Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel

Carta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel Meu amigo. — Escrevo-lhe do fundo do estreito vale de Lor- vão, defronte do mosteiro onde repousam as filhas de Sancho I; dêste mosteiro melancólico e mal assombrado, como as montanhas abruptas x) que o rodeiam por todos os lados: escrevo-lhe com o coração apertado de dó … Ler maisCarta de Alexandre Herculano a Antônio Serpa Pimentel

O carteiro – crônica de Latino Coelho

ilustração de carteiro

O carteiro Quando vemos passar junto de nós um homem fardado de ca­saco azul, gola vermelha debruada de ouro, sobraçando um saco de pele, um turbilhão de sentimentos diversos nos acodem 2) à mente. Êste homem de aspecto plácido e gélido é o fiel mensageiro da vida e da morte. Uns o esperam com alvoroço, … Ler maisO carteiro – crônica de Latino Coelho

A vingança de Antoine Wiertz

A vingança de um pintor Há cêrca de trinta anos vivia em Bruxelas o pintor belga Antonio Wiertz *). A originalidade e perfeição dos seus trabalhos haviam-lhe conquistado grande renome e estava em moda o fazer-se retratar por êle. Era um favor êsse, porém, que o pintor não concedia a qualquer, senão àqueles tão somente … Ler maisA vingança de Antoine Wiertz

Carta de Napoleão a Josefina

Carta de Napoleão a Josefina Tradução de Miguel Duclós para o Consciencia.org. (texto-fonte). Nice, le 10 germinal Eu não posso passar um dia sequer sem amá-la, eu não posso passar uma noite sem segurá-la em meus braços. Eu não posso tomar um copo de chá sem amaldiçoar a glória e a ambição que me mantém … Ler maisCarta de Napoleão a Josefina

O ARTIGO DA DEUTSCHE REVUE E O ATAQUE ANÔNIMO DE A IMPRENSA

O ARTIGO DA DEUTSCHE REVUE E O ATAQUE ANÔNIMO DE A IMPRENSA Oliveira Lima 1’ondo de lado o que há de intencionalmente agressivo e deslealmente concertado no longo artigo anônimo saído n’A Imprensa ile 26 de julho e mandado reproduzir nos "a pedidos" do Jornal a\o Comércio de 29, relativo ao meu artigo da Deutsche … Ler maisO ARTIGO DA DEUTSCHE REVUE E O ATAQUE ANÔNIMO DE A IMPRENSA

Autobiografia de Benjamin Franklin – CARTA DE MR. ABEL JAMES, COM NOTAS DA MINHA VIDA

Autobiografia de Benjamin Franklin CARTA DE MR. ABEL JAMES, COM NOTAS DA MINHA VIDA (Recebida em Paris) "Meu caro e honrado amigo: Muitas vezes desejei escrever-te, mas não podia conformar-me com a ideia de que a minha carta pudesse cair nas mãos de ingleses, receoso de que qualquer impressor ou indiscreto publicasse trechos do seu … Ler maisAutobiografia de Benjamin Franklin – CARTA DE MR. ABEL JAMES, COM NOTAS DA MINHA VIDA

CARTA DE BENJAMIN VAUGHAN na Autobiografia de Benjamin Franklin

Autobiografia de Benjamin Franklin CARTA DE BENJAMIN VAUGHAN "Paris, 31 de Janeiro de 1783. "Meu caríssimo senhor: Quando li as suas páginas de notas relativas aos principais incidentes da sua vida, que lhe volveram às mãos graças à remessa do seu amigo "quaker", disse-lhe que lhe escreveria uma carta expondo as razões pelas quais penso … Ler maisCARTA DE BENJAMIN VAUGHAN na Autobiografia de Benjamin Franklin

Firmino Rodrigues Silva e Álvaro Teixeira de Macedo – Literatura Brasileira

Silvio Romero – História da Literatura Brasileira (ebook por capítulos)

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TRANSIÇÃO

POETAS DE TRANSIÇÃO ENTRE CLÁSSICOS E ROMÂNTICOS (continuação)

Firmino Rodrigues Silva (1816-1879). — A literatura do Brasil é em grande parte, na máxima parte, uma colaboração de vadios, ou de infecundos.

Nas páginas de sua história há de figurar sempre e sempre um grande número de sujeitos que deixaram três ou quatro poesias, três ou quatro artigos de prosa, e nada mais.

Entre nós há tal poeta, cujo título de benemerência é uma só poesia. Odorico Mendes é o poeta do Hino à Tarde; Rodrigues Silva é o poeta da nênia Niterói. Como riscar este homem de nossa história literária, se sua produção maitresse é um dos mais saborosos frutos da poesia nacional?

Firmino Rodrigues Silva era fluminense, nasceu no ano de 1816. Estudou Direito em São Paulo, formando-se em 1837. Atirou-se à política, foi jornalista de algum mérito, ainda que inferior a Justiniano da Rocha. Era conservador e acabou senador do Império.

Início do cristianismo na Filosofia dos primeiros padres

Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE III Terceira época – Filosofia patrística (Séc. I — Séc. IX) 48. CRISTIANISMO Ε FILOSOFIA — O advento do Cristianismo divide a história do pensamento, como a história da civilizarão, em duas partes inteiramente distintas. Jesus Cristo não se apresenta ao mundo como um … Ler maisInício do cristianismo na Filosofia dos primeiros padres

ANTÔNIO FELICIANO DE CASTILHO – Vida e Obras

 

ANTÔNIO FELICIANO DE CASTILHO (Lisboa, 1800-1875). Poeta, prosador, historiador, crítico, verdadeiro polígrafo, este eminente vulto das letras portuguesas formou-se em Direito, não obstante a cegueira que o feriu aos seis anos de idade.

Em sua primeira fase clássica escreveu as Cartas de Eco a Narciso, os poemetos da Primavera e o Amor e Melancolia, narrativa íntima; e traduziu as Metamorfoses e os Amores de Ovídio. Pagando tributo ao romantismo, compôs a Noite do Castelo e os Ciúmes do Bardo. Vieram depois os Quadros Históricos, as biografias e estudos que exornam a Biblioteca Clássica, o Tratado de Metrificação e outros muitos opúsculos. Interessando-se pelo ensino popular, dele tratou com paciente esmero. Depois dos sessenta anos, ainda produziu a Chave do Enigma, a tradução dos Fastos ovidianos, o Outono, coleção de poesias originais, a Lírica de Anacreonte e tradução de comédias de Molière e do Fausto de Goethe.

Almeida Garrett – Biografia e obras

JOÃO BATISTA DA SILVA LEITÃO DE ALMEIDA GARRETT, Visconde de Almeida Garrett (Porto, 1799-1854) ainda quando estudante de Direito em Coimbra, já escrevia a tragédia Merope e o poema didático Retrato de Vénus. Serviu como oficial da Secretaria do Reino e, demitido desse emprego por ter publicado o elogio do revolucionário Manuel Fernandes Tomás, emigrou para a Inglaterra duas vezes, primeiro em 1823, voltando em 1826, e depois em 1828, regressando em 1832, com o exército libertador. Em 1837 foi deputado às Cortes constituintes e desde então viveu cumulado de honras, chegando a ministro de Estado e par do Reino.

ESTRANHAS CRENÇAS DO HOMEM ANTIGO

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

LIVRO TERCEIROO LIVRO DAS MARAVILHAS DA RELIGIÃO

Henry Thomas

ESTRANHAS CRENÇAS DO HOMEM ANTIGO

Crença primitiva em fantasmas

A CRENÇA nos fantasmas começou logo que o ho mem principiou a sonhar. Quando um homem sonhava, via certas figuras. Quando despertava, as figuras desapareciam. Que figuras eram essas que vira quando dormia, perguntava ele a si mesmo, e onde estavam elas agora, após seu despertar? E sua mentalidade primitiva achou uma tosca resposta a essa pergunta. Essas "figuras de sonho" eram as almas dos mortos, que o assombravam de noite e que à luz do dia se ocultavam no mundo subterrâneo ou inferno.

Processo da Independência do Brasil

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Transmigração da Família Real e Regência do Príncipe D. João

As idéias dos enciclopedistas1 franceses espalhavam-se pelo mundo, pregando reformas que abalaram a estrutura político-social então vigente.

A convocação dos Estados Gerais por Luís XVI era uma vitória do povo e sua repercussão foi grande o que não impediu a Revolução Francesa e a guilhotina que fêz rolar cabeças de soberanos, nobres e, por fim, dos próprios revolucionários.

Diante da ameaça francesa, o mundo arma-se contra a França e esta sente que terá que enfrentar o mundo. Cessado o período do terror, a velha terra gaulesa não teve o desejado sossego e, por isso, sentiu necessidade de um homem forte, capaz de lhe dar ordem interna e enfrentar a ameaça externa.

Esse homem foi Napoleão Bonaparte.

Não tardou a Europa a sentir o peso dos seus exércitos. Só a Inglaterra, por ser uma ilha e possuir forte esquadra, pôde ficar livre das tropas do corso.

Catilinárias de Cícero – Oração III

mapa roma itália

Os conjurados que Catilina, ao deixar a cidade, tinha deixado em Roma, articulam-se e tentam tratati vas com os embaixadores dos Alóbrogos, que por acaso se encontravam em Roma, para patrocinar a causa dos seus patrícios contra os governadores romanos. Em consequência de delações, afinal, Cícero consegue provas materiais da conjuração. Na noite do 2 de Dezembro manda prender os principais conjurados. Na manhã do dia 3, reúne o Senado e procede ao interrogatório dos presos. O Senado resolve que os imputados continuem em estado de detenção e decreta que o cônsul seja publicamente agradecido pela sua acção em defesa da pátria. Acabada a sessão do Senado, Cícero pronuncia a terceira catilinária, para informar ao povo, reunido no foro, da marcha dos acontecimentos. Diz que nunca Roma correu perigo maior do que acaba de desaparecer, sem recorrer a medidas militares, sem perturbação da cidade, unicamente por diligência dele, que soube defender a pátria ameaçada pelos conjurados. Exorta os romanos a agradecer aos deuses e a continuar na vigilância contra os maus cidadãos.

Exórdio.

VENDO estais, romanos, neste dia a República, a vida de todos vós, os vossos bens e interesses, as vossas mulheres e filhos, e a esta felicíssima e belís-suma benevolência dos deuses para convosco, livre do ferro e fogo, e como arrancada da garganta da morte, com meus trabalhos, resoluções e perigos.

Última carta de Thomas More

Texto no original ÚLTIMA CARTA DE THOMAS MORE Tradução de Miguel Duclós Nosso Deus te abençoe, querida filha, e o teu bom esposo, e teu pequeno filho, e todos os teus, e todos os meus filhos, e todos os meus enteados e todos os teus amigos. Quando puderes mande minhas lembranças para minha boa filha … Ler maisÚltima carta de Thomas More

Nietzsche – Cartas de 1886

Traduzido da versão em inglês Tabela de conteúdo [esconder] 1 Carta 1 2 Carta 2 3 Carta 3 4 Carta 4 if (window.showTocToggle) { var tocShowText = “mostrar”; var tocHideText = “esconder”; showTocToggle(); } Tradução de Miguel Duclós Carta 1 Sils Maria, 14 de julho, carta a Franz Overbeck Querido amigo, Também teria gostado muito … Ler maisNietzsche – Cartas de 1886