A DANÇA – HISTÓRIA DA ARTE

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CAPÍTULO VIII A DANÇA Enquanto a arte estatuária, de grande importância entre os povos civilizados, é quase insignificante entre as tribos mais primitivas, outra arte, a dança, teve outrora uma importância social de que hoje dificilmente podemos formar uma idéia. A dança moderna não passa de uma degeneração … Ler maisA DANÇA – HISTÓRIA DA ARTE

A ESCULTURA E A PINTURA

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) A ESCULTURA E A PINTURA CAPÍTULO VII Poucos achados pré-históricos conseguiram despertar maior curiosidade geral que as esculturas da época da rena, encontradas nas grutas da Dordogne. Entre restos animais e humanos, instrumentos de pedra e madeira, havia fragmentos de chifres de renas, cobertos de gravuras, representando, na … Ler maisA ESCULTURA E A PINTURA

A ARTE ORNAMENTAL

table.main {} tr.row {} td.cell {} div.block {} div.paragraph {} .font0 { font:11.00pt “Book Antiqua”, serif; } .font1 { font:11.00pt “Bookman Old Style”, serif; } .font2 { font:6.00pt “Calibri”, sans-serif; } .font3 { font:9.00pt “Calibri”, sans-serif; } .font4 { font:5.00pt “Georgia”, serif; } .font5 { font:6.00pt “Georgia”, serif; } .font6 { font:7.00pt “Georgia”, serif; } … Ler maisA ARTE ORNAMENTAL

Schopenhauer – “Metafísica do Belo” – A Genialidade e o Puro Sujeito que Conhece

Arthur Schopenhauer

“Alguma vez a natureza produziu um homem perfeitamente belo em todas
as suas partes? Opinou-se que o artista tem de estudar conjuntamente
as inúmeras partes belas isoladas distribuídas por muitos homens e
delas compor um todo belo, opinião essa disparatada e destituída de
sensibilidade. Pois perguntemo-nos: como o artista pode reconhecer que
algumas dessas partes isoladas são belas e as outras não?”
(Schopenhauer) Beleza está na idéia representada pela pintura, pela
filosofia, poesia, escultura ou música, não no homem.

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE – Conclusão (capítulo XI)

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CONCLUSÃO CAPÍTULO XI Andamos pelo domínio da arte primitiva como viajantes por um país recém-descoberto. Sem caminho traçado, vimo–nos obrigados a abri-lo nós mesmos. Em toda a parte, encontramos obstáculos. Em mais de um lugar, depararam–se-nos espessuras inextrincá-veis semelhantes aos brejos australianos impossíveis de atravessar e deles, portanto, … Ler maisHISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE – Conclusão (capítulo XI)

Enfeites e adornos artísticos – História da Arte

* Gioconda — Museu do Louvre — Paris — França

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) O ADORNO CAPÍTULO V Certa vez, Darwin presenteou um fueguino nu com um pedaço de pano vermelho. E, com admiração, viu que este, ao invés de usá-lo para cobrir o corpo, o desfez em pequenos pedaços, distribuihdo-os em seguida aos seus companheiros, que assim se puseram a adornar … Ler maisEnfeites e adornos artísticos – História da Arte

O QUE É ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE

P{ font:11.00pt “Book Antiqua”, serif; } .font1 { font:11.00pt “Bookman Old Style”, serif; } .font2 { font:10.00pt “Georgia”, serif; } HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CAPÍTULO IV – A ARTE O viajante que quisesse estudar um país estrangeiro, sem ter ao menos uma idéia geral do fim de sua viagem e do caminho … Ler maisO QUE É ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE

O CAMINHO DA CIÊNCIA DA ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE E. GROSSE (1893)

Galleiia Pilti Florença — Itália

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893)

CAPÍTULO II – O CAMINHO DA CIÊNCIA DA ARTE

A missão da ciência da arte consiste em descrever e explicar os fenômenos englobados sob a denominação de "fenômenos de ordem estética". Essa tarefa encerra, porém, duas formas: uma individual e outra social.

Na primeira, trata-se de compreender uma obra de arte isolada, ou a obra completa do artista, descobrir as relações que há entre um artista e sua obra individual e explicar a obra de arte como produto de uma individualidade artística, trabalhando sob determinadas condições. A maioria dos homens julga os fenômenos de ordem individual muito mais interessantes que os de ordem social, principalmente em matéria de arte, em que a individualidade vale tanto. Assim, a maioria dos investigadores até agora entregou-se ao estudo dos problemas artísticos, do ponto de vista individual. Entretanto, deveriam ter compreendido que poucas probabilidades havia de encontrar uma solução. Com efeito, a forma individual do nosso problema não é viável, senão em pequeno número de casos, pertencentes todos aos últimos séculos. Ademais, sempre o trabalho mais paciente e a mais aguda perspicácia malograram diante da ausência quase absoluta de materiais.

OBJETO DA CIÊNCIA DA ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE GROSSE

.font0 { font:11.00pt “Book Antiqua”, serif; } .font1 { font:11.00pt “Bookman Old Style”, serif; } .font2 { font:10.00pt “Georgia”, serif; } HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CAPÍTULO I – OBJETO DA CIÊNCIA DA ARTE Se examinarmos a grande produção de estudos e pesquisas em matéria de arte — o termo arte considerado no … Ler maisOBJETO DA CIÊNCIA DA ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE GROSSE

KANT E O JUÍZO DE GOSTO COMO FUNDAMENTO SUBJETIVO DA ESTÉTICA

Resumo: O artigo analisa o que é a estética na filosofia em
Kant? De que falamos quando falamos de Estética? Muitas perguntas, muitas
respostas…. Primeiramente o artigo expõe questões da releitura de Lyotard das
meditações em Kant, com grande destaque para a idéia de que sem o juízo
estético reflexionante o sistema das três Críticas perderia o enfoque em torno
da sua criticidade. Percebe-se que a incompatibilidade da estética com a razão
teórico-instrumental não é sinal de sua fraqueza ou menoridade, frente ao
conceito, e sim o indício de sua profundidade na expressão do que este não
consegue atingir. Este artigo expõe os seguinte objetivos a saber, compreender
o significado filosófico do temo estética; caracterizar e discutir a noção de
experiência estética; compreender o problema da justificação do juízo estético
e tomar posição sobre as respostas subjectivista e objectivista ao problema da justificação
do juízo estético.Concluímos que a estética revela-se como crítica da crítica,
sem a qual não há razão possível alcançar a sua reflexão. Até o presente
momento, utiliza-se neste artigo a palavra estética com considerável
freqüência. Mas, afinal, o que vem a ser estética?

 

Palavras-Chave:
Estética Moderna – Kant – Filosofia.

A Arte Gótica – História da Arte

DA arte românica à arte tão universalmente chamada gótica que se tornou de todo inútil procurar uma justificação para este termo, a passagem fez-se quase insensivelmente; os graus intermédios entre uma e outra são a tal ponto numerosos que se experimentou geralmente a necessidade de distinguir um estilo de transição. E, nos nossos dias, alguns historiadores da arte propuseram o regresso ao vocabulário dos teóricos da arte clássica, que, em vez de «românico» e de «gótico», falavam dum gótico antigo e dum gótico recente.

E todavia a morosidade da gestação não faz nada ao caso. Quem observar um monumento gótico bem caracterizado, uma das catedrais da região parisiense, por exemplo, acha-o diferente na sua essência dum monumento românico, mais diferente talvez do que o é este edifício românico dum edifício carolíngio, ou até, no fundo, dum edifício antigo.

A Arte Românica – História da Arte

A Arte Românica

Os Preliminares

O Império do Oriente mantinha, durante algum tempo pelo menos, a sua supremacia numa parte do mundo civilizado, o Império do Ocidente sucumbira, tanto em consequência de sua própria decomposição como em resultado dos golpes dos invasores. No fim do século V, cessou a autoridade romana na Gália. Mas a organização administrativa de Roma não desapareceu do mesmo modo e muitas vezes forneceu quadros de funcionários, que todos aceitaram de comum acordo, à falta de quem os substituísse. E, sobretudo, compreende-se hoje cada vez melhor que a irradiação de Bizâncio não cessou de atingir os países que marginam o lago mediterrâneo e até os próprios recém-vindos. Muitas vezes, esta arte sumptuosa parece seduzi-los bem mais do que as ruínas imponentes de Roma. E é também do Oriente bizantino que veio o monaquismo, cuja acção devia ser decisiva para a civilização do Ocidente.

 Arte dos Nômadas

OS MAIS BELOS QUADROS DO MUNDO – MARAVILHAS DA ARTE

OS MAIS BELOS QUADROS DO MUNDO

Dádivas da Grécia

ONDE estão as antigas pinturas gregas de Zeuxis e as obras-primas de Polignoto? Onde está a obra de Apeles, pintor da corte de Alexandre, o Grande? Praticamente, nada se salvou das devastações do tempo. Mas peias recordações históricas sabemos que aquelas pinturas tinham a dignidade e a grandeza das outras artes da Grécia. Porque o grego antigo conhecia o ritmo, o equilíbrio, a simetria e o desenho. Um povo que podia construir um Partenão não haveria de fracassar nas outras artes. Felizmente, temos uma fase da pintura grega bem representada, na maior parte dos museus da arte mundial, isto é, o vaso.

A história dos Vasos Gregos é emocionante. Deveis lembrar-vos de que aqueles vasos de tão elevado preço, delicados como são, de forma e de côr, eram justamente a louça diária dos gregos. Somente um dos numerosos tipos se usava para derramar o óleo sagrado sobre os cemitérios. Todos os outros vasos usavam-se para as prosaicas funções cotidianas de lavagem, bebida, conserva de frutas e carreto d’água. Tão amantes eram, porém, os gregos da beleza, que davam delicada forma e côr até aos mais comuns de seus utensílios.

A SABEDORIA ESTÓICA E O SEU DESTINO – Jean Brun

mapa roma itália

A SABEDORIA ESTÓICA E O SEU DESTINO Por Jean Brun Transcrito por Breno de Magalhães Bastos Conduzido pela razão, aquiescendo aos acontecimentos do universo, vivendo em harmonia com a natureza, o sábio estóico é aquele que faz sua a divisa nihil mirari, não se espantar com nada. Eis uma fórmula que contrasta com a de … Ler maisA SABEDORIA ESTÓICA E O SEU DESTINO – Jean Brun

GILGAMESH E SÍSIFO: SOBRE O HOMEM E O MUNDO

maravilhas das antigas civizações

GILGAMESH E SÍSIFO: sobre o homem e sua finitude no mundo   Ednei de Genaro Aluno mestrando da UFSC (2008) The figure holding a lion cub is from the palace of Sargon in Khorsabad, and is presumed to represent Gilgamesh, fabled king of Uruk, the king who visited the Arabian island of Dilmun Illlustration Courtesy … Ler maisGILGAMESH E SÍSIFO: SOBRE O HOMEM E O MUNDO

Hegel: Unificação de Ontologia e Lógica

Hegel: Unificação de Ontologia e Lógica Miguel Duclós Trabalho originalmente apresentado para o CFH-UFSC (2007) 1.     Kant e o “fim” da metafísica. Como é sabido, o sistema de Kant deixou uma tarefa intrincada para a posteridade ao reconceituar a metafísica na dissecação detalhada da razão humana que empreendeu, gerando uma revolução divisora de águas na … Ler maisHegel: Unificação de Ontologia e Lógica

Filosofia da Arte no Tomismo

maravilhas das antigas civizações

download do TCC em formato doc Alguns Elementos da Filosofia da Arte no Tomismo Por: Adriano de Araújo Sumário Da possibilidade da Estética na Filosofia Tomista.. Breves considerações sobre o conceito “Estética”. O conceito de Estética no Tomismo.. Arte no Tomismo.. Considerações gerais acerca do Belo no Tomismo.. Acerca da integridade. Acerca da proporção.. Acerca … Ler maisFilosofia da Arte no Tomismo

VERGÍLIO FERREIRA NOS CAMINHOS DA INTERROGAÇÃO

maravilhas das antigas civizações

VERGÍLIO FERREIRA NOS CAMINHOS DA INTERROGAÇÃO por Isabel Rosete     A interrogação tem, para Vergílio Ferreira, um sentido ontológico e não apenas lógico, tal como as perguntas para as quais encontramos sempre respostas, nesses mesmos espaços prometaicos de que o autor sistematicamente se afasta. Perante as interrogações que o intrigam, e à medida que … Ler maisVERGÍLIO FERREIRA NOS CAMINHOS DA INTERROGAÇÃO

cap. 22 – Ontologia dos Valores – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XXII ONTOLOGIA DOS VALORES 190.   O   NÃO-SER DOS  VALORES.   — 191.  OBJETIVIDADE   DOS   VALORES.  — 192. A QUALIDADE. — 19S. — A POLARIDADE. — 194. A HIERARQUIA. — 195.CLASSIFICAÇÃO   DOS   VALORES. Na lição anterior tivemos ensejo de assinalar e descrever com certo discernimento as categorias regionais … Ler maiscap. 22 – Ontologia dos Valores – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

cap. 1 – O Conjunto da Filosofia – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição I O CONJUNTO DA FILOSOFIA 1. A FILOSOFIA E SUA VIVÊNCIA. — 2. DEFINIÇÕES FILOSÓFICAS E VIVÊNCIAS FILOSÓFICAS. — 3. SENTIDO DA PALAVRA «FILOSOFIA». — 4. A FILOSOFIA ANTIGA. — 5. A FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA. — 6. A FILOSOFIA NA IDADE MODERNA. — 7. AS … Ler maiscap. 1 – O Conjunto da Filosofia – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Filosofia e comunicação da arte barroca

FILOSOFIA E COMUNICAÇÃO DA ARTE BARROCA por José Geraldo Vidigal de Carvalho Síntese O objetivo deste capítulo é enfocar o Barroco Mineiro numa tentativa de abordagem de sua mensagem sob ângulo ainda não visualizado pela crítica. A partir de uma realidade que existe, sob o prisma da filosofia da história, uma interpretação dentro da filosofia … Ler maisFilosofia e comunicação da arte barroca

Relação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno

  Relação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno Cheila Mara Battistella Monografia apresentada ao curso de Filosofia, da Faculdade de Filosofia de Passo Fundo, como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciada em Filosofia, sob a orientação do Ms. Gerson Luís Trombetta. Passo Fundo, dezembro de 2004 De … Ler maisRelação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno

HEIDEGGER: ARTE, OBRA, ORIGEM, MISTÉRIO E ENIGMA

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA MESTRADO: ESTÉTICA E FILOSOFIA DA ARTE HEIDEGGER: ARTE, OBRA, ORIGEM, MISTÉRIO E ENIGMA SEMINÁRIO: FILOSOFIA DA MÚSICA – filosofia DA PINTURA DOCENTE: PROFESSOR DOUTOR CARLOS COUTO DE SEQUEIRA COSTA SEGUNDO SEMESTRE 1996/1997 MESTRANDA: ISABEL ROSETE «(…) E todo o meu sonho e intento é unir e … Ler maisHEIDEGGER: ARTE, OBRA, ORIGEM, MISTÉRIO E ENIGMA

O libelo de Rousseau contra o teatro

Jean-Jacques Rousseau

O LIBELO DE ROUSSEAU CONTRA O TEATRO Por    Miguel Duclós                        Trabalho originalmente apresentado para o curso do professor Franklin Matos – FFLCH -USP     No século das luzes, o teatro estava muito difundido na França. Obras-primas de mestres recentes, como Moliére e Racine, davam impulso à propagação dos espetáculos em todas as classes sociais. … Ler maisO libelo de Rousseau contra o teatro