Miguel (admin)

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  • em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78336

    Pensando melhor sobre o postado anteriormente em azul:

    Uma vez que frequentemente Bobbio é citado e defendido como alguém de esquerda, uma vez que frequentemente concordo com suas posições, senti estranho esse posicionar meu na direita. Se estiver correto, Bobbio seria de direita, ou eu estava errado e o que definiria a esquerda seria a luta por uma maior igualdade entre os homens. Assim fosse, eu teria que, ao contrário do colocado antes, ser de esquerda. Enfim, Bobbio pode pensar que a dicotomia direita/esquerda é atual e presente, mas, ou a ficha ainda não caiu, ou melhor eu ler o livro antes de opinar. De qualquer modo, talvez seja interessante a leitura de: En que consiste hoy ser de izquierda

    em resposta a: PT ELEITO #72594

    Sr. MelvinCH,

    Observe o tom com que vc posta suas msgs:

    Ocorre que TN é um de-esquerda de-cueiros, e F é um de-esquerda velhusco. Todos indivíduos de-esquerda são assim: não raciocinam, dizem besteirol, ficam a jogar bixiguinha-de-pasmaceirices nos passantes!

    Isso para não quotar outras.

    Se não sabe debater sem partir para a ofensa pessoal, talvez não devesse escrever tanto por aqui. Custa tanto argumentar sem ofender os outros?

    (Mensagem editada por fox em Maio 29, 2004)

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72763

    Homem do livro,

    creio que nós divergimos sobre a possibilidade de pensar filosofia sem o compromisso com a “interpretação correta”

    Nem tanto, talvez, já que não acredito que exista a tal “interpretação correta”.

    (…) devemos ter em mente que podemos estar enganados

    Esse é um bom princípio para se aplicar no aprendizado, e, em especial, na filosofia. Entendo que aprender filosofia (?!) não seja tanto aprender respostas que outros deram, mas aprender a perguntar melhor. Parafraseando alguém: não é um lugar para se chegar, é antes um modo de caminhar.

    Sobre ter de ler um filosofo para ler outro filosofo acho que cabe perguntar: Como é possível então, começar a ler filosofia? Com os pré-socraticos? Mas os pré-socraticos também devem ter dialogado com algo não?

    Não somente ler outro filósofo, ler outros, assim como a cultura, a história, o mundo… Começar com os pré-socráticos é uma boa opção sim, não que seja o único ponto de partida, pode ser tanto inicio quanto meio ou fim. Não disse que a leitura tenha referencial fixo, ela deve acontecer mais ao modo do círculo, e sobre a “impossibilidade” de se aprender o pensamento de qualquer filósofo: eu cometeria um desatino se tentasse explicar o círculo hermenêutico de modo absoluto, seria uma grande contradição.

    Minha “reclamação” ou aviso anterior foi mais pela freqüência com que encontramos leituras que absolutizam uma fonte. Gente que “leu” Nietzsche e sai cuspindo nos outros não é raro, duvido muito que entendeu algo, e mais que tenha “usufruido” algo que preste. Seria como entortar as pernas para se parecer mais com o Garrincha, já que aprender a jogar bola como ele é mais difícil….

    Sobre Kierkgaard realmente pensava que ele entendia mais facilmente o velho Abraão

    Se lhe interessar, a leitura do “Temor e tremor” é sempre uma boa dica. E quanto a “ironia maldosa”, desculpe-me se ocorreu. Como vc, não prezo tanto assim a “colocação ideal” e aposto que as arestas podem ser diminuidas no decorrer do diálogo. Às vezes esse pára abruptamente, mas é um risco que aceito correr.

    Enfim, não pensamos igual, mas não significa que pensemos tudo diferente.

    Abraço.

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72762

    Caro amigo Peregrino, vejo que você concorda comigo quanto à diferença entre “entender o filosofo” e “usufruir a leitura”.
    Entretanto, creio que nós divergimos sobre a possibilidade de pensar filosofia sem o compromisso com a “interpretação correta”.

    Creio que o trabalho dos comentadores é tentar diminuir as possibilidades de interpretações errôneas, mas isso (interpretar corretamente) não pode ser o fim da filosofia certo?

    “Usufruto” da filosofia, para mim, é quando tomamos emprestado os olhos dos filosofos para enxergamos a nos mesmos.”Automedicamento”?Nem sempre, alias na maioria das vezes se trata de um “auto-envenenamento”, talvez essa seja a diferença entre filosofia e “auto-ajuda” (a propósito, auto-ajuda (ou auto outra coisa) é um termo um tanto quanto estranho, se é auto para que precisamos do livro?), não acha?

    Sobra aceitar a possibilidade de errar, acho que é necessário para quem quer “pensar”.Alguém que só fosse “usar” (o termo é péssimo, eu sei) os olhos alheios para interpretar a própria vida, apenas quando possuísse toda certeza que tal filosofo disse mesmo tal coisa, seria um paranóico (Se as leituras de Heidegger e Foucault de Nietzsche são contestadas porque a minha não seria!?)!Além disso, creio que errar às vezes rende frutos.

    Repito, no entanto o que disse anteriormente: o rigor é necessário, e quando pensamos através de um pensador sem ter o total domínio de seu pensamento (o que às vezes leva uma vida toda.), devemos ter em mente que podemos estar enganados.

    Este tema é algo que vem ocupando minha mente ultimamente, gostaria de desenvolver e (com a ajuda dos senhores) quando tiver mais tempo.

    Sobre ter de ler um filosofo para ler outro filosofo acho que cabe perguntar: Como é possível então, começar a ler filosofia?Com os pré-socraticos?Mas os pré-socraticos também devem ter dialogado com algo não?

    Sobre Hegel e ironia, não sou um grande comentarista de Hegel (só sou um grande comentarista de mim mesmo, diga-se de passagem).Sobre ironia não gosto de ironias maldosas, prefiro as mais bem humoradas como a de um professor que disse: “Com um hegeliano não da nem pra tomar um chopp!”

    Sobre Kierkgaard realmente pensava que ele entendia mais facilmente o velho Abraão.Mas não há problemas aceito meu erro e vou cozinhar minha lebre com humildade…Afinal somos todos “amiguinhos”, companheiros de peregrinação, certo?

    “A good traveller has no fixed plans and is not intent on arriving” Lao Tse

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72761

    Não creio que para entender Nietzsche seja necessário ler Hegel e nem mesmo qualquer outro filosofo.

    Não penso assim. Acredito que “usufruir da leitura” e “entender um filósofo” sejam coisas bastante diferentes.

    Conheço muitos que se “automedicaram” com diversos filósofos e agora pensam que estão de acordo com Nietzsche, Hegel, ou outro, quando não entendem nada do que ensinaram. Por essas e outras é que, às vezes, encontram-se livros de filosofia nas prateleiras de auto-ajuda ou ocultismo em algumas livrarias.

    Sobre Hegel especificamente não posso opinar (pois, assim como Kierkgaard, creio que Abraão seja mais fácil de compreender).

    Espero que vc tenha conhecimento de que Kierkegaard estava dizendo exatamente o contrário disso quando escreveu “Temor e tremor”. Justamente ele – que escreveu um grande comentário da obra de Hegel – pensava que Abraão era mais difícil de compreender do que qualquer outro. Os textos de Kierkegaard estão recheados de ironia, cuidado para não levar gato por lebre. (Se vc for outro grande comentarista de Hegel e mais um chegado à ironia, desconsidere a observação)

    Acho que não respondi bem antes, qd inquirido acerca do porquê de Hegel. Foi um marco e alguns imaginam que, de certa forma, todos os que vieram depois respondem a ele, contra ou a favor. Nietzsche, particularmente, era assistemático, desconfiava da razão, sendo Hegel o paladino das duas. Sem conhecer o sistema/cultura/razão levantado, pode Nietzsche parecer mais outro revoltado sem direção, e vi mais de um atirando no próprio pé dizendo-se seu discípulo. Citei Hegel, mas não exclui outros, Sócrates e Platão são outros exemplo. Pensar saber algo de Platão somente pelos comentários de Nietzsche parece mais coisa de prosélito que de filósofo. Pensar saber algo de Nietzsche, ingenuidade.

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78335

    Swann,

    Os debatedores, a quem chamaria de “investigadores de pelo em ovo” já se deram ao trabalho de ler “destra e sinistra” de Bobbio?

    Bobbio é sempre uma ótima referência. Já li alguns livros dele, inclusive tive que estudar todo o “Tratado Geral da Política”, mais o “Dicionário de Política” e o “A crise da democracia” em uma das disciplinas de filosofia política. Por outro lado, apesar de confessar não ter mesmo ainda lido o “Direita e esquerda”, até onde sei, nessa obra Bobbio vai defender que a divisão entre direita e esquerda é ainda bastante atual apesar de todas as mudanças, só não entendi pq a leitura dessa obra é tão fundamental assim para sua a falta resultar na desvalorização de tudo o que foi dito até agora.

    O argumento básico de Norberto Bobbio no “Direita e Esquerda” é que nos embates políticos concretos observa-se sempre dois campos: um de pessoas que fazem questão de dar mais ênfase no que os seres humanos têm de igual; outro de pessoas que dão mais destaque ao que os seres humanos têm de desigual – essa visão é comum na obra do Bobbio, aparecendo também no “Tratado Geral da Politica”. Na opinião dele, os do primeiro grupo podem ser chamados – segundo tradição que remonta à Revolução Francesa – de pessoas de esquerda e os seus adversários de pessoas de direita. Assim, ambas as facções admitem que os homens têm similitudes e dessimilitudes, mas os que de esquerda acham as primeiras mais importantes e os de direita crêem que as segundas é que são essenciais. É este tipo de visão do mundo, segundo Bobbio, que faz com que haja diferenças na condução dos governos. Os esquerdistas, por acreditarem que a igualdade é o que importa e as diferenças têm, em sua maior parte, origem em vantagens e desvantagens sociais, querem, se não eliminá-las, pelo menos dimuinuí-las. Já os direitistas acreditam que as diferenças entre os homens são mais importantes por serem “naturais” e que elas devem ser mantidas, pois é por causa delas que a sociedade evolui.

    Outro ponto é que, segundo Bobbio, ninguém pode ser de direita e esquerda ao mesmo tempo. Assim, apesar de desejar maior igualdade entre os homens e a diminuição das diferenças sociais, ao defender a importância da diferença eu acabaria tendo que me posicionar como de direita. Ora, sem problemas, se, de fato, a coisa tem mesmo que ser estanque assim, esses jargões não me envergonham. Apenas eu não gostaria de fechar com Bobbio nesse ponto tão rapidamente, já que por esses lados as coisas costumam ser banalizadas e distorcidas como meio de satanizar ou idealizar as fontes.

    Gostaria muito de ver a resenha, ainda que breve, sobre “Direita e Esquerda”.

    Ora, então por que vc mesmo não posta essa resenha aqui? Estou curioso por ler essa resenha escrita por vc, que, não sendo um “investigador de pelo em ovo”, e já tendo lido a obra, deve estar capacitado para escrevê-la. Também concordo que ler Bobbio é, frequentemente, de grande proveito. Seria uma grande colaboração sua ao debate.

    (Mensagem editada por fox em Maio 29, 2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72593

    Fernando, 27 de Maio de 2004 – 1:19 pm:

    I) O Administrator é que talvez se ponha em destemperos, diante da
    prolixidade de certas mensagens, mas também … pudera, pô! A
    turma de-esquerda-petezada é muito abusada, troca as mãos
    pelos pés, e para a gente colocar as coisas nos devidos lugares, dá um
    p. trabalho!
    1. Para o pensarLiberal o Planeta é uma esfera, de qualquer
    ponto pode-se retornar ao mesmo ponto, é só ir à frente com
    um GPS à mão. Ir à China e retornar, tudo bem!
    2. Para o pensarLiberal a viagem de Lula&400 é pantomina
    pura, carnaval da nova EliteBestializadaBrasileira/EBB:
    – Lula&400 levaram o PalhaçoMór/PM na pessoa do LulaSE
    – 400 abobados dão claque nas falações do PM
    – PM diz “776 milhões de brasileiros”: claque ovaciona
    – PM diz “fome zero requer prioridade zero”: claque aplaude
    – PM diz “sou o único que passou fome”: claque vibra.
    3. O televisivo “Jornal da Cultura” à noite têm mostrado isso
    aí; na hora o telespectador nem acredita no assistido!

    II) F: “… pulos, ao ver que Brasil quer aliança com China …”
    1. Não vai dar em nada isso daí de aliança entre díspares, as
    duas nações – Brasil e China -, não tem nada a ver entre si,
    relativo ao modo de raciocinar sobre as coisas.
    2. Evidente que comercialmente há um bocado de coisas a
    fazer já-de-já, culturalmente necessitaria décadas.
    3. Para o pensarLiberal, a China vai se assenhorar de uma
    situação hegemônica irresistível na Ásia: o que quiser, terá.
    Somente nações ligadas à Inglaterra conseguirão safar-se.

    III) F: “… governo incompetente como o de Lula …”
    1. Para o pensarLiberal não há “incompetência”, pois o
    Estado está a funcionar, faz as coisas andarem e se manterem.
    A nação não está a dormir-com-o-inimigo; a autoridade
    federal não sacaneia a Nação, está a trabalhar da maneira que
    interpreta/consegue para favorecer a nação.
    2. Para o pensarLiberal o que ocorre é que o Estado continua
    no processo degradatório, crescer em arruinamentos; a atual
    autoridade federal acelera na queda-livre do Estado; processo
    que não iniciou em momento determinado; Constituição/1988
    institucionalizou o espírito-de-esquerda nacional, e com isso
    escancarou um buraco-negro para o Estado ser sugado.
    3. Assim está a situação paradigmática em vários “cases”.

    IV) F: “… não é coisa da cabeça do analfa Lula …”
    1. Para o pensarLiberal somente o indivíduo de mente de-
    esquerda trataria LulaSE como “analfa”. Ocorre que estar
    analfabeto é um ônus, um desfavor à nacionalidade, o
    indivíduo analfabeto é vítima, deveria ser socorrido.
    2. Ocorre que Lula é sem estudo devido pura vagabundagem,
    preguicite-de-mente, coisa de vadio inconstante e
    inconsequente.
    3. No pensarLiberal, a ambição de Lula para conseguir
    chegar à autoridade máxima nacional, deveria motivá-lo a
    cursar uma faculdade, nalgum estabelecimento de
    dar maneirada, não importariam coisas de menos,
    interessaria tão somente o canudo.

    V) Tópico para o Administrador.
    Reparar que mensagistas F&TN fazem de tudo para
    induzir mensagens prolixas. Ocorre que TN é um de-
    esquerda de-cueiros, e F é um de-esquerda
    velhusco. Todos indivíduos de-esquerda são assim:
    não raciocinam, dizem besteirol, ficam a jogar
    bixiguinha-de-pasmaceirices nos passantes!

    VI) F: “… É coisa de Itamarati, e outros estrategistas …”
    1. Para pensarLiberal, Itamaraty está casa de
    sonsos&tontos. Evidente que espírito-de-esquerda
    está ultra arraigado nos palacianos-diplomatas.
    2. Seriam os indivíduos melhor preparados para
    leituras de Ocidente, mas todos estariam tomados
    pelo espírito-de-esquerda. No fundo só gerariam
    sujeirices, negociariam como pró entupir bocas-de-
    lobo.

    VII) F: “… não se pode confiar no Ocidente … (leia-se líder maior eua) …”
    1. Coisa de mente de-esquerda, só pode! Nunca se antenou
    nas coisas do Ocidente e agora quer dar-de-letra!
    2. O Ocidente é um repositório de paradigmas, portanto
    impossível essa coisa de “confiar”! Relativo aos EUA, nunca
    de nunca que negociadores devem “confiar”, sempre de
    sempre devem negociar&compromissar!
    3. Entre Estados-nações inexiste “confiar”, só compromisso
    acordado é o que há, e que é o que F de-esquerda ignora
    absolutamente (por velhusquice!).

    VIII) F: “… nosso urânio, fornecer-nos tecnologia nuclear …”.
    1. Isso daí faz parte do circo Lula&400, pois nunca deveria
    ter sido ventilado&alardeado ao público; deveria ficar entre
    quatro-paredes, em tratativas secretíssimas.
    2. Tal como foi feito, está somente para repercutir no Jornal
    Nacional, mídias manchetearem, tecnocratas aparecerem em
    capas de revistas e entrevistas, e em botequins dar bate-boca.

    IX) F: “… país austero sem fome dos 120 milhões …”
    1. para o pensarLiberal isso daí é externar típico de mente de-
    esquerda velhuscado pré-caduquice.
    2. Explica-se o “velhusco&caduquice”:
    – mote FomeZero da atual autoridade federal está errado
    – falta o essencial: expressar situação paradigmática
    – “fome” está uma positividade dos organismos vivos
    – o vegetal “sente” fome de minerais
    – o leão “sente” fome de uma carne fresca
    – o peixão “sente” fome de peixinho
    – impossível e inaceitável eliminar/extinguir a fome
    – o dizer FomeZero não cai na aprovação da mente humana
    – pelo contrário, FomeZero agride a mente humana zelosa
    – pois haveria sentido oportuno com PrivaçãoZero
    – “Privação: carência, penúria, miséria”
    – coletividade se ligaria nos desfavores à vista de todos
    – e o Estado seria chamado à responsabilidade
    3. Deu de perceber? Caso Leitor velhusco, não deu não!
    Reparar que FomeZero imputa culpabilidade na coletividade,
    deixa o Estado de fora, pois as pessoas sim sentem fome, o
    Estado incrimina/culpabiliza os cidadãos!
    4. Coisa bem de Lula&Cambada: culpar e se mandar! É a
    “falação” do sindicalista Lula. Ocorre que deram tiro-no-pé:
    apelaram para mote sem pé nem cabeça, estouvado.

    X) Para engendrar um programa nacional crível,
    não pode haver presença de indivíduo de mente de-
    esquerda, pois disformam tudo com sujices ou
    velhusquices.
    (MCH, 28/05/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72592

    Sobre a revista Veja, gostaria de citar o seguinte post do blog Outubro:

    O IMBATÍVEL CHARME DA DIREITA

    Recebo Veja de graça, numa promoção da revista para conquistar assinantes e redescubro a quadratura do seu círculo: tudo é feito para a vitória do conservadorismo e da exclusão social, adereçada por penduricalhos da moda e pelo travestimento da verdade em olhares pomposos de colunistas, que projetam esgares inteligentes, e notinhas apimentadas sobre a desimportância de tudo, e a necessidade de se manter tudo conforme o combinado pelo pacto da violência institucionalizada. Sem falar nas pseudoreportagens contra os sem terra e um vasta paga-pau para o novo candidato à presidência da direita, o bonequinho de luxo Aécio Neves.

    DÚVIDAS – Tudo bem, depois desse lead, vamos beneficiar a dúvida e tentar provar a inocência de Veja. Digamos que Aécio seja um case bem sucedido de governança. E que a foto institucional do governador mineiro com pose de presidente da república, tirada em contra-plongée para destacar seu gigantismo moral, seja apenas um recurso estético. Também vamos admitir que a má vontade histórica de Veja contra o antecessor de Aécio, Itamar Franco, não seja implicância, ou algum negócio entre ambas as partes jamais vindo à tona. Assim mesmo, coloca-se em dúvida se o texto, totalmente favorável, seja realmente uma reportagem. É, o que digo acima, um paga-pau. Vamos também levar em consideração que os lábios apertados e o olhar inteligente do colunista seja apenas uma pose inocente e que realmente o narcotráfico queira unir-se aos sem terra para faturar na Amazônia, pegando carona na atual internacionalização ongueira. E que sua frase “e se, por acaso, os narcotraficantes também perceberem uma oportunidade…”seja uma especulação jornalística. E que colocar a culpa no governo de acobertamento dos crimes indígenas tenha fundo de verdade. Pergunto: não é má vontade demais num artigo de meia página? Onde estão as dúvidas do colunista, afora suas perguntas que apenas reforçam seus preconceitos? Em outra página, a revista denuncia o esquema dos sem terra com a lapidar abertura: “Os líderes iluminados do lumpesinato que compõe a turba dos sem terra usam um expediente ilegal, a invasão, para pressionar o governo a fazer a reforma agrária.” Turba? Afora a distorção jornalística da primeira parte da frase, cheia de ironias e acusações, nenhuma palavra sobre gigantesca grilagem de terras feita pelos poderosos. Vivo aqui criticando o movimento dos sem terra. Acho que dão munição para a direita e que seus líderes são totalmente analfabetos políticos, a começar pelo Stedile e o Rainha, que vão acabar afundando o movimento. Mas uma revista metida a indispensável não pode tomar partido assim, impunemente.

    EXCLUSÃO – Feito o serviço na área ideológico-política, Veja se dedica ao que interessa: o charme da exclusão social, que passa pelas matérias sobre a nobreza, as estrelas e outros milionários. Comete o mau gosto de atacar Jennifer Lopez “ela pode não saber nem cantar, nem dançar, muito menos atuar, mas compensa tudo isso com outros amplos atributos” o que é de uma grosseria e uma ignorância sem fim. Ou seja, como ela não sabe fazer nada como atriz, vence porque não passa de uma prostituta com seus “amplos atributos” (que só podem ser seus seios, coxas, bunda). Além de perguntarmos quem é o redator anônimo da seção Gente para fazer esse tipo de acusação, quem viu a maravilhosa Jennifer interpretando aquela cantora americana de origem mexicana que foi assassinada, sabe que isso é uma injustiça atroz. Mas Veja sabe quem são seus verdadeiros aliados. Marcelo Anthony, por exemplo, que foi flagrado comprando droga em Porto Alegre e é brindado, junto com seus pares como Michael Jackson, com uma auto-ajuda de como as celebridades devem se defender desses incômodos. Ou a simpática materinha sobre o bilionário russo que venceu na vida participando do saque ao patrimônio soviético e hoje é darling na Inglaterra porque comprou um time de futebol. Ou sobre a dissidência desse ícone ideológico que é a TFP, brindada com materinha isenta, bem ao contrário das reportagens sobre os sem terra. Temos ainda matéria sobre a imperatriz Sissi (nossa, como ela era anoréxica), o que serve para jogar um pouco de josta em cima de outra maravilhosa mulher, Romy Schneider, que glamourizou o personagem no cinema. Parece que Veja gosta mesmo é de Prince, o chato que voltou e ganhou texto elogioso babão na revista. Tudo isso contrablançado com matérias de capa sobre a corrupção em tempos democráticos (como a democracia é incompetente, meu Deus) e o massacre dos garimpeiros. Tudo em papel couchê brilhante e vastas páginas bem fornidas de publicidade. Dizem que a dívida da mídia brasileira é de dez bilhões. Um jeito de sair desse buraco é voltar ao velho e bom jornalismo. Aquele, sabe, aquela atividade em desuso.

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72760

    Não creio que para entender Nietzsche seja necessário ler Hegel e nem mesmo qualquer outro filosofo.

    Todo filosofo dialoga com a historia da filosofia, mas nem por isso devemos começar a ler filosofia pelos pré-socraticos não?

    Isso não significa que Nietzsche seja “fácil” (muito pelo contrário), mas com o apoio de bons livros de comentadores acho que é possível aproveitar muito da “fonte Nietzscheana” (mas não completamente admito).

    Sobre Hegel especificamente não posso opinar (pois, assim como Kierkgaard, creio que Abraão seja mais fácil de compreender).

    É possível que ler Nietzsche através de Hegel renda frutos, mas para o meu usufruto, prefiro ler Nietzsche através de Emil Cioran (um pessimista sem paliativos que olha Nietzsche nos olhos não é de se desprezar!) ou mesmo de Hermann Hesse (alguém já leu “A volta de Zaratustra”?..é algo como um Zaratustra menos sinistro,como disse Thomas Mann).

    Não entendam que eu seja a favor da livre interpretação da filosofia, claro que deve haver rigor, mas existem muitas maneiras de se pensar através do filosofo, e quando pensamos impulsionados por uma idéia, pouco importa (para nosso uso) se o filosofo disse tal coisa ou não afinal o que esta em jogo não é a correta interpretação do filosofo, mas sim a nossa resposta (ou as nossas questões).Decorre disso talvez, o fato de os grandes filósofos não serem também grandes comentadores (o erro pode gerar eventualmente algo aproveitável, concordam?).

    Quando escrevemos ou lemos como filósofos, no entanto, devemos ser rigorosos e podar nossas asas (ainda não aprendi a fazer isso direito admito).

    Ainda assim por mais estreito que seja o nosso carater, sempre ha um pouco da leitura individual (com suas enigmaticas asas) em nossos textos “sérios”.Esse é o interesse em escrever certo?

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78333

    Torre Norte está servindo para que o todo seja vislumbrado. A sentinela está na Torre.
    Gostaria muito de ver a resenha, ainda que breve, sobre “Direita e Esquerda”. Ela será de muito proveito.

    em resposta a: PT ELEITO #72591

    MelvinCH( Esse Ch é de chato?) deve estar dando pulos, ao ver que Brasil quer aliança com China e não com ocidente. Neste ponto, mesmo um governo incompetente como o de Lula, esta agindo certo ao procurar aproximação com a China. Claro, que não é coisa da cabeça do analfa Lula. É coisa de Itamarati, e outros estrategistas, que sabem que não se pode confiar no Ocidente (leia-se seu líder maior os eua). Abrir mercados, renegociar dívida? Isso os eua só fazem, depois de muita sangria. Mas voltando a China. De fato, pode ser muito importante essa aliança com a China. Isso, já vem sendo percebido desde J. Figueiredo, passando por Sarney, FHC e agora o governo Lula. Os chineses podem, por exemplo, em troca de nosso urânio, fornecer-nos tecnologia nuclear. O físico Rogério C. Cerqueira Leite, já se pronunciou sobre isso. Por sinal, quando quiserem ouvir físicos ouçam o Rogério e Pingueli Rosa, mas não o nefasto velhinho José Goldenberg, um notório liberal baba-ôvo de americano. Enfim gente, talvez essa seja a chance de começarmos a livrar-nos de vez do espírito do ocidente , tanto apregoado por MCH( Chato e Hilário). Será um desafio necessário, livrar-nos do espírito que paira sobre os 60 milhões de visitadores de shoppings, de desfrutadores, deslumbrados em geral, para construirmos o país austero, mas sem fome dos restantes 120 milhões.

    em resposta a: PT ELEITO #72590

    105TorreNorte, 26 de Maio de 2004 – 10:51 am:

    Ô TN, o Administrador reclama da prolixidade
    textualizada, mas veja bem, a culpa recai sobre o
    teu texto! Erras demais, pô! Tudo errado! Ou
    precário! Ou distorcido! Ou mal dito! Vê se toma
    jeito no raciocinar!

    I) TN: “…aquí no fórum, não teríamos nada de novo …”
    1. Tem neguinho a perder-cabeça. Só pode! TN!
    2. Considera-se impossível que no fórum “consciência” não
    haja mais o que falar sobre a autoridade federal nacional,
    que dá o tom&som para 180 milhões de nós!
    3. Ocorre que 61% dentre nós elegeu um indivíduo
    SemEstudoGrosseirãoDaSilva, enquanto que 39% decidiu
    que “manter-se atento pelo medo” estava de bom-calibre.
    4. Onde é que se enfurnaram aqueles panacas? Ou seriam
    zecas-tatús? Ou seriam ratões-de-banhado?
    5. Como em enorme campus conseguiram sumir-do-mapa?
    Só-Deus-sabe!

    II) TN: “… Críticos da Imprensa é papel deles, que
    critiquem …”
    1. O indivíduo TN – certamente um enfurnado! -, ou estará
    um avestruz-enterrado? – tanto faz como tanto fez -, se
    fixou na mente – destampada? -, o tal de “papel deles”.
    Um babacão o TN!
    2. Ô pá, dá uma olhada nesta d’OGlobo, Gois, 27/05/04:
    “Lula, ao discursar de improviso em Xangai, acabou
    dizendo que o Brasil tem “776 milhões de habitantes” (na
    verdade, somos quase 179 milhões). É o espetáculo do
    crescimento.”
    3. Isso daí para TN está “crítica”? Nem-na-China, careta!
    4. Pelo pensar-liberal, mídias elaboram “suas informações”
    e, disponibilizam aos leitores que receptam “seus dados”.
    Dessa maneira os mídias atuam livremente, e os leitores
    não se tolhem estouvadamente.
    5. Para o pensar-liberal … ler de tudo faz bem à mente!

    III) TN: “…democracia mostra-se eficiente – liberdade de
    expressão …”
    1. TN escreve errado propositadamente? Só práchateá?
    2. A “liberdade de expressão” não é uma eficiência da
    democracia, é uma eficácia!
    3. TN distinguiria “eficiência” de “eficácia”? Não né?
    Então que váestudáprásabêué!
    4. A eficácia “liberdade de expressão” instala suficiências
    para a eficiência traduzida pela profusão e diversidade de
    meios&recursos&modos&sentidos&espíritos.

    IV) Êi TN, se Administrador reclamar do “prolixo”
    desta, sugerir-se-á ir falar com o forense TN O
    UnicoCulpado! TNOUC! Vai ser um sarro, hein?

    V) TN: “… o simplista …”
    1. TN não entendeu a regrinha UM da Informação.

    VI) TN: “… Só o fato de ser a revista Veja já nos traz uma
    informação, a sua história, sua conduta …”
    1. TN não estudou, mas se formou? Em quê santodeus?
    2. A Veja é brasileira, elaborada por brasileiros, lida por
    brasileiros, há décadas. Não dá para ignorar um oceano-de-
    matérias! TN ignoraria o Sol? Pois ignorar a Veja/BR daria
    quase – mais ou menos -, num parecido!
    3. Em páginas promocionais, a Veja mostra que abordou o
    Papa como matéria de capa, em mais de cem edições; idem
    para MST e Democracia e Saúde e Sexualidade …
    4. Ignorar a Veja faz mal á mente.
    5. Ignorar Olavo de Carvalho também faz mal à mente!

    VII) TN: “… um livro … biografia …bibliografia …edição …
    editora …ler o livro. Víu quanta INFORMAÇÃO …”
    1. Errado! TN o erradão! Erra todas e nem ruboriza? Só se
    muita cara-de-pau! TN O Cara-de-Pau! TNOCP! Palavrão!
    2. Todo o conteúdo do livro representa para o editor, a sua
    informação disponibilizada para o leitor. O leitor recepta
    tudo que consta no livro como seus dados. E com tais dados
    – obtidos no livro -, o leitor compõe sua informação que
    memoriza e, talvez externe. O leitor nunca deve acolher a
    informação do editor como “informação”, somente como
    dados.
    3. É regra básica ao paradigmático Saber&Poder&Querer.

    VIII) Ao Administrador … TN está culpabilíssimo
    da prolixidade, pois escreve como se estivesse a
    soltar sempre “bolas quicando à frente …”!

    IX) TN: “… leitor assimilará informação e em paralelo
    estará fazendo sua avaliação crítica …”
    1. É devido essa maneira mal dita de TN, que a petezada e
    os de-esquerda acham que são gente como a gente!
    2. Tudo errado com TN! Só mesmo petezada para
    “assimilar informação”! Porisso é que há quinze facções no
    PT! Porisso é que 61% elegeu um LulaSemEstudo! Foi daí
    que 61% assistiu palanque-da-silva e esperançou!
    3. Ao “assimilar informação” acabou o processo crítico!
    Um paradoxo “assimilar informação” e “avaliação crítica”!
    4. Ô TN … váestudáquitásaprecisá!

    X) TN: “… chargistas … Leram informações … avaliaram
    criticamente e então exouseram no veículo …”.
    1. Ufa … TN não erra 100%! Está muito bem o TN!
    2. Evidente que o chargista lê alguma informação de algum
    veículo de mídia, desfaz tudo e coloca em modo de seus
    dados, aplica um exercício de raciocínio, formata propósito,
    obtém seu objeto, e nalgum momento adiante veicula sua
    informação.
    3. O leitor lê a charge – informação do chargista&veículo -,
    desfaz tudo e coloca em modo de seus dados, aplica um
    exercício de raciocínio, formata … Assim é que é!
    4. Com tal proceder “raciocinante” sistematizado, indivíduo
    adquire pensar-liberal! Pra querer é só querer!

    XI) TN: “… idéia esdrúxula …”.
    Sugere-se ler reportagens em vários veículos do
    “iFHC” – instituto do FHCNojoDeGente.

    XII) TN: “… acordo sairá no final do mandato ou em um
    eventual segundo mandato …”
    1. Pois desconfia-se – após as últimas -, que
    alguma parcela de brasileiros até farão passeata
    pró-Alca … sei não! Desconfia-se … diante de
    tanto arruinamento que LulaSE promove! A Nação
    reagirá nalgum momento! Imagina-se só sim! Mas
    sem esperançar, atitude patuscada própria do 61%!
    2. ESP, 25/05/2004- “A Alca à beira do fracasso … governo
    americano pode ter eliminado a possibilidade de se chegar a
    um acordo sobre a Alca até 01/01/2005 … golpe foi dado na
    sexta-feira, em reunião dos co-presidentes da Alca, … novo
    impasse resultou de uma inesperada mudança de posição do
    governo americano … decisão dos EUA de excluir certos
    produtos do compromisso de eliminação de tarifas, pôs em
    xeque único objetivo importante que restou para Mercosul.”
    3. Isso indica que foi dado mais giro no parafuso-garrote …
    (MCH, 27/05/04)

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78332

    DESTRA E SINISTRA, ou DIREITA E ESQUERDA de Norberto Bobbio, revela-se um livro bastante gratificante. Nele o Autor retoma as razôes e significados da manutenção desta díade. Inclusive poderia ser considerada como uma resposta a Fukuyama O FIM DA HISTÓRIA E O ÚLTIMO HOMEM. Na edição revista e atualizada podemos encontrar ainda um comentário feito por Perry Anderson, e uma tréplica de Bobbio além de um comentário do autor especificamente ao livro de Fukuyama já citado. Terminei a leitura faz alguns dias, vou reunir as anotações fazer uma breve resenha e talvez poste no tópico DIREITA E ESQUERDA do consciencia.org.

    E aí Fernado está de volta! Sempre inconfundível!

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78331

    >>A pobre argumentação dos que se supõem neo-liberais,mas que, de fato, são nada.

    “O que é mais justo, ajudar uma senhora nordestina desempregada ou um garoto da periferia de São Paulo que esteja tentando entrar no mercado de trabalho? Isso é irrespondível, esse exemplo simples já demonstra como é complicado o conceito de justiça social. Qualquer resposta que o burocrata ou o político der a esse tipo de questão, será subjetiva e autoritária. “
    >>A questão não é irrespondível não! Há que se ajudar aos dois a senhora e ao garoto. A questão é que para fazer isso, tem-se que “desajudar”, aquele mega empresário que recebe subsídios do estado, taxar e talvez expropriar aquela casa de praia de 600 m2 que o banqueiro, mal usa nos verões, etc. Sim, a resposta pode ser subjetiva ou autoritária, o que não significa que seria mais cruel que o sistema atual, com a sua exclusão, miséria e crimes banalizados que saltam a vista.

    Uma das grande vantagem do mercado é que ele se baseia na impessoalidade, no mérito e na diligência individual, e o povo sabe disso. Agora, ninguém pode afirmar em que se baseia o governo, porque afinal ele é composto de milhares de pessoas com diferentes pensamentos e valores. O Estado é um tipo de entidade esquizofrênica, que não raro caminha em direções opostas e ao mesmo tempo.
    >> Olhar o mercado per si, abstraindo-se de todos os condicionamentos que existem por trás das estruturas do mercado, é típico de raciocínios superficiais e filosóficos rasos. Para que se abram, sustentem os mercados, há que existir toda a parafernália do estado capitalista por trás. Desde a coroa portuguesa, espanhola, holandesa, etc, que subsidiavam as armadas para investir contra os países que não queriam abrir seus mercados, até os ingleses e, por último, seus primos os norte-americanos, que induzem, controlam e mesmo forçam as forças de mercado a seu favor, sempre escorado em seu estado, por sinal estado altamente armado com armas de destruição em massa. Neste sentido,melhor que Marx, que estudou as relações de mercado, os estudo de Fernand Braudel, perscrutam as relações entre os estados e o mercados, desmistificando a visão liberal de independência dos mesmos. Visão, curta, metafísica, como se o mercado fosse uma entidade sobrenatural. Todavia, Braudel,não é leitura para filósofos rasos compreenderem.Mais fácil eles permanecerem com a lógica dos mercados das padarias e mercearias do seu bairro.

    em resposta a: O Triunfo do Neoliberalismo #78330

    Lendo toda essa discussão, creio que que Norberto Bobbio, falecido em janeiro de 2004, já está fazendo muita falta. Os debatedores, a quem chamaria de “investigadores de pelo em ovo” já se deram ao trabalho de ler “destra e sinistra” de Bobbio?
    Swann

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