõe-se.
  • XLI. Nícias toma o partido da retirada.
  • XLII. Reflexões sobre o eclipse da lua que sobrevêm na ocasião.
  • XLIII. Êle impede a partida de Nícias.
  • XLIV. Ele dispõe-se ao combate.
  • XLV. Êle é derrotado.
  • XLVI. Ardil de Hermócrates, para impedir a partida de Nícias durante a noite.
  • XLVII. Os siracusanos apoderam-se de todas as passagens.
  • XLVIII. Constância e firmeza de Nícias. Demóstenes é apanhado.
  • XLIX. Nícias fica reduzido ao extremo.
  • L. Ele se entrega.
  • LI. Os siracusanos fazem Nícias e Demóstenes perecer.
  • LII. Muitos prisioneiros atenienses devem sua salvação aos versos de Eurípides, muito apreciados pelos sicilianos.
  • LIII. Como a notícia deste acontecimento foi levada a Atenas.

COMPARAÇÃO DE DION COM BRUTO

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Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO DE DION COM BRUTO Comparemos agora estes dois personagens; é certo que tendo ambos tido grandes alternativas e esta, por primeiro, que, de bem pouco que eram, ambos se tornaram muito grandes; mas, deve-se um louvor próprio e singular a Dion, porque não teve o concurso nem auxílio alheio para … Ler maisCOMPARAÇÃO DE DION COM BRUTO

CIPIÃO, O AFRICANO | Plutarco – Vidas Paralelas

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Ebook online com o capítulo com a vida e a história de Públio Cornélio Cipião Africano, dito o Velho (em latim Publius Cornelius Scipio Africanus abrev. P·CORNELIVS·P·F·L·N·SCIPIO·AFRICANVS¹, 236 a.C. – 183 a.C.) por Plutarco em suas Vidas Paralelas.

SUMÁRIO DA VIDA DE CIPIÃO, O AFRICANO

  • Sobre a família de Cipião.
  • II. Grandes exemplos de virtude que Cipião dá na sua juventude.
  • III. Ê nomeado procônsul na Espanha.
  • IV. Elogio de Cipião.
  • V. Primeiros feitos de Cipião, a sua chegada na Espanha.
  • VI. Cerca e toma Cartagena.
  • VII. Continência de Cipião.
  • VIII. Derrota a Asdrúbal.
  • IX. Tomada de Aurinx.
  • X. Cipião vence o outro Asdrúbal e Magon.
  • XI. Vai à África onde faz aliança com Sífax.
  • XII. Perturbações causadas por uma enfermidade de Cipião.
  • XIII. Como êle castiga os chefes de uma rebelião suscitada entre os soldados.
  • XIV. Derrota Man dônio e Indibile.
  • XV. Entrevista e aliança entre Cipião e Massi nissa.
  • XVI. Cipião volta a Roma.
  • XVII. É nomeado cônsul.
  • XVIII. Passa para a Sicilia.
  • XIX. Como conquista o coração dos sicilianos.
  • XX. O negócio de Plemínio.
  • XXI. O senado manda uma comissão para examinar o proceder de Cipião.
  • XXII. Embaixadores de Sífax a Cipião.
  • XXIII. Passa para a Africa.
  • XXIV. Obtém uma vitória contra Hanno.
  • XXV. Como Cipião vem a saber das condições do acampamento de Sífax e de Asdrúbal.
  • XXVI. Derrota a ambos, completamente.
  • XXVII. Nova vitória de Cipião.
  • XXVIII. Sífax é ainda vencido e feito prisioneiro.
  • XXIX. Massinissa casa-se com Sofonisba e manda-lhe veneno.
  • XXX. Aníbal volta à Africa. XXXI. É vencido em Zama por Cipião.
  • XXXII. Cipião concede a paz aos cartagineses.
  • XXXIII. Triunfo de Cipião.
  • XXXIV. Cipião nomeado continuamente príncipe do senado.
  • XXXV. Cipião faz tocar a seu irmão Lúcio a província da Asia, oferecendo-se paru ser seu legado.
  • XXXVI. Elogio da piedade fraterna e filial dl Cipião.
  • XXXVII. Antíoco restitui a Cipião, seu filho que tinha sido feito prisioneiro.
  • XXXVIII. Antíoco dá combate aos romanos
  • XXXIX. Condições com as quais Cipião concede a paz.
  • XL. Cipião chega ao auge das honras.
  • XLI. Acusado por dois tribunos do povo; como êle se defende.
  • XLII. Retira-se para Linterno.
  • XLIII Filhos de Cipião.
  • XLIV. Morte de Cipião.
  • XLV. Seu elogio.

Desde o ano 520, mais ou menos, até o 571 de Roma, antes de Cristo, ano 183. Comparação entre Aníbal e Cipião.

Bio-bibliografia de CASTRO ALVES com poema O Livro e a América

ANTÔNIO DE CASTRO ALVES (Bahia, 1847-1871) estudou o
Direito primeiro em Pernambuco e depois em São Paulo. Exerceu grande
influência sobre o espírito da mocidade acadêmica do seu tempo, fazendo
sempre vibrar a nota livre e generosa em todas as questões; assim foi
um dos mais pronunciados abolicionistas, ainda antes que do abolicionismo
se fizesse o lema de um grupo de ação. Padecem muitos de seus versos
da ênfase peculiar à chamada escola condoreira, que, partindo da imitaçãoi
hugoana, decaiu em puro gongorismo; porém a muitas de suas composiI
ções não se podem recusar sentimento e levantados voos líricos. A me
lhor edição de suas obras, publicada em 2 vols. em 1921, e comemorativa
do cinqüentenário da morte do poeta, devêmo-la ao ilustre acadêmico
Afrânio Peixoto, que a prefaciou e anotou, apondo-lhe preciosa e com
pleta bibliografia.

O Livro e a América

Talhado para as grandezas,
Pra crescer, criar, subir,

Os Gracos – Biografia de TIBÉRIO Graco e CAIO GRACO, por Plutarco

mapa roma itália

Autor: Plutarco

BIOGRAFIA TIBÉRIO E CAIO GRACO

Parte das Vidas Paralelas de Plutarco de Queronéia.

Desde o ano 591 até o ano 633 dc Roma, antes de J. C. ano 121.

VII. Serve na qualidade de questor, sob o cônsul Caio Mancino, contra os numantinos.

VIII. Paz com eles um tratado que salva o exército romano.

IX. Juízo do povo a respeito de Mancino e Tibério, relativamente a este tratado.

X. Do uso de se entregar aos cidadãos romanos pobres as terras dos inimigos vencidos, reunidas ao império. Como os ricos conseguiram fazê-los desistir disso.

XI. Tibério procura entregar essas terras aos cidadãos pobres.

XII. Sabedoria dessa lei.

XIII. Discurso com o qual a apoia.

XIV. O tribuno Otávio opõe-se à lei de Tibério.

XV. Tibério propõe uma nova lei, para obrigar a todos os que possuíam mais terras do que as antigas leis permitiam, a deixá-las.

XVI. Outra lei de Tibério que suspendia todos os magistrados de suas funções, até que a sua lei fosse aprovada ou rejeitada.

XVII. Paz depor Otávio do tribunado.

XVIII. A lei de Tibério para a redução das terras é aceita.

XIX. Êle põe sua mulher e seus filhos sob a proteção do povo.

XX. Propõe uma nova lei para ordenar a divisão entre os cidadãos pobres do dinheiro que provinha da venda da herança de Átalo.

XXI. Questão embaraçosa que lhe move Tito Ânio.

XXII. Discurso de Tibério para justificar a deposição de Otávio.

XXIII. Outras leis propostas por Tibério.

XXIV. Presságios funestos para Tibério.

XXV. Blossio o encoraja.

XXVI. Fúlvio Placo vem avisá-lo de que no Senado se havia tomado a deliberação de matá-lo.

XXVII. Nasica sai do Senado para ir matar Tibério.

XXVIII. Morte de Tibério.

XXIX. Seu corpo é lançado no Tibre.

XXX. Nasica é obrigado a sair de Roma: morre em Pér-gamo.

XXXI. Ressentimento do povo contra Cipião, o Africano.

XXXII. Vida retirada de Caio depois da morte de seu irmão.

XXXIII. Como Caio é induzido a caminhar nas pegadas de seu irmão.

XXXIV. Induz as cidades da Sardenha a fornecer vestuário aos soldados romanos.

XXXV. Volta a Roma e justifica-se da acusação intentada contra èle por causa de sua volta.

XXXVI. É nomeado tribuno.

XXXVII. Primeiras leis propostas por Caio.

XXXVIII. Várias outras leis propostas por Caio.

XXXIX. Propostas sábias e úteis feitas por Caio ao Senado.

XL. Como êle faz construir grandes estradas.

XLI. É nomeado tribuno pela segunda vez.

XLII. O Senado suscita Lívio Druso para destruir o prestígio de Caio, conquistando o povo por meio de concessões excessivas.

XLIII. Reflexões sobre este proceder do Senado.

XLIV. Caio é nomeado comissário para presidir à restauração de Cartago. Morte de Cipião.

XLV. Presságios funestos. Caio volta a Roma.

XLVI. Perde na opção de um terceiro tribunado.

XLVII. Um litor do cônsul Opímio é morto pelos homens do partido de Caio.

XLVIII. O povo indigna-se pelo interesse que o Senado mostrava tomar pela vingança dessa morte.

XLIX. O povo monta guarda durante a noite em redor da casa de Caio.

L. A mulher de Caio exorta-o a não ir à praça pública.

LI. Morte de Fúlvio.

LII. Morte de Caio Graco.

LIII. Seus corpos são lançados ao rio.

LIV. Opímio morre convencido de se ter vendido a Jugurta.

LV. Honras prestadas pelo povo à memória dos Gracos.


Fonte: Edameris. Plutarco, Vidas dos Homens Ilustres, volume VII. Tradução brasileira de Carlos Chaves com base na versão francesa de de 1616 de Amyot com notas de Brotier, Vauvilliers e Clavier.

Resumo sobre Joaquim Nabuco

Biografia de Joaquim Nabuco

JOAQUIM AURÉLIO NABUCO DE ARAÚJO (Recife, 1849-1910) foi um talento de primeira ordem, que com igual brilho se afirmou na tribuna parlamentar e popular, no panfleto, na crítica literária e na história política.

Deputado em várias legislaturas, assumiu posição saliente na vasta arena a que então o parlamentarismo abria um campo de ação; e notadamente se distinguiu na campanha da abolição do cativeiro.

JOAQUIM MANUEL DE MACEDO

(44) Floresta é vocábulo de etimologia popular. Se bem que oriundo de foreste (por forensis, exterior, e este, de foras), a analogia semântica com flor ou Flora fêz que no português e no castelhano se lhe introduzisse o — l — desses vocábulos, produzindo assim floresta: diferente do que se deu no ital. foresta, no franc. forêt e no ingl. forest. Não são escassos em nossa língua os casos de etimologia falsa, como este. (45) Quase, com — e — melhor escrita do termo latino quasi (are. quage e café). A língua não possuí anoxí-tonos com — i — final. Os poucos que tiveram entrada no léxico podem mudar em — e — o — / — terminativo e dispensar o acento a que ficariam sujeitos; assim: quase, quepe, jure (e não quási, quépi, júri); e as próprias vozes latinas ou gregas em — is — já vão sendo averbadas com a desinência vernácula: bile por bílis, sepse, raque, pelve, pube, licne, cute etc. (46) Torrão é forma alterada de terrão, pedaço de terra; como tostão é dissi-milação do are. teston, ital. testone, de testa, cabeça. (47) Começar — do lat. *cum initiare (raiz) de initium); are. començar. Cfr. o ital. cominciare e o esp. comenzar.