Respostas no Fórum
-
AutorPosts
-
Miguel (admin)Mestre
na postagem anterior toquei no quesito objetividade X subjetividade. a ciência como local de trabalho da objetividade e afastamento da subjetividade, ou seja, enfrentamento da natureza humana, eu até diria aplicação da subjetividade como auxiliar e não como obstáculo, o que vcs diriam? nós estamos conseguindo separar, ou pelo menos dar uma função digna à esta subjetividade q não quer calar?
Miguel (admin)Mestrete digo uma coisa Fernando, se seguíssemos caminhos q um suposto Deus, nem digo Deus, digo fonte criadora dos homens (somos criados por algo), quer para seus inventos(ou seja, um fim, uma função, a que cada criação deve ter – ex.:uma cadeira serve para sentar; uma caneta para escrever), acreditando ou não nele, glorificando-o ou não, bastaria. Admiro quem se coloca acima de valores subjetivos e consegue cumprir a lei, não é o que diz Kant? para aqueles, e acho q ainda somos todos nós, q ainda não encontraram a objetividade e a razão prática, ou seja a lei, q procuremos dar às nossas subjetividades uma função auxiliar para a razão…e isso é o que importa
Miguel (admin)MestreOla Miguel ,muito obrigado por ter lido o fichamento e pelas correções que são realmente pertinentes.Eu tenho esse “vicio” de utilizar em demasia os parênteses, e a questão do “sapere aude” realmente merece um melhor cuidado.Vou procurar efetuar as devidas alterações
Eu fiquei um pouco confuso ao escrever esse fichamento, pois observei em alguns livros de metodologia que um fichamento serve para consulta.Acho estranho que um professor queira corrigir algo que sirva para o uso do próprio aluno, de qualquer forma escrevi esse fichamento como se eu mesmo fosse utiliza-lo, daí essas observações entre parênteses que realmente parecem anotações de caderno.Também procurei deixar o fichamento mais curto que um resumo (embora não esperasse que ficasse tão curto assim hehe).Analisando agora vejo que é meio incoerente escrever algo para outrem como se fosse pra mim, mas ainda acho que cobrar um fichamento é um tanto estranho.
Quem ira corrigir essa obra-prima (e mais uma analise de texto, um relatório do conteúdo do ano todo e ainda uma prova!) será a professora Scarlett Zerbetto Marton então é melhor não esperar generosidade na correção
Miguel (admin)MestreBem interessante a tua postagem, Ricardo, e afirmo isto de maneira séria.Todavia, sendo ateu( ou agnóstico, no fundo), comento que mesmo que tenha coisas que não consigamos explicar, porque existiria um deus glorioso?. Se este existisse, porque não seria este, uma força natural, sem moral? Ou seja, a minha maior dificuldade é, mesmo aceitando um deus, não entendo ainda a necessidade de louva-lo, a não ser como meio de controle social, civilizatório, mas isso na minha opinião pode ser conseguido dentro de apelos, digamos, racionais.
Miguel (admin)MestreÉ A VERDADE OBJETO DA CIÊNCIA?
A verdade, “essa é a meta, essa é a rota. a verdade não tem mil caras; mas sim mil gradações. De fato, pode adequar-se, pouco ou muito, a inteligência à natureza. Diz a verdade a testemunha que conta o que compreendeu do assunto. Mas quanto compreendeu? Buscar a verdade que dizer buscá-la até o limite de nossas próprias forças. Mas, que é o que se busca? O que quer dizer que o homem penetre nas coisas ou que estas penetrem nele?
O segredo das coisas é a lei. Esse é o objeto do saber, que é distinto do ver. A verdade científica não é mais do que o conhecimento das leis da natureza. E assim como a mais alta lei é aquela que se impõe à vontade dos homens, assim a mais alta verdade é a verdade moral. Só quando a descobre, o homem sabe para onde ir. Por força de escrutar as estrelas, o astrônomo chegou a conhecer as leis a que o firmamento obedece; ao conhecê-las, sabe onde estão as estrelas que, todavia, não alcança ver. Tenha a lei sido descoberta por ele, assume o valor de um símbolo? Assim a verdade baixou do céu, e a via da verdade é a que conduz a ele.
Eis aqui a divina meta e a força que impulsa aos cultores das ciências para marchar. Também seu caminho tem suas leis, como o caminho das estrelas. Não importa que grande parte deles o ignore, ou creia andar por onde quer, ou não se lembre de por onde deve sair. Não importa que eles se iludam, de etapa em etapa, com haver conquistado a meta. nenhum deles importa, senão a interminável fila. Quem a contempla, quando põe a ciência como objeto de sua investigação, acaba por ver que marcha em direção ao céu. Cada lei descoberta é um passo para essa ascensão. Toda confirmação do criado aproxima a criatura do criador. E o coro das vozes dos incansáveis peregrinos, ao longo da via sem fim, canta, em uma sinfonia prodigiosa, a glória de Deus.”
Francesco Carnelutti
Miguel (admin)MestreOlá Tiago
O fichamento está realmente muito sucinto, e ainda com alguns problemas estruturais de desenvolvimento. Porém, revela alguns dos pontos principais do texto.
Note que no primeiro parágrafo você começa com uma citação e depois há uma repetição (os próprios menores são culpados de sua menoridade). Além disso, não é bom usar menores aqui, melhor seria homens.
Você abusa das observações entre parênteses. Estas observações não expressam idéias marginais, e sim centrais do texto, e poderiam estar melhor expostas. O tema renascentista do Sapere Aude que Kant retoma para expressar o projeto iluminista, por exemplo. Não é bom começar uma expressão com “reparar” entre parênteses, parece mais com um lembrete feito numa caderno de anotações do que parte do texto. Desenvolva a frase:” Com isso, podemos notar que para Kant uma época se põe como objeto, já que”. Como diz o ditado: Deus está nos detalhes. Você tem que dizer as coisas de forma articulada, do contrário não fica Bem Dito.
Vai dando uma incrementada. Podes pegar umas idéias do texto do Rubens Rodrigues Torres Filho, um ensaio chamado “Respondendo a pergunta: O Que é Ilustração”, que está nos Ensaios de Filosofia Ilustrada.
Se a corretora for a Maria Lucia Cacciola, ela vai adorar. Ela é, aliás, generosa para nota.
Miguel (admin)Mestre“A Melhor forma de representar algo é com ela mesma”
Miguel (admin)MestreApoc, vc pode achar interesante os meus posts no tópico agnosticismo
Miguel (admin)MestreNa ilusão da realidade, a ilusão de um onibus o leva à ilusão da morte, terminando a sua ilusão de vida.
(Seria isso Apoc?)
Miguel (admin)MestreOlá Sonico
Este é o site consciencia.org , feito por mim a partir de 08/1997 com a colaboração de diversas pessoas. O site tem várias seções e publica textos de filosofia em três vetores: para iniciantes, trabalhos acadêmicos e textos clássicos.
O site roda num link caseiro, conexão ADSl e software GNU/Linux administrado pelo time do Cybershark.
Diga mais especificamente o que você gostaria de saber.
abs
Miguel (admin)MestreInfelizmente, há uma tendência no país de simplicar-se , demais, as coisas. Essa de dizer que a violência será diminuida com proibição de armas. Ora, se houver diminuição será ínfima, marginal, uma vez que qualquer pessoa, não muito conservadora, sabe que a causa principal da violência, é social. Na mesma linha, excessos de legislação proibitivas, não impedirão os anti-sociais e bandidos em geral, de continuarem ativos. Explico melhor: se é aprovada a lei, cidadãos decentes, íntegros, não mais terão acesso às armas, mas os contumazes bandidos e marginais as obterão de qualquer maneira. Será criado um próspero e enorme mecado negro de armas, que envolverá( mais ainda) policiais e autoridades. Vcs se lembram da lei seca nos anos 20 nos EUA?
Miguel (admin)MestreDeus é uma idéia!
Miguel (admin)Mestreola eu sou sonico de madalena jornalista da radio nacional de angola, gostaria de saber muita coisa a cerca da vossa pagina.}}}}
Miguel (admin)MestreApoc,
Se atire na frente de um onibus, nao precisa se preocupar, afinal, ele só existe na sua mente.
[]'s
Miguel (admin)MestreSim…claro que é possível o sexo, sem amor.Aí estão as prostitutas cumprindo seu desprezado, mas importantíssimo, papel social.Amar a várias pessoas, também é possível. Dando um testemunho pessoal: Eu amo as duas mulheres com as quais me relaciono.Já que falaram em Marx, mesmo que de passagem, vejam que em parte a família monogâmica e fiel de fachada, presta-se perfeitamente a cumprir o papel, burguês, da transmissão de bens e propriedades por herança, que assim permanecem na sua classe/formação social.
-
AutorPosts