Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt.[1]
Cristian Abreu de Quevedo[2]
Resumo
A sociedade e o indivíduo tendem a esquecer de suas responsabilidades para com os acontecimentos políticos. Como se as decisões dissessem respeito somente aos seus representantes e as responsabilidades pessoais e coletivas fossem inexistentes, sendo incapazes de julgar as ações realizadas. Este artigo pretende abordar estes temas a partir de Hannah Arendt, possibilitando uma reflexão atual sobre a política.
Palavras-chaves: responsabilidade pessoal e coletiva, julgamento humano, sistema e totalitarismo.
Texto arquivado em Filosofia Contemporânea, Hanna Arendt, Sociologia, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 3 Comentários »
Através de uma perspectiva genealógica do conhecimento que se preocupa com o valor e o sentido das coisas, buscou-se experimentar o pensamento educacional, transvalorando-o por completo pelo conceito de (des)educação. Tal proposta vem acompanhada de outras duas: a transvaloração do ócio face à redução da valorização do trabalho, e a adoção do Super-Homem – o homem superado por si próprio – como figura apropriada para este novo paradigma educacional. No capítulo Genealogia do Ócio, discute-se como se procedeu a mudança de sentidos do ócio ao longo da história e, adiante, examinam-se os motivos do início da decadência da educação pelo e para o ócio na Grécia trágica. Traça-se, a partir disso, um esboço de como fazer para desconstruir a educação hoje existente, em favor da educação pelo e para o ócio. O método genealógico, levado a uma experimentação diferente e nova, coloca instrumentos variáveis na genealogia e investiga a noção de Super-Homem – o que é e como pode ser interpretada no contexto pedagógico. No aspecto normativo, a presente tese amarra o argumento com fortes nós – para aqueles que tentem desatá-los, que falhem em sua própria ruína.
Texto arquivado em Filosofia Contemporânea, Nietzsche, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 5 Comentários »
Download do texto no formato original em PDF ( downloads )
ALGUMAS IMPLICAÇÕES DO DOIS-EM-UM SOCRÁTICO, NA PERSPECTIVA
ARENDTIANA.
Por: Pedro H. S. Pereira (graduando
em Filosofia . UFSJ / Direito no IPTAN).
Orientador: Prof. José Luiz de Oliveira
(doutorando – UFMG).
Resumo
O
presente artigo aborda o princípio moral do dois-em-um socrático, e as
implicações trazidas pela sua presença naqueles que se utilizam da faculdade do
pensar, que
exercitada de maneira incessante, é capaz de nos deixar perplexos. A abordagem estende-se também
àqueles que abrem mão dessa faculdade, demonstrando as conseqüências a que
estão sujeitos. A irreflexão é fruto da massificação, e somente o exercício do
pensar é capaz de nos livrar das implicações negativas advindas deste fenômeno.
Palavras-chave: dois-em-um / pensar /
implicações.
Texto arquivado em Filosofia Antiga, Filosofia Contemporânea, Grécia Antiga, Hanna Arendt, Sócrates, Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos | com 3 Comentários »