Marco Junio Bruto – Plutarco

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Clássico Vidas Paralelas de Plutarco. Marco Júnio Bruto (em latim: Marcus Junius Brutus), (85 – 42 a.C.), foi um patrício, líder político e militar romano e um dos assassinos de Júlio César.

SUMÁRIO DA VIDA DE BRUTO
Nascimento de Bruto. II. Seus estudos filosóficos. III. Vai a Chipre com seu tio Catão. IV. Toma o partido de Pompeu. V. César ordena aos seus soldados que poupem a vida de Bruto. Por que. VI. Vai ter com César. Com que distinção César o trata. VII. César lhe dá o governo da Gália Cisalpina. VIII. Éle lhe dá a pretoria urbana. IX. O que César pensava de Bruto e de Cássio. X. O que levou Bruto a conspirar contra César: XI. Cássio propõe-lhe ficar à testa da conjuração. XII. Como ela se organiza. XIII. Inquietação de Bruto. XIV. Como sua mulher lhe mostra que ela era assaz corajosa para ser digna de ter parte no seu segredo. XV. Os conjurados marcam o dia da execução. XVI. Tranqüilidade de espírito de Bruto. XVII. Diversos acidentes próprios para desnortear e assustar os conjurados; Pórcia desaparece. XIX. Circunstância inquietante. Como Bruto a julga. XX. Morte de César. XXI. Bruto se opõe ao assassínio de Antônio. XXII. Discurso de Bruto ao povo. Como o povo o recebe. XXIII. Decreto do senado em honra de Bruto e de seus conjurados. XXIV. Elogio de César, feito por Antônio. XXV. Furor do povo contra os seus assassinos. XXVI. Bruto sai de Roma. XXVII. Bruto censura as manobras de Cícero em favor de Otávio. XXVIII. Despedida de Bruto e de Pórcia. XXIX. Bruto vai a Atenas. XXX. Apodera-se de alguns navios que levavam dinheiro a Roma. XXXI. Acidente que acontece a Bruto. XXXII. Caio Antônio entrega-se a êle com suas tropas. XXXIII. Otávio faz condenar Bruto e seus companhei ros. XXXIV. Bruto faz matar Caio Antônio. XXXV. Reunião dai tropas de Bruto e de Cássio. XXXVI. Elogio de Bruto. XXXVII Bruto e Cássio separam-se. XXXVIII. Bruto cerca a cidade i\t\ Xante. XXXIX. É destruída por um incêndio. XL. A cidade de Pátaro entrega-se a êle. XLI. Paz morrer a Teódoto. XLII. Questão entre Bruto e Cássio. XLIII. Julgamento de Bruto que desagrada a Cássio. XLIV. Fantasma que aparece a Bruto. XLV. Êle conta a sua visão a Cássio que o tranqüiliza. XLVI. Bruto e Cássio acampados frente a frente com Otávio e Antônio. XLVII. Maus presságios que assustam a Cássio. XLVIII. O desejo de Bruto para tentar a batalha, prevalece. XLIX. Bruto e Cássio prometem matar-se se forem vencidos. L. Seu exército se põe em movimento. LI. Grande vantagem do lado de Bruto. LII.- A ala de Cássio é inteiramente derrotada. LIII. Espanto de Bruto à sua volta. LIV. Morte de Cássio. LV. Bruto presta-lhe honras fúnebres. LVI. Perturbação no acampamento de Bruto. LVII. Promessa de Bruto a suas tropas, se cumprirem bem seu dever no combate. LVIII. Batalha ganha pela frota de Bruto. Êle não é avisado em tempo. LIX. Nova aparição do fantasma. LX. Bruto é derrotado. LXI. Lucilio se faz levar a Antônio sob o nome de Bruto. LXII. Bruto manda visitar seu acampamento. LXIII. Morte de Bruto. LXIV. Konra que Antônio presta a seu corpo. Morte de Pôrcia.
Desde o ano 675 até o ano 712 de Roma, antes de Jesus Cristo, ano 42.

PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas

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PARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas Baseado na tradução em francês de Amyot, com notas de Clavier, Vauvilliers e Brotier. Tradução brasileira de José Carlos Chaves. Fonte: Ed. das Américas I. Agora que já descrevemos a vida de Sila, passemos a estabelecer um paralelo entre ela e a de Lisandro, Têm … Ler maisPARALELO ENTRE SILA E LISANDRO – Plutarco – Vidas Paralelas

Lúcio Cornélio Sila – Plutarco – Vidas Paralelas

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I. Família e fortuna de Sila. II. Sua inclinação pelos ditos espirituosos e pelos bons pratos. III. Boco
entrega-lhe Jugurta. IV. Diversas ações de Sila, quando sob as ordens de Mário. V. Origem do ódio entre Mário e Sila. VI. Sila é nomeado pretor.VII. É enviado à Capadócia na qualidade de legado. VIII. Predição de sua futura grandeza. IX. Novos motivos de inimizade entre Mário e Sila. X. Êxito deste na Guerra dos Aliados. XI. Sila atribui todos os seus êxitos à sorte. XII. Acontecimento que lhe augura a autoridade soberana. XIII. Irregularidade de seu caráter e de sua conduta. XIV. É nomeado cônsul. Seus casamentos. XV. Começo da guerra civil. XVI. Presságios. XVII. Retrato de Sulpício. XVIII. Êle faz com que se dê a Mário o comando, na guerra contra Mitrídates. XIX. Pretores ultrajados pelos soldados de Sila. XX. Presságios que levam á Sila a seguir para Roma. XXI. Embaixadores enviados a Sila pelo Senado. XXII. Êle entra na cidade. Mário foge. XXIII. Sila põe sua cabeça a prêmio. XXIV. Parte para a guerra contra Mitrídates. XXV. Situação dos negócios de Mitrídates. XXVI. Cerco de Atenas. XXVII. Sila manda retirar as riquezas do templo de Delfos. XXVIII. Comparação entre os antigos generais de Roma com os do tempo de Sila. XXX. Retrato do tirano Aristião. XXXI.
Ocupação e saque de Atenas. XXXII. Sila faz cessar a carnificina, ante os rogos de Mídias e de Calí-fonte. XXXIII. O tirano Aristião entrega-se. XXXIV. Sila passa pela Beócia. XXXV. Desprezo demonstrado pelo inimigo ante o número reduzido de suas tropas. XXXVI. Sila apodera-se de uma posição vantajosa. Salva a cidade de Queronéia. XXXVII. Presságios que lhe anunciam êxitos. XXXVIII. Desaloja o inimigo da montanha de Túrio e alcança completa vitória. XLIII. Exibe os troféus e manda celebrar jogos. XLIV. Dorilau, general de Mitrídates, ataca-o na Tessália. XLV. Descrição do
rio Mélane. XLVI. Nova vitória alcançada por Sila. XLVII. Entrevista de Sila com Arquelau. XLVTII. Sila faz as pazes com Arque-lau. XLIX. Os embaixadores de Mitrídates recusam as condições ditadas por Sila. L. Encontro de Sila e Mitrídates. LI. A paz é ratificada entre eles. LII. Sila arruina a Ásia Menor.
LIII. Apropria-se em Atenas das obras de Aristóteles e de Teofrasto. LIV. É atacado de gota. LV. Sátiro encontrado junto de Apo-lônio. LVI. Presságios favoráveis a Sila. Derrota o cônsul Norbano. LVII. Um escravo prediz-lhe êxito na guerra. LVIII. Lúculo, capitão de Sila, derrota um exército muito superior
ao seu, em número. LIX. Sila trava batalha com o jovem Mário. LX. Alcança a vitória. LXI. Telesino ameaça ocupar Roma. LXII. Sila ataca-o. LXIII. Reúne o Senado e manda degolar seis mil homens. LXIV. Reflexões sobre a modificação verificada nos costumes de Sila quando se tornou senhor da situação. LXV. Horríveis proscrições ordenadas por Sila. LXVII. Manda matar doze mil homens em Preneste. LXVIII. Proclama-se ditador. LXIX. Renuncia à ditadura. LXX. Prediz a Pompeu a guerra que teve logo depois contra Lépido. LXXI. Dedica o dízimo de seus bens a Hércules. LXXII. Casa-se com Valéria. LXXIII. É atacado pela doença pedicular. LXXIV. Exemplos de enfermidades semelhantes. LXXV. Sua morte. LXXVI. Seus funerais.

TITO QUÍNCIO FLAMÍNINO – PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

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SUMÁRIO DA VIDA DE

TITO QUÍNCIO FLAMÍNINO

I. Caráter de Flamínino. II. Suas
primeiras campanhas. III. É nomeado cônsul, antes dos trinta anos, e é enviado
contra Filipe, rei da Macedônia. IV. Apressa-se em dar início à campanha.
Sua chegada ao Êpiro. V. Escaramuças entre os romanos e os macedônios. VI. Pastores
indicam a Flamínino um caminho entre as montanhas. VII. Derrota
Filipe. VIII. Vários povos da Grécia, cativados pela moderação de
Flamínino, unem-se aos romanos na luta contra Filipe. IX. Acaba de
conquistar a amizade dos gregos ao propor a Filipe que lhes restítua a
liberdade, pr-oposta esta recusada. X. Convence os tebanos a se
colocarem ao lado dos romanos. O comando é-lhe prorrogado. XI. Oferece
batalha a Filipe. XII. O combate inicia-se no dia seguinte. XIII. Flamínino
alcança a vitória. XIV. Epigrama do poeta Alceu. XV. Resposta de
Filipe a este epigrama. XVI. Flamínino concede a paz a Filipe. XVII. Sua
prudência em conceder a paz num momento em que nova guerra ia ser deflagrada
por Antíoco, instigado por Aníbal. XVIII. Consegue, dos emissários
enviados pelo Senado, completa liberdade para os gregos. XIX. Esta
liberdade é proclamada na assembléia dos jogos ístmicos. XX. Aclamações
dos gregos. XXI. Sua alegria. Reflexões sobre as guerras e a sorte da
Grécia. XXII. Empenho de Flamínino em tomar uma realidade a liberdade
da Grécia. XXIII. Preside aos jogos nemeus, fazendo de novo proclamar a
liberdade da Grécia. XXIV. A conduta de Flamínino proporciona aos romanos estima e
confiança universais. XXV. Presentes de Tito ao templo de Delfos, e as inscrições
que neles mandou gravar. XXVI. A proclamação de Flamínino comparada com a
posteriormente feita por Nero, também nos jogos ístmicos. XXVII.
Tito ataca Nábis, tirano de Esparta,
sucedendo-se a paz. Motivos supostos desta conduta. XXVIII. Os aqueus
fazem-lhe presente de todos os romanos que viviam como escravos na Grécia.
XXIX. Descrição do triunfo de Tito. XXX. Tito Flamínino é enviado à
Grécia para se opor às revoltas provocadas por Antíoco. XXXI. Serviços
por êle prestados aos gregos. XXXII.
Honras que lhe são tributadas na Grécia. XXXIII. Diversas
respostas de Flamínino. XXXIV. É nomeado censor. Origem de sua inimizade com Catão. XXXV. Embaixada
de Flamínino junto de Prúsias, rei da Bitínia, para conseguir que Aníbal lhe
seja entregue. Aníbal mata-se. Diversos julgamentos sobre a conduta de Flamínino,
neste episódio.

Viveu do ano 527 até depois do ano 571 de
Roma, 182 A. O.