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Miguel (admin)Mestre
Fernando, 17 de Junho de 2004 – 3:43 pm:
I) F.: “… Ataca os sem estudo, mas usa expressões da ralé …”
1. Não de não! Não ataca-se os “sem estudo”. Faz-se alusões
aos que não estudaram de vadios-mentais, de vigaristas-de-
mente: Lula! Desde anos 80s que ascendia como líder, e ao
assumir de deputado deveria ter abandonado postura-grotesca
que valia para o sindicalismo. E ao cogitar do cargo federal
maior, deveria ter feito um supletivo e ingressado em
faculdade interiorana e chegado-lá!
2. Lula não o fez por pura soberba, ele estava crente de que
iria botá-prá-quebrá-no-chegá-lá.
3. Há um único indivíduo/BR que leva a pecha de
SemEstudo: LulaLá O Único!II) F.: “… O correto é sobreviver, reproduzir e morrer …”
1. Está errado F.: “morrer” não entra no cogitar! Viver&
morrer é premissa similar de “base Planeta, luz/calor Sol”.
Impossível cogitar “desligar Sol” ou “largar Planeta”.
2. Entretanto sobreviver&reproduzir está ao alcance do ser
humano, faz parte de suas competências – ou dá ou desce.
3. Até a 40 mil anos atrás tudo esteve com
sobreviver&reproduzir. No entanto, com a idade de
SapiensSapiens a razão humana entrou a jogar, a pegar
pesado, a dar conta de recados.
4. A História relata com certa precisão somente para os
últimos 4 mil anos, no que se refere às transformações
promovidas pelo ser humano. Mas o “evoluir” promovido
pela razão humana conta 40 mil anos.III) F.: “… priorizar-se o social …”
1. A ciência Sociologia teve “exigida sua existência” por
Comte (1798-1857). Comte queria o progresso sempre, e
sobretudo ordem e conservação no progresso. Comte não
aceitava “física social”. Comte queria que ciências deixassem
de lado as causas primeiras, abordassem uniformidades de
sucessões para estabelecer leis. A sociologia avançou aos
trancos&barrancos pelo século 20, adensou e consistiu e
demarcou até atingir status de ciência. A sociologia estuda as
sociedades humanas e os fatos sociais.
2. Inexiste qualquer referência para “priorizar o social”. Não
há ciência para o propósito “priorizar o social”! Daí que em
cada cabeça uma sentença a respeito do priorizar o social!
Porisso que a mufa funde, indivíduo perde tino, envereda
pelo desvario, de mente alucinatória!IV) F.: “… Ou seja, quem é civilizado, de fato, tem que
priorizar o social …”
1. Tudo bem, cara! Mas que o faça a partir de uma ciência!
Pois deverá haver estudos e graduados e profissionais! Apelar
para misticismo já era, e contar com o Estado-nação não dá
pé pois está envolvido em mudar para Bloco-nação.
2. Quem “priorizar”? Como “priorizar”? O que “priorizar”?
Essas questõezinhas requerem ciência, na época atual! E para
a época futura, só-Deus-sabe!V) F.: “… Se não se contrariassem os nossos impulsos
básicos, todos, homens, seguiríamos o nosso impulso de
inseminar o maior número possível de mulheres, para
garantirmos o Reproduzir …”
1. Ô F., não consegue-se precisar a respeito do dito aí!VI) F.: “… Ao contrário, do que os adeptos do Darwinismo
social pensam não só os mais fortes, aptos, espertos, são os
selecionados, mas há também os mais sortudos …”.
1. F. está a dizer pelos seus cotovelos-e-joelhos, ou seja sem
raciocinar! Tá muito ruim isso daí!
2. Para início de conversa, inexiste “sortudo”, está expressão
estranha-ao-conversar!
3. Há um dizer de Picasso: “O talento se manifesta quando o
indivíduo está no sítio oportuno”, isto é, haver convergir de
três: i) sítio, ii) espírito pró intento, iii) fenômeno.
4. Evidente que “forte” ou “apto” ou “esperto” estão internos
ao “espírito pró intento”. Portanto, qual é o babado de F.?VII) F.: “… Nesta classe rica muitos são verdadeiras antas,
parasitas …”
1. F. mostra neste fórum verdadeira ojeriza ao rico: dane-se!VIII) F.: “… Sim maluquete, mas que entende que há outras
possibilidades de processos civilizatórios que não o
pensamento liberal …”
1. Mas F. que durma de bem com suas possibilidades, uai!
Mas bater-de-frente com pensarLiberal é estupidez!
2. O pensarLiberal evolui com a razão humana! Há dois
pilaresLiberais: Liberdade e Independência. Na época dos
Faraós, tais pilares estavam só disponíveis para indivíduo-
faraó; na época dos judeus no deserto, para Moisés e chefes
de tribo; na época gregos atenienses, com cidadãos-natos; no
império romano, com cidadãos e elites dentro das fronteiras;
na idade Média, com indivíduos dos feudos reunidos; na
França dos Luiz, com cidadão francês; atualmente a
Liberdade e Independência está associada a todo ser humano
no globo.
(MCH, 18/06/04)Miguel (admin)MestreEnviado em Terca, 15 de Junho de 2004 – 11:34 am:
1. Considera-se interpretação equivocada de AH! Nada de
“defesa do liberalismo” pois liberalismo já era! Não há
antagônico! Só há Democracia&Capitalismo. No âmago da
questão há a universalidade de Liberdade&Independência.Enviado em Terca, 15 de Junho de 2004 – 6:38 pm
“(…)num mundo
ideologicamente frio, cujos partidos ficam cada vez mais
parecidos, corre-se o risco de o niilismo converter-se em
desprezo pela democracia.”
1. Santa ignorância do editorialista!”Senhores,
Se o livro de FRANCIS FUKUYAMA; O FIM DA HISTÓRIA E O ÚLTIMO HOMEM fosse um romance, e não um texto científico-político, eu apostaria que o Melvin teria saltado de suas páginas para o mundo da realidade. Tal é a forma com que festeja e idolatra o mundo do Capital e a sua fórmula retirada da cartola: “Liberdade” e “Independência”. Seus estímulos devem vir de sites tipo MSM, Olavo de Carvalho ou policymake que parecem promover concurso para apresentação das idéias de conspiração comunista mais absurdas, mas tudo bem, como ele mesmo diz: ”cada cabeça uma sentença”.
Até mesmo o japonês citado acima, voltou atrás, em parte de suas concepções, que nos apontavam o “fim da história”, (1) em virtude da importância do papel que a ciência exerce para o desenrolar da História. Sou contrário a tese de Fukuyama não só devido a importância da ciência na manutenção do motor Histórico, mas principalmente, por compreender que o duelo TRABALHO – CAPITAL está um pouco distante de ser superado. Principalmente em países “em desenvolvimento” , ou seja, periféricos.
Quanto a supervalorização, quase um endeusamento da dupla “capitalismo” e “democracia” cabe questionar. Estes são fins ou meios? Pois parece que para os Liberais, ou seu fiel representante no Consciência, trata-os como fins. O que está completamente errado. Nem capitalismo, nem democracia, nem mesmo o Estado podem ser considerados com fins, mas sim como meios. As eleições européias não demonstraram apenas um exercício de liberdade democrática, mas sim, a exposição do descontentamento por parte dos eleitores, tanto com a política militar quanto econômica destes países. A liberdade e a democracia foram usados como meios, o tem que ser.
Miguel (admin)Mestre>>Já que os assunto é PT eleito, na tópico maior da crise das teorias políticas de esquerda. Venho colocar que já começou a reação contra a traição do PT, ou seja, a luta continua. Coloco a seguir algumas notícias do novo partido que podem ser totalmente vistas no site: http://www.socialismo.org.br/
Nasceu o Partido Socialismo e Liberdade. O P-SOL foi fundado por 750 representantes vindos de 22 estados do país e reunidos em Brasília nos dias 5 e 6 de junho. Seu impulso inicial foi dado pelos parlamentares Heloisa Helena, Babá, Luciana Genro e João Fontes, os chamados radicais que enfrentaram a direção do PT e seu governo a serviço do capital nacional e internacional, dos banqueiros e dos latifundiários, cujas medidas apenas atacam os direitos e os interesses do povo trabalhador. Junto com os parlamentares estiveram sempre e com eles fundaram o P-SOL, centenas de representantes dos movimentos sociais, de lutadores do campo e da cidade, de lideranças de greves e mobilizações estudantis e populares, de militantes dos direitos humanos e civis, dos movimentos de negros e mulheres, de todas as expressões da resistência contra a barbárie capitalista em suas mais variadas formas. Muitos dos que encabeçaram a greve nacional em defesa da previdência pública em 2003 – processo que deu o primeiro grande lastro social deste novo projeto – estiveram no ato de fundação do P-SOL, partido que nasce afirmando a necessidade de derrotar o modelo neoliberal, impulsionar a ação dos trabalhadores e explorados e construir uma alternativa política de ruptura com o capitalismo para governar o país e reorganizar completamente a economia e a sociedade, alicerçando a produção segundo as necessidades sociais e não segundo a lógica privatista, egoísta e destrutiva do capital.
Entre os primeiros que assinaram a ata de fundação tivemos o orgulho de contar com o melhor da intelectualidade brasileira de esquerda. O sociólogo Chico Oliveira, um dos fundadores do PT, esta entre eles. Se desfiliou do PT no mesmo dia em que nossos parlamentares haviam sido expulsos, em dezembro de 2003. Agora, novamente com estes parlamentares, funda um novo partido para manter de pé históricas bandeiras socialistas já que, como disse ele mesmo no ato de abertura do Encontro Nacional, o século XXI será socialista ou não será. Junto com Chico Oliveira estavam o renomado filósofo Paulo Arantes e Ricardo Antunes, o mais jovem deles, com sua reconhecida inteligência. Do Rio de Janeiro veio ao Encontro o filósofo e professor Carlos Nelson Coutinho. Entre os 101 fundadores legais do partido, esta também o filósofo Leandro Konder, mostrando que Paulo Arantes tem dois camaradas de sua estatura intelectual ao seu lado no campo da filosofia. O ex-deputado federal Milton Temer completa este primeiro time. Atualmente como vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Temer foi o candidato da esquerda unificada do PT contra a direção majoritária do partido em mais de uma oportunidade no passado recente e agora é fundador do novo partido, integrando sua Executiva Nacional.Aprovados nosso Programa, nosso Estatuto e nossa direção provisória, a militância do P-SOL terá pela frente nos próximos meses a tarefa central de encaminhar as lutas sociais nos estados, como a resistência popular por suas reivindicações, contra a reforma sindical e trabalhista, contra a reforma universitária, em defesa da reforma agrária, dos sem-teto, em apoio às lutas de todas as categorias. Simultaneamente a estas lutas, nossa militância deverá começar a estruturar nos estados os organismos partidários e iniciar a coleta de 438 mil assinaturas para garantir o registro definitivo do nosso partido. O clima de vitória no final do encontro nos deu a certeza que esta tarefa será cumprida com determinação e alegria pela nossa militância.
Finalmente, o Encontro de fundação contou com a presença de delegações internacionais vindas dos Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Suécia e Inglaterra, além de saudações enviadas de organizações da Suiça, Inglaterra, Uruguai, Panamá e Peru.
O próximo Encontro Nacional do P-SOL já tem data marcada: acontecerá em janeiro de 2005, durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre.
Brasília, 07 de junho de 2004Miguel (admin)Mestre>>Bom que se tente esclarecer, um pouco da pífia Sociobologia, do caipira Melvin. Vamos a ver:
3o. “Evoluir” significa produzir adaptabilidades à espécie
>>O caipira aqui, mostra seu fraco racicínio e cultura. Parece que em seu raciocínio metafísico, ele vê por toda a parte uma necessidade de evoluir. Uma necessidade, um esforço, um projeto. Um projeto levaria a um projetista. Mas mesmo os liberais adeptos da sociobiologia, são materialistas. Esta de falar em produzir adaptabilidades à espécie, é a clássica confusão que os ignorantes e liberais caipiras, fazem com o Lamarckismo. Mesmo os stalinistas, outrora se embaralharam aí. Não é produzir adaptabilidade à espécie. De forma simplificada, podemos colocar que em termos de evolução ocorre o seguinte:
·As Modificações se dão ao acaso. ( também mutações podem ser provocadas, artificialmente, pelo ambiente,etc, mas deixemos isso por hora).
·Modificações/mutações ocorridas ao acaso( ou por embaralhamento de genes no caso da reprodução sexual), não necessariamente são as melhores para o organismo/ser.
·A seleção natural é que acaba preservando as mais aptas ao ambiente.
·Todavia o ambiente é mutável, e mesmo a seleção natural não tem uma mão invisível, um projeto, assim, os mais aptos podem ser, apenas os mais sortudos.Neste sentido as “evoluções” não são sempre algo em busca da perfeição. Não existe este determinismo, esta teleologia, de estar-se sempre a evoluir. Depois dizem que os marxistas é que são deterministas. Não seriam os portadores da Síndrome de Dawn, pessoas que evoluíram? A evolução é basicamente, acaso. O acaso atua em todos sistemas, até no capitalismo. Os homens é que devem tentar dirigir este acaso, ao menos, quanto as questões sociais. Afinal qual é o sentido da vida? Perguntá-se em outro tópico deste Fórum. Seria o sentido da vida, deixar a vida rolar, as injustiças acontecerem, porque no fim caminha-se para um evoluir constante? Temos que convir que, no mínimo, há que se desconfiar dessa teleologia, cínica liberal. Quanto a mim, conheço os facistóides de longe e esse MelvinCh, nunca me enganou.
Miguel (admin)MestreRocinha para vetorizar!
I) Está-se a conjecturar sobre a questão RIO:
– Rocinha&Assemelhados lembram vagamente Canudos/1896
– Evidente que sempre com diferenciáveis de época
– Eventos/1896 foram conduzidos num justo àquela época
– Devido agudizar permanente, havia espírito fratura-exposta
– Evidente que na qRIO nem isso daí, nem sangria-desatada
– Considera-se que qRIO está pior – muito pior …
– O sentido fratura-exposta ou sangria-desatada, está pouco …
– É isso sim! À qRIO, há de aplicar-se sensos gravíssimos!II) No finalzinho do século 19, mundo ocidental acelerava:
Ford, Edson, Curie, Planck, Marconi, Freud, cinema
Lumiére, cura da malária …
1. Nas bandas de cá do BR, o regime republicano ocupava os
espaços necessários para sepultar de-vez o antigo, velho,
bolorento, ruim. Ou seja, BR fervilhava numa arrancada pelo
processo … progresso … ordem … progresso … ordem …
2. Evidente que Euclides da Cunha após observar o que se
passara, só podia escrever num misturar de estilos:
ironizar&escarnecer&estarrecer&implicar. No entanto, havia
um processo maior-de-maior na sede do novíssimo regime
federativo. A obra Os Sertões permanece obra-prima/BR,
pois o autor não visou racionalizar os eventos, as estrepolias
da época ficaram de fora do âmago do texto – apareceram
meramente na periferia, ficaram secundarizadas. O autor se
prestou a relatar a jornada humana – mais um relato a se
agregar à infinitude dos existentes no mundo.III) Os Sertões.
1. Um indivíduo dotado de algum espírito para empreender,
se depara com situações-de-mundo: hostilidades, obstáculos
mis, insucessos, perseguições. Outros muitos indivíduos
“despertam” – passam a fazer novas leituras de vida -, devido
os comportamentos daquele indivíduo dotado.
2. No interior de uma geografia mundo-sem-fim, surge um
aglomerado humano voltado para as suas coisas. E como de
sempre, devido às urgências de vida, naturalmente ocorrem
as propensões inatas pró Sobreviver&Reproduzir. Recorda-se
haver terceiro propósito-latente: Evoluir. Claro que expressão
pode também sinalizar “melhoria, reformação, corrigendas,
retoques, cultivos, refino, fazer melhor, …”: evoluir está
própria do transcorrer de tempo.
3. Por variados motivos, nos centros de acontecimentos/BR,
aquele minúsculo sítio – uma gota em oceano -, repercutiu de
modo desproporcional.
4. Pois devido precaríssima leitura inicial, se sucederam “n”
leituras inflacionadas em precariedades, e então uma mera
bolinha de neve proporcionou uma avalanche alpina.
5. Os Sertões relatam, quem sabe ficaria melhor dizer que …
descrevem, explicitam, explicam, relevam, reiteram,
revestem, requintam, retumbar, realçam … e por aí afora!IV) Questão RIO – Rio de janeiro do Brasil.
1. Rocinha urgente! No “Rocinha”, ler “ … e todos similares”.
2. Para BR/2004 vai-se adotar premissa que coloca situação
presente bem distinta daquela havida no passado. Acontece
que BR/2004 não está – N Ã O E S T Á -, vetorizado para
evoluir. Eis um everéstico agravante da atualidade. Recorda-
se que em 1896 a implantação do novo regime republicano
dotara BR de vetor evoluidor. Mas no presente, BR está
numa direção inversa – a crescer que nem rabo de cavalo …
para baixo! Então surge no presente uma característica
inexistente no passado: propensão desmedida em abordar
cotidianamente com intentos estapafúrdios.
[Estapafúrdio: excêntrico/esquisito/disparatado/extravagante]
3. Evidente! Nação sem nortes, coletividade sem futuridades,
povo sem leituras, indivíduo sem sensos …
Algo muitos “sem” daria no quê? Na qRIO, cogita-se aqui!
(MCH, 18/06/04)Miguel (admin)MestreVamos comentar algo deste caipira liberal que usa esse nome sem sentido de Melvin. Causa de quê? Forma mais ridícula de expressar-se. Ataca os sem estudo, mas usa expressões da ralé.Coisas da sua origem caipira, filho de pai fazendeirão inculto. Se ao menos fosse como Darcy Ribeiro, que se definia como descendente dos fazendeirões gastadores de gente. Mas vamos ao que interessa.
II) Causa de quê indivíduo tudo-pelo-social “não enrubesce”?
Ocorre que a questão social não pode estar no pódio para as
prioridades humanas. Reparar os básicos humanos:
Sobreviver, Reproduzir, Evoluir
1o. “Sobreviver” significa sustentar o quinhão à espécie
2o. “Reproduzir” significa assegurar a continuidade à espécie
3o. “Evoluir” significa produzir adaptabilidades à espécie
Reparar que o indivíduo enquanto no priorizar do social, deveria
enrubescer, pois ele agrediria a espécie humana! Nas
prioridades da espécie humana, o social nem apareceria!>> Perfeito em um sentido estritamente biológico. Sobreviver, Reproduzir, Evoluir. Se bem que a evolução é um processo bem mais lento. O correto é sobreviver, reproduzir e morrer. Esta é a lógica do Gene Egoísta, obra, bem em voga do biólogo Richard Dawkins. Ou seja não estaria em nenhuma espécie, nem mesmo na humana, priorizar-se o social. Sim, mas e daí? Claro que todos os animais… mas vamos aos mamíferos. Melhor aos primatas. Os macacões mais fortes têm seu harém, estupram, matam, etc. Para encurtar e estória, o fato é que sem negar esses impulsos, sabemos que o humano, criou a civilização. Esta coisa, que pode dar até um mal-estar, como bem definiu Freud, mas que é necessária. Ou seja, quem é civilizado, de fato, tem que priorizar o social. Por sinal toda a sociedade humana, condena o estrupo, etc. Estes liberais não sabem disso. Assim, Dawkins, Pinker, Wilson( o da Sociobiologia), intoxicados por sua visão anglo-saxã, protestante e liberal, passam, praticamente , por cima da questão da cultura. Todavia existem, os Gould, Lewontin, cientistas, também, mas felizmente marxistas.Não sei, se por acaso, reparar que estes dois últimos são judeus( Gould morreu recentemente) .
III) Causa de quê indivíduo pró-social “não assume”?
Ocorre que o objetivo do indivíduo está só no seu imaginário,
é puro embuste, indivíduo leva a vida de falsear. O indivíduo
não acredita no que externa, pois a questão social não existe
na espécie humana. Acontece que priorizar um propósito
social, implica em contrariar os três básicos Sobreviver,
Reproduzir, Evoluir. Qualquer propósito pelo-social gera
agravo nalgum básico.>> Se não se contrariassem os nossos impulsos básicos, todos, homens, seguiríamos o nosso impulso de inseminar o maior número possível de mulheres, para garantirmos o Reproduzir. O estupro, e o assassinato de filhos de outros machos estariam liberados( é como fazem, por exemplo, os felinos). Mesmo um ato pífio, algo como masturbar-se em público é reprimido. Assim, é claro que como diz o caipira, qualquer propósito pelo-social gera agravos. Sim, e isso é o preço de ter-se uma civilização.
) F.: “…as altas camadas médias, são os inimigos … ação,
baseado na luta de classes …”
1. F. ignora o regresso infinito contido na indução.
2. Para empreender uma “luta de classes”, evidente que
deverá haver a classe A Derrotar e, a classe Que Derrotará …
Os empreendedores estarão na classe Que Derrotará.
3. Mas já que antecipam que derrotarão o antagônico, então
devem se permitirem colocar em pratos-limpos como ficará
tudo após rêfrega. Devem especificar duas coisas:
i) como se conduzirá a coletividade após classe eliminada
ii) como se conduzirão os empreendedores.
Pois no mínimo haverá duas classes: Vencedora e Vencida.
Mas isso indica que o antigo desequilíbrio perdura.>> Ora, isso não é tão simples, mas pode ser simplesmente resumido. Mas há que se ressaltar que não se concorda que os empreendedores estão sempre do lado que tem que ser vencido. Ao contrário, do que os adeptos do Darwinismo social pensam não só os mais fortes, aptos, espertos, são os selecionados, mas há também os mais sortudos. Nesta classe rica muitos são verdadeiras antas, parasitas, sortudos que amealharam dinheiro e propriedade via herança. Muitos , como o Melvin, são descendentes de grileiros, que tocam de maneira incompetente as suas propriedades rurais e usam seu prestígio, para eternamente rolarem as suas dívidas. Sim os Vencidos teriam que ser reeducados, e mesmo reprimidos. Não que faríamos como os atuais no poder, que reprimem os perdedores, via esquadrões de morte, massacres de Carandiru, massacres de sem-terras, etc.
V) Eis que um maluquete – verdadeiramente maluco! -,
aparece num fórum “Consciência” – é o máximo de ironia a
denominação Consciência hospedar F. -, mensagista F. de
mente de-esquerda, dedicado baita cara-de-pau à ignorar a
história, e a ignorar o caráter de regresso infinito na indução.
Haja saco!>> Sim maluquete, mas que entende que há outras possibilidades de processos civilizatórios que não o pensamento liberal. Quanto a ignorar a história, se Melvin consultar seu rastro, descobrirá que ele mesmo afirma que o pensamento liberal é a-histórico.
Miguel (admin)MestreOlá, não sou universitario. Estou iniciando na filsofia meio que auto-didaticamente.
Gostaria de ter mais esclarecimentos sobre a questão da pederastia e uma explicacao sobre o pensamento de Diotima, na obra de Platão, O Banquete de Platão.Miguel (admin)MestrePensarLiberal – um estudo de caso.
Ref. Fernando, 16 de Junho de 2004 – 9:00 am:
I) F.: “… Quem quer ser de esquerda mesmo, tem que
esquecer esta via liberal de crescimento, da ilusão do livre
comércio, etc …”
1. O esporádico F. está todo errado – erra em tudo
praticamente; mesmo esporadicamente … erra sempre!
Numa mera frase … tudo errado! F O Erradão – FOE!
2. Para o pensarLiberal, o BR está tomado pelo espírito-de-
esquerda, institucionalizado pela carta/1988. Tal espírito está
a arruinar o Estado. A seguir, explica-se:
– espírito-de-esquerda (e-d-e) incute propósitos socializantes
– proposita socializar coletividade, dotar cunho social às coisas
– dá de bandeja – graciosamente -, modos para abusar socialmente
– indivíduo e-d- e não enrubesce, não assume, não empreende
– somente adota externamentos voltados para desassistidos
– primeiro e-d-e/BR foi G.Vargas, metido a pai-dos-pobres.
– pleito/2002, o 61% gerou LulaLá, esperançado pai-dos-pobres
– portanto, 61% propositou um socializar, tudo pelo social
– portanto, 61% não enrubesce, não assume, não empreende
3. O Leitor deve estar de pulga-atrás-da-orelha, no atinar
que há ônus por trás, decorrente da atitude insólita tri-não:
não enrubesce, não assume, não empreende.II) Causa de quê indivíduo tudo-pelo-social “não enrubesce”?
Ocorre que a questão social não pode estar no pódio para as
prioridades humanas. Reparar os básicos humanos:
Sobreviver, Reproduzir, Evoluir
1o. “Sobreviver” significa sustentar o quinhão à espécie
2o. “Reproduzir” significa assegurar a continuidade à espécie
3o. “Evoluir” significa produzir adaptabilidades à espécie
Reparar que o indivíduo enquanto no priorizar do social, deveria
enrubescer, pois ele agrediria a espécie humana! Nas
prioridades da espécie humana, o social nem apareceria!III) Causa de quê indivíduo pró-social “não assume”?
Ocorre que o objetivo do indivíduo está só no seu imaginário,
é puro embuste, indivíduo leva a vida de falsear. O indivíduo
não acredita no que externa, pois a questão social não existe
na espécie humana. Acontece que priorizar um propósito
social, implica em contrariar os três básicos Sobreviver,
Reproduzir, Evoluir. Qualquer propósito pelo-social gera
agravo nalgum básico.
1. Acontece que qualquer iniciativa pelo-social, sempre visa
eliminar alguma disformidade, porém nunca origina próprios
meios&recursos, sempre parasita nos produzidos existentes.
E todo produzido sempre está justo, está sempre pela eficácia
adotada – a eficácia sempre dá o limite.
2. Reparar daí que toda iniciativa pelo-social canibaliza o
produzido, o produzido reage e instala nova eficácia. Uma
nova situação prevalece, novas disformidades …
3. O processo colocado, é propositadamente não cogitado
pelo indivíduo de-esquerda-tudo-pelo-social: não assume!
Todo indivíduo de mente de-esquerda … parasita&canibaliza.IV) Causa de quê indivíduo de-esquerda “não empreende”?
Diz-se “empreender” no sentido de produzir, gerar
produto, gerar riqueza, gerar utilidades. Isso o
indivíduo de-esquerda deixa de lado, fica longe
do mesmo modo como o diabo-da-cruz. Indivíduo de-
esquerda não produz, só parasita e canibaliza e
suga. Ocorre que enquanto ativado pelo produzir,
o indivíduo tem que deixar de lado vigarice tudo-
pelo-social, pois tem que produzir, e o produzir
está voltado à sociedade: produzir para suprir!
O indivíduo de-esquerda visa colocar o social à
frente da sociedade: coisa de mente errada, mas o
cara-de-pau nem 'tá …V) Pelo pensarLiberal, além dos três básicos humanos –
Sobreviver, Reproduzir e Evoluir -, há dois espíritos
humanos: Liberdade e Independência. Com esses aí –
bhS&R&E, ehL&I -, interdita-se coisas como tudo-pelo-
social, pai-dos-pobres, de mente de-esquerda, e demais
assemelhados.
(MCH, 17/06/04)Miguel (admin)MestreOi…
bom, eu entrei aqui por estar procurando algo sobre fichamento e estou escrevendo para pedir por favor! pelo amor de Deus um exemplo de fichamento..seria possivel alguem me arrumar? preciso fazer um mas não sei nem como começar…
desde ja agradeço
Leila CristinaMiguel (admin)MestreO maior preconceito racial que já vi foi essa cota para negros,como se negros não tivessem capacidade para ingressar nem universidades.Vamos abrir mais uma cova preconceituosa no futuro brasileiro do tipo: “você é negro? formado? logicamente deve ter entrado na cota, senão nunca teria passado” cota para capacitados sim, nunca para classes ou raças, ou voces querem cota para pobres, cota para orfãos , cota para cancerosos,cota para aidéticos ? (e olha que tem mais espaço).Até uma moeda tem dois lados. Viram os prós, vejam os contras.
Miguel (admin)MestreIndução e Regresso Infinito.
Referente Fernando, 16 de Junho de 2004 – 9:00 am:
I) A respeito da indução.
1. “… Popper (1902-1994) mostrou que uma máquina
determinística de computar não poderia produzir uma
predição de seu próprio estado futuro que permaneceria
válida se ela fosse incorporada dentro de si mesma, porque o
processo de incorporação a faria inevitavelmente obsoleta …”
2. “ .. Tristram Shandy (1713-1768), descobriu que … para
predizer a si mesmo completamente, uma pessoa tem que
predizer a si mesma predizendo a si mesma completamente,
então pessoa tem adicionalmente que predizer a si mesma
predizendo a si mesma predizendo a si mesma
completamente … o regresso infinito está claro …”.II) F.: “…as altas camadas médias, são os inimigos … ação,
baseado na luta de classes …”
1. F. ignora o regresso infinito contido na indução.
2. Para empreender uma “luta de classes”, evidente que
deverá haver a classe A Derrotar e, a classe Que Derrotará …
Os empreendedores estarão na classe Que Derrotará.
3. Mas já que antecipam que derrotarão o antagônico, então
devem se permitirem colocar em pratos-limpos como ficará
tudo após rêfrega. Devem especificar duas coisas:
i) como se conduzirá a coletividade após classe eliminada
ii) como se conduzirão os empreendedores.
Pois no mínimo haverá duas classes: Vencedora e Vencida.
Mas isso indica que o antigo desequilíbrio perdura.
4. Na revolução russa dos bolcheviques em 1917, líder Lênin
(1870-1924), houve um momento de impasse na condução do
regime. Pouco antes de sua morte – com a pátria ainda
num rebuliço rosca-sem-fim -, Lênin cogitou de ir
buscar no Ocidente tanto conhecimentos como práticas
capitalistas. O seu sucessor Stálin (1879-1953) entendeu
indispensável dar sumiço em 10 milhões de incomodados …
5. Na revolução cubana, quando Fidel Castro assumiu o
cargo maior da nação, uma comissão de revolucionários,
liderados por Che Guevara foram às pressas no Leste
Europeu arregimentar técnicos comunistas; em pouco tempo
havia 40 mil comunistas estrangeiros na administração dos
negócios cubanos; coisa de centenas de milhares sumiram-do-mapa …III) Reparar que para interditar o regresso infinito indutivo,
os movimentos propositados na luta de classes, após tomada
de poder, descaracterizam a nação!IV) Recorda-se que há uma semana atrás houve a
comemoração da Independência da Rússia – desde
1991 a Rússia se considera independente, graças à
aniquilação da URSS. Certamente que algo similar
haverá em Cuba após o desaparecimento de Fidel
Castro.V) Eis que um maluquete – verdadeiramente maluco! -,
aparece num fórum “Consciência” – é o máximo de ironia a
denominação Consciência hospedar F. -, mensagista F. de
mente de-esquerda, dedicado baita cara-de-pau à ignorar a
história, e a ignorar o caráter de regresso infinito na indução.
Haja saco!
(16/06/04)Miguel (admin)MestreIntransponíveis já nos preparativos?
I) Continua-se com a questão RIO – qRIO -, que deverá se
tornar uma questão Brasil – qBR -, a facilitar situação
paradigmática para demais centros urbanos – qSP, qMB,
qBA, …-, e que também servirá paradigmaticamente para o
Movimento dos Sem Terra – qMST.II) Reparar que fez-se uma analogia com Canudos/1896, mas
somente para denotar que BR já enfrentou no passado – e em
modo desprimoroso -, situação onde a coletividade deu
origem a sociedade paralela aquela institucionalizada.
1. Canudos/1896 e Rocinha/2004, aglutinados diferenciados,
noutro plano relativo à sociedade existente: coletividade está
numa ruptura segundo esses dois planos (clivagem). Assim
está também o MST: noutro plano relativo ao conhecido.
2. Para encarar&bancar a qRIO, só a partir de situação de
fenômeno: “A situação do RIO é puro fenômeno, ou seja
mundo/2004 não dispõe de esquemas paradigmáticos para
brasileirinho abordar; há de sair a descobrir!”.III) Eis primeiro conclusivo joínha: “qRIO está fenômeno”.
1. Assim facilita interditar sabidos e sabidões e sabetudos.
Com isso quer-se dizer que “ninguém sabe nada”, e enseja
engrenar o mote socrático: “Sei que não sei, daí que sei mais
do que todos os que pensam que sabem alguma coisa, pois na
real não sabem coisa alguma, enquanto que eu sei nada nada sei”.
2. ‘Taí então a primeira providência simples e dificílima:
colocar na cabeça de todos que eles não sabem bulhufas!
Como fazer um coisa dessas? Como chegar para o colunista
d’O Globo, JB, FSP, Veja … e falar mais ou menos assim: “Ô
meu, tu não sabes nada de nada!”. E chegar na UFRJ, PUC,
USP e falar: “Véio, o que pensas vale merrécas!”
3. Evidente que não é por aí! Esculhambar com todo mundo
só vai interditar o intento de colocar as coisas em leitura de
fenômeno.
4. Mas, então, que fazer?
(16/06/04)Miguel (admin)MestreFernando, 15 de Junho de 2004 – 12:41 pm:
I) F.: “… Não existe chance do que vcs chamam de
lei/ordem/desenvolvimento, nesta geografia do capitalismo
periférico.”
1. F. está errado! E caso a gente supusesse haver F. levado uma
vida toda errada? Credocruzes! Êi F., estás errado demais!
2. Desde que eventos humanos compõem história – últimos 4
mil anos -, está implícita uma presença permanente de duas
“inspirações” para as atividades humanas: Liberdade e
Independência – L&I.
3. No transcorrer dos séculos, os seres humanos estiveram a
atuar, com adequações ao L&I, pelas condições de época. No
tempo dos faraós egípcios, L&I servia tão somente ao faraó, e
todos os demais humanos sustentavam-no, subordinados. No
tempo de gregos dos Estados-cidade, L&I valia para cidadão
ateniense – coisa de duas dezenas de milhar- , enquanto que
escravos estavam na casa das centenas de milhar. Na época
medieval, L&I servia os senhores feudais e coletividades de
castelos, vilarejos, trabalho rural. A partir do século 18, L&I
valia para cidadãos do Estado-nação. No início do século 21,
L&I começa a valer para confederação de nações: UE.
4. Nesse sumário diz-se que L&I versiona continuadamente,
ocorreria mudar-de-pele, as necessidades das épocas seriam
assimiladas e humanidades ampliadas.
5. Na atualidade – a partir dos inícios do século 20 -, a L&I
está assumida com Democracia&Capitalismo.II) Considerar que a Democracia entra-no-jogo sempre no
segundo tempo, o primeiro tempo é sempre do Capitalismo.
1. Considera-se época do fordismo como típico mudar-de-
pele do capitalismo; após guerra 1939-1945, o capitalismo
entrou em novo processo mudar-pele.
2. Com a Ciência&Tecnologia – C&I -, o capitalismo muda-
de-pele ciclicamente, em períodos cada vez mais curtos.
3. A democracia chega para fazer a poeira-baixar, após
passada do capital; considerar processo figurativo “Ordem
… Progresso … Ordem … Progresso … Ordem …”. Compete
ao capital as arrancadas “Progresso”, e cabe à democracia as
ajeitadas “Ordem”. Assim é como mundo estaria a avançar
em humanidades.
4. Evidente às vistas de todos, que o Coletivo Humano está a
aperfeiçoar, aprimorar, acrescer vivacidades à Vida; resulta
do alternar de “jogadas” dadas por capitalismo e democracia.III) F: “…Do outro, exclusão, criminalidade sem controle …”
1. Considera-se F. O Errado! FOE! O erro-chave de F. reside
na sua desinterpretação de que o capitalismo gera rastro de
desproveitos e desassistidos e desgrenhados. Não de não!
2. Figurativamente, o capitalismo sempre acelera as
atividades e coisas, está em permanente processo pró
modificar, enseja individualidades. Reparar que tão somente
no primeiro tempo, de jogo em dois tempos. Compete à
democracia chegar em tempo hábil, colocar a casa em ordem,
dispor de performance para normalizar ambiente coletivo.
Por onde passa o capitalismo tudo rebuliça, arruaça, embate
via produtos, mercadorias, serviços, práticas, costumes.
Cabe à democracia ficar-na-cola, de intervir imediatamente
no ambiente, assenhorar-se da situação e, normalizar.
3. Considera-se que a criminalidade não tem nada a ver com
capitalismo, tudo a ver sim com a democracia que não chega,
que não faz a coisa certa, não intervem na sua parte, não entra
no jogo, chega tarde e sem zêlo.
4. A questãoRIO – qRIO -, é coisa da descuidada democracia
brasileira, nada a ver com o capitalismo, pois este não pára
nunca, está a ir adiante a mil, não pode parar.
5. Texto de F. traduz o bestializado hegemônico espírito-de-
esquerda que: i) tomou conta da nação brasileira, ii) delegou
autoridade federal para LulaSemEstudo. Evidente que F. está
apavorado consigo, perdeu trem da época, se tornou iletrado.
Está de mente de-esquerda desiludido, degredado, desabrido.
(MCH, 16/06/04)Miguel (admin)MestreNos principais jornais de hoje. O número de ricos, no mundo, aumentou. Mostrando concentração de renda. Isso é mais terrível em nossa América latina. Abaixo trecho da notícia.
>> estudo mostra ainda a alta tendência de concentração da riqueza na América Latina. Enquanto os super-ricos – pessoas com investimentos financeiros de mais de US$ 30 milhões – respondem por 0,9% de todos os milionários do mundo (70 mil pessoas), na América Latina eles são 2,4% dos ricos, o dobro da proporção registrada na América do Norte (1,2%) e três vezes a da Europa (0,8%). No total, a região fechou o ano passado com 270 mil milionários, que detinham fortuna conjunta de US$ 3,647 trilhões, contra 201 mil e US$ 3,565 trilhões no ano anterior.
''A América Latina continua a ser o resumo da polarização da riqueza entre ricos e pobres: os milionários latino-americanos têm a maior fortuna média entre todas as grandes regiões'', acrescenta o documento. << Daí há que se concluir pelo que venho dizendo. Quem quer ser de esquerda mesmo, tem que esquecer esta via liberal de crescimento, da ilusão do livre comércio, etc. Há que se entender que os milionários, muito ricos, ricos e mesmo, no caso da América latina, as altas camadas médias, são os inimigos. Em resumo há que se ousar elaborar um programa de ação, baseado na luta de classes. Mais ou menos no estilo que faz Hugo Chávez. Fora disso, os discursos de esquerda, serão mera retórica vazia, ilusão, vigarice.Miguel (admin)Mestrepor favor se possívelgostaria que vocês relatassem a visão de Fedro e Pausanias sobre o amor refiro-me a obra O Banquete se possível até o final de semana na sexta dia 18 de junho por favor ficarei muita agradecida
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