História da Arte – América Indígena e África Negra

História da Arte – América Indígena e África Negra

Pierre du Columbier – História da Arte – Cap. 16 – América e África Negra


arte africana

 

América

QUANDO os Europeus, no extremo limite do século XV, desembarcaram na América, os indígenas que encontraram ignoravam a roda, tinham em metalurgia conhecimentos muitíssimo elementares e só opunham aos mosquetes dos recém-vindos flechas de todo insuficientes. Só, no entanto, por um extraordinário abuso de linguagem poderiam ser, em geral, classificados de primitivos. A aparelhagem nem sempre caminha forçosamente a par da civilização. Vários desses grupos participavam duma vida social muito diferenciada. Possuíam um sistema de escrita, pelo menos sagrada, e deuses que a sua crueldade não impedia de se mostrarem subtis; erguiam-lhe vastos templos, estátuas, ofereciam-lhes sacrifícios humanos com cerimonial complicado e que denotava pronunciado gosto pelas especulações intelectuais, cultivavam de bom grado divertimentos colectivos, como a dança. A estrutura social e as artes tinham evoluído independentemente do resto do Mundo mas não sem certo paralelismo.

A bem dizer, uma análise mais aprofundada tende a reduzir a dois os centros de civilização que enxamearam na América e cuja influência enfraquece cada vez mais à medida que cresce a distância: o da América Central com os Maias, o do Peru com os Incas.

mapa america central

Maias e Azetecas 

«Maia, fonte de luz», pôde escrever sem exagerar, ao que parece, um etnólogo americano. Ela estava quase extinta quando os Espanhóis chegaram. Não foram os Maias que eles tiveram de vencer, mas os Azetecas, conquistadores ali instalados havia menos de quinhentos anos. Só se descobriram os seus predecessores através do que os Azetecas delas tinham conservado e graças também à exploração de regiões de acesso difícil. Sabe-se hoje que os Maias, possuidores, uma centena de anos antes da era cristã, dum sistema hieroglífico desenvolvido, ocuparam, até ao ano 600 aproximadamente, uma região

situada ao sul da península de Iucatão, partilhada hoje pelo México, Guatemala e Honduras. Deixaram eles aí ruínas grandiosas duma primeira série de cidades: Copan, Tikal, Yaxchilan, Palenque. Havendo depois emigrado, por razões desconhecidas, para o norte do Iucatão, tiveram, do século X ao século XII, uma brilhante renascença. Os Zapotecas, com a sua cidade santa de Mitla, os Tol-tecas — considerados primeiros como o tronco destes povos, com o seu lugar sagrado de Teotihuacan, que, graças à vizinhança do México, não cessou de ser visitado — não eram provavelmente senão os herdeiros dos Maias — e os Azetecas deles receberam muito, por exemplo o seu deus, a serpente coroada de penas, cuja presença em qualquer local parece indicar sempre uma origem maia.

Por mais longe que recuemos, a sociedade maia surge-nos sempre aliás perfeitamente constituída e num estado de civilização muito adiantado: nenhuma escavação permite supor tentativas que a tenham precedido. Estes homens eram grandes construtores, embora deixassem as suas cidades com facilidade assombrosa. Sobre outeiros artificiais ou sobre pirâmides resultantes de aterros, levantavam templos e palácios de alvenaria com revestimentos de pedra muito bem aparelhados. A sua ignorância da abóbada levou-os a adoptar, para cobrir as portas e os corredores que rasgavam nos seus monumentos maciços, perfis triangulares.

Mais do que a sua arquitectura propriamente dita, caracteriza-os a sua decoração exuberante, que recobre, em alto friso a parte superior de todas as paredes, quando não a parede inteira. São numerosos os elementos geométricos, particularmente a grega. As penas, os cajados as volutas — em suma, os elementos procedentes do desenho — desempenham aqui papel muito mais importante do que a imitação do reino vegetal. O homem não está ausente, longe disso; mas, como o observa o Sr. Spinden, o principal historiador destes povos, nunca ó homem foi para os Maias um fim absoluto. A ciência do corpo, a destreza em o desenhar, consideráveis nos antigos monumentos, em Copan e em Palenque, diminuem, enquanto o homem se reduz a um ornato, para o que contribuiu em particular o seu rico trajo. Observa-se esta tendência, de maneira impressionante, nas máscaras, que, como o «t’ao-t’ié» chino, perdem os seus elementos vivos em proveito do grafismo. Mas, em vez de simplificar, o Maia complica. À medida que o tempo passa, a deformação progride, os ângulos

tornam-se mais agudos: daí, o aspecto caricatural que muito impressionou os nossos contemporâneos e os levou a falar dum humor fúnebre que só existe talvez no seu espírito e provém sobretudo do seu conhecimento dos costumes azetecas. Ora, até mais ampla informação, não temos razões de crer que os Maias hajam sido especialmente sanguinários. Florescem monstros quase sempre mais ou menos aparentados com a serpente coroada de penas, enquanto os animais familiares são raros. A superfície esburaca-se vigorosamente, com negros poderosos que a fragmentam, em aparente desordem. Nas grandes cidades, mais tardias, do norte do Iucatâo, em Chiche-nitza por exemplo — onde todos estão de acordo, no entanto, em reconhecer numerosas influências toltecas — se esta decoração perde em variedade e tende a reduzir-se à geometria, são pelo contrário maiores e mais bem sucedidos os esforços no domínio propriamente arquitectónico ; o Templo dos Guerreiros apresenta colunadas a bem dizer desconhecidas nos edifícios mais antigos.

A reacção em favor da civilização maia, justificada em princípio, parece contudo ter-se exercido de maneira excessiva em prejuízo dos conquistadores azetecas. Torna-se em extremo injusto inventariar apenas, na arte desses ferozes guerreiros, tudo quanto imitaram e olhá-los em suma como os conservadores involuntários da arte dos povos que subjugaram. Se, com efeito, possuímos bai-xos-relevos maias de grande categoria, esses antepassados não parecem ter sido tão afortunados na estatuária. Neste fracasso relativo deve porventura ver-se o preço de resgate do seu gosto pela decoração. Nada do que nos deixaram se pode comparar a certas máscaras azetecas. O artista, desenhando o lado fortuito das coisas, foi direito ao seu objectivo, que consistia em revelar a estrutura dum rosto humano, em lhe dar o seu aspecto de eternidade, trabalhando os materiais mais duros: a obsidiana, o basalto e até o cristal de rocha, que utilizou pacientemente para dele fazer uma caveira. Muitas vezes, como na Serpente coroada de penas, do Museu do Homem, não hesita em deprezar os maravilhosos recursos decorativos que dimanam dos enrolamentos do deus e bem assim a massa das penas arripiadas, mas trata cuidadosamemente o volume elementar, o volume ovoide que, entre os Maias, era com excessiva facilidade obnubliado numa ourivesaria cinzelada com virtuosismo.

Incas As maneiras de ver do historiador da arte não podem coincidir com as do sociólogo. Perante as tribos guerreiras dos Azetecas e os caudais de sangue que elas fizeram derramar, é possível que a vasta e quase pacífica civilização inca represente um tipo muito mais adiantado de organização. Ouvem-se louvores à ordem que reinava no império, às estradas vertiginosas, aos refúgios preparados para os viajantes, aos cavalos de muda destinados ao soberano nas suas viagens, a uma religião do Sol, certamente mais depurada, menos selvagem. Sem dúvida. Mas estes homens teriam andado melhor se traduzissem na pedra tão altas aspirações. Na verdade, admiramos por assim dizer no aspecto técnico a aparelhagem ciclópica do Templo do Sol em Cuzco, mas ficamos bastante indiferentes perante esse monumento e o nosso sentimento só desperta ante os produtos das artes menores. Há loiças de barro reveladoras da fértil imaginação, por vezes um tudo nada extravagante, que afectam de bom grado a forma humana com simplismo aliciante; há tecidos de penas de matizado feliz; há sobretudo, na matéria que fez a glória lendária e a desgraça do Peru, o oiro, jóias de trabalho inexcedível. Em tudo isto falta porém o sentimento de grandeza que os antropófagos religiosos do México possuíam muito naturalmente.

A serpente coroada de penas — Kukulcan para os Maias, Quet-zalcoal para os Azetecas — terá verdadeiramente morrido ? Os conquistadores cristãos, claro está, nada viram de mais urgente do que esconjurar com horror os demónios vencidos, mas torna-se lícito perguntar se esses demónios não voltaram por uma via subtil. Para levantar igrejas a Jesus e à Virgem, os Espanhóis serviram-se forçosamente da mão de obra indígena e os arquitectos churriguerescos não eram homens atreitos a afligir-se com uma sobrecarga de decoração. Mas, em certas fachadas, como a de Acatepec, não são acaso os velhos hábitos que reaparecem, tal como ressurgem também nos desenhos de crianças das escolas do México, surpreendentes de audácia decorativa?

África Negra

Até ao momento em que, na primeira década do século XX, alguns artistas descobriram a arte negra, esta só interessara os etnólogos pelo que revela da mentalidade dos seus criadores. Foi preciso que audaciosas rebuscas estéticas viessem abalar o edifício da arte europeia, filha da arte greco-romana (os seus alicerces, Deus louvado, são ainda bastante sólidos!), para que os preconceitos que detinham os Brancos perante um manipanso negro e lho faziam olhar simplesmente como um monstro fossem postos de banda.

Achamo-nos porventura pela primeira vez perante uma arte primitiva por definição, ou antes, uma arte primitiva que não teve a acompanhá-la esses aperfeiçoamentos nas relações do homem com a natureza e também nas relações dos homens entre si a que chamamos civilização.

Quer isto dizer que uma tal arte deva ser considerada como estando ainda na infância ? Hipótese tanto menos de aceitar quanto é certo que essa arte, de facto, desapareceu. E antes uma arte que, tendo feito determinadas descobertas, cristalizou, não experimentou o desejo de ir mais além; adoptou certo número de tipos que se repetem à saciedade, com habilidade técnica por vezes consumada mas pouco curiosa de variantes. Tal arte não poderia evolucionar e é de presumir que teria continuado a desentranhar-se em produções tão perfeitas no seu género como até ali, se o estabelecimento dos Brancos em África não houvesse profundamente modificado as condições de existência dos Pretos e aniquilado implicitamente essa arte que lhes estava adstrita. Aniquilamento e não decadência. Não nos iludamos quanto ao minguado valor das nossas pesquisas. Frequentemente, fala-se de arte negra de alta época. Tal expressão não passa afinal duma boa treta. De facto, somos quase sempre incapazes de datar uma obra, nem que seja de mais ou menos quinhentos anos, não tanto por causa da falta de documentos como pela própria imobilidade desta arte. E, como uma e outra razões continuarão a prevalecer, não há qualquer esperança de que a nossa ciência da arte negra venha a fazer grandes progressos. Colheremos mais objectos, limitar-nos-emos a classificá-los

pelos seus lugares de proveniência, a pô-los em relação mais estreita com as crenças a que estão ligados — mas, afinal, são aspectos bastante estranhos ao prazer estético.

Arte negra quer dizer, na realidade, escultura negra, e essa escultura provém dum território que, nem por ser imensamente grande aos nossos olhos de Europeus, apenas ocupa em lugar secundário na vasta África. Abrange, por um lado, as regiões ribeirinhas do golfo da Guiné — Sudão, Costa do Marfim, Daomei, Camarões, Congo — e, por outro lado, penetra profundamente no interior na região do Congo Belga, que proporcionou uma colheita particularmente abundante. Xão é que o resto da África seja inteiramente desprovido de arte. Tanto ao norte como ao sul, abundam as pinturas rupestres, que nos aventuramos a datar com extrema dificuldade, e todos os dias vão surgindo outras mais. Atribuem-se algumas das mais importantes, na Zambézia e na Rodésia, aos Bosquimanos, que pertencem a uma raça de todo diferente da dos Pretos propriamente ditos, mas esses indígenas não são provavelmente ós únicos responsáveis de tais obras. Apresentam elas curiosa semelhança com as obras pré-históricas cuja presença assinalámos no leste da Espanha: o mesmo movimento, a mesma esquematização da figura humana.

Seja porém como for, só a África equatorial, a África negra, possui, no momento actual, uma escultura. Salvo no Benim, reino que se situava outrora na região da foz do Níger, na actual Nigéria inglesa, esta escultura tem por matéria quase exclusiva a madeira (são raros os objectos de oiro e até de marfim), um tipo de madeira muito dura, muito densa, muito cerrada, que estala pouco e se presta a efeitos de polimento em tudo superiores aos do calcário, sensivelmente iguais aos do mármore, que proporciona por isso ao escultor magníficos recursos, de que ele aliás se serviu com mestria: fisicamente, uma escultura negra dá prazer pela sua sumptuosidade.

Mas seria fazer grave injúria aos escultores atribuir às madeiras indígenas qualidades que, de facto, pertencem aos homens.

Consideremos, por exemplo, uma dessas máscaras da Costa do Marfim, cujo mérito excepcional foi de há muito reconhecido. Uma observação se impõe antes de tudo: perante uma destas obras, logo experimentamos a necessidade de puxar dum lápis ou duma

pena e de garatujar no papel um esquema do que temos sob os olhos e que o artífice já reduziu aos seus elementos: os traços são representados com rigorosa simetria, enquanto os acidentes de forma desapareceram. Quando um motivo fortuito, uma tatuagem por exemplo, tem de representar-se, já nos aparece devidamente regularizado. A segunda observação, que se aparenta com a primeira, porque diz respeito ao resultado do mesmo trabalho de análise das formas, é a virtude das curvas contínuas, de que estes escultores têm um sentido raro. Se, por exemplo, dão, segundo uma convenção que parece, na origem, bastante arbitrária, uma forma côncava à face, tudo obedecerá a este princípio. A linha da frente entumescerá docemente e harmonizar-se-á insensivelmente com a linha do crânio: vai-se a tal ponto que, para não impedir o olhar e quase se poderia também dizer a mão (porque se tem a impressão de que estes trabalhos se destinam sobretudo a dar uma sensação epidérmica) de deslizar duma ponta à outra deste caminho que lhe foi traçado, o nariz é pura e simplesmente suprimido e os arredondados do cabelo encaixam uns nos outros. Esta simplicidade, esta grandeza podem talvez considerar-se monumentais. Ora os Pretos, até os mais ou menos sedentários, não possuem arquitectura que lhes seja própria, pelo que não parecem ter tido nunca esta noção. Tal facto tenderia a provar que as belas teorias delineadas acerca das relações entre a arquitectura e a escultura têm muito de artificial. Tudo o que deles possuímos é de modestas dimensões e, em suma, quando esta arte essencialmente antropomórfica se aplica excepcionalmente à decoração de alguma choupana, não parece muito à vontade, antes pelo contrário.

Escusado será dizer que estes méritos são, em graus muito desiguais, não o apanágio das regiões precedentemente indicadas e que correspondem a linhas artificiais de colonização, mas das diversas tribos indígenas no seu estado primitivo. As máscaras da Costa de Marfim, em particular as máscaras Dan, constituem, de certo modo, as obras clássicas da arte negra. Mostram elas, em grau elevadíssimo, o resultado duma espécie de decantação do desnudamento, que deve ser antiquíssima e que nós não estamos em condições de acompanhar. O Daomei, mais anedótico, menos puro, que ficou durante mais tempo independente, parece manifestar, desde a conquista francesa, um poder de adaptação algo inesperado

nestas regiões. O facto é que o Museu do Trocadero conserva uma curiosa estátua de ferro batido, cujo caracter é atestado pela presença de cavilhas, de cadeados, e que, apesar disso, tem grandeza. A Alta Volta enriquece as suas pequenas figuras esculpidas com uma nota decorativa e como que «divertida», rara na arte negra. No Gabão, os Pauínos executaram não apenas cabeças mas também estatuetas completas, cujo modelado, embora muito reduzido, denota no entanto fina sensibilidade. Graças às pesquisas dos etnólogos belgas, o Congo forneceu contribuição variada: caixas de pintura para o rosto, tamboretes, copos e tambores.

O Benim ficou à parte. O caso deste país, cuja capital só desapareceu em 1897, por ocasião da conquista inglesa, é muito especial. Esteve em relações, muito tempo atrás, com os Portugueses, que, sobretudo no século XVI, ali tiveram activas feitorias. Restam hoje poucas dúvidas de que a técnica do bronze, praticada com notável mestria pelos artistas indígenas, bastante deve a estes contactos. Quando se trata de apreciar a arte do Benim, que produziu incontestáveis obras-primas — animais, placas com figuras humanas, cabeças, estátuas equestres (se podem classificar-se de equestres, dado que as personagens estão montadas em burros), as discussões inflamam-se. Parece que, humanamente, tem tão pouca razão de ser a tese radical dos africanistas, que pretendem negar toda e qualquer influência europeia, como a dos seus adversários, segundo os quais a arte do Benim não seria mais do que uma espécie de derivado das artes europeias. Seria difícil de conceber que os artífices indígenas nada mais tenham aprendido com os seus iniciadores do que uma simples técnica; tornar-se-ia igualmente difícil admitir que, ao ensinar-lhes a arte da fundição, estes tenham feito desaparecer, de uma assentada, os hábitos ancestrais dos seus discípulos. De facto, a arte do Benim apresenta aspectos complexos. Talvez, na verdade, as nossas teorias sobre a incapacidade de adaptação dos Pretos ganhassem em ser revistas. Talvez esta incapacidade resulte do facto de tais contactos se terem produzido sobretudo no século XIX, quando a diferença das condições de vida material, das ferramentas e mais aparelhagem era acentuada em demasia. Que teriam dado esses contactos com Europeus cujos países não houvessem ainda atingido a fase industrial ? Eis o que de todo ignoramos.

Oceania

Há muito menos a dizer sobre a Oceania, cuja arte não parece ter atingido o nível da da África negra. A estada de Gauguin nas Marquesas e em Taiti originou uma espécie de moda que se não manteve. E uma arte — ou antes, são artes — do género «divertido» para os amadores de exotismo, orientadas constantemente e com muito engenho para o decorativo, mas não artes de alta categoria. Nas suas produções, a espiral está muito em voga e é grande a complicação das linhas. A figuração humana sofre de extrema pobreza e não são as informes estátuas da Ilha da Páscoa que farão modificar esta opinião. Na Nova Caledónia, encontram-se máscaras caricaturais muito expressivas, demasiado expressivas. O que parece caracterizar os indígenas destas regiões é o gosto bastante pronunciado da cor, que faltava aos Pretos de África. Com o branco, o negro, o vermelho-tijolo, compõem máscaras bastante pobres no aspecto plástico, mas em que dir-se-ia haverem procurado e atingido efeito teatral. O mesmo instinto da cor se manifesta ainda, de maneira mais requintada, nos tapas da Nova Guiné, feitos de cascas de árvores comprimidas e pintadas.


Fonte: Livraria Martins Editora, 1947. Tradução de Fernando Pamplona.

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