Plutarco – Vidas Paralelas
Ebook da Biografia de ARATO
Desde o segundo ano da 127.ª olimpíada, até o terceiro ano da 141.ª. antes de Cristo, ano 214.
- Por que Plutarco dedica a Vida de Arato a Polícrates.
- II. Arato, criança, salvo das mãos de Abântidas.
- III. Exercícios a que se entrega na sua juventude.
- IV. Nicocles apodera-se do poder em Sicíone depois da morte de Abântidas.
- V. Arato toma a deliberação de dar a liberdade à sua pátria.
- VI. Determina tentar a escalada da cidade.
- VII. Preparativos: como êle engana as sentinelas e os espiões de Nicocles.
- VIII. Põe-se em marcha.
- IX. Embaraço que lhe causam alguns cães e as patrulhas da cidade.
- X. Apodera-se da cidade, Nicocles foge.
- XI. Êle associa Sicíone à liga dos acaios.
- XII. Caráter de Arato.
- XIII. Sua moderação e liberalidade.
- XIV. Vai ao Egito.
- XV. História do quadro de Aristrato.
- XVI. Arato restabelece a concórdia entre seus concidadãos.
- XVII. Antígono procura indispô-lo com Ptolomeu.
- XVIII. Determina apoderar-se da cidadela de Corinto.
- XIX. Importância dessa praça.
- XX. Como Antígono se tinha apoderado dela.
- XXI. Ergino promete entregá-la a Arato, mediante 50 talentos.
- XXII. Arato empenha seus objetos de valor para reunir a importância.
- XXIII. Como a empresa pensou terminar.
- XXIV. Arato entra na cidade de Corinto.
- XXV. Ataca a fortaleza.
- XXVI. Toma-a.
- XXVII. Convence os coríntios a entrar na liga dos acaios.
- XXVIII. Outros feitos de Arato.
- XXIX. Grande autoridade que êle obtém na liga dos acaios.
- XXX. Determina libertar Argos da tirania de Aristômaco.
- XXXI. Aristômaco é morto. Aristipo se põe em seu lugar.
- XXXII. Vida miserável deste tirano.
- XXXIII. Arato tenta apoderar-se de Argos, de surpresa.
- XXXIV. Inutilmente tenta apoderar-se dela à força.
- XXXV. Bate Aristômaco, que é morto.
- XXXVI. Esta vitória restabelece a sua reputação.
- XXXVII. Lisíadas, tirano de Megalópolis, deixa a tirania e anexa sua cidade à liga dos acaios.
- XXXVIII. Lisíadas, antes muito estimado; perde o seu crédito.
- XXXIX. Vitória de Arato, conquistada sobre os etólios em Palene.
- XL. Singular aventura no templo de Diana.
- XLI. Tenta surpreender o Pireu.
- XLII. Paz entregar o Pireu aos atenienses.
- XLIII. Paz Aristômaco segundo entrar na liga dos acaios.
- XLIV. Surpreende Mantinéia.
- XLV. Morte de Lisíadas: descrédito em que este fato faz Arato cair.
- XLVI. Êle recusa a preteria.
- XLVII. Reflexões sobre o proceder de Arato.
- XLVIII. Impede a Cleômenes entrar na liga dos acaios. Conseqüências funestas deste fato.
- XLIX. Êle torna-se odioso, fazendo castigar os que tinham ligações com Cleômenes.
- L. Os coríntios querem-se apoderar da sua pessoa. Êle lhes escapa.
- LI. Recusa os vantajosos oferecimentos de Cleômenes.
- LII. Chama Antígono em auxílio dos acaios.
- LIII. Honrosa maneira com que Antígono o trata.
- LIV. Êle retoma Argos de Cleômenes.
- LV. Diversas censuras feitas a Arato.
- LVI. Seu proceder com relação à cidade de Mantinéia, inescusável.
- LVII. É vencido pelos etólios, perto de Cáfias.
- LVIII. Prestígio de Arato perante Felipe.
- LIX. Felipe muda de proceder.
- LX. Arato convence-o a entregar Itome aos messênios.
- LXI. Arato retira-se da corte de Felipe.
- LXII. Felipe fá-lo envenenar.
- LXIII. É enterrado em Sicíone. Honras fúnebres que lhe prestam.
- LXIV. Como o céu castigou Felipe por seu crime.
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Plutarco |
SUMÁRIO DA VIDA DE
TITO QUÍNCIO FLAMÍNINO
I. Caráter de Flamínino. II. Suas
primeiras campanhas. III. É nomeado cônsul, antes dos trinta anos, e é enviado
contra Filipe, rei da Macedônia. IV. Apressa-se em dar início à campanha.
Sua chegada ao Êpiro. V. Escaramuças entre os romanos e os macedônios. VI. Pastores
indicam a Flamínino um caminho entre as montanhas. VII. Derrota
Filipe. VIII. Vários povos da Grécia, cativados pela moderação de
Flamínino, unem-se aos romanos na luta contra Filipe. IX. Acaba de
conquistar a amizade dos gregos ao propor a Filipe que lhes restítua a
liberdade, pr-oposta esta recusada. X. Convence os tebanos a se
colocarem ao lado dos romanos. O comando é-lhe prorrogado. XI. Oferece
batalha a Filipe. XII. O combate inicia-se no dia seguinte. XIII. Flamínino
alcança a vitória. XIV. Epigrama do poeta Alceu. XV. Resposta de
Filipe a este epigrama. XVI. Flamínino concede a paz a Filipe. XVII. Sua
prudência em conceder a paz num momento em que nova guerra ia ser deflagrada
por Antíoco, instigado por Aníbal. XVIII. Consegue, dos emissários
enviados pelo Senado, completa liberdade para os gregos. XIX. Esta
liberdade é proclamada na assembléia dos jogos ístmicos. XX. Aclamações
dos gregos. XXI. Sua alegria. Reflexões sobre as guerras e a sorte da
Grécia. XXII. Empenho de Flamínino em tomar uma realidade a liberdade
da Grécia. XXIII. Preside aos jogos nemeus, fazendo de novo proclamar a
liberdade da Grécia. XXIV. A conduta de Flamínino proporciona aos romanos estima e
confiança universais. XXV. Presentes de Tito ao templo de Delfos, e as inscrições
que neles mandou gravar. XXVI. A proclamação de Flamínino comparada com a
posteriormente feita por Nero, também nos jogos ístmicos. XXVII.
Tito ataca Nábis, tirano de Esparta,
sucedendo-se a paz. Motivos supostos desta conduta. XXVIII. Os aqueus
fazem-lhe presente de todos os romanos que viviam como escravos na Grécia.
XXIX. Descrição do triunfo de Tito. XXX. Tito Flamínino é enviado à
Grécia para se opor às revoltas provocadas por Antíoco. XXXI. Serviços
por êle prestados aos gregos. XXXII.
Honras que lhe são tributadas na Grécia. XXXIII. Diversas
respostas de Flamínino. XXXIV. É nomeado censor. Origem de sua inimizade com Catão. XXXV. Embaixada
de Flamínino junto de Prúsias, rei da Bitínia, para conseguir que Aníbal lhe
seja entregue. Aníbal mata-se. Diversos julgamentos sobre a conduta de Flamínino,
neste episódio.
Viveu do ano 527 até depois do ano 571 de
Roma, 182 A. O.
Texto arquivado em Biblioteca, História Geral, Plutarco, Roma Antiga |
Na
cidade de Mantinéia vivia outrora um cidadão chamado Cassandro , pertencente
a uma das mais nobres e antigas famílias locais, e cuja reputação e autoridade
no trato dos negócios públicos eram, em seu tempo, maiores do que os de
qualquer outra pessoa. Todavia, a fortuna tornou-se-lhe depois adversa, de modo
que foi expulso de seu país, retirando-se para a cidade de Megalópolis ,
para onde o levou principalmente a amizade que o ligava a Crausis , pai de
Filopêmene, homem excelente, liberal e magnânimo afeiçoado à sua terra.
Enquanto Crausis viveu, Cassandro foi por êle tão bem tratado que nada lhe
faltou. CAPÍTULO DAS VIDAS PARALELAS, do filósofo Plutarco.
Texto arquivado em Biblioteca, Grécia Antiga, História Geral, Plutarco |