Respostas no Fórum
-
AutorPosts
-
Miguel (admin)Mestre
Muito obrigada, Pilgrim. Já conhecia esses sites, sim, mas foi muito importante tê-los trazido ao de cima…já reparou que, em rigor, NENHUM dos 10 princípios da Declaração dos Direitos dos Animais é cumprida?? E claro, não vamos aqui partir do princípio de que não estando respeitados os direitos do Homem, não faz sentido tratar dos direitos dos animais!!!! Tem TODA a razão, amigo…o grau de evolução de uma sociedade vê-se pela forma como trata os seus animais. O pior de tudo é que eles não têm como reclamar dos seus direitos…estão à mercê do Homem…ironicamente, quem estabelece os seus direitos, é quem os viola primeiro. Com que direito é que colocamos chimpazés em jaulas exíguas onde se encontram acocorados (porque não podem mover-se…), num sofrimento horrendo, para testes inúteis, que apenas visam, na maior parte do casos a vaidade humana? porquê que os humanos seguem sempre o caminho mais trilhado, quando há sempre outra maneira de fazer as coisas?…não pode haver humanização sem respeito pela vida. Como ignorar o sofrimento? Porque não visitar deperminados locais como matadouros, aviários, animais de circo e ver como eles vivem?..
Bem, e também eu fico por aqui…agora…ah, e deixo uma dica para “apimentar” também…o site da PETA: http://www.peta.org
Abraços.
Isabel M.Miguel (admin)MestreSaudações a todos.
Depois de ter lido essas primeiras intervenções ao tema proposto pela Isabel, resolvi “apimentar” um pouco mais os debates
trazendo o conteúdo de um site para exame Declaração dos direitos dos animais Poderia ter proposto outros, esse tema é polêmico e certamente não faltariam fontes; mas achei particularmente interessante esse, porque não sei se a Isabel já o conhecia, e porque achei nele algo sobre a legislação portuguesa sobre os animais de companhia. (E para quem quiser radicalizar, tente o artigo “Por que ensinar um cão?”}
Outros links interessantes:
Direito e Justiça: Direitos dos animais
CEDA – Centro de Ética e Direito dos AnimaisSobre alguma possível reclamação de que “perdemos tempo” com essa utopia dos direitos dos animais… visto que ainda nem bem podemos dar por conquistados os direitos do homem… Poderíamos, quem sabe, lembrar que o caminho para a humanização não pode ficar na espera para ser trilhado quando o homem já tiver um conforto considerado como suficiente. Como no caso da defesa da liberdade, quando se afirmava que ela seria para todos ou não existiria efetivamente, alguém poderia afirmar parecido: quem não tem nenhuma compaixão pelos animais, quem não fica indignado com todo sofrimento imposto a um ser vivo, mais dificilmente terá compaixão também com outros humanos que sofrem.
Por hora fico por aqui,
Abraços.Miguel (admin)MestreOlá estou precisando de uma resenha d'O Banquete de Platão, algo que fale sobre a dialética em seu texto.
Miguel (admin)MestreSaudações.
Eu custava a aceitar a teoria da evolução e seleção natural de Darwin até ver que alguns elefantes estão nascendo sem marfins. Isto porque estão todos sendo mortos pelo fato de o possuirem. Melhor ficar sem defesa natural do que morrerem por a terem…
Eu queria ter esperança de ser um ser especial, criado como obra prima por um criador invisível e também perfeito… Parece que vou ter que perder esta esperança.
As mudanças evolutivas são pequenas demais para serem notadas. Mas as vezes, como no caso dos elefantes, ameaçados de desaparecerem por terem chifres valiosos, a natureza dá um salto evolutivo emergencial.
Talvez os genes sejam mesmos nossos deuses internos, como diz o genismo.
Uma coisa interessante a comentar, foi sobre a definição das “máquinas” da espécie humana no filme matrix. O agente Smith, no filme, que era um programa de computador destinado a fiscalizar os seres humanos para que não despertassem, diz a Neo que a espécie humana só podia ser comparada ao vírus, pois se espalhava doentiamente pelo mundo como ele e iam consumindo e destruindo tudo que encontravam.
Nosso intelecto nos faz crer deuses, quando estaríamos bem melhor sem ele, vivendo em harmonia com a natureza e as outras formas de vida. Há que acontecer uma revolução, senão em breve esgotaremos o mundo e encontraremos o apocalipse de nossos pesadelos, com fome, doenças e dor.
Miguel (admin)MestreOlá, Marcelo! Olá, Vitor!
Bem, não se trata de, em caso algum estar a dar “prioridade”, se assim quisermos dizer, aos OUTROS animais. Trata-se, de os respeitar pelo lugar que eles ocupam e não tratá-los como objectos, coisas, ao nosso serviço. Os animais não são máquinas e sofrem. Vivem momentos de alegria e de tristeza, manifestam esses estados. Que não reflectem sobre eles,que não antecipam o futuro, tudo bem…certo. Mas isso não faz com que sofram menos. Por exemplo, pensemos no seguinte: uma criança de 4 ou 5 anos pode chorar ao tomar uma injecção, antes e depois de a tomar, contudo, nós explicamos-lhe que se trata de uma situação passageira e que aquela dor que ela vai sentir é muito temporária e que tudo é para o bem dela. Isto não evita que ela chore, mas compreende que essa dor termina, que tudo isso acaba.E quanto aos outros animais? Se agarrarmos um animal selvagem para o proteger, tratar, etc, ele vai ficar desesperado, vai lutar para se libertar, vai morder ese o magoarmos ele sofre, sente dor e pior, do meu ponto de vista, não temos como explicar.lhe que issi vai passar, que é temporário, que é para bem dele. Isso torna o sofrimento, a dor, eternos enquanto vividos. Não podemos encarar isso como uma forma de sofrimento agravado, digamos assim?
Eu penso (e, aliás toda a filosofia naturalista contemporânea vai nesse sentido em virtude das mais recentes investigações) que estamos a lidar mal com a 4ª machadada no nosso ego de seres humanos racionais, senão vejamos: Aristóteles havia definido o Homem como ser racional, toda a Idade Média perpetuou esta ideia, considerando a Igreja o Homem, como sendo a criatura mais perfeita, criada à imagem e semelhança de Deus, que habita a Terra (planeta previligiado) e se encontra no centro do universo. Entretanto, Copérnico e Galileu mostram-nos que, afinal, não estamos nada no meio do universo….somos seres que habitam um planeta entre muitos outros, que o nosso planeta não é perfeito. Tiraram-nos do centro do universo. Depois vem Darwin e a Teoria da Evolução…afinal, segundo darwin, somos seres naturais, resultado da evolução..somos apenas mais complexos que os outros animais. E ainda vem Freud desmontar a tal “racionalidade”, dizendo-nos que não, o nosso consciente é uma pequena parte do nosso psiquismo e que somos seres movidos por motivações de carácter inconsciente, ao sabor de pulsões que nos dominam. E eis que as recentes investigações acabam de por em causa os “tronos” que nos restavam: o Homem tem sido distinguido dos outros animais pelo facto de ser considerado o único capaz de actividade criativa e comportamento religioso. Os mais recentes estudos em primatas (e outros animais a uma escala superior), mostram-se que também eles criam e que também eles têm comportamento religioso. Então, o que temos dificuldade em aceitar agora? Que somos seres, apenas seres biológicos cuja única diferença em relação aos outros é a complexidade e nada mais. Isto não nos coloca em pé de igualdade, mas nivela-nos.
Como seres de natureza, temos de respeitar integralmente os outros seres de natureza…deixar de lado todos os preconceitos de especismo, os tais que nos têm vindo a destronar…
Abraços.
Isabel M.Miguel (admin)MestreBem, estou de passagem rápida, já vi as mensagens. Volto daqui a pouco, por que há muito a comentar!
Um abraço.
Isabel M.Miguel (admin)MestreSem dúvida este é um debate atual e importante.Direito dos animais! Por outro lado,sem ser cruel com os animais, acho que existem proridades na abordagem de situações que envolvem os direitos de nós, animais, homo sapiens sapiens. Ora, se até hoje e mesmo neste nosso grande país sul americano, há humanos passando fome, submetidos a condições degradantes, etc. Assim por toda parte , principalmente no chamado 3º mundo. Será então prioridade nos ocuparmos dos animais que não humanos? Vejam..não proponho que se abandone a questão, mas acho que tudo isso pode ser um meio de nos alienarmos do sofrimento humano. Sofrimento, que pode muito bem ser atenuado com um adequado posicionamento social. O que seria esse posicionamento? Se vcs lembram de mim, sabem da minha postura filo marxista, mas aí foge-se do tema. Abraços!
Miguel (admin)MestreOlá Isabel.
Sou novo no fórum e adoraria participar, se me permitirem. Penso que se fôssemos aplicar a ética de forma verdadeira, os animais, assim como nós, tem o mesmo direito de estarem aqui neste planeta como nós. E isto implica o direito a ter alimento, a ter habitats adequados, assim como nós.
O ser humano, tendo desenvolvido seu cérebro e sofisticado seu pensamento, transformou o instinto de sobrevivência em crueldade, a ponto de ter prazer e não ter mais consciência nem respeito pelas outras espécies animais.
O massacre das baleias, que nos últimos anos tem sido controlado, mostra bem esta faceta cruel da espécie humana, principalmente pelo fato das baleias serem mamíferos e terem laços socias e linguagem quase tão sofisticada quanto a nossa.
Semelhantemente os golfinhos, que possuem um cérebro, inteligência e linguagem comparáveis à nossa. Só que sendo mais espertos, não usam roupas, nem constrõem máquinas barulhentas e poluidoras e vivem livres nos mares (risos).
Talvez as espécies tenham tomado escolhas evolutivas por conta própia, sendo que a humana optou por desenvolver o cérebro e o pensamento.
Os elefantes também tem uma inteligência notável e seus laços sociais, com uma fêmea matriarca como líder da manada são interessantes.
Acho que a consciência quanto aos direitos dos animais tem melhorado nos últimos anos, ajudadada principalmente por canais a cabo como Discovery Channel, Animal Planet e National Geographic.
11/03/2005 às 13:04 em resposta a: A Reflexão sobre a política de Hannah Arendt, um novo tema! #77906Miguel (admin)Mestreé tarde demais para ler para o teste, mas como é óbvio eu tinha o texto que iria servir de base para o exame. O que queria era descobrir mais qualquer coisa sobre um assunto que me intressou. Por isso, grazzie… que há sempre tempo para apreender qualquer coisa. Comprimentos :
Vasco cysneirosMiguel (admin)MestreBom dia!
Estive lendo algumas resposta dadas aos estudantes e gostaria se possível de uma resenha do filme “O Nome da Rosa” e tbém “Lutero”.
Obrigada!
Abraço.Miguel (admin)MestreDesconhecidos prestativos,gostaria que vocês fizessem a enorme gentileza de resumirem o mito da caverna para mim.É urgentíssimo,por favor,desde já obrigada!
Miguel (admin)MestreOlá, eu sou estudante de Psicologia e estou fazendo um trabalho sobre “O Banquete” do Platão, por isso, se fosse possível, gostaria de receber no meu e-mail algum resumo ou comentário que destacar bem as idéias presentes na parte do livro e analise critica. Por favor, será muito útil para elaborar meu trabalho, espero o e-mail.
Obrigada.Miguel (admin)MestreOlá Anderson,
É verdade que o fenomeno religioso pode ser abordado de diversas formas, seja pela sociologia, pela psicologia, pela teologia, etc. Entretanto, dada a pretensão da filosofia de considerar o todo, parece ser ela um caminho privilegiado para estudar esse fenomeno.
Outra questão seria, dada a pluralidade de correntes filosóficas, justificar qual “método” a ser adotado nesse estudo. Não é questão simples, pois o próprio modo de fazer a pergunta já implica, de certa forma, uma predisposição para um tipo de resposta. (Isso aconteceu, inclusive, na escolha da filosofia como meio privilegiado. Apresentei argumentos, mas…) Dito de outra forma, não existe neutralidade, não existe visão de mundo isenta de referencial, não existe nenhum “marco zero” para o conhecimento.
Apesar disto, é perceptível que algumas visões de mundo parecem-nos mais, ou menos, plausíveis que outras. Constatar isso é fácil, mas bem mais difícil é responder qual visão teria a primazia: qualquer critério adotado poderia ser considerado, numa análise que buscasse ser mais “imparcial”, simplesmente como “legislar em causa própria”.
Mesmo a pergunta sobre quem tem a razão… quem assim pergunta, geralmente, gostaria de saber quem está do lado da verdade, ou, ainda, quem está certo, ou, de outra forma, quem tem a boa (Bem) interpretação contra uma outra má (Mal) interpretação de um dado fenomeno. (A preocupação com “os fatos” é apenas outra visão de mundo específica.)
Quem tem a razão?… Se é que alguém tem a razão, ou, mais ainda, se é que a razão tem direito adquirido para dar a (única, definitiva) resposta. Adotar a razão, ou qualquer outro critério, como referencial último já é também defender uma interpretação especifíca. (Para quem se interessar, sugiro um artigo de Adorno entitulado “Filosofia e Superstição)
Todas essas questões são assunto para a Hermenêutica. Um problema bem conhecido é que, quanto mais dogmática se torna uma interpretação, mais ela entorpece seu portador com a certeza absoluta. Aparece então outra questão, a pergunta pelo “absoluto”, com todos os seus problemas relacionados, que costuma ser assunto de estudo para a Metafísica (contemporânea) que busca explicitar os referenciais de onde partem todas as interpretações.
Uma racionalização da figura de Deus (…) para determinar uma linha de compreensão do mundo…
Ponto interessante, embora frequentemente negligenciado: o modo como alguém “vê” Deus, e, da mesma forma, o modo como alguém NÂO “vê” Deus, já implica uma visão de mundo; não mais, nem menos, “racional”, talvez o que sustente uma visão seja, em última instância, uma “razão do coração” (Pascal).
Da racionalização surge um comportamento partidário (eu sou católico, eu sou evangélico, eu sou umbandista, etc) que acabam disputando a melhor compreensão, explicação ou linha de raciocínio sobre o sagrado, com exemplos de catarses coletivas
E por que não acrescentou: “eu sou ateu”, “eu sou anti-cristão”, “eu não acredito em religião”? Todos esses também disputam um “a melhor compreensão”.
Além do que não ficou definido o que se entende por “sagrado”, faltou também perguntar sobre um possível fator de catarse associado ao que é se entende por razão, com o conforto decorrente do fato de se imaginar agindo “racionalmente”. A pretensão iluminista, com toda sua tendência para privilegiar um certo tipo de “razão instrumental” contra qualquer outro modelo de racionalidade já tem sido alvo de frequentes críticas pelos mais variados filósofos contemporaneos. Tempos atrás já foi o alvo preferido dos mestres da suspeita.
Cabe resaltar que mesmo o mito é construído segundo uma ordenação racional, pois de outra forma não comunicaria nada. Um dos filosofos que trabalhou muito bem esse tema foi Paul Ricoeur, a idéia de mito está associada com a exposição alegórica de alguma explicação de algum fenômeno ou com a tentativa de comunicar alguma verdade por meio de figuras e imagens. A palavra mito não descende de mentira e a filosofia já reconhece o valor daquilo que poderia ser chamado de “razão mítica”.
Do comportamento partidário surge o convencimento (conversão) de muitos pela razão ou pelo medo do lado negativo do além (mais conhecido como inferno).
Ao desconsiderar outras motivações além de uma única, negativa, baseada no medo a afirmação acima me pareceu incompleta e preconceituosa.
Na minha opinião, o que acontece nas religiões é uma humanização do sagrado…
Como essa afirmação consegue responder sobre uma questão central do judaísmo (um exemplo) que insiste na transcendencia de Deus e proibe a construção de qualquer imagem?
… alienando diversas pessoas
O que você está entendendo por “alienação”? Como e por que “humanizar” aliena? Não seria o contrário? O que “aliena” é a “desumanização”.
Alguns pontos que gostaria de enfatizar:
apesar do que foi apresentado, não argumentei contra a razão, mesmo porque, para argumentar, recorri a ela; o objetivo foi alertar para o perigo do empobrecimento da razão que desconsidera todos os aspectos dos fenômenos, limitando os argumentos a apenas um ângulo de visão. Por isso preferi o termo “racionalidade”, quando o uso do termo “razão” poderia ser confundido com “razão instrumental”, capenga e caolha.
argumentar contra a RAZAO, contra a VERDADE, contra o BEM, é correr em círculos ou dar um tiro no próprio pé, já que, quem argumenta, só o pode fazer pelo uso da razão (de outra forma não seriam argumentos), com base numa verdade (de outra forma não teria porque argumentar), a favor de uma outra compreensão MELHOR (o BEM maior) do que a anterior. []´s
Miguel (admin)MestreOla caros colegas, estou precisando do resumo do Livro A aguia e a galinha, sera que alguem poderia me arrumar? Desde ja, muito obrigado.
Meu e-mail é [email protected]Miguel (admin)MestreSimpósio Fonteiras da Consciência
O Simpósio Fronteiras da Consciência reunirá personalidades de âmbito internacional, renomados conhecedores dos múltiplos aspectos da consciência, desde a neurociência até a espiritualidade.
Será uma oportunidade para ampliar o conceito de consciência, analisando sua dimensão integral e sistêmica. O Simpósio será uma oportunidade para ampliar o conceito de consciência. No cérebro e além do cérebro.DIA 09:
9 às 10:30 – CONSCIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE – Leonardo Boff – RJ
Doutor em Teologia e Filosofia pela Universidade de Munique-Alemanha. É doutor honoris causa em Política pela Universidade de Turim (Itália) e em Teologia pela Universidade de Lund (Suiça). Prêmio Nobel alternativo em Estocolmo em 2001 (Right Livelihood Award). Autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Filosofia, Antropologia e Mística.11 às 12:30 – CONSCIÊNCIA HOLOINFORMACIONAL – Francisco Di Biase – RJ
Neurologista, neurocirurgião, pesquisador da consciência e escritor, com especialização e pós-graduação nos serviços do Dr. Paulo Niemeyer e PUC-RJ. Único Grand PhD. da América do Sul e primeiro brasileiro a receber a Medalha de Ciência e Paz Albert Schweitzer. Autor dos livros: O Homem Holístico (Ed. Vozes), Caminhos da Cura (Ed. Vozes) com Mário Sérgio Figueiredo da Rocha e Science and the Primacy of Consciousness (Noetic Press, USA), juntamente com Stanislav Grof, Karl Pribram, Ruppert Sheldrake, Henry Stapp, Richard Amoroso.16 às 17:30 – MITO E TRANSFORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA – Mário Sérgio Figueiredo da Rocha – RJ
Psicólogo transpessoal, pedagogo e escritor. Autor dos livros: Auto-Ajuda Eficaz (Ed. Vozes), Caminhos da Cura (Ed. Vozes) com Francisco Di Biase e Science and the Primacy of Consciousness (Noetic Press, USA), juntamente com Stanislav Grof, Karl Pribram, Ruppert Sheldrake, Henry Stapp, Richard Amoroso.17:30 às 18:00 – Discussão
DIA 10:
9 às 10:30 – NÍVEIS LÓGICOS DA CONSCIÊNCIA – Dr. Jairo Mancilha, Diretor do INAp, mestre e doutor em medicina (Ph.D.) pela UFRJ, pós-doutorado em Cardiologia preventiva pela Northwestern University, Chicago, USA, Master Trainer em PNL, Coach Executivo e de Vida; Membro Internacional da American Society of Clinical Hypnosis.
11 às 12:30 – XAMANISMO E ETNOCONSCIÊNCIA – José Carlos Reyes Ravenna, Xamã, curador de origem ancestral, dramaturgo-escritor, Mestre em Neuro-Espiritualidade, Master e Trainer em PNL.
14 às 15:30 – CONSCIÊNCIA E INCONSCIENTE – Luiz Alberto Py – RJ
Psiquiatra, psicanalista graduado pelo Instituto da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. MFCC (Marriage, Family and Child Councellor) credenciado pelo Board of Behavioral Science Examiners do estado da Califórnia, USA. Autor dos livros: Olhar acima do Horizonte (Ed. Rocco) e co-autor com Dr. Jairo Mancilha do livro O Caminho da Longevidade (Ed. Rocco).16 às 17:30 – CONSCIÊNCIA E A ESPIRAL DINÂMICA – Dr. Frederico Porto – MG
Psiquiatra e Psicoterapeuta; Professor convidado da Fundação Getúlio Vargas; Credenciado pelo National Values Center, organismo especializado na compreensão dos sistemas de valores em indivíduos, organizações e sociedades.17:30 às 18:00 – Discussão
DATA: 9 e 10 de Abril
LOCAL: Hotel Glória – Rio de Janeiro – Salão Dourado
INVESTIMENTO: R$300,00 à vista ou 2 x R$160,00 ou 3 x R$110,00
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
(21) 2551-1032
E-mail: [email protected] -
AutorPosts