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Miguel (admin)Mestre
alguem por favor pode me ajudar… tenho que encontrar os metodos cientificos do filme em nome da rosa. ou seja preciso saber onde esta a verdade, a certeza e a evidencia por favor alguem me ajude…
01/06/2005 às 3:15 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73192Miguel (admin)MestreNahuina,
Lamento mas estou escrevendo essa para agora discordar de vc também. Será que com isso inicio mais uma frente de batalha?
Onde vc se decepcionou receando uma “fútil luta de egos”, eu esperançosamente “lutei” por um aperfeiçoamento das idéias no confronto com opiniões diferentes. Não vi no emoticon zangado ainda nenhum problema. Relaxe, cruze os dedos, e torça para não vir a ter que dizer depois “eu avisei”, pq se acontecer eu talvez dissesse “nós sabíamos que era possível, mas se procurássemos 100% de segurança escreveríamos muito pouco”
Enfim, prefiro confiar na nobreza e paciência dos antagonistas, assim aprendo mais. Ah, tentarei ser cuidadoso (mas nem tanto).01/06/2005 às 2:56 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73191Miguel (admin)MestreAdams,
Concordo com seus argumentos quando afirma que:
a) ganhar dinheiro não é feio, se produto de um esforço honesto do indivíduo, onde os seus talentos são bem direcionados;
b) filósofo não é ET nem semi-deus (!!!);
c) charlatões existem em todas as áreas, conseqüentemente, tb são encontrados na filosofia.
Desculpe-me se fiz meus seus argumentos em outras palavras.Concordo também qd diz que o lado não ouvido, a versão não conhecida, não foi ouvida nem conhecida; portanto, é pasto para mera conjectura, hipótese, especulação. Mas não vejo problema em especular, se se mantém a cabeça no lugar e se não se esquece que se trata disso: especulação.
É inegável o valor da filosofia de um Sócrates e de um Platão, não vou defender que a água é molhada, nem que são importantes.
Já deve ter percebido que mantenho certa desconfiança de interpretações simples
Contudo, ao mesmo tempo acho que existe sabedoria nelas (e nem tudo que é complicado presta, sendo muitas vezes apenas complicado). Recorro a elas com freqüência por serem didáticas, deixando isso claro. Acho apressado passar à negação qd nem se entendeu ainda o que se afirma, pq se afirma, e pq a afirmação teve longa vida – supondo-se que esteja “ameaçada de morte”. Nada está mais vivo do que o que está vivo, e se o que estava morto teve forças para se levantar e ameaçar o que vivo dominava, o que não poderá fazer depois o moribundo? ou, mesmo se vir a falecer, o que já um dia andou de pé?01/06/2005 às 1:40 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73189Miguel (admin)MestreSó recentemente temos esses pensadores, Kurt Gödel, Karl Popper, Sigmund Freud, Jacques Lacan, fazendo críticas fulminantes ao racionalismo, sobre fenômenos e paradoxos que os sofistas já conheciam muito antes de Sócrates.
O racionalismo e o positivismo são correntes de pensamento muito pobres, pois desconsideram as inadequações da linguagem humana em apreender o real. Os positivistas acham que tudo tem que ser “preto no branco”, mas quem conhece a matemática profundamente sabe que a lógica humana não é lá assim tão positiva quanto possam acreditar…
Pilgrim e Adams, discordâncias a parte, vocês estão de parabéns pelo esforço de manter o debate vivo!
Miguel (admin)MestreEsse Tasso acha que botar um monte de frases soltas é dialogar?
Fora que é preciso conhecer o contexto filosófico no qual foram escritas tais frases. Quando Einstein diz que a imaginação é mais importante que o conhecimento, quer fazer referência à arte, à poesia, e a imaginação é que teria sido o grande guia da evolução do pensamento científico, pois a imaginação antecipa descobertas e mesmo talvez seja responsável por elas. Isso é só um exemplo de tuas “belas frases”, seria a mesma coisa eu deixar nesse fórum a frase “Deus está morto” (Nietzsche) e não argumentar.Miguel (admin)MestreOlá,sou estudante do 9 período de psicologia e gostaria de saber qual a contribuição da fenomenologia e do existencialismo para a prática clínica nas abordagens humanistas em psicologia.
Se alguém puder me ajudar, agradeço.Miguel (admin)MestrePreciso fazer um trabalho sobre Montesquieu,especificamente sobre o seu conceito de lei,vida e obra.Aguardo ajuda,por favor.
Miguel (admin)MestrePreciso de uma analise critica do discurso do método até a IV parte.Quem puder me mande por e-mail Obrigada
31/05/2005 às 17:20 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73185Miguel (admin)MestreO que me irrita, e irrita muito, é que você está ACADEMICAMENTE correto!
Miguel (admin)MestreAlguem poderia me enviar o resumo do livro a aguia e galinha?
Miguel (admin)Mestreolá galera preciso de fazer um trabalho sobre o que e a alienaçao e um dos filmes a: beleza americana, o juri, quarto poder, 12 homens e uma setença.alguem pode me ajudar que tenha assistido o filme? mande p/ meu e-mail:[email protected]
31/05/2005 às 13:52 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73184Miguel (admin)MestreMas isso não são propriamente “definições”.
Pela sua intervenção entendi que julgou ter eu cometido algum erro grave: “Achei medíocre sua definição de sofista…”. Gostaria de saber onde está o erro.
O que fiz, ou tentei fazer, foi justamente alertar para o fato de que não se deve fazer um julgamento apressado dos sofistas, sob o risco de ceder ao preconceito: “…se formos simplistas demais, vamos incorrer no erro muito comum de preconceito.” Razão pela qual quis deixar clara a dificuldade de agruparmos os sofistas em um único bloco homogêneo, sem atentarmos para as diferenças entre cada um deles: …para avaliar corretamente os sofistas é necessário fazermos distinção entre eles e não os agruparmos num único bloco.
Com esse intuito, destaquei uma divisão comum já conhecida entre eles e adotada por muitos filósofos e comentadores. Por exemplo, na “Historia da Filosofia Antiga” do G.Reale é possível perceber claramente os 3 grupos enumerados. Mas também encontrará essa diferenciação no Abbagnano, no Ferrater Mora e em outros.
Aceito de bom grado que essa divisão em 3 grupos é puramente didática, não sendo, portanto, a única possível. De fato, outros comentadores preferem destacar uma divisão cronológica entre os sofistas, tendo como ponto de referência a guerra do Peloponeso. Segundo esses outros, poderíamos dividir os sofistas entre: A) os grandes sofistas do período anterior à guerra, em que se destacam: Protágoras, Gorgias, Pródico, Hipias; e B) os sofistas do período posterior à guerra, sendo os mais conhecidos: Trasímaco, Calicles, Antifonte e Critias.
Seja como for, é amplamente aceito que os primeiros sofistas foram os mais inovadores e importantes: dirigiam sua investigación até as bases da legitimidade das leis, e buscavam os fundamentos racionais da sociedade e dos valores sociais e morais. Assim, criticaram o que era aceito por todos e abriram novos caminhos de investigação.
Já os sofistas posteriores, por outro lado, abusavam dos sofismas, e, ao que tudo indica, seus interesses estavam mais voltados para uma busca de uma vitória meramente retórica sobre os seus adversários, o interesse pela busca da verdade foi esquecido. Deve-se, principalmente, a essa segunda leva de sofistas o tom pejorativo que recebeu o termo “sofista”.
Assim sendo, eu não disse nada de novo. Pelo contrário, sugeri atenção para não fazer julgamentos apressados que não atentem para as diferenças entre cada sofista. Praticamente recordei os comentadores da filosofia.
Miguel (admin)MestreAcho que a vida não tem sentido…
…nós é que procuramos encontrar o sentido, não necessariamente para a vida em si.
31/05/2005 às 11:36 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73183Miguel (admin)MestreUma não, três:
1) os grandes e famosos mestres da primeira geração, sem dúvida dignos de respeito e certamente não privados de discrição moral;
2) os “eristas”, que, explorando o método sofístico sem a discrição dos mestres, transformaram a dialética sofística numa estéril arte de contendas através de discursos;
3) os “políticos sofistas”, homens que, desprovidos de qualquer discrição moral, usaram e abusaram dos princípios sofísticos para teorizar um imoralismo que desembocava no desprezo pela “assim chamada justiça”, pela lei e pela moral.31/05/2005 às 4:06 em resposta a: Como ser um filósofo, somente pelo prazer sem recursos financeiros … #73182Miguel (admin)MestreNão entendi.
Eu apresentei uma definição de sofista?
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