Os restos do naufrágio – (Pinheiro Chagas)

Os restos do naufrágio Nas praias da Bretanha vivia um pescador com a mulher e um filho. A idade já lhe quebrara um pouco as forças, mas ain­da lutava com o mar no seu frágil barquinho, a que pusera um nome audacioso: Avante! Uma tarde em que o pescador, tendo acabado de jantar, fu­mava o … Ler maisOs restos do naufrágio – (Pinheiro Chagas)

NO MINHO – Vila do Conde

Oliveira Lima NO MINHO Vila do Conde O Minho, como aliás todo Portugal, é das regiões mais interessantes da Europa pela sugestiva combinação que oferece de história, de arte e de natureza. Em Vila do Conde, por exemplo, onde estou passando algumas semanas, temos de um lado a linha ondulante da praia, com seus rochedos … Ler maisNO MINHO – Vila do Conde

A PESCA DE “POITA” – conto curto de pescadores

poitá monstro marinho

A PESCA DE "POITA" Correntoso e encachoeirado, banhando matas e lambendo escarpas, engrossado sempre com milhares de contribuintes, que contravertem as suas margens desde as nascentes na Serra Azul, o velho Ibitirati, ao chegar à Capela de Nossa Senhora da Conceição, a montante do porto da cidade, turbilhonando em rápidos e corredeiras, varando em canais … Ler maisA PESCA DE “POITA” – conto curto de pescadores

A BRUXA NICÁCIA – Mitos e Lendas de terror

A LENDA DA NICÁCIA

A medonha velha tinha uma enorme corcunda. A LENDA DA NICÁCIA O rio Corrente, o lento fragoroso e irrequieto da lenda, interrompe o pensamento com sua música de cachoeira e mistérios. O vago e o terror se apoderam da alma do caboclo que lhe pisa a ribanceira, quando as trevas transformam a mata em fantasmas … Ler maisA BRUXA NICÁCIA – Mitos e Lendas de terror

LENDA DO NEGRO D’ÁGUA

LENDA DO NEGRO D'ÁGUA

LENDA DO NEGRO D’ÁGUA O negro d’água faz parte da vida de todos os pescadores do Centro Oeste. Crendo ou não crendo, todos eles já experimentaram um sustozinho,. certa vez que um boto apareceu com a sua cabeça de porco a soprar bem pertinho de onde estava a sua vara de anzol.H Em certa pescaria … Ler maisLENDA DO NEGRO D’ÁGUA

OS POVOS “PRIMITIVOS” – Arte nos primórdios da civilização

HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) OS POVOS PRIMITIVOS CAPÍTULO III Os começos da arte encontram-se onde também se encontram os primórdios da civilização. A luz da história ilumina apenas a última e curta etapa do longo caminho percorrido pela humanidade. A história não é possível escla-cer-nos sobre a primeira metade desse caminho. A … Ler maisOS POVOS “PRIMITIVOS” – Arte nos primórdios da civilização

BARQUEIROS DO RIO SÃO FRANCISCO

BARQUEIROS DO SAO FRANCISCO - percy lau

O S TIPOS sertanejos das margens do São Francisco não resultam apenas do caldeamento dos elementos que compuseram a população do vale do grande rio. Decorrem também dos diferentes “gêneros de vida” a que foram levadas aquelas populações ao entrarem em contacto com um meio físico diverso.

Se as condições do meio físico acabaram por definir — no tempo e no espaço — cada tipo social já esboçado pelas circunstâncias da economia da época, a sua estruturação resultou, no fundo, da função antropogeo-gráfica do rio, que o espírito de aventura cedo descobriu.