Miguel (admin)

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  • em resposta a: São Humanos? – Computadores Inteligentes #71487

    mas concerteza, se as maquinas pensassem, elas seriam muito, muito burrinhas.
    porem, elas se reproduziriam sozinha, sem a nescessidade de um parceiro, ou seja, quando alguma delas sentir nescessidade, ela se torna uma fabrica de robos, e levando Darwin em consideração, um robo diferente do outro.

    o interressante no momento, é como tinha, e não sei se ainda tem, uns molequinhos, que aparecia de vez em quando, alguns tinha até problemas mentais, mas se vc perguntava, quanto é 273427342 vezes 234815612345611, e qual é o milésimo primo, ele sabia responder mais rápido q um computador.

    o interessante é poder manipular o cerebro q é muito melhor q uma máquina, e melhorar o desempenho dela.
    tem aquele velho pensamento… implantar um chip na cabeça, melhor q isso, seria implantar um grupo de celulas que pudessem ser lógicamente manipuladas pelo próprio cerebro, como se fosse um chip-organico.

    em resposta a: São Humanos? – Computadores Inteligentes #71486

    poderiamos por exemplo criar um robo, encher ele com micro-sensores termicos, de pressão, e :
    1 – programar q qualquer leitura acima de um certo limite deve ser evitado.
    2 – programar algo q possibilite q ele faça algo do tipo:

    uma maça quando largada cai, a pera tambem, e, vc se sente atraido para o chão, então …. vc é um fruta? =C
    desulpa, mas ñ podia perder essa piada, mas ele devia descobrir q tudo cai.

    3 – programar q ele deve guardar o maior numero de informações possivel, de forma q ele possa reunir informações semelhantes e condensa-las( q já está subentendido no “2”), e q ele possa escolher as informações mais úteis. (no caso, as mais relacionadas a existencia de si mesmo, ou de um assunto especifico (como tentar resolver um problema, como se ele estivesse conscentrado em algo, e depois só guarda o essencial sobre aquela experiencia especifica), com tanto q a prioridade seja sobre a própria existência, de preferencia as informações q ajudam a preservá-la )

    4 – naum sei, mas deve tá faltando alguma coisa.

    em resposta a: São Humanos? – Computadores Inteligentes #71485

    será “pensar” não é só uma palavra sem sentido, e se nos ñ fazemos nada de mais, só achamos q pensamos, e o q nos fazemos, o computador já pode fazer.

    em resposta a: SOLUÇÃO #77823

    Não sei o quanto se aplica nos diferentes casos, mas…. quando ñ se tem recursos iniciais, ao fazer um impresestimo, e ótimos investimentos, estes podem lhe reder mais q os juros, de forma q somente uma excelente administração seria o suficiente para melhorar algo.(para começar)
    Prescisamos de administradores e economistas gênios.

    e, alem de tentar descobrir, o q deve ser feito num contexto geral, paralelamente, o q um cidadão comum, sem dinheiro poderia fazer?

    em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73726

    Carlos

    Há sentido sim, contudo não recebi o seu “espero ter sido claro” como uma ofensa, ao enfatizá-la tentava de dar continuidade ao assunto.

    Poucas linhas com conteúdo. É como eu definiria a sua mensagem de 11/05.

    “Penso q uma coisa só será fato por outra coisa”

    O grito como resultado da confusão entre fantasia e realidade.

    Esta confusão ou ruptura o indivíduo provoca em sí(espécie de fuga?) ou nele é provocada sem a sua vontada(esquizofrenia?).

    Mas pq o grito que ocorre no mundo real não deve ser considerado um fato para quem recebe esta informação?

    Eu e vc ouvimos um grito (de alguém) resultado da confusão entre realidade e fantasia.

    Este grito é um fato?

    Este grito não é uma coisa para nós que ouvimos?

    em resposta a: SOLUÇÃO #77822

    Concordo com você fernando..

    em resposta a: São Humanos? – Computadores Inteligentes #71484

    acho que o problema deveria ser melhor delimitado , em primeiro lugar as máquinas não são inteligentes do ponto de vista filosófico pois elas só existem em função de nós sabermos que elas existem, elas não pensam elas reproduzem códigos em sequência.

    em resposta a: SOLUÇÃO #77821

    Pois então vou ousar(isso mesmo, ousar), dizer o que é melhorar um país, primeiro neste pequeno texto( a esta hora já estou meio bêbado de whisky e cerveja), mais tarde se instigado e se tiver paciência retomo o tema. Melhorar o país é diminuir radicalmente a criminalidade, e conseguir os direitos básicos universais para todos ou seja, moradia, saúde, educação, transporte,e outras coisas para todos. Como se consegue isto. Todos dizem: Criando empregos, fazendo investimentos produtivos, mas ninguém diz…de onde vêm os recursos. E agora…? mas eu posso sim dizer de onde podem ser tirados os recursos…por hora, vou faze-lo de maneira, muito simples, mas direta….quer recursos, para educação, combater a criminalidade, dar moradia e transporte decente? Basta tirar de quem tem estes recursos de sobra e distribuí-los adequadamente. Por hora é só isso !

    em resposta a: Pesquisa sobre filosofo merleau-ponty #73765

    “Pois é impossível negar que a filosofia coxeia. Habita a história e a vida, mas quereria instalar-se no seu centro, naquele ponto em que são adventos, sentidos nascentes.”

    acho q é q tentamos usar a filosofia para explicar tudo (como se ela estivesse acima da ciencia, etc), ninguem se ve livre dela, ela tá sempre lá, nos perturbando, nos dizendo, peraí, tem algo errado, algo ñ se encaixa.
    ou seja, o “lugar” q colocamos as nossas crensas (filosofias pessoais), é na certeza junto com os fatos.

    “Sendo expressão, só se realiza renunciando a coincidir com aquilo que exprime a afastando-se dele para lhe captar o sentido. É a utopia de uma posse à distância.”

    alguem me disse certa vez q o único geito de representar perfeitamente algo é com ela mesma.
    E que vendo de fora/longe (outro ponto de vista), enxergamos melhor. (tipo como alguem nos analiza melhor do q nos mesmos nos analizamos as vezes)
    E q vc ñ pensa muito sobre aquilo q c tem certeza.

    levando isso em consideração eu interpretei como:
    analizar melhor as coisas, saber mais, mas se negar a “por um ponto final”.

    Ou….
    eu viajei completamente. hehehe

    em resposta a: Agnosticismo #77713

    olhando por um certo angulo, acho q é bom, as pessoas serem felizes, e term no q se apoiar.
    assim, a memética ajuda a genetica, e se ajuda de volta. (ajuda as pessoas a sobreviverem, ou seja, preserva um gene em particular.)(as pessoas “ajudadas por Deus”, terão fé e lhe serão gratas).

    porem para q aquele código memético se preserve, ele prescisa de proteção (intolerancia).
    e contra isso eu sou contra.

    Ao contrario, a teoria do “sim e não”, é aberta a coexistencia de outros códigos meméticos, e a única forma de derrotar um código memético desse porte, acredito eu, seja matando os hospedeiros. (uma forte vantagem memética)

    porem, ele invalida a ajuda fornecida pelos outros códigos, abrindo espaço para a tristeza de uma pessoa sem crença.(o q é uma desvantagem memética)

    e por fim, ele é de dificil replicação. (maior dificuldade memética)

    em resposta a: Agnosticismo #77712

    é como naquele testo q alguem postou, sobre o memetismo(memética), q as religiões pregam intolerancia, e a própria fé já é prova disso.

    pois eles querem q tenhamos fé em algo, sem provas, sem perguntas, sem dúvidas, é como pedir para acreditar na primeira coisa q ouvir e não ouvir mais nada.

    e se o demonio dissesse q é deus e me pedisse para ter fé?

    esse tipo de coisa q os religiosos deveriam ouvir, mas como vc disse, normalmente eles não são muito abertos a discuções.

    em resposta a: SOLUÇÃO #77820

    Eu ñ sou muito bom com esse tipo de coisa.
    Geralmente eu filosofo sobre inultilidades, e coisas do genero.
    Ñ sei o q fazer p/ melhorar o país (seja lá o q isso signifiki)
    Só sei q tem muita coisa errada, e q se funcionasse direito, a vida de todos os brasileiros podia ser melhor(exceto de politicos ladrões, q estariam presos em uma cadeia de verdade, pois tem kara q vai preso e vive melhor q o povo, as custas de dinheiro do proprio povo).

    como obter informações? como saber quem é ladrão?
    q tipo de esforços serão infrutiferos? etc…..

    em resposta a: Pesquisa sobre filosofo merleau-ponty #73764

    Uma tentativa de comentário simples:

    “Pois é impossível negar que a filosofia coxeia. Habita a história e a vida, mas quereria instalar-se no seu centro, naquele ponto em que são adventos, sentidos nascentes. “

    A filosofia não é uma coleção de respostas prontas, mas um caminho de busca. Ela coxeia porque fazemos uso das palavras, expressamo-nos pelas palavras, com nossa visão mergulhada numa situação (histórica, social, corporal – vejo o mundo através dos meus sentidos). Vamos tateando nessa busca por respostas, coxeando…

    A filosofia está mergulhada na situação, mas não queria estar mergulhada, queria ser o centro, onde os sentidos nascentes (portanto, ainda não afetados) seriam completamente imparciais (se podemos dizer assim). Merleau-Ponty, em “Fenomenologia da Percepção”, critica os preconceitos racionalistas, ao aplicar a razão você introduz a sua posição, interpreta, e coloca preconceitos. Merleau-Ponty faz menção aos “sentidos nascentes” como sensações “puras”, antes da razão. O assunto é longo e complexo. Detalhe: ele estava muito consciente do erro de Descartes e se esforça para nao repeti-lo, de onde o interesse de sua obra. Ponty sabe que toda percepção é sempre situada.

    Sente-se mal no já feito.

    Filosofia é busca, é caminho. Se encontrou a resposta, o lugar, então parou de caminhar e morre. Foi o erro de Marx: por isso ele queria o fim da filosofia. E foi a praga que foi. Hoje os marxistas estão tentando voltar a caminhar, mas fica parecendo que as pernas atrofiaram…

    Sendo expressão, só se realiza renunciando a coincidir com aquilo que exprime a afastando-se dele para lhe captar o sentido. É a utopia de uma posse à distância.”

    A filosofia ensina a ver os detalhes e nuances do todo. E sempre há mais para se ver. É a utopia da posse à distância porque não quer se contentar com a resposta situada. A história muda, e a visão muda com ela. Por isso a filosofia não se sente bem no já feito.

    Se alguém poder me ajudar agradeceria.

    Espero ter ajudado.

    Abraços.

    em resposta a: Vontade De Poder #77265

    Tenho escrito muito pouco no site por falta de tempo, mas interessei-me pela mensagem da Catalina. Primeiramente gostaria de animá-la para que continuasse escrevendo, apesar da dificuldade com o portugues. Embora com um ou outro errinho confesso que sua mensagem é mais clara que de muitos daqui mesmo.

    Continuando: sou cristão – o que desperta imagens preconceituosas na cabeça de muitos “esclarecidos” que encontramos por aí, sei que vão voltar a esse ponto de novo – e também formado em filosofia. Tenho predileçao pela filosofia contemporânea e sempre considerei Nietzsche um autor interessante. Ultimamente, inclusive, o tenho lido muito; de dois modos, academicamente, buscando entender ao modo dele, livremente, buscando fazer ligações e despertando reflexões pessoais.

    Poderia discutir nuances da obra de Nietzsche, e com isso já teríamos assunto para perder de vista, contudo, isso eu costumava fazer no ambiente acadêmico mesmo. Não discordo com a referência da Catalina aos neófitos e, pelo contrário, acho-a bem pertinente: é comum encontrar discípulos de Nietzsche que o consideram o último referêncial de verdade, e a obra dele o ápice da sabedoria – embora, quem sabe, algum mais esclarecido não chegue a utilizar essas palavras. Nietzchianismo como algum tipo de religião estranha que pretende fazer a ponte (quem leu a obra deveria reconhecer os termos) entre o homem e o Super-Homem (leia-se Deus, provocando).

    Finalmente ao ponto – perdoem-me se nao cito as fontes, talvez o faça depois, mas agora falta tempo e já vou escrevendo demais. Os textos abaixo são retalhos da obra de Nietzsche, colhidos livremente, sem respeitar – EVIDENTEMENTE – os desejos dele. Gosto de ler Nietzsche, é alguém interessante para se ler… mas um péssimo companheiro de viagem. Se vale a pena aprender a pensar com Nietzsche, provavelmente é uma droga pensar como ele. Filosofe com o martelo, mas nao martele o próprio dedo.

    Por que isso? Nietzsche chama a atenção para a importância da vida, e para a importância de se ser um indivíduo, autor, não figurante, da vida. Mas no processo, esquece da dialética (ela de novo): o outro sou eu, somos. Repete o erro de Kant (a quem criticava com frequência): ao se colocar como referencial único entra numa espiral sem saída em redor do próprio umbigo.

    Os pensamentos:

    (1) “Deus também tem o seu infermo, é a compaixão pelo homem.”

    (2) “… compaixão só serve para trazer dor”

    Os dois acima, estavam num contexto de crítica, quando criticava as virtudes (de novo critica ao cristianismo?!). Mas, noutra parte:

    (3) “.. quem foge da dor, foge da vida… a dor faz parte da vida”

    Quando se defendia (contratacando) os que falavam contra posições da sua obra. Entretanto, aplique-se esse terceiro ponto aos dois anteriores. Um Deus da Vida (desvirtuado? mas a aceitação do próprio passado é que vai contra ao “espírito de vingança”!) deveria necessariamente sentir dor, compaixão (Deus-Amor). Sempre me interessei pela filosofia do encontro.

    Interessei-me mais por sua mensagem, Catalina, porque vai em direçao à aplicação prática de pontos levantados pela crítica de Nietzsche… Mas, sem também negar as razões de Nietzsche, renúncia por submissão imposta não seria alimento para vida, mas escravidão. Isso também foi, noutro contexto, levantado por Kierkegaard, e esse cristão. Citaram Zaratrusta, entao peguei carona. Procurei dar seqüência à abordagem da Catalina, talvez não ao modo dela, o que significa que ela pode discordar de mim.

    Prefiro ler a obra de Nietzsche como uma tragédia. Nietzsche lembra o estilo sofista, com grande apelo para a persuasão pela força das palavras – leia-se retórica -, razão (ela de novo) pela qual deveria ser lido com cuidado para nao levar gato por lebre.

    Seria fácil encontrar crítica à prudência, ou qualquer outra virtude, naquelas obras – mais retórica. Mais fácil ainda encontrar passagens que colocam Nietzsche em contradição, são inúmeras e ele nao se preocupava com isso. Ele usa das palavras como quer, desde que cumpram o objetivo de convencer.

    Por outro lado, Nietzsche não queria discípulos, tinha desprezo por isso – MAS, também não queria adversários. Ele queria era falar! E falava bem.

    Abraços.

    em resposta a: Pesquisa sobre filosofo merleau-ponty #73763

    Estou com dificuldade de interpretar este texto de merleau-ponty: “Pois é impossível negar que a filosofia coxeia. Habita a história e a vida, mas quereria instalar-se no seu centro, naquele ponto em que são adventos, sentidos nascentes. Sente-se mal no já feito. Sendo expressão, só se realiza renunciando a coincidir com aquilo que exprime a afastando-se dele para lhe captar o sentido. É a utopia de uma posse à distância.” Se alguém poder me ajudar agradeceria.

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