Viana do Castelo e Caminha

Oliveira Lima Viana do Castelo e Caminha Para um pernambucano que se tem ocupado da história da sua terra natal, Viana do Castelo oferece um particular atrativo: das cidades minhotas é a que mais íntimas ligações teve com o feudo de Duarte Coelho, desde os seus inícios. Ao que escrevia o jesuíta Fernão Cardim, na … Ler maisViana do Castelo e Caminha

NO MINHO – Vila do Conde

Oliveira Lima NO MINHO Vila do Conde O Minho, como aliás todo Portugal, é das regiões mais interessantes da Europa pela sugestiva combinação que oferece de história, de arte e de natureza. Em Vila do Conde, por exemplo, onde estou passando algumas semanas, temos de um lado a linha ondulante da praia, com seus rochedos … Ler maisNO MINHO – Vila do Conde

VOLTAIRE – DO SÉCULO DE LUIS XIV – O SISTEMA DE LAW

DO SÉCULO DE LUIS XV – O SISTEMA DE LAW – VOLTAIRE

O SISTEMA DE LAW

ESSE famoso sistema de Law, que parecia de molde a arruinar a regência e o Estado, sustentou na realidade um e outro, mercê de consequências que ninguém havia previsto. … Foi o caso de, por uma prestidigitação, cujos passes não se tornaram visíveis dos mais peritos e dos mais argutos, um sistema quimérico dar origem a um comércio real e fazer ressurgir a Companhia das índias, criada outrora pelo célebre Colbert e arruinada pelas guerras. Em suma, se houve muitas fortunas particulares destruídas, por outro lado a nação passou a ter uma vida comercial mais intensa, tornando-se mais rica. Esse sistema esclareceu os espíritos, do mesmo modo que as guerras civis aguçam a coragem.

História da França – Casa de Valois – História Universal

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Césare Cantu – História Universal

CAPÍTULO XXIII

A França. — Os Valois

Luís XI tinha, durante toda a sua vida, posto em ação a habilidade e a perfídia para tirar à nobreza seus privilégios e franquias, a fim de fortalecer outro tanto o poder real. Por sua morte, os Estados reunidos em Tours (1484) fizeram ouvir altamente queixas que o terror tinha abafado até ali. O clero reclamou as liberdades galicanas, aniquiladas pela aprovação da pragmática; a nobreza quis que se lhe restituíssem as jurisdições abolidas, a guarda das fortalezas e da fronteira, a caça nos bosques reais. O terceiro Estado fêz ouvir também a sua débil voz para pedir que a venalidade dos cargos fosse suprimida e o cumul (1) abolido, que os juízes fossem inamovíveis, e que nenhum imposto (Luís XI tinha-os triplicado) fosse lançado sem o consenso dos Estados.

(1) Um acidente do mesmo gênero aconteceu em 1681 a Maria Luísa de Orléans, mulher de Carlos II. Ela caiu do cavalo, e tendo-se-lhe prendido o pé no estribo, era arrastada pelo pátio e em perigo de vida, sem que pessoa alguma ousasse pôr a mão no corpo sagrado de uma rainha. Felizmente dois gentis-homens preferiram a sua salvação à etiqueta; correram a parar o cavalo, e livraram-na. Porém apressaram-se a fugir para escapar à pena capital, que não deixaria por isso de os alcançar se a rainha não tivesse implorado o seu perdão.

Notas do livro D. João VI no Brasil de Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

NOTAS do Livro D. João VI no Brasil – de Oliveira Lima