OS GERMANOS, OS ÁRABES, OS VENEZIANOS, OS ALEXANDRINOS, OS PORTUGUESES

OS GERMANOS, OS ÁRABES, OS VENEZIANOS, OS ALEXANDRINOS, OS PORTUGUESES Dr.  Aluísio Telles de Meirelles. Fonte: Manual do Executivo. Novo Brasil editora brasileira. A INVASÃO germânica teve profundas conseqüências na ordem mercantil. Durante a hegemonia de Roma, todas as regiões litorais do Mediterrâneo constituiu m como que um círculo fechado, desde reunidas em um círculo político. … Ler maisOS GERMANOS, OS ÁRABES, OS VENEZIANOS, OS ALEXANDRINOS, OS PORTUGUESES

D. Luís da Cunha — Alexandre de Gusmão — Antônio Ribeiro Sanches

CURIOSIDADES BIBLIOGRÁFICAS Oliveira Lima (D. Luís da Cunha — Alexandre de Gusmão — Antônio Ribeiro Sanches) No recente leilão da livraria dos Marqueses de Valada, efetuado em Lisboa, tive ensejo de arrematar um exemplar em quatro grossos volumes in-fólio manuscritos das Memórias de D. Luís da Cunha, plenipotenciário português ao Congresso de Utrecht e embaixador … Ler maisD. Luís da Cunha — Alexandre de Gusmão — Antônio Ribeiro Sanches

historiografia portuguesa: História do Descobrimento e Conquista da Índia

Cônego Fernandes Pinheiro (1825 – 1876)

CURSO DE LITERATURA NACIONAL

LIÇÃO XV

LIÇÃO XVI

historiografia

(Ninguém desconhece a importância do estudo da história, magistra vita, testis temporis, na frase de Cícero. Com o fio de Ariane conduz-nos ao labirinto do passado, e faz-nos assistir pela imaginação a fatos ocorridos em estranhos climas e remotas eras. Fez-nos classificá-la nas belas letras o encanto que nos causa a sua leitura, por isso que não poucas vezes a pena do historiador se converte em pincel, e descrevendo, ou narrando, deslumbra-nos pelo brilhantismo do colorido.

De duas diversas maneiras pode-se escrever a história: ou como testemunha impassível dos acontecimentos, registrando-os sem fazer-lhes o menor comentário; ou apreciando as causas donde dimanam os sucessos, e procedendo à rigorosa autópsia das circunstâncias que mais ou menos atuaram sobre eles. O primeiro destes métodos produz a crônica, que rejeita a crítica, e, interrogando as tradições populares, apressa-se em enfeixá-las em um ramalhete de maior ou menor fragrância. Foi Heródoto o patriarca dessa escola, que contou ilustres adeptos, sendo Fernão Lopes o que em Portugal maior nomeada granjeou. Submete a segunda escola todos os fatos à luz da crítica, e nunca conta sem que moralize e racircme. É mais filosófico e infinitamente mais útil o segundo destes métodos: cumpre porém reconhecer que exige ele da parte dos escritores e dos leitores certo grau de adiantamento que lhes permita estudar com imparcialidade o passado, cortando não raro por legendas que sobremodo lisonjeiam o orgulho e a vaidade nacionais.

Como aconteceu o Descobrimento do Brasil – História do Brasil de Handelmann

Gottfried Heinrich Handelmann (1827 – 1891)

História do Brasil

Traduzido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. (IBGE)

CAPÍTULO I – O descobrimento

A história dos tempos primitivos do império do Brasil é tão desconhecida e obscura como a dos Estados Unidos da América do Norte, até ainda mais, pois nem ao menos um raio de luz penetra ali a espessa treva.

Acontece, entretanto, ter chegado ao nosso conhecimento um ou outro monu mento, que atesta fatos de remota antiguidade.

DUARTE NUNES DE LEÃO

DUARTE NUNES DE LEÃO, nasceu em, Évora e faleceu em 1608. Foi desembargador da Casa da Suplicação e compôs um repertório das ordenações e leis extravagantes, que coligira poP ordem do rei D. Sebastião.

DOM FREI AMADOR ARRAIS

DOM FREI AMADOR ARRAIS, nasceu em Beja, e, em 1545, tomou em Lisboa o hábito carmelitano. Foi na sua Ordem reitor do Colégio de Coimbra; pregador da Real Capela, nomeado por D. Sebastião; e co-ad-jutor do Cardeal-Infante D. Henrique no arcebispado de Évora. Reinando D. Filipe II, elevaram-no a bispo de Portalegre, donde se retirou magoado pelo cabido, indo falecer em Coimbra, no ano de 1600.

Adivinhos

Maravilhosos homens são os astrólogos e adivinhos, (362) que somente sabem o que está por vir, e do passado e do presente não sabem nada; e assim contam as coisas que no céu se fazem, (363) como se ao conselho dos seus moradores houvessem estado presentes, e agora novamente de lá abaixassem. Mas a verdade é que os tais não sabem o que se faz no mundo, nem no céu, nem na terra, nem ainda na sua câmara. Não vêem (364) o que trazem ante os pés e querem saber o que passa sobre as estrelas.

Grandes Navegações

Resumo escolar sobre o contexto das Grandes Navegações que levaram ao descobrimento da América e do Brasil no século XVI e XVI, viagem de Colombo, Vasco da Gama e Cabral. Questões inclusas.