Miguel (admin)

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  • em resposta a: PT ELEITO #72589

    Por MELVIN; Enviado em Quinta, 20 de Maio de 2004 – 6:58 pm:
    “1. Pelo modo de mente de TN, a mídia deveria suprimir
    cadernos, pois abordar sobre Lula/PT está barbada! Para TN ” MELVIN

    Ora cara-pálida, não imite um tonto. Quando afirmei que criticar o Pt era algo óbvio e repetitivo seria para atitude aquí no fórum, não teríamos nada de novo. Aos Críticos da Imprensa é papel deles, que critiquem, nisto a democracia mostra-se eficiente – liberdade de expressão.

    “- ao ler Veja, leitor interpreta tudo em modo de “dados”
    – evidente que a Veja está “informação” da editora Abril
    – mas para o leitor, tudo na Veja está “dados”
    – com “dados” obtidos na Veja, leitor elabora “informação”
    – leitor passa adiante (emitir) suas “informações”
    2. Isso acima é uma regra básica-elementar da Comunicação. ” MELVIN

    Melvin, O simplista. Só o fato de ser a revista Veja já nos traz uma informação, a sua história, sua conduta. Quando vc pega um livro, seja lá qual for para maximizar seu entendimento leia a biografia do autor, a bibliografia do livro, o ano da primeira edição, a editora, aí sim comece a ler o livro. Víu quanta INFORMAÇÃO encontramos antes de ir para o conteúdo propriamente dito?
    Durante a leitura do conteúdo propriamente dito o leitor assimilará informação e em paralelo estará fazendo sua avaliação crítica – desconstruindo e construiondo e desconstruindo e construindo….- até que ele termina de ler o livro e quando voltar a ler aquele mesmo livro fará o mesmo processo novamente. Agora vejamos, os chargistas, colunistas, etc -profissionais da mídia- passaram pelo mesmo processo que o leitor acima mencionad. Leram as informações visuais ou escritas, avaliaram criticamente e então exouseram no veículo. Nós aquí continuaremos com o processo, e por aí vai. logo sem essa de “informação”, “dados”, “informações”, sem o processo crítico. Não somos computadores.

    “1. Para indivíduo de mente de-esquerda-petista-61% é
    impossível captar que FHC queria ser PrimeiroÙnico.
    Para 39% havia percepção de que FHC não trabalhava pró
    derrotar Lula, estava FHCNojoDaGente desde lá por 2000. ” MELVIN

    Aquí não merece mais comentários, idéia esdrúxula.

    “LulaLá não rompeu com Alca, e por enquanto só faz corpo
    mole pois sabe que vai ter que adotar a lógica dos EUA.”

    Daquí acredita que este acordo sairá no final do mandato ou em um eventual segundo mandato se daquí pra lá Lula não perder o que lhe resta de prestígio frente o Povo

    em resposta a: Contrato Social #79595

    O homem é bom por natureza, mas apenas existe através do contrato social, ou seja este outorga ao Estado o poder de punir, legislar, governar, administrar, etc, não podendo, por si mesmo o fazer.
    A violência é inconsebível a ética iluminista, pois a razão deve governar, buscando-se sempre a igualdade, a liberdade e a fraternidade como fins.
    A igualdade perante os seres civilizados, ou seja, dos cidadãos.
    A liberdade até que a mesma venha de encontro a de outrem, não interferindo na liberdade deste. Liberdade principalmente em relação a tirania e aos tiranos.
    A fraternidade como aspiração, meta de um tempo futuro, um tempo de solidariedade.
    O homem renuncia ao seu direito de fazer “justiça” pelas próprias mãos e deixa ao Estado, tal tarefa.
    Montesquieu teve como maior marco a sua divisão dos poderes, ou melhor função dos poderes (legislativo, executivo e judiciário), além de comparar várias legislações, seguindo a mesma ética iluminista. Sendo que cabe ao legislativo criar as leis, ao executivo executar ou aprovar e ao judiciário, julgar segundo a equidade, estes ainda temdo função precípua, mesclando tais funções em seus órgãos internos.
    Rousseal teve grande relevância para o desenvolvimento da sociedade moderna, principalmente em seu aspecto jurídico e político.

    em resposta a: O que dá direito à vida? #77419

    O direito à vida é assegurado por lei. Não apenas ao ser que nasce, mas ao nascituro, ou seja, aquele que está no ventre materno.
    Oferece-se o direito à vida e a permanência desta, porquê não dar o mesmo direito ao embrião?
    Ora, quando fala-se em vida, fala-se em ser vivo, saldável, visível e bondosa.
    Pois vejo que a vida de um ser sem importância ou sem ser objeto de interesse da sociedade, não é valorizada.
    Logo, o direito à vida é aceito pela sociedade, quendo este é visível, é saldável, é bom, etc.
    Assim o embrião, o qual não participa destes elementos valorativos, deve ter o direito à vida.

    em resposta a: Avanços culturais devido a globalizaçao #75354

    A globalização não é algo novo!!!Já ocorreu com as grandes navegações, ou seja, através do comércio de especiarias, ouro, madeira, etc.
    A atual globalização veio como uma nova faceta da antiga, ou seja, expandir território, explorar, colonizar, impor cultura, impor ideologia, etc.
    Os Estados Unidos da América, o qual chamo de Besta vestida de cordeiro, pretende ha temos não só ser o agente principal da globalização, mas o império da mesma. Exemplificando: 60% da economia mundial é deles; 3/4 da das riquesas latino americanas são entregues ao hemisfério norte, EUA e União Européia, portanto os países pobres sustentam os ricos, o que é uma contradição disto que chamam de globalização, esta sendo competitiva ao extremo, mas apenas a quem tem riquesa. Ainda, para via de conhecimento, o pentágono tem poder militar para destruir cinco vezes o planeta Terra!!!!!
    Enfim, a globalização não é nada positiva, pois não é nada igualitária, nem democrática. O que ocorre é uma afirmção do Império Norte Americano e de sua cultura mais que pervertida(consumismo, vício, paixão, alienação, materialização, idiotismo, cinema enlatado, esportes suicidas,etc.)impondo a mesma ao resto do mundo, mas em favor deles.

    em resposta a: Pena de Morte #75014

    Sou estudante de Direito e estou no nono período e acabei por achar de suma relevância o presente assunto.
    Existe vasta literatura sobre o mesmo, Vigiar e Punir de Foucault e a obra de Kafka sobre tortura, podem ser de interesse.
    O nosso “atual” Código penal apenas admite a pena de morte em caso de guerra declarada. Ora, sigam o meu raciocínio. Se admite-se em caso de guerra declarada, por quê não admitir em caso de desobediência ou guerra civil. Data venia, os penalistas que me perdoem, mas todos concordamos que a impunidade é demasiada. Sabemos nós que o “paciente” tem a sua pessoa protegida, não apenas pelos ditos direitos humanos, mas pela própria legislação. Os recursos são multiplos, a pena é simbólica, pois há a progressão de regime, indulto, sursis, entre outros. Logo, seria justa a pena de morte por tal raciocínio.
    Porém, se o Estado tem o poder de punir, este delegado pelo particular e pune a sua conduta, não seria um paradoxo praticá-la também?
    Para mim, seria a pena de morte uma forma de tornar o próprio Estado o homicida. Irascibilidade a parte, o que se busca é a justiça e a reintegração, e não a vingança.
    Busqumos a justiça, não a vingança!!!

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72759

    O filósofo matador de Deus, transmutador dos valores e profeta do super homem, não apenas idealizou, mas de certa forma concebeu a priori o que seria a sociedade contemporânea, um século após a sua morte, pois como o mesmo afirmou, “sou um filósofo póstumo”
    Portanto, se ainda cem anos depois, ainda comparecem aqueles que não são nada mais que rebanho!!!!para criticá-lo, então voltemos no tempo e quebremos nossos grilhões!!!!
    A verdade veio a tona, o mundo não acabou, criso não veio, deus não salvou os pobres, o anarquista se projeta socialmente melhor que o legalista ou moralista, e assim por diante.este que critica-o, nada mais é que camelo, que ajoelha e carrega peso.
    os espíritos livres, diversamente, os filósofos do futuro, soltam gargalhadas a palavra que chamam “moral” e dançam feito Dionísio, ou seja afirmando a jovialidade e a vida, e não a velhice e a morte.
    Eis o cabresto do povo, este chamam de}}} moral.

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78327

    Gallagher,

    Pensei em responder ponto por ponto, quotando sua msg, mas acho que seria menos produtivo, uma vez que não sei se percebeu que (acho) falamos de coisas diferentes. No meu entender vc as vezes toma testes do liberalismo para justificação do neoliberalismo, coisa até difícil de evitar já que o segundo tem berço no primeiro, mas com isso corremos o risco de atirar para todo lado e não acertarmos alvo nenhum. Note que, com isso, não estou propondo “definirmos” de forma categórica o que seja liberalismo e neoliberalismo, seria ainda mais outra corrida em círculos. Apenas estou sugindo mais atenção, senão vamos acabar num diálogo de cegos surdos. Também quero lembrar que não falo como economista, meu ponto de partida é a leitura de filosofia política.

    O primeiro ponto é que existe um grande número de correntes políticas diferentes e por vezes até opostas que falam em nome do liberalismo: partidos que negam o valor do Estado (radicalismo inglês do sec XIX) e partidos que exaltam o valor do Estado (direita histórica da Itália), partidos que recusam qualquer intervenção do Estado nos assuntos econômicos e partidos que defendem essa intervenção do Estado, etc. Acontece que, pelo visto, vc adotou um desses partidos como se fosse o neoliberalismo. Contudo, uma vez que a corrente liberal (e isso em todas suas versões) defende a primazia da liberdade do indivíduo, noções “gerais” acabam por vezes tendo valor meramente aproximativo, o que tornou o pensamento liberal um amontoado de idéias oscilantes e confusas. Em alguns extremos, princípios da corrente liberal chegaram até a serem usados, paradoxalmente, para defesa da não-liberdade.

    O segundo ponto, evitando colocar aqui todo um resumo histórico da evolução do pensamento liberal, é que depois da primeira guerra, com o liberalismo atacado como mera idéia para justificação das injustiças e modelo de perpetuação do domínio das classes abastadas, as teses estritamente liberais tiveram que ser corrigidas com mecanismos corretores das desigualdades por parte do Estado. Mesmo com minha aversão contra marxistas fanáticos (burros), vai notar que acredito nas diferenças como meio de melhora da nossa situação, pode-se dizer que sou um dos que acham que “a unanimidade é burra”. Pela mesma razão, imaginar neoliberais sozinhos dá calafrios. Os extremos são ruins frequentemente.

    O terceiro ponto, por enquando, é que, depois que as teses liberalistas foram corrigidas, com a defesa dos mecanismos corretores das desigualdades sociais por parte do Estado (Keynes foi o artífice desta nova visao economica do intervencionismo corretor [detalhe importante: noto que vc está com seu pensamento inserido nesta fase do liberalismo, mas aqui ainda não falamos de neoliberalismo]), posteriormente, ressurgiu outra corrente política e economica com o nome de neoliberalismo. O neoliberalismo veio enxertado e impregnado com teses de escolas economicas contemporaneas, assim como de regimes políticos de muitos países ocidentais. O núcleo do neoliberalismo surgiu com o «coloquio Lippman» em 1938, e prossegiu com as teses do economista e sociólogo Hayek. No terreno político, o neoliberalismo defende a primazia da liberdade sobre a igualdade, e dos direitos individuais sobre os coletivos. No terreno filosófico se nutre da sociologia de Durkheim e das filosofias da «morte do sujeito», de onde extrai a tese do individualismo metodológico, que defende que todos os fenomenos sociais são fruto da interaçao de individuos guiados por seus próprios interesses individuais (egoistas).

    Para terminar, pelo que escrevi, espero ter conseguido passar que o que vc tem defendido, no meu entender, são teses liberais de uma fase do liberalismo anterior ao neoliberalismo, ou, provavelmente, fez um tipo de amálgama de diversas correntes, mas entendo que aquilo que vc tem tentado defender aqui é estranho ao neoliberalismo, já que ele é um tipo de recusa daquela fase intervencionista do pensamento liberal.

    Como poderia acreditar numa doutrina de pensamento que, na sua índole, me parece outra vertente de darwinismo social, que declara como refugo quem não está apto para a competição do “livre mercado”? Não sou marxista por outras razões, sou simpatizante de teses liberais, mas não lançaria nenhum pobre nas engrenagens desse Moloc neoliberal.

    Abraço.

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78325

    Gallagher,

    Acho que está ocorrendo algum tipo de confusão porque não entendi onde o que eu disse possa ser considerado como defesa do comunismo. Que tenho eu com Mao e outros bichos vermelhos?

    Estou argumentando que o neoliberalismo está muitíssimo longe de ser essa panacéia universal que (parece) vc imagina. Talvez esteja mais para encontrar um lugar na prateleira das utopias negativas, e me surpreendo ainda encontrar defensores tão entusiasmados desse projeto. Pensei que Fukuyama teria sido o último.

    Gostaria de saber que práticas neoliberais são essas que tantos apregoam?

    # Colocar o crescimento econômico como a razão de ser da economía, e não a melhoria da qualidade de vida do povo. Essa inversão é uma dos motivos que às vezes levam neoliberais a festejar enquanto muitos morrem de fome: a distribuição de renda não é uma meta e nem um critério, confia-se que “o mercado indo bem, tudo o mais se ajeitará”.

    # Restringir a intervenção do Estado até despojá-lo de toda a responsabilidade pelos bens mínimos que todo cidadão merece.

    # Eliminar programas governamentais de criação de oportunidades para todos e substitui-los por ajudas ocasionais a grupos focalizados (e essas ajudas, quando acontecem, são mais por pressão social que por programa de planejamento).

    # Privatizar empresas com base no princípio de que em todos os casos o Estado é mal administrador.

    # Abrir sem restriçoes as fronteiras aos mercados, capitais e fluxos financeiros sem se preocupar em oferecer proteção suficiente aos produtores menores. Novamente, fruto da confiança na autogestão do mercado.

    # Colocar a atividade política a serviço da política economica, não importando se com isso caem no paradoxo de buscar o fim de todas as travas ao livre exercício do mercado enquanto, ao mesmo tempo, impõem controles políticos e sociais. Discutir a dívida externa sai das pautas, mais importante manter o mercado internacional satisfeito.

    Poderia enumerar outras, mas, talvez, a principal e a que fundamenta todas, seja a ilusão de que o mercado se autogoverna. Vc também, a propósito, de uma forma ou de outra, costuma fazer menção a esse tipo de idéia: “ouço sempre que o mercado tem um poder que é capaz de subjugar o Estado. Isso é ridículo…”.

    A voracidade do mercado é mais que sabida, tendendo a transformar tudo em mercadoria, não deixando nem a vida humana de fora. Todavia, mesmo quando a prática revela o contrário do que prega o neoliberalismo, os neoliberais reafirmam: o que está errado é que ainda não estamos neoliberais o bastante (sic). Imagine então como acho curiosa a suspeita de ideologia… não vejo muita diferença entre essa atitude neoliberal (no grifo) e a atitude dos comunistas do passado (supra citados). Entre o “ainda não chegamos ao comunismo puro”, e “ainda não liberalizamos o mercado totalmente”, qual diferença?

    Abraço.

    em resposta a: Nova Skin #78224

    Legal Torre N.

    Obrigado pelo retorno!!

    Tenho trabalhado bastante no site ultimamente.

    abs

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78323

    Gallagher,

    Concordo com o Miguel sobre a possibilidade de manipulação. Chego mesmo a suspeitar da validade dessas “pesquisas” que parecem mais uma forma de propaganda. Estranho pedir ao lobo para fazer um senso das galinhas: todas estarão bem, felizes e protegidas.

    Como dizia o FHC, agora temos dentaduras… É preciso ir longe para ver o resultado de práticas neoliberais? A favelização da classe média brasileira parece mais consistente como dado do que documentos digitados por partes interessadas dizendo que tudo está melhorando. O governo também disse que não temos inflação, e a velhinha de Taubaté entocha dinheiro no colchão feliz da vida.

    em resposta a: PT ELEITO #72588

    Você mesmo poderá excluir se se registrar. Aliás, penso em colocar essa seção também apenas para usuários registrados, o que você acha?

    De que curso você está falando?

    abs

    em resposta a: PT ELEITO #72587

    Miguel, 21 de Maio de 2004 – 12:35 am:

    I) M.: “… Ferrys …”
    1. Indivíduo foi das primeiras turmas do curso.
    Deve estar por aí, provavelmente a moderar em
    intranet.

    II) M.: “… disposição! … prolixo!”
    1. Em exercício de raciocínio o rasto está
    fundamental. Pra sustentar coerência,
    continuidade e sistema aberto … é isso!

    III) M.: “… comedido … “
    1. Contava-se que F&TN&AH dessem no couro!
    Reparar que tipos se fixam, grudam, apegam à
    incompletudes. Travaram de vez. Evidente que o
    intento daqui é sempre ampliar, nada de
    sacrificar-se à causa – tolice pura!
    2. Oquêi, muda-se a rotina, ficar-se-á à espreita
    de alguma manifestação da Trinca, e recorrer-se-á
    a outro estilo, por instantâneos.

    IV) Obs.: um texto anterior saiu repetido – falha
    do operador; valeria a pena excluir aquele está
    sem a charge.
    (MCH, 21/05/04)

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78321

    Pesquisa?? Que pesquisa?? Cite por favor.

    Pesquisa é uma coisa muito fácil de ser manipulada. Voce viu a ultima do IBGE? Diz o contrário.

    Não há triunfo. O Chile virou um Paraguai, submisso ao capital internacional e sem indústria própria. O mundo nunca tão miserável quanto sempre.

    (Mensagem editada por miguel em Maio 21, 2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72586

    Esse Melvin-Ferrys sei lá é uma pessoa só ou é uma equipe? Quanta disposição! Como é prolixo!

    Melvin, maneire, o espaço em disco do fórum é limitado. Seja mais comedido. Obrigado

    em resposta a: PT ELEITO #72585

    105TorreNorte, 20 de Maio de 2004 – 12:04 pm:

    I) TN: “… CRITICAR O PT é fácil, repetição, óbvio, …”
    1. Pelo modo de mente de TN, a mídia deveria suprimir
    cadernos, pois abordar sobre Lula/PT está barbada! Para TN
    a FSP/Veja/OGlobo poderiam até sumir do mapa!
    2. Para TN os chargistas deveriam estar desempregados pois
    desenhar barbadinhas sobre Lula não vale nada.
    3. Para TN, chargistas dos EUA, em maior número que BR,
    desenham por nada, bater no Bush é o mesmo que no Lula.
    4. TN não entende lhufas a respeito de mídia&informação.

    II) Umas dicas para TN:
    – quando na recepção, sempre e somente “dados”
    – quando na emissão, sempre e somente “informação”
    – nunca receptar “informação”
    – nunca emitir “dados”
    1. TN não entendeu, mas exemplifica-se:
    – ao ler Veja, leitor interpreta tudo em modo de “dados”
    – evidente que a Veja está “informação” da editora Abril
    – mas para o leitor, tudo na Veja está “dados”
    – com “dados” obtidos na Veja, leitor elabora “informação”
    – leitor passa adiante (emitir) suas “informações”
    2. Isso acima é uma regra básica-elementar da Comunicação.

    III) Evidente que lá no Palácio do Planalto, os ocupantes
    atuais não dormem-de-touca! São indivíduos cancheiros, de
    muitas-guerras, quilometragem paca.
    1. Portanto é obrigatório interpretar que eles sabem como
    reunir “dados” para “dispor de suas “informações”.
    2. Porém no elaborar as informações ocorre o processo de
    criticar, estratégico de bater&levar interno, íntimo, a quatro-
    paredes, não revelado. O criticar que vale – único que
    importa, levado em conta -, é entre os do grupo de interesse.
    3. Quando os subalternos relatam para Lula o que apareceu
    na mídia, Lula recebe como ”dados” para se permitir elaborar
    suas “informações”. Caso não procedesse assim, quebraria
    pratos inutilmente, enfureceria no ambiente errado, brigaria
    com mulher e subalternos, vitimaria seus aliados.

    IV) FSP, 20/05/04: “… Desde que, no final de abril, o
    presidente Lula declarou que iria anunciar novidades em
    relação ao IRPF, criou-se uma novela em torno do tema.
    Depois das palavras do presidente, o ministro Antonio
    Palocci, que se sabia contrário à proposta, até marcou data
    para a boa nova: primeiro de junho … agora Palocci afirma
    que a correção é impossível, por não constar do Orçamento.
    O presidente sugeriu algo que não poderia ser cumprido -ou
    que sua equipe não tinha a intenção de cumprir.”
    1. Reparar na charge http://www.chargeonline.com.br/

    2. No Palácio do Planalto ou Granja do Torto, isso daí está
    visto como “dados”, para então em grupo tecerem críticas, e
    então elaborar “informação” e, então divulgarem. Assim é
    que é no mundo todo da Informação&Comunicação.

    V) TN: “… atitude do Lula demonstra sua fragilidade na
    receptividade de críticas …”
    1. Nada disso, ô TN! TN não raciocina!
    2. Lula não estudou, não dispõe de leituras paradigmáticas
    convencionais para o senso comum.
    3. Lula se auto-gerou paradigmas empiricamente, daí que
    ninguém o entende, aquela “falação” dele é coisa só dele!
    Os paradigmas empíricos se tornam bom-senso, coisa do ego.
    4. Diante do senso comum da coletividade, Lula atua com
    seus paradigmas bom-senso, daí que só consegue êxito
    enquanto a falar em palanque, sem debate franco e livre.
    Debate/TV de eleições não vale, é empulhação pura.

    VI) TN: “ … Por qual motivo? Serra seria Ultra-mega …”
    1. Para indivíduo de mente de-esquerda-petista-61% é
    impossível captar que FHC queria ser PrimeiroÙnico.
    Para 39% havia percepção de que FHC não trabalhava pró
    derrotar Lula, estava FHCNojoDaGente desde lá por 2000.
    2. Serra não iria mudar-tudo, pois é espírito-de-esquerda, mas
    a obtusidade malaneana iria ser abandonada.

    VII) TN: “… Pt tem vinte anos em ação … discurso foi se
    acomodando a situação que lhe parecesse mais favorável a
    alcançar sua meta …”
    1. Aliança com PL foi pra-inglês-ver! Havia LulaGrrr/2001!
    2. A Carta de Jun/2002 só surgiu depois que Lula&Duda
    aceitaram que tudo esculhambava devido a eles, e só eles.
    Ficaram Jan-Jun/2002 a imputar culpa no Malan&Fraga.
    3. Somente com Carta/Jun/2002 é que surgiu LulaMéééé e
    depois o LulinhaPaz&Amor. Foi após a Carta que para 39%,
    com LulaMééé é que ficou flagrante que LulaLá não iria
    virar-a-mesa.
    4. Mas petezada-de-esquerda-61% na maioria nem atinou
    com munhecada, poucos contaram estar fingimento.

    VIII) TN: “… Comprometimento com metas dos Organismos
    Internacionais -fmi, bm, etc …”
    1. Nos comícios/2002 faixas diziam ForaFmi, AlcaAnexação,
    NeoLiberalismoNunca. Durante boa parte de 2003, LulaLá
    deu-corda para tais faixas.
    2. LulaLá não rompeu com Alca, e por enquanto só faz corpo
    mole pois sabe que vai ter que adotar a lógica dos EUA. E
    quanto ao neoliberalismo, tal vocábulo até desapareceu!

    XI) TN: “…não sai da famigerada vitrine! …”
    1. Xiiiiii … TN perdeu a tramontana! Este fórum está a
    sugerir consciência, nada de “famigerada” …caraios!
    (20/05/04)

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