NICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO

Biblioteca Academia Paulista de Letras – volume 7.

História da Literatura Brasileira TOMO I. vol 3.

 LIVRO PRIMEIRO Época de Transformação (século XIX) 2º período (Fase Patriótica)

Artur Mota (Arthur Motta) (1879 – 1936)

Capítulo V – PRIMEIRO IMPÉRIO — ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE (continuação)

NICOLAU PEREIRA DE CAMPOS VERGUEIRO

Nasceu em Valporto, termo da cidade de Bragança, em Portugal, a 20 de dezembro de 1778, e faleceu no Rio de Janeiro a 17 de setembro de 1859.

BIBLIOGRAFIA

1) Memória histórica sobre a fundação da fábrica de ferro de S. João de Ipanema, na província de S. Paulo. Lisboa, 1822, 148 págs. Houve nova edição em Lisboa, no ano de 1858, empreendida pelo bacharel Frederico Augusto Pereira de Morais, sob o título: "Subsídios para a história do Ipanema", sendo a memória e seu apêndice seguidos de um aditamento, contendo mapas e documentos inéditos em 2 volumes.

2) Resposta dada ao Senado, sobre a pronúncia de cabeça de rebelião, contra ele proferida pelo chefe de polícia da província de S. Paulo, J. A. G. de Menezes, no processo de revolta a 17-5-1842. Rio de Janeiro, Tip. Nacional, 1843, 37 páginas.

FONTES PARA O ESTUDO CRÍTICO

A melhor fonte é a obra de Djalma For jaz "Senador Vergueiro", de que só publicou o 1.° volume. Nela são indicadas todas as obras que se ocuparam do benemérito varão.

NOTAS BIOGRÁFICAS

Assim que concluiu o curso de bacharelado em Leis pela Universidade de Coimbra, veio, em 1805, para o Brasil, que se tornou mais tarde sua pátria adotiva. Estabeleceu-se com banca de advogado em S. Paulo, donde se retirou para a fazenda de Ibicaba, (em Limeira), por ele adquirida. Ai instituiu o trabalho livre pelo colono europeu, dando um exemplo que poderia ser adotado na época, para se extinguir a escravidão.

Distinguiu-se como decidido apologista da independência do Brasil, da qual se tornou propagandista. Eleito representante de S. Paulo junto às cortes portuguesas, foi designado como membro da comissão política do Brasil e negou apoio à reforma constitucional, apresentando voto em separado, favorável à emancipação política do Brasil. O seu ato provocou forte reação do parlamento.

Representou a mesma província na Constituinte Brasileira, em 1823, bem como na primeira legislatura. Em 1828 foi eleito senador por Minas Gerais.

Durante o ano de 1832 ocupou a pasta do império e interinamente a da fazenda; em 1847 dirigiu a pasta da justiça. Quando Pedro I abdicou, ele foi escolhido para regência provisória.

Desde 1837 a 1842 lecionou na Faculdade de Direito, em S. Paulo, e foi um dos membros do primeiro governo da sua província adotiva.

A sua individualidade política foi fartamente estudada pelos historiadores brasileiros. Mas quem melhor dele se ocupou foi Djalma

Forjaz, na sua importante obra, de que só apareceu o 1.° volume: "O Senador Vergueiro" (Sua vida e sua época) — 1778-1859. Nessa obra estuda o homem social, o colonizador, o empreendedor e o politico.

Quem lê essa obra, forma juízo perfeito da ação exercida peio senador Vergueiro e dos relevantes serviços por ele prestados ao Brasil.

Embora não tivesse sido propriamente um escritor, o seu nome aqui figura como influente propagandista da nossa emancipação política e pela sua colaboração profícua na primeira organização do nosso país.

O seu vulto pertence à história política do Brasil.

 

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