Miguel (admin)

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  • em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77391

    Não acrescente a megalomania aos seus problemas, eu já usava esse nick bem antes de vc aparecer por aqui. E muito engraçado justamente vc vir falar de agressividade… pare de se preocupar com os nicks que as pessoas usam, julgar qualquer pessoa pela cor da pele, pela raça, pela preferencia sexual ou, neste caso, pelos nomes, pelos nicks, é a demostraçao mais clara de preconceito que há. Vc nao tem mais o que fazer?

    em resposta a: A separação entre a ciência e a filosofia #71699

    Não.Faz muito tempo que a ciência e a tecnologia prescindem da filosofia.Há 2400 anos,os filósofos da corrente pejorativamente designada cínica já tocavam neste tema.
    A filosofia deve explicar as mudanças trazidas pela tecnologia e pela ciência,como também é obrigada a adaptar-se,sob pena de esclerosar-se.É o caso de Descartes, por exemplo,que tenta redefinir toda a filosofia,depois que se verificou que eram falsas as idéias correntes de que a Terra e/ou o Céu eram o centro do Universo.
    No séc.XX,dá-se outra revoluçâo:verifica-se que nem tempo,nem espaço são absolutos.Ora,a única corrente filosófica que deu uma resposta a esta questão altamente filosófica(trata-se de saber o que é o mundo e por tabela,o que somos nós) foi o neo-positivismo.
    O materialismo marxista-leninista não só não deu uma resposta a esta revolução como continuou vendo o mundo da mesma forma que se via no século XIX(veja-se as obras escritas pelos físicos soviéticos,onde,volta e meia,existe citações de Lênin e/ou Stalin,enfatizando a matéria como base da realidade)
    O irracionalismo nazista, baseado em Nietzsche,foi a própria filosofia de regressão,enfatizando a vontade e o instinto.
    Portanto, a filosofia deve-se pautar pela ciência

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77390

    Puxa, quanta agressividade,mas sem propósito. Ao menos vejo, que já começo a influenciar o comportamento das pessoas. Ou seja, agora não se dizem Gallagers ou Pilgrins, mas vêm com um Peri… menos mal, ao menos lembra as raízes indígenas.Daí não se deduza que os caboclos Peris, sejam pessoas progressitas.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77389

    Voce vai escrever um livro? Acho que poderia ser mesmo um grande sucesso e até se tornar peça de teatro. Sugestão para o título: “Minha vida de palhaço”.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77388

    Só um complemento. Não era minha intenção,mas tornei-me extremamente popular por aqui. As pessoas vão atrás de textos, garimpando, procurando citações minhas. Como sou desorganizado, quase nunca me lembro onde e sobre o que escreví, assim agradeceria nas próximas vezes que citassem o local e se possível, me enviassem um link,coisa assim. Sem contar outros foruns que já participei, acho que já poderia editar, um livro, algo assim. A intenção, que vislumbrei agora,seria então, editar um livro que seria colocado livre para download na internet, ou livre para publicações. Pode parecer pretensão, mas filtrado e adicionado a artigos de pessoas inteligentes(claro que excluo aqui os neo-liberais, declarados ou enrustidos, mas não precisam ser marxistas/comunistas), esta publicação poderia servir de “base” para uma obra maior anti-sistêmica. Quem quiser contactar-me , por gentileza, poderá fazê-lo através do email [email protected] . Desde já agradeço!

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77387

    As pessoas que lêm as postagens aqui, sabem quando as coisas estão fora de contexto, mesmo que alguns em seu cinismo, pretendam dizer o contrário, assim a menção aos pobres, pretos e feiosos , é claramente para mostrar como os liberais ou neo-liberais, pensam, mas não têm coragem de revelar. Caso não fossem racistas e classistas, aceitariam, ao menos, políticas de cotas, se posicionariam ao lado dos sem-tetos, etc. Quanto a afirmação , relativa ao racismo, na Alemanha, está certo. Esta é uma opinião minha, sempre muito contestada, em outros foruns que participo, mas que basicamente, é a seguinte. Países que dificultam a concessão de cidadania a pessoas de etinia diferente, da sua, e que portanto, seguem o Jus Sanguinis(ex. Alemanha e Japão) e não o Jus Solis(ex. Eua, Brasil). Assim estes países para mim são , implicitamente, claramente, e mesmo hipocritamente racistas. Vejam que isto não se aplica ao Imperialista Eua,onde foram criadas as Affirmative Actions, e , por exemplo, mesmo os reacionários ” Falcões” do time Bush, têm, ao seu lado, uma Condoleeza Rice ou um Colin Powell. A questão do racismo, deveria merecer um debate mais profundo em outra ocasião.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77385

    O abominável anglófilo

    E ser russófilo é assim tao diferente?

    O cara é Gallagher,eu sou Fernando não Ivan Ivanovitch…onde está o russófilo?

    Voce estava agredindo o rapaz por causa de um nome??? Que patetico! Profundidade de um pires.

    Voce deve ser como outros comunistas que conheci. Ficam todo enciumados quando alguem pede um hot dog, ofendem até a ultima geraçao do sujeito, falam de valores nacionais etc e tal (a maioria é ufanista tupiniquim, quando, comicamente, fazem cursinhos de russo) e depois, para molhar a garganta seca de tanto vociferar, bebem uma coca-cola.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77384

    4. Igualdade de todos em tudo.

    Evidentemente, o comunista, igualitário, busca a quarta.

    Certamente este é Menos um paralelo com o nazismo.

    Nem tanto. Como também aconteceu com os nazistas, no comunismo, quem era do partido era mais igual que os outros! (E isso continua até hoje na mente de um comunista, vide voce, como exemplo.)

    Mesmo o caso dos judeus, o paralelo continua possível já que, como aconteceu com os judeus, nas ditaduras comunistas (e nao existe comunismo sem ditadura!!) os classificados como burgueses foram fuzilados ou enviados para campos na Sibéria, minas de sal, campos de arroz, ou o que seja.

    em resposta a: Por que tanta gente acha que existe um Deus ? #76268

    Ricardo,

    a pergunta é interessante porque diz bem respeito ao tema. Minha resposta para a sua pergunta é: não devemos desconfiar da pessoa que amamos; onde há desconfiança, ainda não falamos de amor.

    Abraços.

    em resposta a: Por que tanta gente acha que existe um Deus ? #76267

    Para qualquer pessoa o estudo é sem sombra de dúvidas importante, e mesmo que não possamos chegar a uma conclusão, o estudo traz um clareza para o pensamento, fazendo das discussões muito mais produtivas, então como o Ricardo falou vamos estudar.
    Buscar a verdade sempre foi uma das maiores metas da humanidade e apareceram várioas pessoas que se disseram detentores dessa verdade, e entre os religiosos encontramos muitos exemplos disso, se baseando em os mais absurdos argumentos, e nas mais variadas bobagens.Não estou falando que todos os religiosos são assim, e nessa discussão a exemplos disso, a religião que se diz detentora de todas as verdades e que considera todos os que pensam diferente inferiores acho que está com os dias contados, quem querer defender a idéia de Deus terá que ser racional, e considerála uma hipótese, assim como a crença na nãpo existência de Deus, nenhuma das duas podem ser provadas, mas podemos aprender muito com uma dicussão como esta.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77383

    Um dos problemas são os provocados pelas coisas fora de contexto, vejamos:

    >As pessoas progressistas tentam reagir

    Como se defender uma teoria focilizada do seculo XIX fosse algo super-progressista…

    Me referia os progressistas que defendem as cotas para negros, baseados nas affirmatives actions, coisa de fins do século 20 e não 19. Só mais um detalhe..acho que focilizado não existe…não seria fossilizado? enfim…

    >O abominável anglófilo

    E ser russófilo é assim tao diferente?

    O cara é Gallagher,eu sou Fernando não Ivan Ivanovitch…onde está o russófilo?

    Agora voltando aos pseudos paralelos nazismo/marxismo:

    Igualdade:
    >4. Igualdade de todos em tudo.

    Evidentemente, o comunista, igualitário, busca a quarta.

    Certamente este é Menos um paralelo com o nazismo.

    >Aguardo os colegas do Direito.

    É, já sabemos disso E está aguardando também as “pessoas de bom senso”, e os “esclarecidos”, e os “progressistas”, os “camaradas proletários” (com microcomputador), mas só vale se forem comunistas e concordarem com o que vc diz.
    Nada disso,continuo aguardando, mesmo, os colegas do direito, que comentem o que foi colocado pelo Gallhager e por mim. Quanto ao conceito de igualdade entre desiguais, etc. Em nenhum momento falei em ideologia, neste ponto.Mas vcs , liberais, sempre tentam tergiversar desta forma, mas não tem jeito, vão cada vez mostrando, mais, o que venho denunciando. Vcs são a nova direita, chamada de neo-liberal.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77382

    Enfim, voltou a velha pendenga do bolorado comunista; o papo não evoluiu nada e cada vez mais vai cheirando a mofo; não é a toa que, hoje, quando se houve falar de comunista no mundo, as pessoas se recordam de hippies, romisetes, filmes preto-e-branco, cinema mudo, e aqueles chatézimos discursos do grande irmão: “camaradas e camaridas, a luta continua, os dinossauros nao se extinguirão e nós também não…”.

    A estratégia é sempre a mesma: quem discorda do sisteminha supimpa de construir o “paraíso” na Terra – a sociedade das formigas – é reacionário facistóide. Blá!

    As pessoas progressistas tentam reagir

    Como se defender uma teoria focilizada do seculo XIX fosse algo super-progressista…

    alegam que se está agredindo a constituição

    E, segundo me lembro dos “argumentos” bolorados, a constituiçao também é burguesa e está mesmo aí para ser desrespeitada e pisoteada. Não é?

    O abominável anglófilo

    E ser russófilo é assim tao diferente?

    esquecem de se fazer a pergunta primordial: “Será que é justo o que estamos propondo?”. O meu senso de justiça me diz o seguinte: ”Ora, se eu quero que todos tenham os mesmos direitos

    Todos defendem a igualdade, o capitalista também (!). É certo que o igualitarismo tem a ver com a igualdade. Mas que ideologia política não tem a ver com a igualdade? A questão é:

    Igualdade, assim como a liberdade, é um conceito genérico e vazio se não for especificado ou preenchido. Portanto, quem invoca a liberdade tem o dever de responder a duas perguntas: a) Liberdade de quem? e b) Liberdade em relação a que?

    Analogamente, quem invoca a igualdade tem o dever de responder a duas perguntas:
    a) Igualdade de quem? e b) Igualdade em relação a que coisas?

    Resumindo, há quatro possíveis respostas:
    1. Igualdade de alguns em alguma coisa.
    2. Igualdade de alguns em tudo.
    3. Igualdade de todos em alguma coisa.
    4. Igualdade de todos em tudo.

    Evidentemente, o comunista, igualitário, busca a quarta. A terceira, na qual o comunista sempre quer se refugiar quando a coisa aperta, é bem conhecida dos liberais. Das outras três respostas:
    – a 1ª. Não é particularmente significativa, já que qualquer norma geral e abstrata, como são em geral as leis, estabelece que alguns são iguais em alguma coisa.
    – a 2ª. É o chamado igualitarismo parcial. O exemplo mais famoso é a república platônica, onde os princípios igualitários valem exclusivamente para uma única classe de membros da república.
    – a 3ª. Não tem nada a ver com a concepção igualitária, já que a idéia de que todos os homens sejam iguais ao gozo de certos direitos ou liberdades diante da lei é princípio característico de qualquer constituição liberal.

    Podemos entao definir a DOUTRINA IGUALITÁRIA como: concepção global da sociedade (geral ou determinada) segundo a qual é desejável que todos (todos os homens ou todos os membros dessa sociedade) sejam iguais em tudo.

    Ora, qualquer exigência por igualdade distingue-se de outra também em relação aos critérios de justiça que ela assume em vista da atribuição da “coisa” a “quem”. Por exemplo: Que todos devam ter um lugar para morar não significa que todos devam morar num lugar igual.

    O comunista raciocina assim:

    O critério igualitário por excelência é o critério da necessidade.
    – a cada um segundo sua necessidade;
    – a cada um segundo sua capacidade;
    – a cada um segundo seu trabalho.
    A necessidade é o critério que satisfaz os ideais de um igualitário, mais do que do que a capacidade e o trabalho, porque os homens podem ser considerados de fato mais iguais em relação à quantidade e à qualidade da capacidade demonstrada nesta ou naquela atividade ou trabalho prestado nesta ou naquela obra.

    O lema comunista é: Os homens deveriam receber a mesma quantidade e qualidade de alimentos porque ninguém tem duas bocas ou duas barrigas.

    Mesmo que um comunista admita as diferenças entre uma criança e um adulto, entre um homem e uma mulher… ele sempre vai defender que essas diferenças serão sempre menores do que aquelas:
    – que a própria natureza estabeleceu entre as capacidades dos homens
    – que a sociedade reconhece repartindo com base nas capacidades as diferentes formas de trabalho.

    Podemos entao resumir assim:

    A doutrina igualitária trabalha com o critério da necessidade que é aquele que permite a menor diferenciação: a natureza fez os homens mais iguais em relação às necessidades do que em relação às capacidades e à possibilidade que (segundo as diferentes capacidade) têm de cumprir este ou aquele trabalho útil à sociedade.
    Já a doutrina liberal avalia positivamente as desigualdades e até mesmo considera uma sociedade tanto mais civilizada quanto mais desigual. Ela trabalha com o critério da capacidade para a distribuição das recompensas. A igualdade que os liberais defendem e buscam é a igualdade de oportunidades. Defende a igualdade na largada e não a igualdade na chegada. A última nao leva em consideração nenhuma noção de mérito.

    Contudo, o critério da necessidade não é o único admitido em uma doutrina igualitária. No programa social dos Iguais é acolhido também o critério da capacidade -> não para distribuição dos bens (!) mas somente para a repartição dos trabalhos. (Formigas não tem bens.)

    1) O que permite afirmar que uma doutrina não-igualitária é perfeitamente compatível com o princípio da igualdade dos pontos de partida. A doutrina liberal considera que todos devem partir da mesma linha de largada, para vencer quem combater melhor (o mais capaz).

    2) O que conta é a igualdade dos pontos de chegada para a doutrina igualitária, não se considerando a noção de mérito.

    Há dois modos de se buscar uma maior igualdade entre os membros de um determinado grupo social:
    a) estender as vantagens de uma categoria a outra categoria privada dessas vantagens (exemplo: extensão dos direitos políticos dos que sabem ler e escrever aos analfabetos)
    b) nivelamento – retirar de uma categoria de privilegiados as vantagens de que goza, para que deles possam obter os benefícios também os não-privilegiados.
    O nivelamento é umas das características distintivas do igualitarismo, e isso que faz dele um “revolucionário”.

    Todas as teorias políticas que desafiaram o problema da igualdade precisaram enfrentar a diferença entre desigualdades naturais e desigualdades sociais. As teorias igualitárias apostam que a maioria, senão todas, as desigualdades são origem social.

    Um igualitário defende que as desigualdades naturais são irrelevantes, de tal modo que elas não justificam um tratamento distinto na designação das obrigações e dos bens para a “feliz vida comum”.

    Os homens não são considerados como indivíduos, mas como ser genérico. É uma escolha de valor. Não considerar os homens como indivíduos mas como ser genérico.

    Camaradas formigas, uni-vos!

    Aguardo os colegas do Direito.

    É, já sabemos disso E está aguardando também as “pessoas de bom senso”, e os “esclarecidos”, e os “progressistas”, os “camaradas proletários” (com microcomputador), mas só vale se forem comunistas e concordarem com o que vc diz.

    em resposta a: Paralelo Nazismo-Marxismo #77381

    Eu escreví algures e alhures neste site: As pessoas progressistas tentam reagir, mas envergonhadas em serem, hoje em dia, comunistas, ou coisas do tipo, propõem cotas para os negros, o que é algo louvável, mas aí os facistóides disfarçados, alegam que se está agredindo a constituição, etc. Antes , eles não haviam pensado no negro, pobre, etc.

    O abominável anglófilo Gallagher, escreveu: É mais ou menos, a forma como a affirmative action procura enfrentar o racismo. Esse pessoal faz vários estudos estatístico de forma a tentar imputar uma seriedade quase científica às suas revindicações, mas esquecem de se fazer a pergunta primordial: “Será que é justo o que estamos propondo?”. O meu senso de justiça me diz o seguinte: ”Ora, se eu quero que todos tenham os mesmos direitos, não posso concordar que se legisle a favor de um segmento da população. Seja qual for a alegação.” Como será possível que todos sejam tratados da mesma forma, tratando alguns de forma diferente? Me parece um paradoxo. Não consigo ver, como chegaremos à igualdade através da desigualdade. Portanto, segundo o meu ponto de vista, o antídoto do racismo não é, nem nunca será, o próprio racismo.

    Comentários: Quem só se preocupa com direitos constitucionais, para barrar políticas progressistas de compensação, por séculos de prática odiosa racista, na minha opinião só pode ser racista disfarçado. Ou vcs acham que neste mundo, de hoje, algum destes liberais vai dizer que não aceita negros? Neste ponto concordem comigo ou não, gostaria de que alguém da área do direito pudesse enriquecer, talvez, a discussão. Vejam, o Gallagher, cheio do que ele chama do seu senso de justiça, apela para a questão que todos devem ter o mesmo direito, assim não se poderia legislar para um segmento da população. Eu pergunto…não existe um Princípio do direito que afirma que não se deve tratar os desiguais(no caso os negros, em Condição Desigual de oportunidades, etc) igualmente? Ou seja, não se pode tratar igualmente a questão do faminto do que está farto, do que sofre racismo, daquele que pelo seu fenótipo não tem qualquer problema. Aguardo os colegas do Direito.

    em resposta a: Por que tanta gente acha que existe um Deus ? #76266

    Pilgrim,
    me diga algo em que não devemos desconfiar?

    em resposta a: Por que tanta gente acha que existe um Deus ? #76265

    VictorSantos,

    …há indicios que, nada provando, apontam contudo para que se mantenha a hipotese da vida depois da morte, por exemplo:
    – Estudos da Universitários do Prof. Catedrático DR. Ian Stevenson sobre ciranças que reclamam lembrar-se de uma vida passada, pelo menos até certa idade.
    – Estudos sobre mediunidade do Prof.Dr. Gary Schwartz.
    – etc., etc.

    Sem esquecer que vc já colocou que sao apenas indícios, que nada provam, gostaria de acrescentar que há outros estudos também interessantes que muitos defensores dessas “vidas passadas” nao gostam muito de ler.

    Infelizmente, esqueci a fonte, mas acho que nao é nada de tao novo assim que nao se possa encontrar, por exemplo, em uma pesquisa pelos sites de busca da internet. O problema é resumidamente o seguinte:

    – pesquisas mais sérias considerando outras variáveis que nao as “vida passadas” parecem indicar que os resultados dessas pesquisas com crianças que vc citou (e de outras do gênero) são falseadas ou induzidas pela própria vontade dos “cientistas” de atingir um certo resultado específico.

    – isso nao é nenhuma novidade, e nem precisaria perder tanto tempo (!?) em laboratórios, porque qualquer estudante de filosofia que tenha lido, por exemplo, “Verdade e Método”, de Gadamer, sabe que o método de pesquisa faz parte da cadeia de interpretaçao.

    – em resumo, “novas” experiencias, executadas a título de contraprova, procurando por “vidas futuras”, conseguiram os mesmos resultados. A saber, as crianças tambem se recordaram de suas vidas futuras, do mesmo modo que das “vidas passadas”, ou seja, as perguntas e as conversas e o ambiente criado pelos pesquisadores já induzem as crianças para certos tipos de resultados. Só para clarear um pouco mais, suponha que as crianças tenham vindo todas nascidas de suas “vidas em Saturno”. Faça as experiencias, perguntas, analises, e provavelmente vc vai constatar indícios de vidas satúrnicas.

    Particularmente, os espíritas, que sao os maiores craques nessas furadas, julgam-se verdadeiros cientistas e querem que suas crenças sejam consideras “ciência”.

    Ainda bem que para ser crente nao é preciso ser bobo.

    PS: já sobre o assunto do amor, desconfio de qualquer tipo de “amor” teorizado ou racionalizado.

    Abraços.

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