INVENÇÃO DA IMPRENSA

– RESUMO DA HISTÓRIA DA INVENÇÃO DA IMPRENSA  Dr. Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.    A IMPRENSA – A invenção da imprensa e os impactos que isso causou  ANTES da divulgação da imprensa, a divulgação das idéias por meio de manuscritos era limitada e caríssima. A aquisição de cultura constituía um privilégio … Ler mais

HISTÓRIA DO PAPEL

Dr. Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira.     O PAPEL – HISTÓRIA DO PAPEL EM RESUMO DESDE o ano 400 antes de Cristo que a forma do livro é a mesma de agora. Antes da invenção da imprensa, os manuscritos eram os únicos livros conhecidos e, em geral, os seus preços … Ler mais

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE – Conclusão (capítulo XI)

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CONCLUSÃO CAPÍTULO XI Andamos pelo domínio da arte primitiva como viajantes por um país recém-descoberto. Sem caminho traçado, vimo–nos obrigados a abri-lo nós mesmos. Em toda a parte, encontramos obstáculos. Em mais de um lugar, depararam–se-nos espessuras inextrincá-veis semelhantes aos brejos australianos impossíveis de atravessar e deles, portanto, … Ler mais

Invasões e Guerras na Idade Média – História da Civilização

Infante dom Henrique

Enquanto na extremidade ocidental da Europa o infiel ia sendo, primeiro eliminado e depois atacado nos -seus domínios africanos, pela extremidade oriental não cessavam as invasões asiáticas, constituindo um constante perigo. No século IX os magiares ou húngaros, ramo dos hunos, invadiram a Europa e fixaram-se no que se ficou chamando Hungria e parecia exercer singular fascinação sobre esses turanianos. Os magiares europeizaram-se e serviram mesmo de baluarte contra os turcos, que vieram atrás. Os turcos seldjucidas foram muito atacados pelos cruzados e seu império desmoronou-se também por questões de sucessão.

GRANDES INVENÇÕES E REALIZAÇÕES ESTUPENDAS

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

A imprensa — a primeira das grandes invenções

PODEROSAS e gigantescas máquinas atiram diariamente milhões de páginas nas mãos sôfregas de uma grande multidão. Imensas florestas são devastadas num só ano para prover de bastante papel o ventre faminto das máquinas de impressão. Porque a imprensa — podemos bem chamá-la de primeira das grandes invenções — é um dos milagres da vida moderna. A máquina de impressão tem a seu cargo a gigantesca tarefa de prover ao cotidiano alimento mental da raça humana. O primeiro educador no mundo de hoje é a página impressa. Todos os ramos da ciência e do saber dependem da imprensa para preservação e distribuição do saber especializado.

A imprensa é uma invenção relativamente recente. E’ verdade que os antigos chineses tinham um tosco sistema de impressão manual, com blocos de madeira. Mas a impressão com tipos móveis, como hoje conhecemos, não tem ainda 500 anos de idade. Três países reclamam para si a honra da invenção. Na Holanda, Coster, já imprimia com tipos móveis aí por 1446. Na Alemanha, Gutenberg começou a imprimir mais ou menos pelo mesmo tempo. E na Inglaterra, Caxton montou uma impressora sua, logo poucos anos depois.

O primeiro livro completo, todavia, foi impress

A TUMULTUOSA HISTÓRIA DA IDADE-MÉDIA – Maravilhas do conhecimento Humano

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

O Romance das Santas Cruzadas

O PAPA Urbano II, do alto de uma colina, em Cler mont, no ano de 1095, falava à maior assembléia até então reunida na Cristandade. Levantando as mãos para o céu, exclamava: “Partamos para Jerusalém afim de libertar a Igreja!” Tão forte foi o apelo que a multidão inteira gritou, numa só voz: “Sim, essa é a vontade de Deus!” Assim começou a primeira cruzada.

Grande fervor religioso empolgou todos os povos da Europa, no século XI. Os turcos haviam capturado Jerusalém e não queriam permitir o acesso dos cristãos ao Santo Sepulcro.

No décimo século, a maior parte da Europa havia sido assolada por carestias e pragas. Em 999, estava predito que o mundo se acabaria no Dia de Ano Bom. O povo se tornava cada vez mais ligado à religião e menos ligado à vida. Guerra era a ordem do dia. A principal diversão do senhor feudal era alistar servos para combater. Tão violento se tornou o desejo de combater que a Igreja viu-se obrigada a pôr um limite àquilo. Para isso, decretaram os Papas, ilegais os combates em especificados dias da semana. Esse decreto logrou conservar certa medida de paz….