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Miguel (admin)Mestre
Eis o sentido da vida!
Espero que não seja tomar cicuta, Claudia…
Miguel (admin)MestreSerá que o sentido da vida não é transcender a vida?
Então por que não vamos logo pro final?
Miguel (admin)MestreEu também estou ouvindo música: Fake Plastic Trees, do Radiohead.
Eu acho que o sentido de “perfeição” que se encontra na pauta do debate é o mesmo que o próprio autor apresenta lá no início:
“Por que sempre atribuimos as virtudes humanas a Deus, e os chamados defeitos ao Diabo? Não deveria, o criador, ter que encarar o peso dos prós e contras da sua criação?”
Miguel (admin)Mestrehello people…
Gostaria de expor algo…
Será que o sentido da vida não é transcender a vida? Todos encontram um sentido para suas vidas, mas será que independente do tipo de sentido que as pessoas estabelecem não há uma tentativa de transcender e até de explicar a vida?
Mas seria preciso explicar o que significa a vida e seu objetivo, pois seu sentido poderia ser também o de transcender a morte, bem estou sem tempo, mas amanhã vou deixar umas mensagens mais bem escritas, abraços a todos e cuidem-se que o caos pode se instalar a qualquer momentoMiguel (admin)MestreNão: instinto e desejo são coisas absolutamente distintas.
Até em Freud, viu-se que a tradução de suas obras fora feita de forma errada, ao substituir equivocadamente a pulsão (Der Triebe) por instinto (Instinkt).
Em Nietzsche, encontrei o mesmo tipo de erro, lá onde ele fala sobre a vontade de poder (Wille zur Macht ou Wille auf Wille), que se refere à vida pulsional (Triebleben) e, não, à vida instintiva, como está traduzido ao Castellano.
Miguel (admin)Mestreeis o sentido da vida!
Miguel (admin)MestreComo assim “pode um ser perfeito criar um ser imperfeito”? Mas o que seria um ser perfeito? acho que não sabemos o que é a perfeição, é uma palavra utópica e distante, perfeição seria algo sem defeito, mas será mesmo que existe a distinção entre defeituoso e perfeito? Não será tudo uma mesma coisa?
Diz-se que a narureza por exemplo é perfeita, mas milhares de objeções podem ser feitas contra este pensamento… A noção de perfeito é apenas um conceito ou um modelo sempre buscado mas nunca alcançado, e portanto desconhecido. Se nem sabemos como é deus ou sua constituição, como podemos adjetiva-lo de perfeito?
Fiz essa mensagem muito rápido por que tenho que fazer um trabalho e como eu estou ouvindo The Doors não to lá muito concentrado…Miguel (admin)MestreMiguel (admin)MestreOlá, gostaria de saber onde posso achar informações sobre a passagem da linha dividida no livro 6 da república de Platão. Obrigada.
Miguel (admin)MestreOlá, será que alguém poderia me ajudar sobre questões da República de Platão, mais precisamente na passagem da linha dividida, agradeceria muito. Meu e-mail é [email protected]
Miguel (admin)MestreO que você entendeu do que leu?
Quais os pontos obscuros?
Exponha o seu não-entendimento em forma de perguntas específicas.
Miguel (admin)MestreÉ isso aí Nahuina…
Vou arriscar algumas palavras.
A fronteira entre o INSTINTO e o CULTURAL não me parece tão clara, e ás vezes quase que desaparece, pelo menos na reconstrução dos discursos históricos. Um exemplo: no início deste século pairava na cabeça de alguns intelectuais brasileiros, um tipo de “darwinismo social “. Estudaram o Cangaço, aquele movimento que tem como maior representante Antonio Conselheiro, o Lampião, e nestes estudos apontaram como uma das causa das suas práticas “delinqüentes” “bandidas”, resultado natural da sua mestiçagem; negro e índio. Chegaram até a examinar o crânio de um Cangaceiro, indicando que sua circunferência, menor que a média, apontava para um menor cérebro, logo menos inteligência também….
Talvez este exemplo não tenha muita relação com o debate em questão – INSTINTIVO ou CULTURAL – mas serve para alertar para o perigo de se estabelecer algumas de nossas ações como institivo e natural. O que também resultaria em bons debates seria o caso da Adolescência; existe esta fase específica no desenvolvimento do homem ou não ? Eu também acho que a adolescência é uma manifestação cultural.
Voltando a beleza feminina. Certa vez um angolano, no meio de um debate desses, disse que lá em sua Pátria o modelo de beleza é diferente. Um angolano delira por uma mulher negra, de nariz “achatado” e cintura larga. E caso uma mulher do tipo Ana Paula Arósio; olhos azuis, branca, viesse a residir em Angola não faria tanto sucesso assim entre os homens, talvez, não tanto como imaginamos. O que eu quero dizer é que o que existe são modelos construídos ao longo da história. Aqui mesmo no ocidente, o que imperou nem sempre foi este modelo de mulher bonita; magra, olhos azuis, etc. é só dar uma olhada nas obras de arte do renascimento, ou até mesmo, séculos anteriores. Eram gordinhas.
Assim, encerrando por aqui, sem ter dito muita coisa nova, volto a questão inicial; Instintivo ou Cultural ?Miguel (admin)MestreBom, agora que percebi (graças ao aviso de um amgio) que Brigitte é homem…….. bah… desconsiderem o “apaixonar” por favor…
eeeca
Miguel (admin)Mestreola!
Tenho de entregar um fichamento sobre a república livro X podem me ajudar?Miguel (admin)MestrePoderiam até ser de Platão. Às vezes, as pessoas não “põem palavras na boca dos outros”?
Até que ponto a história contada (ou recontada) é mesmo história ou apenas estória?
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