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Miguel (admin)Mestre
concordo plenamente contigo!
Miguel (admin)MestreLi neste site um trabalho sobre Maquiavel de June Muller e gostaria de entrar em contato com esta pessoa. Como faço? [email protected]
Miguel (admin)MestreO moço só esqueceu de dizer que as frases dos pensadores que falam de Deus foram retiradas de contextos literários que as igrejas cristãs chamariam de pagãos, se não ateus…
É fácil distorcer pensamentos, recortando apenas as partes que interessam.
Miguel (admin)MestreSaudações
Não sou simplesmente ateu – sou realista
Também não cosigo compreender porque uma pessoa sã se permitiria seduzir por uma doutrina tao frágil e fútil… Não entendo porque basear toda sua existência ( sua única vida ) numas páginas de um livro como a biblia – cheio de contradições e contaminado pelas mãos humanas (ditas pecadoras).
Cristãos, libertem-se de suas coleiras! Acredite na possibilidade* de não haver “vida após a morte” (que expressão absurda) …
não aceite limitações ! Beba! Grite! Lute! , enfim, Viva!… não ignore sua razão…
Se existe um deus que te possibilitou a vida , não fuja dela..
Após a morte você não será nada além do que era antes de viver.O Mar Vermelho não mais se abriu… terá deus vos abandonado? ou foi a fé que enfraqueceu?
*também acredito na remota possibilidade de biblia estar certa… talvez eseja agora fadado à eternidade no inferno… mas ao menos não me sentirei frustrado ou arrependido – (sofrerei enternamente?! mas ao menos conhecerei o prazer de seguir minhas proprias verdades).
E os que se intitulam cristãos ( católicos ou não ) terão o mesmo destino – pois sao hipócritas e pecam, cientes de que serão perdoados por seu deus misericordioso ( talvez também peça perdão no meu fim – serei perdoado?Porque não?)Miguel (admin)MestrePreciso que vcs me ajudem…quero o resumo do livro Espirito das lei…mas so do Livro Segundo aquela parte que fala sobre Da Natureza do Governo…por favor me ajudem…OBRIGADO!!!
30/05/2005 às 18:26 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73181Miguel (admin)MestreAchei medíocre sua definição de sofista.
Primeiro porque se conhece muito pouco sobre suas obras.
Segundo porque os sofistas criticavam o racionalismo e, de certa forma, estavam certos mesmo.
Terceiro porque a história diz que os platônicos venceram os sofistas, porém ninguém ouviu o outro lado…Miguel (admin)MestreS.O.SBANQUETE Please,quem ler esta mensagem por favor me ajude!!!!
Viajei no Banquete,eles é que bebem e eu é quem fico de ressaca,na real esse livro é um porre de se entender.
Me socorram ,mandem alguns comentários sobre o livro. [email protected]30/05/2005 às 18:09 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73180Miguel (admin)MestreOlá Adam,
Muito a propósito a sua observação, e também por essa razão eu acabei colocando entre aspas os “filósofos profissionais”. Pelos motivos que vc apontou, os sofistas foram duramente criticados, e o adjetivo “sofista” passou até a ter um tom pejorativo , sendo aplicado àqueles que falam muito sem dizer nada, mais voltados ao jogo da enganação do que para a busca da verdade.
Entretanto, se formos simplistas demais, vamos incorrer no erro muito comum de preconceito. Antes de mais nada, queria alertar para o fato de que não existe um sistema sofístico ou uma doutrina sofística, já que é impossível reduzir o pensamento dos vários sofistas a uma ou algumas proposições comuns.
Contudo, por outro lado, não é verdade que as doutrinas dos sofistas individuais sejam unidades sem nenhuma relação entre si. Os temas e os problemas que eles enfrentaram eram idênticos: dizem respeito ao homem, aos seus valores e ao seu modo de agir.
Então, para avaliar corretamente os sofistas é necessário fazermos distinção entre eles e não os agruparmos num único bloco. Existe uma diferença notável entre os mestres da primeira geração e os discípulos da segunda. Podemos distinguir pelo menos três grupos de sofistas:
- 1) os grandes e famosos mestres da primeira geração, sem dúvida dignos de respeito e certamente não privados de discrição moral;
- 2) os “eristas”, que, explorando o método sofístico sem a discrição dos mestres, transformaram a dialética sofística numa estéril arte de contendas através de discursos;
- 3) os “políticos sofistas”, homens que, desprovidos de qualquer discrição moral, usaram e abusaram dos princípios sofísticos para teorizar um imoralismo que desembocava no desprezo pela “assim chamada justiça”, pela lei e pela moral.
Seja como for, agradeço por sua atenção e pela observação oportuna; mas, ao mesmo tempo, não posso deixar de lembrar meu acordo com a posição do Lizard, quanto ao fato de ser muito possível, e mesmo provável (pelo menos é o que espero, isso seria o mínimo que eu poderia esperar), que um professor de filosofia tenha paixão pela mesma. Com isso, buscando ser (sendo), um filósofo. (Sobre o jogo ser/buscar-ser ver msg anterior.)
E como não poderia deixar de ser – não era eu que falava de dialética? – quero jogar mais lenha no fogo. Vou trazer abaixo uma passagem do Fedro de Platão, a descrição do mito de Thoth, que tem tudo a ver com nossa discussão, e, seguindo uma outra prescrição socrático-platônica, não vou fazer um resumo ou apanhado de nada, deixando para cada um a reflexão sobre o seu significado. Conforme a leitura do texto, perceberão (espero) o risco. Se for o caso, retornaremos ao assunto depois
[274e]
SÓCRATES – Pois bem: ouvi uma vez contar que, na região de Náucratis, no Egipto, houve um velho deus deste país,deus a quem é consagrada a ave que chamam Ibis, e a quem chamavam Thoth. Dizem que foi ele quem inventou os números e o cálculo, a geometria e a astronomia, bem como o jogo das damas e dos dados, e, finalmente, fica sabendo, os caracteres gráficos (escrita). Nesse tempo, todo o Egipto era governado por Tamuz, que vivia no sul do país, numa grande cidade que os gregos chamam de Tebas do Egipto, onde aquele deus era conhecido pelo nome de Ámon.Pois bem, Thoth veio ao monarca, a quem mostrou as suas artes, dizendo que era necessário dá-las a conhecer a todos os egípcios. Mas o monarca quis saber a utilidade de cada uma das artes e, enquanto o inventor as explicava, o monarca elogiava ou censurava, consoante as artes lhe pareciam boas ou más. Foram muitas, diz a lenda, as observações que, a favor ou contra cada arte, fez Tamuz a Thoth, e teríamos que dispor de muitas palavras para tratá-las todas.
Mas, quando chegou a vez da invenção da escrita, exclamou Thoth: «Este conhecimento, oh Rei, fará mais sábios aos egipcios e os ajudará a fortalecer a memória, pois com a escrita inventei um remédio (phármaco) para a memória e para a sabedoría.»
Ao que respondeu o Rei: «Oh, Thoth, mestre incomparável, uma coisa é inventar uma arte, outra julgar os benefícios ou prejuízos que dela advirão para os outros! Tu, nesse momento, como pai das letras, por seu apego a elas, lhes atribui poderes contrários aos que elas têm. Porque é o esquecimento o que elas vão produzir nas almas daqueles que as aprenderem, pois, que sabendo escrever, os homens deixarão de exercitar a memória, confiando apenas no que está escrito, e só se lembrarão de um assunto por força de motivos exteriores, através de caracteres distantes, e não desde dentro, desde si mesmos e pelos assuntos mesmos. Por isso, não inventastes um remédio (phármaco) para a memória, mas para a simples rememoração. Quanto à transmissão da sabedoria, é a aparência de sabedoria o que elas proporcionam, não a a verdade, porque passarão a receber uma grande soma de informações sem a respectiva educação. Hão de parecer homens de muitos conhecimentos, embora sendo, na maioria dos casos, totalmente ignorantes, e difíceis, além disso, de tratar, porque acabarão por se converter em sábios imaginários, em vez de sábios de verdade.»
O restante do texto é igualmente interessante, e talvez eu o traga depois. Por hora, basta este. Agora, em tom de provocação: não é totalmente sem razão que alguém escreveu que, depois de Platão e Aristóteles, todo o mais é comentário.
[]'s
30/05/2005 às 14:56 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73179Miguel (admin)Mestre
Um filósofo busca a verdade, pode ser que nunca a encontre, como de fato é o que acontece com os grandes filósofos da história, descobrem algumas coisas, mas não tudo, e deixam mais perguntas do que respostas.
Não é a verdade que os filósofos buscam, é o sentido. Por isso podem acabar deixando mais perguntas do que respostas. De certa forma, entenderam que “a verdade é mais a busca do que os encontros”! A verdade já havia deixado de ser objeto quando os filósofos modernos passaram a questionar a existência da razão humana. O Deus racionalista de Aristóteles é uma mera hipótese, e ela não é provável…
Miguel (admin)MestreGostaria ,se possíval de uma explicação breve de cada um dos tipos de estruturalismo:abstrato,concreto,fenomenológico e dialético.Obrigada.
Miguel (admin)MestreGostaria ,se possíval de uma explicação breve de cada um dos tipos de estruturalismo:abstrato,concreto,fenomenológico e dialético.Obrigada.
29/05/2005 às 18:06 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73177Miguel (admin)MestreDe forma alguma Mileto, só quis mostrar como é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo…depende da demanda profissional, um filósofo não é simplesmente “um graduado na disciplina d filosofia” é algo muito acima, é alguém que lançou-se à uma tarefa que exige mais enpenho, pois apresenta novas idéias, novas teorias e não apenas pesquisa e ensina filosofia ou disciplina ligada à ela.
29/05/2005 às 13:39 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73176Miguel (admin)Mestre
“Nada impede que sejamos professores e também filósofos” – não entendi, você está sugerindo que filósofo é um graduado na disciplina de Filosofia? (Mensagem editada por mike em Maio 29, 2005)
Miguel (admin)MestreA D. Luiza Hilgerd não sabe a diferença de, encontrar na idéia da existência de Deus e das coisas exteriores a ela própria por livre exame ou aceitar ambas dogmáticamente. Neste caso a D. Luiza Hilgerd é que possui uma linha de crenças em cuja a dúvida tão preciosa a Descartes não se encontra. Concluo que não é capaz de entender filosofia. Um bom conselho é que D. Luiza Hilgerd não venha a se dedicar a tão ampla área do conhecimento. Só em pensar nela como professora me cubro de uma dor enorme em meu coração de brasileiro. Há, e antes de me esquecer, os nossos alunos, não são lousas em branco, para pessoas como D. Luiza tentar destruir seus progressos e descobertas pessoais com idéias tão estapafurdias, como as que relatara sobre as meditções. Seria bom que D. Luiza nem tentasse lê-las novamente por me parecer um esforço inútil de sua parte. Espero que nunca mais escreva nada sobre ninguém que não conheça realmente, pois, além de indecoroso, no caso do referente aos sérios estudiosos, mancha o nome de pessoas dígnas que se lançam em pesquisas sérias e com resultados válidos para o pensamento humano.
Miguel (admin)MestreUma forma de descobrir se algum dia haverá uma máquina do tempo, é fazer todos pensarem q se algum dia tiverem acesso a uma máquina voltaram para essa época e mostraram para todos a máquina
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