OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES, O HERÓI TEBANO (MITOLOGIA GREGA)
HÉRCULES, ou Alcides, filho de Júpiter e Alcmena, estava ainda no berço quando Juno, sua inimiga, enviou duas serpentes para devorá-lo. Mal ele as percebeu, agarrou-as com as suas mãos infantis, e sufocou-as.
Vários mestres teve Hércules: com Eurito aprendeu a manejar o arco, com Castor a combater todo armado, com Autólico a conduzir um carro de guerra, com Lino a tocar lira e a cantar. Confiado, a seguir, ao centauro Quíron, tornou-se o homem mais valente e mais famoso de seu século.
O ruído de sua fama depressa chegou aos ouvidos de Euristeu, rei de Micenas, ao qual Hércules, por um decreto da Sorte, encontrava-se submetido. A Sorte declarara "que aquele dos dois príncipes que nascesse por último, obedeceria o outro", e Juno, que detestava a família de Hércules, fêz avançar de dois meses o nascimento de Euristeu.
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, Literatura, Mitologia |
O MITO DE PROMETEU E PANDORA (MITOLOGIA GREGA, A origem do fogo, do homem, do dilúvio)
ANTES que a terra e o mar fossem criados, todas as coisas tinham um só aspecto, ao qual damos o nome de Caos — massa confusa e informe, apenas peso morto, na qual dormitavam, entretanto, as sementes das coisas. Terra, mar e ar estavam todos juntos, misturados, de forma que a terra não era sólida, o mar não era líquido, e o ar não era transparente. Deus e a Natureza, por fim, interferiram, e puseram fim àquele desacordo, separando a terra do mar e o céu de ambos. A parte mais aquecida, sendo a mais leve, levantou-se, e formou o céu, sendo o ar o segundo em peso e colocação. A terra, pesada, desceu, e a água tomou o ponto mais baixo, fazendo flutuar a terra.
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, Mitologia, Textos Introdutórios |
Templos gregos
Ordens
Arquitectura Clássica Grega Antiga
Escultura na Grécia Antiga
Curos e Coré
Período pré-clássico
Fídias
Arte na Grécia no Século IV a. C
Período Helenístico
Vasos
OBRAS CARACTERÍSTICA DA ARTE GREGA
ARQUITECTURA
ESCULTURA
VASOS
Á Grécia
Reserva feita da opinião dos que sustentam — será acaso um paradoxo? — que a arte grega nunca cessou de viver pois que inspira ainda hoje toda a Europa, esta arte teve uma existência bastante breve. Durou praticamente do vil século até cerca do ano 150 antes de Jesus Cristo, até à conquista romana. O seu domínio também foi relativamente limitado: Grécia propriamente dita. Asia Menor e Grande Grécia.
Mas a sua duração global dá uma ideia bastante imperfeita dos fenómenos ocorridos: importa ter em consideração épocas em que o movimento se acelera; menos de cem anos bastam para passar do Triplo ATereuáo Hecatompédon às esculturas de Parténon.
Texto arquivado em Biblioteca, Estética e Arte, Grécia Antiga, História Geral | com 1 Comentário »
NO sétimo século antes de Cristo, viveu nas margens do cálido Mediterrâneo um povo extraordinário, que produziu uma civilização, maravilha dos tempos. Eram eternas crianças. Riam, cantavam e criavam os mais profundos trabalhos de arte, com espírito de crianças. Porque eles viviam na terra da juventude.
Imaginai uma raça de jovens precoces, na madrugada do mundo. O abotoar de uma flor, o movimento de uma nuvem e o gorjeio de um pássaro despertam na criança um sentimento de maravilha e de deleite. A criança está muito próxima da poesia das coisas naturais. E assim como os gregos, não receia mostrar seu corpo, esbelto, porque não conhece o exibicionismo ou a vergonha. E’ franca em todos os seus desejos, pensamentos e funções naturais. E’ tão supremamente espontânea que atingiu a completa expressão de si mesma.
Foi o caso dos gregos no sétimo século antes de Cristo. Nossas regras sociais de moralidade ter-lhes-iam parecido incômodas… não, porém, porque fossem de algum modo imorais. Um povo tão jovem e sincero nunca poderia ser chamado de imoral, pela mesma razão porque não o fazemos com a criança, que ainda não aprofundou bastante a distinção entre mal e bem.
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Roma Antiga | com 1 Comentário »
SUMÁRIO DA VIDA DE TESEU
I. Começo dos tempos verdadeiros da História. II. Relações do Teseu e Rômulo. III. Nascimento de Teseu. V. Viagem a Delfos. VII. Admiração por Hercules. X. Primeiros combates contra os Bandidos. XVI. Chegada a Atenas. XVI. Parte para ir combater o touro de Maratona. XVIII. Tributo de filhos que Minos, rei de Creta, impusera a Atenas. XIX. Teseu vai a Creta, combate o Minotauro e isenta os Atenienses do tributo. XXIV. Morte de Ariadne. XXV. Na volta da ilha de Creta, Teseu passa a Delos. Origem da dança do Grou. XXVI. Teseu retorna a Atenas, celebra as obséquias do pai e sobe ao trono. XXVII. Barco de Teseu conservado durante mais de nove séculos. XXVIII. Reúne os habitantes da Ática num corpo de cidade em Atenas. Instituição da festa das Panatenéias. XXIX. Leis e polícia de Atenas. XXX. Estabelecimento dos Jogos ístmicos. XXXI. Viagem de Teseu ao Ponto Euxino. A amazona Antíope. XXXIII. Combate das Amazonas. XXXVI. Fedra, esposa de Teseu. Hipólito, filho de Antíope. XXXVIII. Amizade de Teseu e Pirítoo. Combate dos Lápitas e Centauros. XXXIX. Rapto de Helena. XLI. Os Tindáridas Castor e Pólux vêm pedi-la de novo. Origem da Academia. XLII. Menesteu intriga em Atenas contra Teseu. XLIII. Regresso àquela cidade. Revoltas e sedições. Teseu faz imprecações contra os Atenienses e retira-se para a ilha de Ciros. XLIV. Morre. XLV. Os ossos são transportados para Atenas. XLVI. Sacrifícios em sua honra.
Desde o ano de 1249 até ao ano de 1199 antes de Jesus Cristo; 423 anos antes da primeira Olimpíada.
Plutarco AS VIDAS DOS HOMENS ILUSTRES GREGOS E ROMANOS
TESEU
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, Mitologia, Plutarco | com 1 Comentário »
Página de resumo da dissertação de mestrado de José Guilherme Dantas Lucariny apresentada ao Departamento de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro [download id="5"] Título: A Morte de Deus e a Morte do homem no pensamento de Nietzsche e de Michel Foucault RESUMO A dissertação parte do pensamento [...]
Texto arquivado em Filosofia Contemporânea, Michel Foucault, Nietzsche, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 11 Comentários »
A Ilíada (do grego Iλιάς, Ilias) é um poema épico grego e narra uma série de acontecimentos ocorridos durante o décimo e último ano da Guerra de Tróia. O título da obra deriva do nome grego de Tróia, Ílion.
A Ilíada e a Odisséia são comumente atribuídas a Homero, que acredita-se ter vivido por volta do século VIII a.C. na Jônia ( lugar que hoje é uma região da Turquia), e tratam-se dos mais antigos documentos literários gregos a sobreviverem aos nossos dias. Porém, até hoje se debate a existência desse poeta e se os dois poemas foram compostos pela mesma pessoa
Texto arquivado em Grécia Antiga, Literatura, Mitologia | com 153 Comentários »