DILEMMAS AND CHALLENGES OF THE TWENTY-FIRST CENTURY: A PRODUCTIVE RESTRUCTURING AND DEGRADATION OF WORK.

DILEMMAS AND CHALLENGES OF THE TWENTY-FIRST CENTURY: A PRODUCTIVE RESTRUCTURING AND DEGRADATION OF WORK. Prof. Dr. Felipe Luiz Gomes e Silva. State University. Summary: We intend this research to reflect on the subjective and objective degradation of work in the twenty-first century. We know that the crisis opened the Taylorist-Fordist system of production appears in … Ler maisDILEMMAS AND CHALLENGES OF THE TWENTY-FIRST CENTURY: A PRODUCTIVE RESTRUCTURING AND DEGRADATION OF WORK.

TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.

maravilhas das antigas civizações

TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.
Felipe Luiz Gomes e Silva

Resumo

O
objetivo deste texto é refletir sobre novos desafios e velhos dilemas presentes
na esfera do trabalho no século XXI: desemprego estrutural, precarização
laboral e apropriação da subjetividade humana pelo capital. Na década de 1970,
alguns pesquisadores brasileiros entendiam que a chamada "marginalidade
social" constituía, na realidade um enorme exército de reserva de força de
trabalho funcional ao processo de acumulação de capital; a “ocupação informal”
era entendida como uma forma peculiar de inclusão na divisão social do
trabalho. Mas, atualmente, para M. Davis (2006), os trabalhadores desempregados
da América Latina, por exemplo, compõem um vasto “proletariado informal”, o
qual não pode ser chamado de lumpesinato e muito menos de exército de reserva,
pois já não são reservas de nada. Para Robert. Castel (1998), os desempregados
são na realidade “desfiliados”, “supranumerários” e inúteis para o mundo
capitalista. A ideologia do progresso e da modernidade justificou que muitas
lutas de oposição à mercantilização das atividades humanas fossem destruídas
pelo avanço das forças produtivas do capital. Mas mesmo com a destruição das
lutas de resistência o que surpreende é que o desenvolvimento capitalista,
depois de pelo menos quatrocentos anos, não tenha assalariado a totalidade da
força de trabalho na economia-mundo. Dados atuais indicam que trabalhadores
tipicamente assalariados incorporados às cadeias mercantis mundiais abrangem
uma pequena parte da força de trabalho. A metade da população do mundo vive na
pobreza, com menos de US$ 2 por dia, são 3 bilhões de seres humanos. E segundo
a Organização Internacional do Trabalho, diante da atual crise do capitalismo,
serão adicionados mais de 50 milhões de desempregados no mundo; o acelerado
crescimento da indigência é a grande novidade do século XXI. Quem são os
miseráveis de ontem e os de hoje? O que fazer?
Palavras-chave: trabalho,
exclusão, pauperismo, proletariado, indigência.

Professor Doutor
UNESP, campus de Araraquara, membro do Grupo de Pesquisa em História Econômica
e Social Contemporânea.
Endereço:
[email protected]

Human subjectivity administration and labor organization

maravilhas das antigas civizações

Português: Reflexão sobre o trabalho: Apropriação da subjetividade da classe trabalhadora: burocracia e autogestão, por Felipe Luiz Gomes e Silva. Human subjectivity administration and labor organization Professor Dr.Felipe Luiz Gomes e Silva Universidade Estadual Paulista. Professor Assistente Doutor.  [email protected]   Abstract This paper intends to make a reflection on the human subjectivity administration in automobile … Ler maisHuman subjectivity administration and labor organization

Apropriação da subjetividade da classe trabalhadora: burocracia e autogestão

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. Working class subjectivity assumption: bureaucracy and self-administration.[1] por Felipe Luiz Gomes e SILVA[2] Resumo: O objetivo deste texto é refletir sobre o processo de apropriação da subjetividade da classe trabalhadora pelo capital. Para a reprodução das relações sociais de produção capitalista, a adesão dos operários ao processo de produção é um aspecto fundamental. A … Ler maisApropriação da subjetividade da classe trabalhadora: burocracia e autogestão