Miguel (admin)

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  • em resposta a: Banquete de Platão #74116

    Por favor, estou estudando o banquete. Nesse estudo, surgiu-me uma questão a qual ainda não encontrei respostas. Gostaria muito que me enviassem artigos, textos bibliografia, sobre por que Platão coloca uma mulher (diotima) para falar ao invés de Socrates, quais são as reais intenções de Platão. Meu endereço: [email protected]

    em resposta a: PT ELEITO #72664

    Adiante que tem pro arranque!

    I) Adiante com a qRIO. Não ‘tá sopa sustentar tal
    proposição, gente! Mas, tudo bem, segue-se
    diretrizado pelo esquema popperiano: P TT EE P’
    TT’ EE’ P’’ …
    1. Primeiramente referenciou-se Canudos/1896 para
    assinalar que questão-foco não está inédita, tem
    aquele precedente, que serve bastante bem para
    situar paradigmático. Destacou-se o aglutinado no
    sertão – trabalhadores e peleadores -, indivíduos
    duros-na-queda, mas diante da natureza inclemente
    sem-tréguas, não-há-cristão-que-agüente.
    2. A seguir colocou-se que autoridade republicana,
    recém a se livrar de-cueiros, tratou questão como
    perigo iminente ao regime, pois ainda carecia de
    ancorar por reconhecimentos gerais. E segundo o
    relato d’Os Sertões, houve um massacre de povo
    brasileiro – um antecipado mini-holocausto. Até
    aproveitou-se para salientar que todo brasileiro
    que se privar de ler tal livro, mal-da-cachola
    está: esta escrevo e assino embaixo.
    3. Ainda num transportar-se em textos anteriores,
    colocou-se que Rocina&Mst está parecidíssimo ao
    aglutinado Canudos, com diferenciáveis, evidente.
    Alertou-se que todo “residente” naqueles morros
    cariocas, é legítimo proprietário de específico
    espaço geográfico no qual está instalado o seu
    construído. Ou seja, para sair de lá, o Estado
    deverá indenizá-lo devidamente.
    4. E então, neste retrospecto útil, trouxe-se à
    baila as medidas que no século 19 foram adotadas
    em metrópoles européias, e posteriormente no Rio,
    pró arejar e habitalidades: atender necessidades
    decorrentes de mudanças em conceitos de vida
    da época.

    II) Continua-se na qRIO com matéria FSP, segunda-feira
    21/06/04, mui a calhar: “Há 40 anos, Giuseppe Badolato
    integrou a equipe de oito arquitetos que planejou a Cidade de
    Deus, no Rio de Janeiro. Há 20 ele não punha os pés no
    bairro pobre e, por causa do tráfico de drogas, violento da
    zona oeste carioca. Em sua volta, anteontem, o arquiteto não
    conteve algumas lágrimas de tristeza. ’Quando eu vi o filme
    Cidade de Deus fiquei deprimido. O que nós queríamos, há
    40 anos, era melhorar a vida de pessoas, mas isto aqui virou
    um depósito de gente, não uma cidade de bem-viver’, disse
    Badolato … ele veio de Nápoles para o Brasil com 13 anos e
    conseguiu estudar e se formar apesar da pobreza … ‘A Cidade
    de Deus foi projetada para ser um bairro-modelo. Haveria
    praças, ruas para pedestres, escolas, cinema, teatro, posto
    médico e as casas-embrião, que poderiam crescer de acordo
    às necessidades das famílias. Não foi para situação atual’,
    afirmou ele, lembrando que o projeto previa 15 mil
    moradores. Hoje, a área tem mais de 35 mil. A equipe de
    arquitetos foi convidada em 1962, no governo Carlos Lacerda
    (1961-1965), para criar a Cidade de Deus. O objetivo era
    levar para o bairro pessoas que estavam morando em morros;
    já tinha sido feito em Vila Kennedy, Vila Aliança e Vila
    Esperança. O plano ficou concluído em 1964 e foi por água
    abaixo em 20/01/1966. ’Houve nesse dia enchente
    catastrófica, que deixou milhares de desabrigados e o
    governo resolveu levá-los para a Cidade de Deus, que ainda
    estava em obras, e sem nenhum planejamento’ …”
    1. Eis então que há décadas atrás houve intentos planeados, e
    caso levados continuadamente lograriam êxitos, praticamente
    inexistiria Rocinha&Congêneres.
    2. Mas então … caramba! … houve algum fazer-coisa-certa!
    Só não se deu o detalhe do “continuadamente”! Mas então
    isso quer dizer que há referenciais para a qRIO! Mas então a
    coisa ‘tá no caminho certo! Denomina-se de “a coisa” para textos
    estilo “Se assim encaminhassem-se … quem sabe se … hein?”.

    III) Adiante. A qRIO estará bem encaminhada na conotação
    de qBR, com engajar de primeira hora, da autoridade federal.
    1. Considera-se que Rocinha e Mst denotam mesma situação
    paradigmática: indivíduos sem eira nem beira, deixados a
    vagar pela indiferença do Estado. Eis que está-se com um
    vilão: o Estado. Ora pois, tudo fica bem mais fácil quando
    está possível convergir os azedumes e ganas.
    2. Na realidade não dá outra, o Estado numa figura travessa
    “ca…ndo e an…ndo: isso aí não requer maior explicitude.
    Mas atenção muita atenção, para cortar o mal pela raiz, não
    dar chance de contágio, uma empreitada de âmbito nacional,
    não poderia – teria que interditar! -, não poderia contar com a
    atual burocracia pública no planear, dirigir e conduzir.
    3. Acontece que atual Estado está a arruinar, e vale o dito:
    “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”.
    (MCH, 22/06/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72663

    Enviado em Sábado, 19 de Junho de 2004 – 12:19 pm:

    ” 3. … Lidar em
    fórum implica em dispor de regularidade…” (MELVIN)

    Já foi dito anteriormente que apenas criticar o PT não é algo tão atraente, não há novidades, quase todos estão fazendo, e com algumas ressalvas, este tópico foi direcionado para esta linha de atuação, por isso tenho postado cada vez menos aquí. Além do mais, Melvin parece um cachorro querendo morder o próprio rabo. Ou repete os mesmos chavões “capitalismo” “democracia” de forma superficial, relativisando, chegando as margens da a-história. ou então, para não ficar ainda mais repetitivo, finda atacando transloucadamente o mensagista. Talvez sejam as dicas do O. carvalho.

    “1. Ô TN, esse livro é uma das maiores vigarices do final da
    década de 1980…” (MELVIN)

    Apesar de ser “vigarices” e amplamente massacrado pelos críticos, tanto de esquerda quanto de direita, este livro influenciou muita gente, e parece que vc é uma das vítimas, devido a forma com que apregoa o fim do socialismo e exalta o capitalismo como o apce da humanidade.

    “(…) A
    Arábia e Síria logo reconhecerão o inevitável. E Israel está
    nos finalmentes para colocar a Palestina na democracia.
    Depois se seguirá todo o Norte da África.
    3. Para futuramente embater com Oriente da China, o
    Ocidente deverá estar totalmente democratizado.
    (…)
    2. A UE atual ruma para Confederação Européia. Evidente
    que mais duas décadas! 3. A UE e futuramente CE representa a ponta do vetor
    evoluidor no Ocidente.
    (…) A CE dará o novo padrão para democracia e
    capitalismo.”

    Melvin- O Nostradamus, vc devia guardar a bola de cristal no armário, fazer menos previsões e continuar com a leitura dos Sertões -se é que está lendo ou já leu, a internet oferece amplas facilidades- e alivie um pouco nas comparações com a Rocinha.

    em resposta a: Cota para Negros nas Universidades. #77500

    Não é possível que alguém tenha raciocinado dessa forma, isso é uma vergonha! Quando será que pessoas consideradas cultas, serão, realmente cultas? A proposta apresentada de se criar cotas para que brasileiros ingressem nas universidades, se caracteriza como uma forma gritante de discriminação.

    O ministério público deveria tomar consciência a respeito desse fato e ao mesmo tempo tomar providências, conforme se estabelece nos dispositivos legais. Em se tratando de educação, a maioria dos brasileiros está excluída e, essa exclusão ocorre porque não há investimento que possibilite o acesso de forma horizontal. Cumpre ressaltar que, desde o início da colonização do Brasil, os filhos da burguesia, já se transferiam para estudar no exterior. Após os estudos retornavam para o Brasil como doutores.

    Enquanto isso, os proletários, brancos e negros continuavam analfabetos e continuarão por muito tempo, pois, hoje, os brasileiros que não tem condições de pagar por um padrão de ensino elevado, receberão seus certificados, porém, sem chances de almejar novos horizontes.

    O povo está sendo explorado, também, na educação, pois, existe um monstro fenomenal, ganancioso por dinheiro, que, influencia e impede uma política nacional de educação. O regime capitalista brasileiro é irracional, egoísta e individualista, não consegue entender que, na medida em que as classes mais pobres tivessem acesso à educação, melhor ficaria a produção.

    Não sendo possível misturar capitalismo com socialismo, sejamos, todos capitalistas, para isso, necessário se faz estender as mãos capitalistas e possibilitar novos horizontes. Vamos engrossar as fileiras e, por favor, não considerem utopia, pois, bastaria deixar de lado o egoísmo e a prepotência para que todos, horizontalmente, pudessem viver bem.

    Concluindo, “olhem para o mapa do Brasil e reflitam o quão imenso é esse continente e que já foi tão rico em vida, hoje, rico em desesperança, por culpa de uma minoria”.

    Será que não somos capazes?

    Jorge Gerônimo Hipólito

    Elo_repea_turvogrande

    em resposta a: Banquete de Platão #74115

    Estou buscando material sobre a dialética do amor de Platão ou uma resenha sobre o banquete. Adorei as informação que estavam neste fórum e fiquei bastante interessada.}}

    em resposta a: PT ELEITO #72662

    Fernando, 21 de Junho de 2004 – 10:01 am:

    I) F.: “… Muitas civilizações, atingiram o apogeu e
    declinaram …”
    1. Mas o conhecimento das civilizações permanecem! Dos
    índios brasileiros dizimados, ficou algum conhecimento, o
    mínimo que seja, alguma parcela foi incorporada pelos
    europeus aqui chegados, aquilo que se mostrou aproveitável,
    o foi! Até na atualidade pode haver algum aproveitar.
    Atualmente a Ciência&Tecnologia dá o tom&som.

    II) F.: “… China, já viu passar Império Romano … verá passar
    americano? …”
    1. Inexiste – nunca existiu -, império americano.
    Há tão somente Ocidente, nada a ver de “império”.
    O Ocidente está atualmente a reunir G-7/8, UE,
    Oriente Médio, Américas.
    2. O Ocidente tem pressa, pois só dispõe de
    poucas décadas para adquirir formato capacitador
    de enfrentar futuramente o OrienteChina.
    3. Coligação EUA&GB sabe fazer a coisa certa para
    Ocidente – e globo terrestre, evidente! Diante de
    EUA&GB, os europeus fazem sempre assim: i)
    Alemanha acorda com tudo, mas não externa, ii)
    França acorda com tudo, mas protesta.
    4. Graças diretamente ao defenestrar de Saddam, é
    que Israel caminha acelerado para enquadrar
    palestinos, logo mais surge Estado da Palestina.
    5. Terror devido ruir-de-torres, deu presentaço
    para o Ocidente: Afeganistão; Índia e Paquistão
    vão instalar telefone-vermelho, pois as forças
    dos EUA estão alí juntinho, o furo é mais embaixo!

    III) F.: “… Pessoas vivem mais com o advento de vacinas,
    antibióticos, etc. Mas que pessoas são essas?”
    1. Pessoas são “as pessoas no globo terrestre”! A Ciência não
    se volta para o individual, está voltada para a ambientação do
    ser humano – o mais geral possível.
    2. A democracia sim está voltada para a individualidade, pró
    dotar indivíduos de possibilidades na ambientação possível.
    Todo milhão a mais de pessoas, resulta ora devido avanços
    em ciências, ora conotações oriundas de aspectos filosóficos.
    3. Mais gente mais consumos mais devastação mais carências
    … navegar é preciso …

    IV) F.: “… 1/3 tem esse padrão. Os demais, ainda morrem …”
    1. Daí que compete aos humanos darem conta do recado!

    V) F.: “… Ademais, não está garantido que os antibióticos,
    pesticidas ..”
    1. Daí que … dê-lhe-pau-na-máquina!

    VI) F.: “… não considera o social …”
    1. Considera-se que deve estar interdito qualquer conotação
    de “questão social”. Tudo está em modo de relações entre
    negociadores.
    2. Em Canudos/1896, a autoridade central republicana não
    aventou a hipótese de negociar com a população envolvida.
    Na atualidade, está inaceitável o modo com que a autoridade
    está a encarar a Rocinha&Assemelhados – incluído o Mst.
    Nalgum tempo adiante a autoridade federal/BR deverá bancar
    uma política para Rocinha&Mst.
    (21/06/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72661

    III) Projeto de urbanização.
    1. Interditar interpretação espírito-de-esquerda
    para lidar com Rocinha no sentido de uma questão
    social. Não de não, quanto ao ideologizar questão.
    Colocar questão modo de proposta de urbanização,
    sem força militar, barricada, cenas escandalosas,
    muito menos tiroteio.
    2. Estado deverá erigir novos bairros, residências
    ofertadas aos prováveis ex-Rocinha; bairro deverá
    dispor de urbanidades padrões: instalações saúde,
    lazer, estabelecimento ensino, atividade variada
    comercial, meios de locomoção, segurança.
    3. Reparar, qRIO assume caráter de questão Brasil.
    (MCH, 21/06/04)

    >> Interessante, um liberal propor a ação do estado para urbanizar. Claro, que propõe de forma extremamente vaga(= irresponsável). De onde viriam os recursos? Um socialista, saberia responder. Viriam da taxação dos ricos. Coisa impossível de ser aventado por um liberal. Logo a proposta do Melvin, revela toda a sua vigarice! É aquele velho discurso vazio, que se pretende desenvolvimentista. A mesmice, coisa dita por todos os partidos.

    em resposta a: PT ELEITO #72660

    Urbanizar está de boa pedida.

    I) Continua-se com a questão RIO – qRIO
    1. Para bancar a qRIO/Rocinha&Mst, o Estado deverá
    abandonar o espírito-de-esquerda que arruína com tudo, a
    começar pela mente do indivíduo de mente de-esquerda.
    Interditar de vez a idéia de questão social. Não de não!
    Inexiste questão social, pura desfaçatez de-esquerda essa tal
    de “questão social”.
    2. Ao invés de “questão social”, que serve para empulhar (lograr)
    indivíduos, deverá haver priorizar de espírito para negócios:
    toma-lá-dá-cá, dá-cá-o-meu, nos-mínimos-detalhes… Todo
    indivíduo está capacitado para fazer negócios. A linguagem
    que favorece aproximar os indivíduos é a dos negócios.
    3. Cada “habitação” na Rocinha representa uma propriedade,
    a unidade familiar possui o “terreno” e as “benfeitorias”. Isso
    significa que o “proprietário” só sairá do local caso lhe fôr
    apresentado uma proposta vantajosa; ele admitirá mudar de
    sítio residencial desde que receba proposta cabível, crível,
    factível, garantível, …
    Afinal, todo indivíduo de Rocinha é proprietário!

    II) Considerar a Rocinha: uma coisa medonha aquilo lá –
    tanto faz se vista de perto ou de longe!
    1. Considerar que Estado vise baixar o índice populacional
    daquela área. Reparar que nada de propósito pró desaparecer
    com “aquilo”, somente propósito de dispor de menor número
    de “residências”, dotar de áreas de circulação amplas, áreas
    de lazer, áreas trânsito de veículos. Considerar uma redução
    em torno de 40% do existente, fazer com que de cada 10
    construções, 4 sejam demolidas.
    2. Reparar trecho: “… A então capital federal fora
    recentemente reformada. O centro da cidade, antes teia de
    estreitas ruas coloniais, agora se ordenava em torno do
    bulevar da avenida Central (1904/08). Como na reforma de
    Paris, nos anos de 1850, implantava-se no Brasil o princípio
    urbanístico da cidade-jardim. A linha reta do trânsito era
    entremeada de verde e bancos para sentar e ver a vista.”
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u828.shtml
    3. Nas metrópoles de Paris/ Lisboa/ Rio, houve urbanizações
    pela demolição de bairros inteiros, construir de espaçosas
    avenidas, calçadas, bulevares, bairros residenciais. O barão
    Haussmann, com autonomia que lhe foi dada por Napoleão
    III revolveu&revirou&remendou&renovou Paris (1853-1869)
    http://www.maxima.pt/decor/interiores/casas/10-02-02.shtml

    III) Projeto de urbanização.
    1. Interditar interpretação espírito-de-esquerda
    para lidar com Rocinha no sentido de uma questão
    social. Não de não, quanto ao ideologizar questão.
    Colocar questão modo de proposta de urbanização,
    sem força militar, barricada, cenas escandalosas,
    muito menos tiroteio.
    2. Estado deverá erigir novos bairros, residências
    ofertadas aos prováveis ex-Rocinha; bairro deverá
    dispor de urbanidades padrões: instalações saúde,
    lazer, estabelecimento ensino, atividade variada
    comercial, meios de locomoção, segurança.
    3. Reparar, qRIO assume caráter de questão Brasil.
    (MCH, 21/06/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72659

    Melvin: Enviado em Sábado, 19 de Junho de 2004 – 2:40 pm:
    3. Na medicina, algumas doenças que dizimavam populações
    já não ameaçam sequer o indivíduo. Devido a catarata
    ninguém mais perde a visão. Os motores a combustão interna
    – avião, navios, automotores, geração de energia elétrica -,
    evoluem sim! O trabalho escravo está ilegal, praticamente
    banido! E assim há infinitude para a evolução dada pela
    razão. E muitas já estão a caminho nos laboratórios, e muitas
    já estão em elaboração nas mentes dos dedicados.

    >> Melvin o otimista insano, as coisas não são assim. Muitas civilizações, atingiram o apogeu e declinaram. Porque o poder do Ocidente seria diferente? Neste ponto a China, já viu passar o Império Romano, o Holandês, o Inglês, quem sabe não verá passar o Império americano? Não se deduza daí nenhum pessimismo imobilizante, mas uma leitura crítica. Pessoas vivem mais com o advento de vacinas, antibióticos, etc. Mas que pessoas são essas? Os cerca de 2 bilhões, se tanto dos habitantes do planeta. Ou seja, só 1/3 tem esse padrão. Os demais, ainda morrem de desnutrição, tuberculose, e outras várias doenças. Morrem nas guerras, nos conflitos étnicos, nas mãos dos esquadrões da morte. Ademais, não está garantido que os antibióticos, pesticidas , e tudo mais tenham vencido a corrida contra os micro-organismos mutantes. A solução, é claro que não pode estar com pensar liberal que não considera o social. A solução será socialista ou não será.

    PS: Aqui um apelo. Favor ir ao site http://www.socialismo.org.br/, pegar o formulário para as assinaturas de legalização do Sol, partido Socialismo e Liberdade. Não é proposta de filiação. Pessoas sem partido ou de outros partidos, podem assinar. Vamos dar uma chance para que surja no país, um partido decente. Democratas de todo país, uni-vos!

    em resposta a: PT ELEITO #72658

    Rio de Janeiro do Brasil (II)

    I) Continua-se com a questão RIO – qRIO -, que é qBR.
    1. Na obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, está bem
    caracterizado o crime à humanidade perpetrado pela
    autoridade republicana brasileira, similares a tantos outros
    promovidos pelo mundo afora, em todos os tempos – o maior
    deles está no Holocausto,1939/45.

    II) Os Sertões, trecho adaptado:
    1. “… De repente, uma variante trágica. Aproxima-se a seca.
    Mas não foge logo, abandonando a terra que pouco a pouco é
    invadida pelo limbo candente que irradia do Ceará. A seca
    não apavora o sertanejo, é um complemento à sua vida
    tormentosa. Enfrenta-a estóico, alimenta esperanças de uma
    resistência impossível. Os sintomas do flagelo despontam-lhe
    encadeados em série, e quando em bandos as primeiras aves
    emigram, é o prelúdio de sua desgraça. Quando a seca é
    inevitável, o sertanejo se transfigura e, reage diante da
    inssureição da terra contra o homem. O primeiro amparo é a
    fé religiosa. Mas os céus persistem sinistramente azul claro.
    O matuto considera sua prole apavorada, os bois sucumbidos
    “farejando água”. Em torno de si está a caatinga, o seu
    celeiro agreste. O sertanejo esquadrinha-o e trabalha –
    mandacarus, jauzeiros, ouricuris, umbuzeiros, bromélias,
    juás. Mas não adianta, a natureza não o combate apenas com
    o deserto: além de seriemas e jandaias voarem fugindo para
    o litoral, surgem cascavéis, morcegos, a puma.”
    2. Até aqui ‘tá um sufoco, gente, mas tem muito
    mais! Evidente que o cidadão brasileiro que não
    leu Os Sertões, bem da cabeça não é! Um semi-
    matungo está, evidente de evidente!

    III) Os Sertões, trechinhos adaptados:
    1. “… Por fim tudo se esgota e a situação não muda. Não há
    probabilidade sequer de chuvas. O sertanejo, assoberbado de
    reveses, dobra-se afinal. Passa certo dia, à sua porta, a
    primeira turma de “retirantes”. Vê-a, assombrado, atravessar
    o terreiro, miseranda, numa nuvem de poeira … No outro dia,
    outra. E outras. É o sertão que se esvazia. Não resiste mais.
    Amatula-se num daqueles bandos, ruma para as serras
    distantes na direção da costa.”
    2. “Canudos de 1890 era uma tapera com cinquenta capuabas
    de pau-a-pique; o Conselheiro chegou em 1893, só havia
    matutos vadios; o local iria transmutar-se, ampliando-se em
    pouco tempo numa Tróia de taipa dos jagunços; convergiram,
    partindo de todos os pontos, turmas sucessivas de povoadores
    de vilas e povoados mais remotos.”
    3. Trechos apontam para Canudos como “solução” diante das
    dificuldades invencíveis.
    4. Dar chegadinha: http://www.portfolium.com.br/sumario.htm

    IV) Volta-se à qRIO.
    1. Coloca-se a cidade Rio de Janeiro em patamar
    significativo ao Brasil, equivalente em status ao
    da cidade de Nova Iorque nos Estados Unidos.
    2. Rocinha surgiu mais ou menos, com adaptações,
    a partir de processo similar à busca de solução-
    Canudos; Rocinha estaria uma NovaCanudos, sem
    tirar nem pôr; feito de migrantes que fizeram das-
    tripas-coração, por jeitos&trejeitos firmaram
    seus cantos&recantos.
    3. Evidente descarta-se mais “crime à humanidade”.
    Portanto deverá haver outra leitura à qRIO. Um
    interpretar básico está de dar ao cidadão de
    Rocinha o direito adquirido sobre sítio ocupado,
    cada pedaço daquela terra está possuído, cada
    unidade familiar é dona do terreno que ocupa,
    constrói, habita. Isso quer dizer que Rocinha
    está formada de lotes que caracterizam posse
    legítima.
    4. Portanto, diante da Rocinha de proprietários,
    o Estado deverá cumprir legalidades. E a primeira
    legalidade estará a de que Estado deverá adquirir
    aqueles lotes, reaver os espaços territoriais com
    o devido indenizar para proprietários.

    V) Na qRIO – que deverá adquirir feições de qBR -, o Estado
    se propositará normatizar Rocinha&Similares, fazer com que
    os padrões reconhecidos como indispensáveis para assegurar
    condições de habitabilidade, sejam atendidos. Pois então, há
    trabalho para muitas-mentes-mãos. Considera-se o Mst
    como “interno” à qRIO: solução-Rocinha vale para Mst.
    1. Reparar que o Mst reúne cidadãos, que não se conformam
    em estacionar num modo-Rocinha. O Mst visa assegurar-se
    de liberdade&independência que todo cidadão brasileiro têm
    de direito, ditado na Carta Constitucional da nação.
    2. A coletividade modo-Rocinha possui um pedaço de terra, a
    coletividade modo-Mst pleiteia possuir um pedaço de terra.
    Evidente que o intento maior está tal e qual de todo cidadão:
    possuir, construir, habitar, trabalhar.
    (MCH, 20/06/04)

    em resposta a: Morte #77087

    Oh meu caro amigo.

    Questões de Fé não se discutem por definição. Agora não misture ciência com Fé porque isso só pode correr mal.

    Ora agora o Sudário de Turim….. ” cientistas da Nasa…. desintegração atómica” por favor!!!

    Deve ter sido o ataque da anti-matéria

    um abraço

    Oi. Estou neste momento a estudar para um exame, e estava à procura de um texto de Hanna Arendt sobre: “verdade e politica”, mas nem sei de que livro esse ensaio faz parte. Se pudessem ajudar-me adorava. Se me pudessem mandar o texto, ainda seria melhor…

    comprimentos:
    Vasco Cysneiros

    em resposta a: PT ELEITO #72657

    Fernando, 18 de Junho de 2004 – 12:11 pm:

    I) F.: “… vê por toda a parte uma necessidade de evoluir.
    Uma necessidade, um esforço, um projeto. Um projeto
    levaria a um projetista. …”
    1. Não de não! F. se atrapalha devido de mente de-esquerda!
    Não se trata de “projeto”, pois inexiste projetista.
    2. E quanto à necessidade de evoluir, não deve ser vista como
    um pensar de necessidade, deve ser vista como haver pressão
    cotidiana, por ambiente, clima, aglutinado humano; “pressão”
    que dá chance à várias maneiras de propor, fazer, atender. É
    evidente que depende da receptividade de ambiente, clima,
    aglutinado. Isso tudo está bem abordado na sociologia.
    3. Texto: “Um dos maiores nomes da sociologia brasileira,
    Florestan Fernandes, definiu-a como ‘a ciência que tem por
    objeto estudar interação social dos seres vivos nos diferentes
    níveis de organização da vida’ …”
    http://www.enciclopedia.com.br/MED2000/pedia98a/soci6261.htm

    II) F.: “…Neste sentido as “evoluções” não são sempre algo
    em busca da perfeição …”
    1. F. propõe tudo errado!
    2. Há 40 mil anos, o humano está SapiensSapiens, e a razão
    humana está a proporcionar evolução, irrisórias relativamente
    à Vida – de “V” maísculo. Porém para a vida (“v”) cotidiana,
    a razão humana criou um evoluir paralelo – miudinho sim,
    titica de nadinha, mas a funcionar!
    3. O limite médio de vida humana esteve para 30 anos, já na
    atualidade está em 70/80, com tendência de elevar limite!
    Está tudo tão na-cara que beira à cretinice o que F. coloca!

    III) F.: “…Não existe este determinismo …”
    1. Popper escreveu sua obra “Sociedade Aberta e seus
    Inimigos”, para detonar com determinismos, principalmente
    com Marx um baita determinístico pela sua “luta de classe”!
    2. Todo indivíduo de mente de-esquerda aposta (confia) em
    determinismos. O externar de F. “priorizar o social”, o mote
    lulista “fome zero”: dois besteiróis deterministicos!
    3. O atendimento de populações carentes regularmente, por
    meio de serviços assistenciais está necessário e indispensável.
    Desde que mero “primeiro tempo”, ou seja deverá se suceder
    uma oportunização em atividades laborais. A questão estará
    solucionável pela existência de rotina para trabalhar.
    4. Ao invés do “fome zero”, deveria haver alguma coisa
    modo “inatividade zero”; ao invés do “priorizar o social”,
    colocar algo modo “promover atividades”. Ao enunciar pró
    objetividades/ positividades, há interditar de determinismos, é
    dada chance de o interessado se manifestar.

    IV) F.: “…A evolução é basicamente, acaso. O acaso atua em
    todos sistemas, até no capitalismo …”
    1. F. externa mal, ruindade só!
    2. Considerar que a Evolução (“E”) – em todos os tempos nos
    15 bilhões de anos -, está na Teoria de Darwin. Porém há
    uma evolução (“e”) gerada pela razão humana nos últimos 40
    mil anos.
    3. Na medicina, algumas doenças que dizimavam populações
    já não ameaçam sequer o indivíduo. Devido a catarata
    ninguém mais perde a visão. Os motores a combustão interna
    – avião, navios, automotores, geração de energia elétrica -,
    evoluem sim! O trabalho escravo está ilegal, praticamente
    banido! E assim há infinitude para a evolução dada pela
    razão. E muitas já estão a caminho nos laboratórios, e muitas
    já estão em elaboração nas mentes dos dedicados.
    (19/06/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72656

    105TorreNorte, 18 de Junho de 2004 – 3:28 pm:

    I) Êi TN, ve se te manca! TN com mensagem anterior assim
    “26 de Maio de 2004 – 10:51 am: … Ora cara-pálida, não
    imite um tonto …”.
    1. TN ignora o lidar em fórum, evidente! TN com problema
    de mouse/teclado/monitor/linha? Sugere-se ir nalgum centro
    comercial, numa livraria … R$1 real por dez minutos.
    2. Ficar de 26/05 a 18/06 – quase mês? Tá ruim aí, hein TN?
    A mufa esquentou, ferveu, destampou? Isso que pensar não
    cansa nem estressa nem tira pedaço!
    3. TN sim está a parecer cara-pálida no fórum. Lidar em
    fórum implica em dispor de regularidade, rastro consistente,
    desenvolvimento, ampliar de idéias.

    II) TN: “livro de FRANCIS FUKUYAMA; O FIM DA
    HISTÓRIA … “
    1. Ô TN, esse livro é uma das maiores vigarices do final da
    década de 1980. Ocorre que quando Reagan&Thatcher nos
    inícios dos anos 1980, firmaram um pacto para liquidar com
    URSS, só havia duas opções: i) guerra nuclear entre URSS e
    EUA, ii) liquidação sumária da URSS. Não havia terceira
    opção.
    2. Os soviéticos perceberam, e trataram de pedir-penico para
    os EUA/Reagan. Ocorre que para os EUA, a Guerra Fria não
    apresentava vantagens, e a Batalha do Vietnam fora muito
    dispendiosa, cruel.
    3. O erro dos soviéticos foi não fechar-os-olhos para facilitar
    que os EUA arruinassem o inimigo asiático. Caberia à URSS
    manter pressão nuclear sobre a China, e assim permitir que
    EUA liquidassem com Vietnam do Norte. Mas devido que
    URSS vacilou durante anos 1960s, sua sorte foi selada, ficou
    com os dias contados.

    III) TN: “… festeja e idolatra o mundo do Capital …”
    1. Tô fora disso aí, cara! No tempo do Faraó, o capital estava
    formado por dezenas de milhares de escravos. Para Dario da
    Pérsia, o capital era formado pelo exército de 1 milhão de
    soldados, mais 200 mil no trem-de-serviço. Para Ibéricos o
    capital estava na frota de navios a mapear os oceanos e
    continentes. Para Arábia o capital está no óleo a extrair. Para
    a MicroSoft o capital está a modificar de instante a instante …
    2. Caiu a ficha, TN? O capital está na História registrada para
    os últimos 4 mil anos.
    3. TN não sabe nada a respeito de externar com “festejar e
    idolatrar”, aplica mal tais vocábulos, pois TN é 61%, que
    delegou autoridade para o SemEstudo, daí que TN e turma
    “festejaram” nos comícios/2002 e posse/2003, ou seja antes
    de mesmo inciar a trabalhar! Porém somente pode haver
    festejo após a vitória, o êxito, o feito, palpável! Mas isso
    TN&61% desprezam ‘a priori’!
    4. Quanto ao “idolatrar”, TN ignora muito mais! Ocorre que
    TN&61% idolatram LulaLá devido a insegurança. Nunca se
    idolatra quando há garantia de fazer a coisa certa!

    IV) TN: “… “Liberdade” e “Independência” …”
    Desde o Faraó que assim diretrizada a razão humana.

    V) TN: “… sites tipo Olavo de Carvalho …”
    Ler texto OC faz bem à mente, não ler obtusa a mente.

    VI) TN: “… endeusamento da dupla “capitalismo” e
    “democracia” …”
    1. Puro imaginário de mente de-esquerda do TN61%.
    2. Há 15 anos que os russos comemoram sua liberdade!
    Os EUA foram no Iraque para implementar democracia. A
    Arábia e Síria logo reconhecerão o inevitável. E Israel está
    nos finalmentes para colocar a Palestina na democracia.
    Depois se seguirá todo o Norte da África.
    3. Para futuramente embater com Oriente da China, o
    Ocidente deverá estar totalmente democratizado.

    VII) TN: “… As eleições européias … a exposição do
    descontentamento
    1. Besteirol de TN. Não entendeu mas nem precisa, para de
    mente 61%: é só tascar qualquer-idéia-xinfrim! Petezada não
    ruboriza – vide LulaSemEstudo.
    2. A UE atual ruma para Confederação Européia. Evidente
    que mais duas décadas! Mas a atual geração não entende
    nada de confederação, pois a única que existe é a Suiça –
    uma coisinha de nada!
    3. A UE e futuramente CE representa a ponta do vetor
    evoluidor no Ocidente. Evidente que a democracia e o
    capitalismo vão versionar, passar para estagio ´mais
    avançado. A CE dará o novo padrão para democracia e
    capitalismo.
    (19/06/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72655

    Fernando, 17 de Junho de 2004 – 3:43 pm:

    I) F.: ”… Quanto a ignorar a história, se
    consultar seu rastro, descobrirá que ele mesmo
    afirma que o pensamento liberal é a-histórico.”
    1. Tudo errado com F., se faz de desentendido,
    atitude da petezada-de-esquerda.
    2. Em 40 mil anos passados foi formada capacidade
    cerebral humana; há 4 mil anos História registra
    feitos da razão humana; são dois fundamentos
    incorporados à vida humana, pela razão: Liberdade
    e Independência; história registra no transcorrer
    dos tempos que esses básicos “mudam de pele”, por
    especificidades de época.
    3. Atualidade, pós 1777/EUA e 1789/FR, Liberdade
    configurada pela Democracia, Independência pelo
    Capitalismo.
    4. Sendo que liberalismo se faz fundamentado no
    duo Liberdade&Independência, cogita-se de que o
    espírito liberal é de todas épocas.
    5. Nada a ver com a-histórico, tudo a ver com
    épocas na história. Mas a expressão “liberalismo”
    é de passado recente, dois séculos, tem a idade
    do “socialismo”!

    II) F. sinaliza a perambulá-no-arraiá-do-ignorá.
    (MCH, 19/06/04)

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