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Miguel (admin)Mestre
I) A Folha é demais!
FSP, 06/03/2004: “ … Embora o Brasil consuma apenas
12% do que produz, a indústria do camarão vem batendo
recordes de produtividade nos últimos quatro anos e
gerando milhares de empregos em Estados pobres como
MA, CE, RN. O Brasil tem hoje a maior produtividade do
mundo no setor (5.458 kg por hectare/ano), graças à alta
oxigenação da água nessas regiões provocada por fortes
ventos. Em 2002, o país produziu 60 mil toneladas. Em
2003, 92 mil. Em fevereiro, os EUA entraram com um
processo antidumping para o produto contra Brasil,
Tailândia, China, Vietnã, Equador e Índia … a maioria dos
produtores … deve diminuir drasticamente a produção e
deixar de exportar … Segundo o ministro da Pesca Fritsch,
… EUA quer proteger seus produtores e cerca de 20 mil
empregos diretos no país. “Um processo como esse mostra
como a Alca pode ser prejudicial nos termos em que está
sendo negociada”, diz Fritsch. Nas atuais negociações do
bloco, os EUA não concordam em discutir o fim de suas
políticas antidumping e subsídios agrícolas. Comparada
com países como o Brasil e Tailândia, por exemplo, a
indústria do camarão nos EUA é rudimentar e cara …”II) O leitor que não estiver com mente desavisada,
perceberá de imediato para a futura saída EUA:
1. Camarão do bom, de atender mercado, é o importado
2. EUA vai necessitar se livrar do tudochina
3. BR poderá suprir o volume todo
4. Evidente que com toma-lá-dá-cá entre BR e EUAIII) Toma-lá-dá-cá.
1. BR e EUA acertam pontas e colocam pontos nos iis.
2. BR quer porque quer eliminar a criminalidade
3. BR quer também outro padrão no Sistema de Formação
4. Essas duas daí EUA manja muito bem
5. Então mãos à obra, pô!IV) Autoridade Sem-Estudo – enfim! -, daria uma dentro!
1. Caso a autoridade federal de plantão – um sem estudo de
marca maior -, tivesse um travesseiro amigão, visualizaria
sua chance de dar a tacada-de-ouro! Arrebentaria a boca-
do-balão! Daria xeque-mate na macacada que azucrina!
Estouraria com o baixo-ventre dos desafetos.
2. faz assim ó Sem-Estudo:
– cria uma comissão estratégica de ninguém de fora saber
– nada de bocão na comissão, tudo boca-de-siri
– extra as reuniões da Alca, sem a castelhanada por perto
– passar adiante o cogito de parceiria EUA&BR
– evidente que nem a Folha deve desconfiar!
3. Com isso haveria um by-pass na Alca, até queimaria
etapas, pois o modelo serviria para todos na AL
(MCH)Miguel (admin)MestreI) FSP, 06/03/2004 : “ … Os números expressam a relação
de simbiose vivida pelos EUA e pelos países asiáticos,
situação que se exacerbou em 2003. Isso porque são os
asiáticos, sobretudo o Japão, que compram a maior parte
dos papéis americanos. De um lado, os EUA ganham
porque conseguem financiar os chamados déficits gêmeos,
nas contas internas e externas, ambos superiores a US$ 500
bilhões ao ano -ou o equivalente a 5% do PIB. Já os
asiáticos se beneficiam porque, ao financiar os déficits,
sustentam o consumo voraz dos americanos por produtos
“made in Japan” e “made in China”. Os asiáticos também
acumulam grandes reservas em dólares como estratégia
comercial. Ao comprar dólares, esses países enfraquecem
suas moedas diante da norte-americana, o que torna os seus
produtos mais competitivos. …”II) Êi psit, é sim, o leitor deste fórum! Daria de cogitar o
que isso daí representaria? Nem um pouquinho de cogitar?
Mas se trata de puro exercício e raciocínio, cacildis!III) Dê-lhe que te dê-lhe premissas …
Premissa 1: aumenta rôlo de EUA, sem paradinha pro refresco.
Premissa 2: Evidente que todo credor passa a desconfiar
nalgum momento que o devedor não honre.
Premissa 3: ainda mais se o devedor possui um arsenal mui
pouco amigo.
Premissa 4: mas dificilmente surgirá o candidato para
colocar o guizo no pescoço do dragão que cospe-fogo!
Premissa 5: então o mundo está condenado aos fins dos
tempos!
Premissa 6: nada disso, ledo engano da petezada de
plantão!
Premissa 7: a petezada gostaria de ver o circo pegar fogo!
Cambada de abobados, pois seriam os primeiros pro fogo!IV) A seguir se leitor ficar de olhos-esbugalhados, use colírio, sô!
Está um mero cogito feito no curso há tempos.
1. Para sair da laçada, EUA necessitará de Brasil e ALatina.
2. BRA&AL assumiria estilo barriga-de-aluguel.
3. Há dezenas de milhões de brasileiros que ficariam aptos,
para produzir as quinquilharias que tudochina está a
abarrotar mercado norte-americano.
4. Capital EUA jorraria no BRA&AL para produzir por
baixo custo o que tudochina produz e vende aos borbotões.
5. Com isso BRA agregaria exportação ao que já atua nos
mercados, e não teria as polêmicas que pipocam.
6. Com isso EUA substituiria fornecimento “inimigo” tudochina,
pelo amigão nas horas difíceis sul-americano.
7. As massas de dezenas de milhões de brasileiros
entrariam no mercado de trabalho; Brasil extinguiria
bolas-de-ferro-no-calcanhar dos sem-dignidades.V) Isso daí está Grande Idéia, óxente! As autoridades
brasileiras deveriam cogitar!
(MCH)Miguel (admin)MestreI) Cadê Você? Você sumiu? O gato comeu Você?
Você = F. 105TN P. AH.
1. Você vive a Síndrome da Aversão ao Raciocinar – SAR
Para atuar num raciocinar deve-se buscar curso, estilo MBAII) Trio de Partida.
1. Marco Zero está Sócrates&Platão&Aristóteles – O Trio.
Sem O Trio nada feito, não há exercício de raciocinar!
Primeiro Sócrates. Entender e aplicar Ironia e Maiêutica
socrática está fundamental. Sem atuar socrático, nada feito:
sugere-se fixar habitat nos quintos dos infernos!
Segundo Platão. Entender e aplicar o Mundo das Idéias. Eis
as bases para entrar no raciocínio paradigmático. Sem atuar
platônico, nada feito: sugere-se fixar-se nos seus chinfrins,
quietinho sem queimar mufa pelo pensar.
Terceiro Aristóteles. Com esse aí, o Sol e a Noite aparecem,
parceirizam. Entender que o silogismo está fundamental – a
lógica dedutiva aristotélica. Mas cuidado ao detalhezinho
nunca destacado: deve-se sempre aplicar silogismo em cima
de silogismo em cima de silogismo em cima de silogismo
… Deu para captar? Não deu, né? Tudo bem, explica-se. A
lógica só funciona caso tudo decorrer como um processo
interminável! Pau-na-máquina estilo F-1 sem recurso do
pit-stop! Sempre de sempre – 24h7d -, até na hora do cafézinho!
Depois que automatizar na mente, é como se nem existisse,
não sobrecarrega, não estressa, mas serve para
lidar com os neguinhos à volta!III) Na FSP, 02/03/2004:
“Imagem do presidente …
Humildade … 85%
Simpático … 86%
Sincero … 73%
Moderno … 71%
Decidido … 65%
Inteligente … 65%
Trabalho … 55%
Democrático … 63%
Respeita pobres 59%”
1. Ora pois pois! O placar que vale dá 61%+39%=100%.
Mas eis que surgem esses acima! O que é que houve?
2. Evidente que o Brasil está sem autoridade federal de
fato! O gato comeu presidência da república!
3. A leitura que faz-se sobre os índices está assim, ó:
– todo placar acima de 61% está ironia, gozação
– pois 61% estava obrigatório, de parte dos abobados
– mas acima está ironia dos 39%
– inédita ironia devido haver autoridade sem-estudo
– povo democrático não quer marola, daí adotar ironia
– até final de 2002 havia 61% esperança e 39% mêdo
– agora há 61% cornos-mansos e variados de ironia.
4. O índice “respeita os pobres” é ironia que a FSP se permitiu!IV) Êi Você aí comido pelo gato! Fórum está espaço
singular para exercícios de raciocínio! Certamente Você
ignora Fernando Pessoa! Você sempre em ledo-engano!
1. A seguir exercicio de raciocínio criado por FP – obra O
Banqueiro Anarquista/1922:
– Indivíduo visita amigo banqueiro e, grande comerciante
– I. fala-lhe: “Foste em tempos um anarquista”
– Banqueiro: “Fui, não, fui e sou! Sou anarquista”
– I.: “Essa é boa! Tu anarquista!”
– B.: “Muito mais que todos esses por aí a se anunciarem”
– I.: “Mas no quê te assemelhas aos anarquistas políticos?”
– B.: “Em nada! Esses que falas não são! Eu sou anarquista!”
– I.: “Mas és banqueiro e comerciante! Como conciliar?”
– B.: “Nasci do povo, classe operária, fui pobretão …”
[…]
– I: “Realmente, és um anarquista. Mas me permite rir …”
– B.: “Eles são anarquistas teóricos, eu sou teórico-prático …”
[texto de 20 páginas, imperdível]V) Troca-tudo!
1. No livro autobiográfico de Lula da Silva, está lá
direitinho – tintim por tintim -, vida ultra conservadora,
de conservador não botar defeito. Ocorre que somente
o estudo dá acesso às idéias revolucionárias, pró-modificações,
alavancadoras de situações nacionais mais complexas.
Porém Lula Sem-Estudo conseguiu 61% versus 39%!
Pode? Sim de sim! Evidente que explica-se assim, ó:
– 61% não quer mudar coisa alguma!
– 61% só quer chegar no que existe, botar a mão!
– 61% não perspectiva nação, só quer pegar algum!
– 61% é lado conservador da nação!
2. Neste fórum Você atua como petezada que também o
gato comeu!
3. Quando aqueles índices marotos – que a FSP bolou -,
caírem próximos a 39% então a petezada realmente estaria
levada pelo vento (cheiro) ou aguaceiro (meléca). Aí sim a
nação parará processo arruinador (ensejado por FHC do Lulinha!)
(MCH, 06/03/2004)Miguel (admin)MestreFernando, 05 de Marco de 2004 – 12:48 pm:
I) “ Nada disso conta? … 180 milhões de virtuais …”
1. A renda-per-capita está irrisória na América Latina.
Para elevar o padrão de vida geral não há mais a solução
instalar grandes instalações, pois a produtividade e a
robótica desconsidera massas de trabalhadores.
2. Na Veja de 03/03/04: “O Brasil possui 850 milhões de
hectares, 463mi não podem produzir, 282mi em produção,
106mi para ocupar …”
3. O Brasil deveria criar delimitar grandes áreas para
futuros municípios, de maneira que os indivíduos que
emigrassem para aquela área começassem a erigir a cidade.
Haveria recursos públicos, trabalho voluntário, donativos
diversos. Com o desenrolar surgiria um núcleo novo, com
serviços universais modestos, desprovido de sofisticados
dos centros urbanos atuais.
4. Sugere-se imaginar começar como se fosse uma escola-
de-cidadania. Cada um que imagine o que melhor aprouver.II) “ … receita para o combate a criminalidade:
Computadores nas escolas!! …”
1. Evidente que F. está a tirar sarro neste fórum! Passou o
tempo de F. deitar&rolar no fórum, agora se diverte a
bancar mensagista-bomba, de gerar cabruuuuns.
2. Nos EUA, Bill & Melinda Gates estão a proceder assim:
– fundação do casal
– nos últimos cinco anos
– dispendeu US$180 milhões
– em 11 mil prédios escolares
– instalou 47 mil computadores
– criou 62 mil postos para estagiários
– integrou bibliotecas via internet
– localidades rurais, menos assistidas.
3. Há de se considerar como espécie de criminalidade, atual
gravíssimo descaso, falta-de-zêlo, de parte de indivíduos e
coletividades.
4. Para iniciar de algum ponto, ao invés dos desperdícios
dos CEUs da municipalidade paulista, haveria um agregar
de indivíduos junto aos estabelecimentos escolares.
Evidente que o projeto-pilôto deveria começar por algum
fazer preciso, atrativo estaria dotar escolas de instalações
completas e auto-sustentáveis, sem os percalços com que as
atuais escolas se ralam.
5. O zêlo começaria em que os indivíduos zelariam pra
valer das instalações, e os órgãos desenvolvedores atuariam
para não deixar a peteca cair!
6. Leitor que não entender isso daí, de mente mal está sim!III) “ … casamento entre prolixidade&Superficialidade …”
1. O mensagista F. não deve regular bem dos gorgomilhos!
Ou da massa encefálica! Ou qualquer coisa que desregule!
2. O fórum está ambiente para superficialidades! Este
fórum é aberto, funciona em modo de soma-não-zero!
Caso F. queira saber o caminho do pão, que vá no super!IV) “ … Discurso grandioso& Soluções pífias.”
1. A criminalidade cc5-pavãozinho-jogatina-narcotráfico-
desmonte, requererá associação do Brasil com EUA, para
empregar toda a parafernália do sistema anti-crime norte-
americano, em penitenciárias, em penas, em combate
obstinado e, na coordenação geral.
2. O Brasil deveria estar com uma força tarefa do exército
sempre tinindo, nos cascos, de intervir de modo imediato,
em questão de horas embarcar num vôo, e chegar no
destino e entrar em ação.
3. No Iraque a burrice da autoridade federal foi de doer!
Deixou passar uma grande chance de dotar o exército de
forças aparelhadas tal com as dos EUA.
Agora se oferece ir no Haiti, porém só para daqui há três
meses! Mas isso é coisa própria para infames-mentais!
4. O Brasil está largado às traças em tudo que requer a ação
da autoridade federal! As “forças da natureza” estão em
todos os eventos de fenômenos que se abatem sobre o
Brasil. Tudo está “natural” portanto nada há o que se fazer!
Descumprir o orçamento está “natural”. Deixar as coisas
deteriorarem está “coisa da natureza”!
5. O F. pareceria zéca-tatú agachadão a ver a banda
passar … dá sinais de exaustão no pensar, devido
certamente à coceirinha em modo bicho-no-pé.
(MCH)Miguel (admin)MestreFernando, 04 de Marco de 2004 – 10:20 am:
I) “ … deslumbramento, muito delírio: Conquistar o espaço
sideral, robôs que substituem os humanos …”
1. Isso aí não é pro nosso bico (nós brasileiros!)
2. Qualquer filme feito nos EUA é visto de maneira
diferente entre platéia norte-americana e brasileira. Para o
nós aquilo tudo visto na tela é viajada na maionese
hollywodiana, mas para eles lá é eficácia!
3. Brutal diferença de leitura! O que aparece nos filmes feitos
nos EUA, sejam as muitas estatuetas, ou coisa sem atrativo,
para o norte-americano sempre denota a eficácia deles.
Porém para cá nós no Brasil sempre se trata de um filme,
nada mais que um filme bom ou ótimo, mas sempre
unicamente entretenimento.
4. O norte-americano assimila situações paradigmáticas
expressas nos filmes, cá ignora-se absolutamente tudo!II) “ … Nenhum resultado prático, palpável …”
1. Eis atitude típica entre nós brasileiros. O mensagista F.
está a externar a nossa visão da coisa. Eis que pode-se
sugerir: F. o Típico!
2. O que é mostrado na mídia sobre naves e pousos e
viagenzinhas, não são o que há de valor para os de lá.
Mas para nós de cá é um filme de entretenimento, ponto!III) “ … fala na formação de blocões comerciais em
algumas décadas, …”
1. O F. se faz de enganado pra ganhar no trôco! Nada a ver
com “blocões comerciais”!
2. Atual UE está como a primeira confederação do
Ocidente. O TudoChina seguirá os passos da UE. E a UA
também. Confederações de estados-nações. O estado-nação
vai passar o atual século nos últimos suspiros.IV) “ … verá robôs, substituindo humanos …”
1. Nada disso! O F. não enxergaria nem pelas vistas nem
pelos dedos? Certamente F. daria seus tratos pelos pés!
2. Os robôs não são para substituir mão-de-obra humana!
Nunca que tal passa nas propostas dos engenheiros da
robótica!
3. Os robôs fazem muitas coisas que o humano não faria.
Só por isso é que vale o robô: fazer muito mais coisas,
impossíveis ao humano.V) “ … deslumbrado que pregava o paraíso socialista …”
1. Ô F. estás demais pelos pés! Bate escanteio e “cabeceia”!
2. Todo mundo sabe que o regime soviético empregou mão
de obra escrava do povo sovético; para enquadrar povo ao
regime foi necessário milhões de eliminados e, milhões de
aprisionados nas bandas siberianas.
3. Nunca vi nem li nada a respeito de “deslumbramentos”
por parte da petezada, pois a petezada nem lê nem fala nada
a respeito de coisa alguma, a petezada quer fumacê&ajuntê.
[nota: atualmente a petezada … o gato comeu!]VI) “ … liberal que vê robôs por toda parte …”
1. Liberal não está com pensamento ligado na tecnologia da
moda. Somente está atento à nova versão que o capital dá
mostras de assimilar. Para Liberal o que importa é a
Qualidade = Competitividade& Produtividade.
2. Atualmente o capital está “instalações fabris e serviços”.
Tudo indica que os serviços rumam para estilo “cada um
que faça para si o que lhe aprouver”. Tudo indica que os
fabris rumam para automatizações sem-fim.VII) “ … pensar fazer colônias no espaço!!! …”
1. Os EUA visam dispor de império sideral.
2. No globo terrestre está tudo reservado: UE&UA se
ocupam da África, TudoChina se ocupa do Oriente asiático,
Índia&Paquistão do mundo hindú-muçulmano.VIII) “ … chineses irão lançar computador com outro
sistema …”
1. Certamente! O agrupar China&Japão&Coréia vai andar
taco-a-taco com Ocidente.
2. Tanto UE como EUA não estão a dormir-de-touca, não!IX) “ … Pelo que pude entender, o capitalismo estaria de
acordo com a natureza humana …”
1. Não de não! O F. não pôde entender nem ontem, nem
hoje nem amanhã, nem no dia do são-nunca! F. não
raciocina, sempre chuta e “cabeceia”!
2. Sugere-se deixar de lado a natureza.
3. Os faraós empreenderam com absolutismo&povo-
escravo. Os romanos empreenderam com
cidadania&indivíduos-escravos. Os feudos emprenderam
com status-nobiliários&servidores. O capitalismo
empreende com democracia&instalações-trabalhadores. Na
versão seguinte … sei lá … só-Deus-sabe!
(MCH, 05/03/2004)Miguel (admin)MestreNão é interessante abusar de colagens, no Forum, mas nessa época de desencantamento da esquerda e deslumbramento com as idéias do Norte,acho que não seria mau, colocar parte do discurso do Presidente Hugo Chávez, na abertura do encontro ocorrido, recentemente, em Caracas. Aí, existem, inclusive algumas propostas:
“”Disseram-nos para sermos ultra-liberais no comércio e que eliminássemos qualquer barreira que pudesse estorvar a entrada das importações procedentes do Norte: Vimos, no entanto, que os campeões verbais do livre comércio são na realidade os campeões práticos do proteccionismo. O Norte gasta 1.000 milhões de dólares diários a fazer o que nos proíbe, ou seja, a subsidiar produção ineficiente.
Quero dizer-lhes — e isto é um dado absolutamente certo e verificável — que cada vaca que pasta em terras da União Europeia, recebe nos seus quatro estômagos 2,20 dólares diários como subsídio. Tem melhor sorte, essa vaca, que uns 2 500 milhões de pobres dos países do Sul, que sobrevivem apenas com menos de 2 dólares diários de rendimento. Afortunada vaca.
Com a proposta da ALCA, o governo dos Estados Unidos quer que alcancemos, para benefício deles, a tarifa zero e que entreguemos os nossos mercados, o nosso petróleo, os nossos recursos de água e biodiversidade, além da nossa soberania, enquanto que o mítico acesso ao mercado desse país permanece encerrado por um muro de subsídios agrícolas. É um modo peculiar de aliviar o enorme défice comercial dos Estados Unidos, fazendo eles exactamente o contrário do que nos apresentam como princípio sagrado de política económica.
O neoliberalismo prometeu aos latino-americanos que, se fizessem as concessões que o capital transnacional exigia, os investimentos choveriam sobre a região. Com efeito, o ingresso do capital aumentou, mas uma parte importante foi para a compra de empresas públicas, por vezes a preços de saldo e outra parte foi por ingresso de capitais voláteis que vieram especular, aproveitando o clima de liberalização financeira.
O modelo neoliberal prometeu que, depois de um período de ajustes algo doloroso, mas imprescindível para arrebatar ao Estado a regulação da economia e liberalizar o comércio e as finanças, a riqueza se estenderia sobre a América Latina e deixaria para trás a longa história de pobreza e subdesenvolvimento. No entanto, o ajuste doloroso e temporário tornou-se permanente e pretende eternizar-se. Os seus resultados estão à vista.
Se tomarmos 1980 como a data convencional do início do ciclo neoliberal, era pobre então cerca de 35% da população latino-americana. Passadas mais de duas décadas de neoliberalismo, 44% dos latino-americanos e latino-americanas vivem na pobreza. A pobreza castiga com particular crueldade as crianças. É uma triste verdade que na América Latina a maioria dos pobres são crianças e a maioria das crianças são pobres. No final da década de 90, a CEPAL informava que 58% das crianças menores de 5 anos eram pobres e o eram também 57% das crianças de 6 a 12 anos.
A pobreza das crianças e adolescentes tende a reforçar e perpetuar as desigualdades mediante o acesso à educação, como o mostra um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento sobre 15 países, em que os chefes de família de 10% da população de mais alto rendimento, tinham em média 11 anos de escolaridade, enquanto os de 30% da população de menores rendimentos, apenas tinham 4 anos de escolaridade.
O neoliberalismo prometeu riqueza e multiplicou a pobreza, mas além disso, converteu a América Latina na região de maiores desigualdades do mundo em termos de distribuição de rendimentos. Aqui, os 10% mais ricos da população — aqueles a quem o neoliberalismo satisfaz e a ALCA entusiasma — recebe quase 50% do rendimento total, enquanto os 10% mais pobres — os que não aparecem nunca na crónica social dos meios de informação da oligarquia — recebem apenas 1,5% do rendimento total.
Este modelo explorador converteu a América Latina e o Caribe numa verdadeira bomba social prestes a rebentar se continuar a crescer o anti-desenvolvimento, o desemprego e a pobreza.Ainda que as lutas sociais se agudizem e inclusive se alguns governos tiverem sido derrubados por rebeliões populares, dizem-nos do Norte que a reforma neoliberal não deu os melhores resultados por não ter sido integralmente aplicada.
Ou seja, agora pretendem recomendar-nos a fórmula do Suicídio.
Mas nós sabemos, companheiras e companheiros, que os povos não se suicidam. Os povos despertam, levantam-se e combatem!
Hoje, ante o evidente fracasso neoliberal e a grande ameaça que a Ordem Económica Internacional significa para os nossos povos, é preciso retomar o Espírito do Sul.Nesse caminho se insere esta cimeira em Caracas, como já aqui assinalaram nas suas intervenções os meus colegas presidentes do Zimbabwe, Robert Mugabe, e do Irão, Seyed Mohammed Khatami.
Proponho que relancemos o G-15, mas mais do que como grupo e sim como um Movimento de Integração do Sul, que impulsione todas as correntes possíveis, que vá ao encontro do Movimento dos Não Alinhados, do Grupo dos 77, da China….
De todo o Sul!
Proponho que retomemos as propostas da Comissão do Sul de 1990. Já passou a ilusão dos anos 90, o modelo neoliberal afunda-se. É o momento de retomar as teses que tantos anos foram impulsionando a esperança do Sul.
Por que não colocar no centro da nossa atenção e das nossas acções políticas as propostas de conceder vários milhares de “Bolsas do Sul” por ano a alunos dos países subdesenvolvidos para prosseguirem estudos no Sul, ou a de multiplicar a cooperação em matéria de saúde para diminuir a mortalidade infantil, prestar cuidados de saúde primários, combater a SIDA e tantas outras acções que apenas serão possíveis se as impulsionarmos com uma imprescindível dose de solidariedade, para aliviar o sombrio panorama da vida no Sul e enfrentar assim a cara e ineficaz dependência do Norte?
Por que não estabelecer o Fórum de Devedores como medida de elementar defesa, para celebrar consultas e coordenar políticas de acção colectiva, tendo em conta o funcionamento pleno do Fórum de Credores estruturado em diversos órgãos para proteger os seus interesses?
Por que não avançar no sistema de preferências comerciais entre países em desenvolvimento que só existe em forma simbólica, enquanto o proteccionismo do Norte expulsa os nossos países dos mercados?
Por que não estimular o comércio de compensação e promover as correntes de investimento dentro do Sul, em vez de competirmos entre nós de forma suicida, oferecendo concessões às empresas transnacionais do Norte?
Porque não criar a Universidade do Sul?
Porque não criar o Banco do Sul?
Estas e outras propostas conservam o seu valor e esperam pela nossa vontade política para as tornar realidade.
Mas, finalmente, amigas e amigos, desejo referir-me em especial a uma proposta que creio tem grande significado dentro deste conjunto:
No Sul somos vítimas do monopólio mediático do Norte que actua como um poderoso sistema encarregado de difundir nos nossos países e semear na mente dos nossos cidadãos informações, valores e padrões de consumo que são, no essencial, estranhos às nossas realidades e que se apresentam como o mais formidável e efectivo instrumento de dominação. Nunca é tão perfeita a dominação como quando consegue fazer com que os dominados pensem nos mesmos termos que os dominadores.
Para enfrentar e começar a mudar esta realidade, é que me atrevo a propor a criação de um canal de televisão que poderia ser captado em todo o mundo, com a informação e as imagens do Sul. Este seria o primeiro e fundamental passo para romper o monopólio mediático.
Este canal de televisão do Sul podia transmitir para todo o planeta, dentro de muito pouco tempo, os nossos próprios valores, as nossas próprias raízes, para dizer aos povos do mundo, com os versos do grande poeta Mario Benedetti, homem desse Sul profundo que é o Uruguai
Diz Mario Benedetti:
O SUL TAMBÉM EXISTE
com o seu ??? francês
e a sua academia sueca
e o seu molho americano
e as suas chaves inglesas
com todos os seus mísseis
e as suas enciclopédias
e a sua guerra das estrelas
e a sua fúria opulenta
com os todos os seus triunfos
o norte é o que ordena
mas aqui em baixo, bem em baixo
perto das raízes,
é onde a memória
nenhuma recordação omite
e há aqueles que desmorrem
e há aqueles que desvivem
e assim entre todos conseguem
o que era um impossível
que todo o mundo saiba
que o Sul também existe.
Senhoras e SenhoresMuito obrigado.
Miguel (admin)MestreMelvinCH, 05 de Marco de 2004 – 10:26 am:
IV) “ … 60 milhões de consumidores … 120 milhões …”
1. Nada disso conta! Só na cachola de F. isso daí existe!
Cabeça estouvada a de F.! F. seria da-petezada? Sei não,
gente!>> Nada disso conta? Na cabeça de Melvin, existem 180 milhões de virtuais, mas o que conta, para ele, é o que vem a seguir:
4. A criminalidade deve ser encarada de outro ponto de
vista. Por exemplo, considerar uma escola na periferia da
metrópole: caso tal estabelecimento não puder contar com
aparelhagem da época atual, então a coisa está mal!
Considerar que em alguma escola de algum dos “jardins”
da periferia da grande SAO/SP, sejam instalados alguns
computadores. O vandalismo e roubo de tais equipamentos
estaria interpretado atitude da-criminalidade.
5. Caiu a ficha do leitor desta mensagem? Não caiu? Mas
logo vai cair … no porongo vazio do abobado!
6. Em toda vila ou jardim ou qualquer outro aglutinado
populacional, onde houver um estabelecimento escolar,
haverá um ambiente para utilização de computadores, de
modo que alunos e cidadãos da coletividade utilizem para
atividades didáticas e de interesse geral.>> Sua receita para o combate a criminalidade: Computadores nas escolas!! Nada contra esses nas escolas, mas entender isso como chave para combate a criminalidade. MCH, está tipo discurso grandioso, mas soluções pífias. Detecto aqui, semelhança de discursos entre petezada e olavóides, casamento entre :prolixidade&Superficialidade; Discurso grandioso& Soluções pífias.
Miguel (admin)MestreFernando, 04 de Marco de 2004 – 5:35 pm
I) “ … Isso todos concordam, mas como enfrentar estas
questões? …”
1. Isso de “todos concordam” está coisa somente da
vontade do mensagista F.! Nada de “todos concordam”.
2. Contrariamente ao que F. escreve – aliás F. consegue
atravessar sistematicamente -, há um completo disparate na
coletividade brasileira. Todos discordam de tudo, daí que a
criminalidade não está questão “quente”.
3. Mas não se trata de guerra-no-pavãozinho, ou massacre
na periferia paulistana, ou casos diniz-da-silva, ou mudar
ministério para compor maioria, ou descumprir 70% do
orçamento federal. Nada disso aí! Isso aí é titica-da-silva!
4. A criminalidade deve ser encarada de outro ponto de
vista. Por exemplo, considerar uma escola na periferia da
metrópole: caso tal estabelecimento não puder contar com
aparelhagem da época atual, então a coisa está mal!
Considerar que em alguma escola de algum dos “jardins”
da periferia da grande SAO/SP, sejam instalados alguns
computadores. O vandalismo e roubo de tais equipamentos
estaria interpretado atitude da-criminalidade.
5. Caiu a ficha do leitor desta mensagem? Não caiu? Mas
logo vai cair … no porongo vazio do abobado!
6. Em toda vila ou jardim ou qualquer outro aglutinado
populacional, onde houver um estabelecimento escolar,
haverá um ambiente para utilização de computadores, de
modo que alunos e cidadãos da coletividade utilizem para
atividades didáticas e de interesse geral.
7. Coloque na sua memória rápida ó leitor desavisado, o
combate da criminalidade a-maior-do-mundo nacional,
deve começar lá naquela escolinha naquele fim-de-mundo,
onde os indivíduos nunca sabem se estão indo ou se estão
vindo. Ou seja, instalar naquele coletivo um espírito de
preservar as coisas em comum, as coisas para todos.
8. Imaginar que no território haja zilhões de lugarejos e
lugarzões, o tal de espírito-de-preservar poderá se tornar um
dos maiores fenômenos quanto ao fazer a coisa certa.II) “ … Posição …: Tornar-se Ocidente … aceitar Alca do
jeito que der …”
1. O tipo F. ainda conseguirá colocar oceano em dedal! Pois
sem raciocinar, qualquer de mente está a fazê-lo!
2. A questão do Brasil desligado do Ocidente, diz respeito à
soberba-besta do brasileiro, por ser o cidadão do brasilzão.
O brasileiro adota leitura de que o mundo lá fora – “lá fora”
quer dizer tudo que não seja Brasil -, está outro mundo; há
dois mundos – o de cá nosso e, o de lá dos outros todos.
3. Para EUA o Brasil é fundamental; para EUA controlar o
lado do Pacífico, deverá haver grude definitivo
EUA&BRA.
4. Ocorre que o TudoChina vai querer ser o dono-do-
pedaço no Pacífico. E EUA não poderá estar com flanco-sul
aberto ao TudoChina. E somente com EUA&BRA é que o
TudoChina vai ficar no canto dele.
5. Para EUA a Alca estaria até secundária, caso Brasil
atinasse sair do seu “adormecido em berço esplêndido”.III) “ … Já somos ocidentais … cobrar nossa posição de 10ª
economia …”
1. Certo, “somos ocidentais” mas sem estar no Ocidente!
O mensagista F. estaria a fazer leituras com tapa-olho?
Insinua estar a usar dois tapa-olhos? Um ceguinho puro?
2. No Ocidente o PIB está em torno de US$25tri, e o PIB
do Brasil está em torno de US$500bi, ou seja titica-de-
titica.
3. No Iraque já há forças militares de 40 a 60 nações, mas o
Brasil está ausente. E o Iraque está como a fronteira leste
do Ocidente. Como é que o Brasil não conseguiu perceber
tal em tempo hábil? Pura desfaçatez! Atitude típica do
idiotês: “nemtôprôceisóxentisbáitissafádis”.
4. O mensagista F. parece-se tanto com da-petezada que dá
até para considerar que F. é sim um puro-petezada!IV) “ … 60 milhões de consumidores … 120 milhões …”
1. Nada disso conta! Só na cachola de F. isso daí existe!
Cabeça estouvada a de F.! F. seria da-petezada? Sei não,
gente!
2. O que há de real meeeeesmo é 61%+39%=100%.
Fora isso daí o resto é besteirol e imaginário.V) “ … Negociar Alca, mas apenas com renegociação da
dívida …”
1. Certamente!
2. Mas para isso o Brasil deve fazer o dever de casa: a)
chutar pras barrancas a castelhanada das vizinhanças, b)
colocar tropas no Iraque ou entrar com projetos de gabarito.
3. Projetos de gabarito para o Iraque: a) urna eletrônica, b)
futebol, c) SUS.
4. O Brasil necessita entrar no espírito ocidental, perante
EUA. O que importa é gerar um elo exclusivo com EUA, as
demais coisas ficam pra depois, pro segundo
tempo, o resto do mundo é tudo o resto!VI) “ … duvido espírito ocidental … acima dos interesses
financeiros dos detentores dos títulos da dívida …”
1. Leitura obliterada de F. o Oblíquo!
2. Caso EUA e Brasil formassem um EUA&BRA, o
mercado financeiro receberia tal pancada no baixo-ventre,
que vergaria, ajoelharia e pediria perdão pelo que foi feito
nas gerações passadas!
3. Caso EUA&BRA&AL dessem partida segura para futura
confederação americana, todo o quadro atual mundial passa
por modificação, haverá um versionamento global!
(MCH, 05/03/2004)Miguel (admin)MestreRicardo realista, 04 de Marco de 2004 – 3:11 pm:
I) “ … contra a demora. Contra o caminho q mais me parece
fácil. Contra a recusa do fardo q é colocado sobre os meus
ombros. Contra… Bem, é melhor q eu diga, contra a
confiança na força e sinceridade dos homens.(…)”
1. Êi Rr, isso daí é hamletiano! O Rei havia ensinado quase
tudo para o príncipe, só não ensinara como lidar com o
Poder. O velho deu uma de moscão! Deixou o moço no
meio de um torvelinho. Daí o “ser ou não ser”.
2. O caminho mais fácil para Hamlet seria rebelar-se contra
sua mãe, mas o Rei ensinara que a mulher necessita amar e
receber amor. “Ser ou não ser, eis a questão”.II) “ … é loucura não fazer uso do anel, não usar o poder do
inimigo contra ele mesmo …”
1. O tal de “poder do inimigo” está a eficácia do inimigo,
portanto empregar a mesma eficácia está temeridade pura!
2. Ocorre que o inimigo gerou aquela eficácia – a emprega
e a refaz -, enquanto que um detentor ocasional da mesma
eficácia não possue retroatuadores!
3. É loucura fazer uso do anel-poder enquanto não dispuser
de eficácia alternativa, de suficiência por si desenvolvida.III) “…Os corajosos, os destemidos, só estes conseguirão a
vitória…”
1. Tolice everéstica! Então não contam ardil, laço, engôdo,
jogueio?IV) “ … Preciso de seu anel(…) – dê-me o anel! (…) …”
1. Indivíduo privilegia o empírico. Parte da primeira leitura.
Não se previne (+suficiência) por meio de de um holístico,
de algo mais que mera vista palmo-do-nariz.
2. O comedimento/acautelamento (refletir!) do outro
exaspera! A tomada de decisão por espírito empírico logo
vira caminhar-sobre-água.V) “ … de repente subiu na pedra e saltou sobre …”
1. Eis atitude típica de Judas-das-moedas, de Brutus-do-
punhal, de Gregório-1954, de Brizola-1964 …VI) “…Frodo põe o anel e some…”
1. Situação paradoxal. Como é que o indivíduo pode refletir
com gravidade quando há cão a ladrar nos ouvidos? Pois
bem, na hora do cão virar tigre e dar o bote, o indivíduo
alvo obriga-se a tomar uma decisão, independente do
refletir – sair do encalço do assalto.
2. O azucrinador faz a sua parte, e paga caro por tal. A
decisão de colocar o anel foi decorrente da pressão. Pra isso
é que contam os amigos: esgotar a amizade na pressão!VII) “ … volte! Uma loucura tomou conta de mim, mas já
passou. Volte!…”
1. Atitude de situação paradigmática, de elevada incidência
no relacionamento masculino&feminino pós quebra-pratos.
2. Atuar empírico!
3. Caso “uma loucura tomar conta” evidente que só dá para
cada um tomar seu rumo.VIII) Obra de J.R.R Tolkien só está agora a ser entendida –
mais ou menos, bem menos que mais! -, decorrente de:
– há um calhamaço de situações paradigmáticas
– a leitura de paradigmas após paradigmas “abate” o leitor
– pelo filme os paradigmas ficam mais “palatáveis”
– a época atual oportuniza tecnologia¶digmáticos.
(MCH)Miguel (admin)MestreMelvin postou:
Há duas impunidades que a nação deverá enfrentar para sair
da chorumela: a) criminalidade, b) barbaridade-dita-e-feita.>> Isso todos concordam, mas como enfrentar estas questões? Há posição Melvin, posição Fernando.
Posição Melvin:
·Tornar-se Ocidente, uma vez que não se pode erguer-se puxando os próprios cabelos( Munchäusen?).
·Daí, aceitar Alca do jeito que der. Perdem-se os anéis ficam os dedos.
Posição Fernando.
·Já somos ocidentais, mas periféricos.Temos que assumir. Não se pode bancar o Barão de Munchäusen, mas pode-se ousar cobrar nossa posição de 10ª economia do mundo. Tem problemas? Claro que tem! Uma delas: não somos uma potência nuclear, mas os nosso 60 milhões de consumidores, contam bastante na balança das relações Dominantes/Periferia. Os outros 120 milhões, com alguma renda, mínima, estabilizariam o país. Resultado: controle da criminalidade; cobrança constante e consciente, por parte desses, de uma conduta decente da parte daqueles-de-sempre.
·Negociar Alca, mas apenas, se aceita a seguinte condição crucial. A renegociação da dívida. Esse seria o ponto inicial das negociações. Com isso, entre várias outras coisas, se conseguiria atuar naqueles 120 milhões, contra aqueles-de-sempre. Eu, sinceramente, duvido se o espírito ocidental que Melvin tanto idolatra(da parte dos eua) estaria acima dos interesses financeiros dos detentores dos títulos da dívida.
AbraçosMiguel (admin)MestreAs cataratas de Rauros continuavam rugindo infinitamente. O vento murmurava nos galhos das árvores. Frodo tremeu.
De repente, Boromir se aproximou e sentou-se ao lado dele. – tem certeza de que não está sofrendo sem necessidade? – quero ajudá-lo. Vc precisa de um conselho nessa difícil escolha. Aceita o meu?-(…) vc é gentil, mas acho q conversa alguma possa me ajudar. Pois sei o q devo fazer, mas tenho medo de faze-lo – disse Frodo (…) – acho q já sei q tipo de conselho vc vai me oferecer, Boromir – disse Frodo. – e eu poderia considera-lo um sábio conselho, se não fosse pela advertência do meu coração.
– advertência? Advertência contra q? – disse Boromir abruptamente.
– contra a demora. Contra o caminho q mais me parece fácil. Contra a recusa do fardo q é colocado sobre os meus ombros. Contra… Bem, é melhor q eu diga, contra a confiança na força e sinceridade dos homens.(…) Não podemos usar o anel, por que o q é feito com ele se transforma em malefício.
Boromir levantou-se e ficou andando de um lado para outro, impaciente. – vc continua a dizer isso – exclamou ele. – Gandalf, Elrond…todos esses lhe ensinaram a falar desse modo. Em relação a eles próprios, podem estar certos. Esses elfos e meio-elfos e magos, eles talvez fracassassem. Apesar disso, ainda tenho dúvidas se são sábios, e não apenas tímidos. (…)é loucura não fazer uso do anel, não usar o poder do inimigo contra ele mesmo. Os corajosos, os destemidos, só estes conseguirão a vitória. O q não poderia fazer um guerreiro nesta hora, um grande líder? (…) O anel poderia me dar poder de comando. Como eu poderia rechaçar os exércitos de Mordor, e todos os homens seguiriam minha bandeira!
Boromir andava para cima e para baixo, falando cada vez mais alto. Parecia quase q tinha esquecido de Frodo, enquanto sua fala se detinha em muralhas e armas,e no ajuntamento de tropas de homens; fazia planos pelas grandes alianças e gloriosas vitórias futuras; e destruía Mordor e se tornava um rei poderoso, benevolente e sábio.(…) – vc não está me entendendo, disse Frodo.
(…) – pq esta hostilidade? – perguntou Boromir. – sou um homem sincero. Não sou ladrão nem perseguidor. Preciso de seu anel(…) – dê-me o anel! (…) – Pq não se livrar dele? Pq não se libertar de sua dúvida e de seu medo? Vc pode colocar a culpa em mim, se quiser. Pode dizer q sou forte demais e tomei à força. Pq sou forte demais pra vc, pequeno – gritou ele, e de repente subiu na pedra e saltou sobre Frodo. Seu rosto belo e agradável estava terrivelmente transformado; um fogo feroz lhe queimava os olhos.
Frodo põe o anel e some.
– trapaceiro miserável! Gritou Boromir!(…) Então, tropeçando numa pedra, caiu e esparramou-se de rosto no chão. Por um momento, ficou parado como se sua própria praga o tivesse atingido; depois, de repente, começou a chorar.
Levantou-se passando a mão nos olhos, limpando as lágrimas. – o q eu disse? – gritou ele. – o q eu fiz? Frodo, Frodo! – clamou ele. – volte! Uma loucura tomou conta de mim, mas já passou. Volte!(J.R.R Tolkien)
Miguel (admin)MestreI) Extraídos na mídia
1. Delfim Netto: “Se o Brasil pudesse pagar a metade dos
juros que hoje desembolsa, restariam 4% do PIB para
investimentos”.
http://cartacapital.terra.com.br/site/index_frame.php
2. Empresário dirigente da Abifina: “… Brasil e a Argentina
não podem estar a barganhar o que não está barganhável …
duas nações que reúnem todas as condições de êxito, com
projeto de crescimento industrial soberano” (GZM, 03/03)
3. “… Lula telefonou para Bush, e pediu que os EUA lhe
ajudem nas negociações com o FMI por mudanças no
cálculo do superávit primário …” (FSP, 03/03)
4. “ … governos do Brasil, já há algum tempo, não têm mais
compromisso com crescimento … sociedade complacente
com esse descompromisso … é politicamente correto fazer
menção ao Brasil que vai crescer “no ano que vem”, não
importa qual ano, desde que o próximo. Não acordaremos
desse sonho mau apenas num sacolejo … É preciso fazer
muito mais barulho …” (P.Rabello Castro, FSP, 03/03).
5. Acima tópicos da chorumela nacional, provinda de
quatro pesos-pesados:
– ex-ministro poderosíssimo
– empresário influente
– autoridade federal mór
– economista de êxitos mis.II) O Brasil não está no centro do Ocidente, cambada de
abobados!
1. O Brasil está na mesma situação de Portugal que
necessitava transferir a Corte, devida invasão das forças de
Napoleão, e necessitou de uma frota completa inglesa. O
reino de Portugal não soçobrou graças aos préstimos da
Inglaterra. O Brasil está numa situação parecidíssima.
2. Na intelectualidade brasileira não há sinal algum, quanto
ao percebimento de que o Brasil está obcecado com a
chance de erguer-se pelos cabelos!
3. Somente o Ocidente é que pode facilitar deslanches ao
Brasil. Mas “Ocidente” não significa entidade ou estado ou
alguma coisa de atender! “Ocidente” é o espírito-da-coisa!
O Brasil decidiu desdenhar tal “espírito” a partir de 1964.
Atualmente a nação com espírito “maionese desandada”.III) O Brasil deverá ceder os anéis para preservar os dedos.
1. Assim é como funciona tudo no Ocidente.
2. Para os estados-nações europeus chegarem ao atual
formato da UE, cada estado-nação cedeu “muitos anéis”
para preservar dedos! Mas as vantagens decorrentes foram
muitíssimos superiores, frente às desvantagens de ficar
numa chorumela.
3. O Brasil deverá ceder “anéis” através da Alca.
4. Êi cambada de abobados de mentes – ex-ministro,
empresário de proa, presidente da república, economista de
reconhecido saber -, cambada de estróinas é isso que são!
[chorumela: coisa insignificante, sem importância,
desprezível]
(MCH)Miguel (admin)MestreComentando Melvin:
6. Desde os faraós até atual século 21, o “capital” já passou
por muitos versionamentos. Atualmente está na versão de
instalações-capital, provável mudar para robôs-capital, que
durará talves alguns séculos.
7. Tudo indica que a coisa anda pró colônias humanas nos
astros siderais.
>> É muito deslumbramento, muito delírio: Conquistar o espaço sideral, robôs que substituem os humanos.
·Nasa enviou expedição, tripulada, a lua há mais de 30 anos, daí para frente neca.
·Esforço de uma agência estatal a Nasa, para impressionar o maior rival a ex- URSS. Nenhum resultado prático, palpável.
·O fim dos anos dourados se torna claro nos anos 70, e EUA, percebe que ir a Lua é jogar grana fora. Bush, demagogicamente, fala em reativar programa. Vigarice total. Kerry, não o fará!
·Quem, como Melvin, fala na formação de blocões comerciais em algumas décadas, mas ao mesmo tempo acha que verá robôs, substituindo humanos e conquista do espaço sideral, mostra a total falta de raciocínio elementar, de falta de avaliação das escalas (no sentido de tempo, razão) envolvidas.
·Qual a diferença entre um deslumbrado que pregava o paraíso socialista e este liberal que vê robôs por toda parte e colônias humanas no espaço?
·A diferença é que uns, ao menos, atuam nos sindicatos, partidos, etc, e outros ficam lá na sua fazendinha, fazendo um curso de RI, nos fins de semana.Interessante ver alguns “otimismos’ que falharam, ou estão a serem instalados em velocidade muito lenta,as vezes “ quase parando”, outros que nem começaram e não passam de delírio.
·Os supercondutores? Onde a aplicação corriqueira?
·Robôs/Andróides? Ora estas máquinas de soldagem em linha de montagem,chegam a ser ridículas. Robôs, só em laboratórios, comendo uma grana em pesquisas.
·A energia do hidrogênio? Já se viu que é cara, muito cara. Vão colocar apenas em veículos, que logo serão descartados.E se atrevem ainda em pensar fazer colônias no espaço!!!
·Combustível para essas viagens? Hidrogênio? Nuclear? Com as distâncias envolvidas,os combustíveis conhecidos são ridiculamente impotentes.
·Fusão Nuclear? Para de ser irresponsável. Se der certo só daqui a 150 anos, até lá o sistema produtor de mercadorias, conhecido como capitalismo, poderá ter sucumbido.Tem mais, pode apostar, mas deixo para uma eventual réplica, se for o caso.
Melvin, parece estar pessoa na faixa dos 60 anos , ainda fascinado com filmes classe C, dos anos 50 , que mostravam uma grande corporação, com um magnata visionário a frente, financiando vôos espaciais. Só com o estado, a Nasa, eles conseguiram fazer aquela proeza. Proeza talvez desnecessária, quando mesmo nos EUA, pessoas passam fome. Melvin aposta em Gates, mas esquece que tem o Linux, que em breve os chineses irão lançar um computador com outro sistema operacional de graça. Melvin, o visionário liberal!
Imagino se vale a pena comentar AH…ele é tão profundo, inteligente….bah…acho que só um comentariozinho, se cansar…paro:
2.Busco apenas dizer que não é próprio da natureza humana enquadra-se no sistema desejado por Fernando. Posso desejar voar batendo os meus braços, mas isto está evidente que não é possível, pois ser humano não nasceu para voar batendo os braços.
A natureza humana!!! Pelo que pude entender, o capitalismo estaria de acordo com a natureza humana. A natureza humana seria imutável, eterna. Nada pode mudar, temos que respeitar a nossa natureza. Mas qual seria esta natureza? Ela teria só um aspecto? Ser contrária ao capitalismo, ao espírito igualitário, ao planejamento universal, ou seja, esta natureza não permitiria de forma alguma os aspectos colocados por Fernando, que assim, então esse, não pertenceria a natureza? Puxa….estes filósofos, como AH, são tão certos de tudo, tão “ naturais” que acho que é melhor , nem ir muito adiante. Cansei….A discussão com o doido do Melvin, está mais interessante.
Ha…Alex Haydin. Adora desenhos animados, joga RPG, lê H. Potter e o Senhor dos Anéis. Meu menino mais jovem também é assim….boas crianças !!Miguel (admin)MestreI) O mensagista F. está a interpretar “engraçada” a
figuração, na qual ele está aparece na situação no-mato-
sem-cachorro, para o momento atual do fórum.
1. F. não dá tratos à mente em modo paradigmático. Adota
o facilitarismo do ôba-ôba da moda, pura armadilha para os
de mente ledo-engano. Nalgum tempo adiante aparece a
fatura.
2. No fórum o rastro é coisa séria – seríssima! De interessar
somente ao gerador do rastro. Vale o dizer “cada um que
zele pelo seu rastro”.
3. Evidente que no rastro há chances para contraditórios,
desencontros, altos&baixos, mal ditos, insipientes, coisas a
esquecer. Tudo bem! Ninguém é de ferro! O rastro deixado
no fórum está infinitesimal, diante do rastro que a vida de
cada vivente traça.
4. Vantagem do fórum! O rastro de porte reduzidíssimo está
a facilitar ao indivíduo saber em quantas anda: se ver, se
enxergar, se coibir, se atrever, se figurar, se propositar …
Provavelmente o Sistema de Formação nacional adotará
alguma disciplina para ensinar a lidar em fórum. O curso de
faculdade está experimental, poucos casos para abordagem.II) O indivíduo deve dotar-se de estilo para tudo! Seja na
prancha de surf, seja na direção de veículo, seja no chegar-
se às coisinhas-fofas, seja toma-lá-dá-cá com as gostosas,
seja no trombar com guardinha ou cair-de-pau na petezada.
Estilo é a palavra-chave que dá acesso às coisas-da-vida e,
mais um pouco.
No curso há dois pontos básicos: rastro e estilo. Tópicos
que dependem entre si, onde falha um é certo que o outro
vai no arrasto. Evidente que sempre surge a questão “Ovo
ou galinha, qual o primeiro?”.III) No curso há uma premissa inarredável: operar sempre
em processo. Por exemplo, descartar questão do tipo “qual
o primeiro?”, caso a causa primeira esteja indefinida. Mas
operar em processo mais ou menos assim … ovo galinha
ovo galinha ovo galinh ovo galinha ovo … Conforme mais
oportuno de momento, adotar “ovo” ou adotar “galinha” e,
seguir em processo. Eis o truque … seguir em processo, sem
muito importar ponto de partida. Ocorre que no transcorrer,
aparece por si o paradigmático “no andar da carroça as
melancias fixam”.IV) Em fórum aberto há os catapultados, neste seriam P. e
TN. Mas em fórum fechado funciona a regra ninguém–sai-
niguém-arreda. Isso quer dizer que todo participante deverá
dar seu recado costumeiro, tal como firmado em contrato.
E aí, ô meu, a coisa encrespa pros neguinhos desavisados.V) A nação brasileira está uma chorumela só, decorrente da
impunidade em pontos-de-vistas – que campeia pela mídia e
com autoridades públicas e, meios empresariais.
Há duas impunidades que a nação deverá enfrentar para sair
da chorumela: a) criminalidade, b) barbaridade-dita-e-feita.VI) As duas impunidades requerem recursos do Ocidente.
(MCH, 04/03/2004)Miguel (admin)MestreFernando em Terca, 02 de Marco de 2004 – 1:35 pm:
“Eu nem sequer lembrava.”
Eu tb não me recordo de tudo. Eis um lembrete para refrescar a memória:Fernando em Domingo, 18 de Janeiro de 2004 – 4:28 pm:http://www.consciencia.org/forum/messages/39/471.html?1075342822
“Grande descoberta não há sociedade sem economia. Mas a tua filosofia inclui a economia? rimou? quero dizer onde está teu conhecimento econômico?”Diante disto só me restava responder:
Alex Haydin em Terca, 20 de Janeiro de 2004 – 11:29 pm:http://www.consciencia.org/forum/messages/39/471.html?1075342822
“Fernando vc venceu, e a prova disto é que eu votei em vc com um ótimo(5). De minha parte estamos conversados.”Bom rastros são rastros, boa parte dos meus eu gostaria de esquecer, mas as coisas não funcionam assim, e esquecê-los significa daqui perder a oportunidade de aprender com eles, além disto eles são meus, se discordo hoje do que é certo para ceitar o que é errado eu não sei, mas considero que estou discordando daquilo que foi errado.
Eu disse que “…estávamos conversados…”, mas rastros são rastros, e resolvi usá-los.
Fernando em Terca, 02 de Marco de 2004 – 1:35 pm:
“Se vc tem pena dos pobres…”
Ops. Acho que vc não atentou corretamente para a minha mensagem. Vou esclarecer o que daqui é evidente:
1.Nada de dar nada para ninguém, nunca lhe cobrei isto.
2.Busco apenas dizer que não é próprio da natureza humana enquadra-se no sistema desejado por Fernando. Posso desejar voar batendo os meus braços, mas isto está evidente que não é possível, pois ser humano não nasceu para voar batendo os braços.
3.Todos… a humanidade estaríamos em maior ou menor grau enquadrados no tipo de postura revelada por Fernando. Daqui considero que Fernando apenas não está consciente disto.
Portanto nada de se dizer “…cansado de tentar…defender…”, pq fernando ainda não começou a defender-se.“…se alguém quiser entender mais um pouco a psique de gente como…. Esse Fernando…”
Lembro-me de um desenho da minha infância.
Se não estou enganado o desenho chamava-se “O Vira-Lata”, havia um vilão chamado Simon que queria controlar o mundo, a frase marcante de Simon no desenho era:
“Simon diz…”
a)…parem. E todos (a humanidade toda) paravam.
b)…quietos. E todos ficavam quietos.
E assim por diante. O Vira-Lata era um chachorrinho herói que tomava a sua pílula de força para lutar contra Simon.
Vou tomar a minha.Então vai aí:
Fernando Deus fez o mundo e disse que era bom.
Deus fez um jardim-paraíso, o eden, onde o homem foi colocado.
Lá tudo era uma maravilha, pq Deus pensou num lugar perfeito para o homem.
Mas o homem simplesmente não aceitou o paraiso, e o homem foi condenado a suar para ganhar o pão de cada dia.
Conclui-se:
Deus não conseguiu criar um paraiso bom o bastante, mas Fernando acha que pode fazê-lo.Já perguntou para os outros se eles estão dispostos a buscar outras formas de prazer?
Pode ser que eles respondam que sim, mas depois vão zoar-o-barraco e vc vai ficar fúlo da vida com eles, no final vai pegar um ódio tremendo desta gentalha que até outro dia vc amava e sentia culpas e mais culpas,… eles não entenderam o que vc queria para eles, a sua criação foi perfeita, uma pérola, mas eles são uns porcos.
Vc vai ter vontade de criar um dilúvio e começar novamente, mas os que virão em seguida farão exatamente a mesma coisa.
Um dia vc vai desistir e pensar em deixar nas mãos desta gente a opção de seguí-lo ou não, vc dirá: sedes iguais a mim, e irá constatar que muitos até tentam, mas acabam zoando-o-barraco, e no final poucos serão os escolhidos para assentar-se ao seu lado.
Vc não mais terá ódio desta gente que não quer aproximar-se do que é sábio e perene, vc continuará tendo aquela culpa, sentindo-se preocupado com eles, e tomará a decisão de continuar ajudando esta gente, mas sem que eles saibam(até pq vc já cansou de levar bananas e tortaços desta gente).
Contudo esta gente perceberá que alguém em algum lugar os ajuda, nos momentos mais difíceis sentirão a sua presença, e vc continurá por toda a sua vida ajudando esta gente que não entende que o que é sábio constitui a finalidade existêncial de todo ser humano.“Além do mais, caso a burguesia fosse, por exemplo, expropriada, ele[Esse Fernando] estaria não só em estado de prazer, mas em franca fruição de gôzo.”
Considero o acima volitivo&afetivo. Comentar é covardiaabs.
(Mensagem editada por alex em Marco 03, 2004)
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