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textos interessantes sobre Estética Transcendental

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KANT E O JUÍZO DE GOSTO COMO FUNDAMENTO SUBJETIVO DA ESTÉTICA

Resumo: O artigo analisa o que é a estética na filosofia em
Kant? De que falamos quando falamos de Estética? Muitas perguntas, muitas
respostas…. Primeiramente o artigo expõe questões da releitura de Lyotard das
meditações em Kant, com grande destaque para a idéia de que sem o juízo
estético reflexionante o sistema das três Críticas perderia o enfoque em torno
da sua criticidade. Percebe-se que a incompatibilidade da estética com a razão
teórico-instrumental não é sinal de sua fraqueza ou menoridade, frente ao
conceito, e sim o indício de sua profundidade na expressão do que este não
consegue atingir. Este artigo expõe os seguinte objetivos a saber, compreender
o significado filosófico do temo estética; caracterizar e discutir a noção de
experiência estética; compreender o problema da justificação do juízo estético
e tomar posição sobre as respostas subjectivista e objectivista ao problema da justificação
do juízo estético.Concluímos que a estética revela-se como crítica da crítica,
sem a qual não há razão possível alcançar a sua reflexão. Até o presente
momento, utiliza-se neste artigo a palavra estética com considerável
freqüência. Mas, afinal, o que vem a ser estética?

 

Palavras-Chave:
Estética Moderna – Kant – Filosofia.

Comentário acerca da Estética Transcendental de Immanuel Kant

Comentários acerca da “Estética Transcendental” de Immanuel Kant (1724-1808) Alexandre Fernandes Batista Costa Leite     1. Introdução                     Devido a enorme influência de Kant na composição do pensamento filosófico, optei por fazer o trabalho no âmbito de sua Crítica da Razão Pura (CrP-1787-B); poderíamos dizer que esta influencia, ou mesmo, marca o nascimento da [...]

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O homem civilizado … corteja os homens no poder, a quem detesta, e os ricos, a quem despreza; nada o detém para ter a honra de servi-los; não se envergonha por ufanar-se de sua própria mesquinhez e da proteção que recebe deles; e, orgulhoso de sua escravidão, fala com desdém daqueles que não tem a honra de participar nela. — Rousseau, Discurso sobre a Origem da Desigualdade

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