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textos interessantes sobre Calígula

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):


RELIGIÃO – verbete do Dicionário Filosófico de Voltaire

Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados RELIGIÃO – Definição do que é religiã Primeira questão sobre religião O bispo de Gloucester, Warburton, autor de uma das mais sábias obras até hoje escritas, exprime-se assim, pág. 8, tomo 1.°: "Uma religião e uma sociedade que não se fundam na crença de uma outra vida necessitam [...]

A CIVILIZAÇÃO ROMANA – Resumos sobre a história de Roma Antiga

 

História da Civilização – Oliveira Lima

IDADE ANTIGA

CAPÍTULO III

A CIVILIZAÇÃO ROMANA

A mais sólida das civilizações antigas, aquela de que descende diretamente a civilização moderna, teve por teatro a península média das três que na Europa se projetam para o sul nas águas do Mediterrâneo. Semelhante civilização irradiou de uma cidade central dessa península limitada ao norte pela cadeia dos Alpes, com uma grande planície setentrional aquém destes montes, regada pelo sistema hidrográfico do Pó e conhecida dos próprios romanos pelo nome de Gália Cisalpina, a qual ladeavam a Ligúria a oeste e a Venécia a leste.

A península itálica e sua população

Górgona. Pintura mural etrusca.

Roma aparece na história como uma comunidade aldeã no século VIII a. C. Habitavam então a península cujo espinhaço é formado pela cadeia dos Apeninos, afora os gauleses do norte, os etruscos, os japígios e os italianos propriamente ditos, que alguns chamam italiotas, ajuntando ao número, pelasgos vindos da Ilíria e sículos, vindos talvez da Ibéria e fixados na Sicília. X

ESPLENDORES DA GRÉCIA E DE ROMA – História do Mundo

NO sétimo século antes de Cristo, viveu nas margens do cálido Mediterrâneo um povo extraordinário, que produziu uma civilização, maravilha dos tempos. Eram eternas crianças. Riam, cantavam e criavam os mais profundos trabalhos de arte, com espírito de crianças. Porque eles viviam na terra da juventude.

Imaginai uma raça de jovens precoces, na madrugada do mundo. O abotoar de uma flor, o movimento de uma nuvem e o gorjeio de um pássaro despertam na criança um sentimento de maravilha e de deleite. A criança está muito próxima da poesia das coisas naturais. E assim como os gregos, não receia mostrar seu corpo, esbelto, porque não conhece o exibicionismo ou a vergonha. E’ franca em todos os seus desejos, pensamentos e funções naturais. E’ tão supremamente espontânea que atingiu a completa expressão de si mesma.

Foi o caso dos gregos no sétimo século antes de Cristo. Nossas regras sociais de moralidade ter-lhes-iam parecido incômodas… não, porém, porque fossem de algum modo imorais. Um povo tão jovem e sincero nunca poderia ser chamado de imoral, pela mesma razão porque não o fazemos com a criança, que ainda não aprofundou bastante a distinção entre mal e bem.

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Muitas vezes, observando a grande quantidade de mercadorias expostas à venda, ele dizia a si mesmo: “De quantas coisas não tenho necessidade!” O filósofo repetia constantemente os seguintes versos iâmbicos: objetos de prata e mantos de púrpura são úteis a atores trágicos, e não para vivermos. — Diógenes Laércio, Vidas e doutrinas dos filósofos ilustres

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