Miguel (admin)

Respostas no Fórum

Visualizando 15 posts - 4,321 até 4,335 (de 6,713 do total)
  • Autor
    Posts
  • em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73724

    De volta, irmãos.

    Marcio,

    o que te faz acreditar que não vivemos como os personagens do filme “Matrix”?? Se não, isto pra ti é um fato?? Tens absoluto controle sobre tua mente?

    em resposta a: SOLUÇÃO #77819

    Por que vc não sugere, alguma coisa, confidencial?Primeiro seria necessário dizer o que é ” melhorar o país”. Te aguardo.

    em resposta a: Marx e o Marxismo #72055

    Estou lendo um livrinho muito bom e que recomendo a todos, “O que é Sociologia”, da Brasiliense. Esse livro fala que Marx deixou-se influenciar principalmente por tres correntes de pensamento: 1º – os chamados Socialistas Utópicos, que são os primeiros críticos do capitalismo: Saint-Simon, Owen e Fourier. Muito elogiados por Marx e Engels.
    2º – Hegel e a dialética, ou seja, a história como contínuo movimento de tese, antítese e síntese. Marx baseia-se em Hegel, mas afirma tê-lo corrigido. Hegel afirmava que o pensamento cria a realidade (idealismo), Marx afirmava}} que a realidade cria o pensamento e as idéias.
    3º – a Economia Política. Marx critica os economistas clássicos, Adam Smith e Ricardo, que tinham uma concepção individualista da economia. Marx assinala e realidade eminentemente social do homem e da economia.
    Essas são as três principais correntes de pensamento, que influenciaram o marxismo.

    em resposta a: Agnosticismo #77711

    Então não seja por isso. Eu li há pouco tempo um livro chamado “O Universo numa Casca de Noz”, de Stephen Halking. O autor trata de todas essas realidades, viajens no tempo, expansão do universo e mais umas outras coisas interessantes. Vale a pena ler, embora o preço não seja muito agradável (R$40,00).
    Eh… A propósito, acabei de lembrar que o tópico é agnosticismo, deismo e coisas do gênero. Assim sendo, retomando o assunto, o que você acha da expansão mostruosa de todas essas igrejas de evangelhos de caráter messiânico que estão aparecendo a todo instante?
    Chego a crer que as discussões sobre a existência de Deus em tais ambientes sejam postas completamente de lado. De fato, tal questionamento é, no final, propício a desafiar estruturas da prórpia “fé” pregada por tais religiões. Alem do mais, é bem possível que fiéis destas religiões sejam induzidos a ignorar qualquer discussão sobre tópico tão elementar (eu realmente me surpreenderia ao ver dois desses individuos empenhados em discussões informais como esta).

    em resposta a: Anúncios #75373

    Aviso a todos os usuários

    No próximo fim de semana o site estará disponivel, faremos uma migração de dados no servidor para uma máquina nova. Se tudo der certo, isso significará mais velocidade no processamento de scripts como os do fórum e mais espaço em disco.

    Obrigado

    em resposta a: Agnosticismo #77710

    Eu ñ sou muito bom com esse negocio de nomes…. e história da filosofia…
    eu sou meio q “autodidata”/”filosófo de boteco” (ouve uma coisa ou outra por aí, e vai montando o quebra-cabeça),

    acredito eu q a filosofia das realidades parelelas devem ter muitas varianças,
    mas da q eu sei, é só isso, que conforme abre o leque de possibilidades, cada possibilidade equivale a uma realidade paralela, de forma q:

    tudo no mundo é definido de forma matemática, aquilo q é decidido na “sorte”, na verdade seria uma divisão da realidade, de forma q as realidades são ligadas e poderia haver alguma forma de troca entre elas (coisa de ficção cientifica).

    outra coisa q me lembrei sobre o “sim e não”, ela não lidá só com as possibilidades, mas tambem com as impossibilidades.

    não tenho referencias, sinto muito, alias, colocando posts nesse forum, uma das minhas inteções era justamente ver se conseguia encontrar mais loukos q akreditassem no q acredito ou em coisas parecidas.
    Talvez encontrar referencias para mim tambem, etc.

    em resposta a: Agnosticismo #77709

    Interessante mesmo… Você se refere a uma teoria sobre realidades paralelas. Gostaria de saber mais sobre ela. Segundo o que disseste, as coisas podem acontecer em certas “realidades” e não em outras no mesmo instante. Assim sendo, presumo que seja literalmente difícil chegar a alguma conlusão realmente verdadeira sobre algo (você chega a exemplificar um possível relativismo dos axiomas aritméticos).
    Pois bem, gostaria que você me desse alguma referência confiável sobre tal teoria que parece ser discordante com certas sentenças consideradas verdadeiras.
    Até mais

    em resposta a: Agnosticismo #77708

    a dificuldade maior é abrir nossa mente para as idéias antagonicas coexistirem.

    quando eu era criança, teve uma vez que eu achava q sabia como o universo funcionava, e eu quebrei a cara, daí eu abri um poukinho mais minha mente.
    De lá até aki axo q akabei abrindo de + ela.

    mas como já disse não quero convencer ninguem, afinal de contas se eu não acreditasse nisso, para mim esse discurso todo tambem não seria o suficiente para me convencer.

    em resposta a: Agnosticismo #77707

    No caso deus por exemplo, eu poderia dizer, que para provar q ele existe, vamos até um lugar e eu invoco ele, imagine q ele aparece….. acredito q seria uma prova convincente.

    pela teoria de realidades paralelas, já se poderia se dizer:
    -em uma realidade ele aparece, e eu provo q ele existe
    -em outra ele não aparece e vc prova q ele ñ existe
    mas antes de continuar, qual é a verdade?

    o pior é dizer q as duas são verdades e mentiras ao mesmo tempo, eu ainda poderia afirmar só as verdades q me convier para “manipular a verdade”, e ainda por cima (de acordo com o “sim e não”) sem falar uma mentira.

    e depois as palavras começam a perder o seu significado e o significado perde o significado, atravez da superabrangencia e falta de abrangencia.

    a propria teoria de que tudo é relativo quando extrematizado demais chega a ter muitas semelhanças.

    -perda do sentido das palavras e dos seus significados
    -manipulação da verdade

    entre muitos outros pontos em comum.

    mas a diferença é q ela não se contradiz em uma única visão (ponto de vista, ou linha de raciocinio), enquanto o “sim e não” já se dá a esse luxo.

    em resposta a: Agnosticismo #77706

    “nem sempre as coisas são como parecem”

    imagine q vc acorda amanhã, num lugar totalmente extranho, como se fosse outro planeta, e akela é a realidade e, como nos filmes de ficção cientifica, vc está com memórias falsas, e as verdadeiras só deus sabe onde tá

    o ponto é: o q vc vê é? será q enxargamos o mundo como ele é? ou nossas memorias são como o q nos vemos e é só uma ilusão?

    sendo o tempo e o espaço fundido, tudo não passa de um bloco, uma coisa só, e lá, é o meu mundo,
    -é como se fosse o conjunto universo, q abrange todas as possibilidades
    -ao mesmo tempo em q continua sendo um bloco só

    nada do comum se aplica, a matematica, a fisica, etc, tudo está tão certo quanto está errado, existem lugares onde o sim e o não estão lado a lado. é onde 2+2=1,=2,=3 e diferente de qualquer valor numérico.

    esse mundo tem diversos tamanhos, mesmo sendo o mesmo, e apesar de existir ele não existe, e o mundo q acreditamos estar vivendo, é apenas uma parte dele

    em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73722

    É a esta faculdade — a que diz “sim” ou “não” aos pensamentos, imaginações e sentimentos, que os julga como totalidade e diz “é verdadeiro” ou é “é falso” — que chamamos de:

    (a) inteligência
    (b) intuicao
    (c) consciencia
    (d) abducao
    (e) todas as anteriores

    Resposta (a)

    (b) intuição: é um meio, portanto não julga
    (c) consciência :difícil definir, acho que tem um tema aberto sobre este assunto, mas acho que tb não julga.
    (d) abdução: que diabos é isto? Coisa de ET?
    abs

    em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73721

    Para a “verdade pela realidade”, conhecemos (toda) a Realidade ? Nao. Portanto, conhecemos (toda) a Verdade ? Nao. Super simples.

    Ja para a “verdade por consenso”, tambem seguramente é relativa … super simples novamente.

    “5. Pequenas e grandes verdades

    Quando se fala em público a palavra “verdade”, no ambiente cínico de hoje em dia, logo aparece algum espertinho repetindo a pergunta de Pôncio Pilatos e desfiando ante nós, como se fossem a maior novidade, os velhos argumentos céticos, cuja refutação é classicamente o primeiro grau do aprendizado filosófico. Muitas dessas pessoas têm da palavra “verdade” uma noção um tanto posada, teatral, empostada e romantizada. Só estão dispostas a admitir que o homem pode conhecer a verdade caso alguém lhes mostre a verdade total, universal e completa a respeito das questões mais difíceis, e, como ninguém satisfaz a esta exigência, elas concluem, com o ceticismo clássico, que toda verdade é incognoscível. Mas esse tipo de exigência não expressa uma busca sincera da verdade. A busca sincera vai das verdades humildes e corriqueiras às verdades supremas, aceitando aquelas como caminho para estas, sem exigir desde logo, despoticamente, as respostas finais a todas as perguntas.

    Um exemplo de verdade humilde, porém segura, firme, da qual você pode partir como um modelo para avaliar outras possíveis verdades, é dado por aquilo que você sabe — e que somente você sabe — a respeito da sua própria história, sobretudo da história interior de seus sentimentos, motivações, desejos, etc.

    Se houvesse um ensinamento voltado ao desenvolvimento da inteligência, ele teria de começar por propor ao aluno, ao estudante, principiante ou postulante, uma espécie de revisão das suas memórias, ou seja, contar sua história direito (analogamente ao que se faz em psicanálise). Tudo o que é verdadeiro tem um caráter de coesão, pois uma informação verdadeira não pode ser artificialmente isolada de uma outra informação que também seja verdadeira e que tenha com ela uma relação de causa e efeito, de contiguidade, de semelhança e diferença, de complementaridade, etc.; então isto quer dizer que se você admite um A e um B, você vai ter de admitir um C, D, E, F, etc. A verdade tem sempre um caráter sistêmico, orgânico, razão pela qual sua captação pela inteligência pessoal requer uma abertura da personalidade, uma predisposição a aceitar todas as verdades que como tal se revelem, sem nenhuma seleção prévia de verdades convenientes.

    http://www.olavodocarvalho.org/apostilas/intver.htm

    em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73718

    Sou levada, como Descartes, a pensar…se tantas vezes sonho quando julgo estar acordada, quem me garante que quando penso estar acordada, não estou simplesmente a sonhar que estou acordada…
    Bem…
    Já chega, não é???

    “3. Evidência e certeza

    O termo “intuição” designa em filosofia um conhecimento direto, uma intelecção maximamente evidente ( o que não significa que deva ser confundida com o sentimento subjetivo de certeza ). Exemplo de um ato de inteligência intuitiva: o fato de você estar aqui neste momento é uma certeza absoluta e incondicional, o que não quer dizer que você não possa duvidar dela, que você não possa até mesmo, por um jogo engenhoso de imaginação, ter o sentimento da certeza de estar em outro lugar; significa apenas que você só duvidará dela e só acreditará estar em outro lugar se você sentir o seu campo de experiência como dividido em blocos estanques, se você perder o senso da unidade do campo da experiência, o que só acontece na fantasia, no estado hipnótico ou na esquizofrenia. Quando sua inteligência admite que você está aqui, você está admitindo como verdadeira uma determinada interpretação que você faz do conjunto das informações que você tem neste momento, mas não só a respeito deste momento e sim a respeito do encaixe entre ele e os momentos que o antecederam e os que se seguirão. Você sabe que está aqui não só por causa das informações sensíveis que recebe a respeito do ambiente, informações auditivas, tácteis, etc., mas também porque você sabe que estas informações são coerentes com um passado ( você se lembra de ter vindo até aqui ), são coerentes com um projeto de futuro, ou seja, com uma idéia que você tem a respeito do propósito com que veio aqui; e tudo isto forma um sistema tão coeso, tão inseparável, que a respeito deste conjunto você pronuncia o julgamento de que isto é verdade: Você sabe que você está aqui. No entanto, não seria impensável que, estando aqui, você imaginasse estar em outro lugar, e que até mesmo se persuadisse e, um tanto auto-hipnoticamente, “sentisse” que está num outro lugar. Tudo isto pode ser produzido; porém, se o senso da unidade do campo da sua experiência ainda funciona, algo lhe dirá: isto é falso. Por que? Porque as informações que dizem que você está aqui vêm todas juntas; ao passo que as que você está produzindo para dizer que está em outro lugar vêm por partes. Examine. O quê imaginou você a respeito do outro lugar onde supõe estar? o som? o visual? Um ou outro? Certamente não foram os dois exatamente no mesmo tempo e em proporção coerente. O motivo, o antecedente temporal da sua presença ali, eram-lhe tão claros quanto as sensações visuais ou auditivas? Não: mas as informações que você recebe aqui sobre sua presença vêm todas coladas umas às outras. Você não pega primeiro o visual, depois o auditivo, depois o táctil, ou seja, você não compõe este ambiente, ele lhe vem todo junto; e, embora você, por abstração, possa momentaneamente prestar atenção mais a um aspecto que a outro, você sabe e se recorda de que os aspectos preteridos estão aí presentes e podem ser atualizados na percepção a qualquer momento, sem um trabalho interior de construção voluntária ( que você lhe seria obrigatório de modo a completar a imagem do outro lugar suposto, onde supostamente estaria ou se sentisse estar enquanto está de fato aqui ).

    Esta certeza que você tem de estar aqui é o que se chama evidência. Uma evidência é um conhecimento inegável, e até de certo modo indestrutível, porque, se você dissesse que não está aqui, a quem você o diria? A quem está lá, ou a quem está aqui? O ato mesmo de você dizer que não está aqui subentende que está.

    Existe, em certos pensamentos que temos, esse caráter de veracidade, mas não sabemos definir bem em quê ele consiste; sabemos apenas que conferimos esta veracidade a alguns pensamentos e que a negamos a outros. Por exemplo, aqui negamos veracidade ao pensamento de que não estamos aqui. É a esta faculdade — a que diz “sim” ou “não” aos pensamentos, imaginações e sentimentos, que os julga como totalidade e diz “é verdadeiro” ou é “é falso” — que chamamos de inteligência.”

    http://www.olavodecarvalho.org/apostilas/intver.htm

    Muitos suicídas confundiram realidade com imaginação … azar deles!

    em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73714

    Márcio…olá!
    Em relação às questões que colocou sobre a verdade (embora não fosse para mim…), posso dar uma achega??
    Aí vai…”verdade relativa”? “Verdade real”? Concordo consigo…se pegarmos no conceito tradicional de verdade como “adequação” esbarramos no conceito de realidade…verdade é o que está de acordo com a realidade, segundo tal tradicional critério (!!)…assim sendo, como determinar o que é real? Hoje sabemos que a matéria é constituída por átomos…isso é verdade, mas há muitos e muitos séculos atrás isso era especulação pura…mas já existia matéria e, portanto, átomos, mas eram eles realidade, isto é, é verdade, ou melhor, era verdade que átomos existiam mesmo quando se desconhecia a sua existência??? Portanto, os átomos eram realidade embora desconhecida como tal, ou só é realidade aquilo que é passível de se transformar em conhecimento? Conhecemos a realidade? Só nessa perpectiva podemos falar de verdade, a não ser que entendamos por verdade algo como uma espécie de consenso…se não conhecemos a realidade, mas antes a vamos conhecendo e ela se vai dando a conhecer, não poderemos aspirar nunca à verdade em si, certo? O que seria uma verdade relativa? Uma adequação provisória ao real de que se dispõe..relativa, sempre, ao espaço e ao tempo.
    Eu diria que A VERDADE só poderá existir ao nível da crença e do amor…o amor só dura enquanto se assume como verdade eterna (!!), tal como a fé…crença incondicional…o que é a verdade? Sou levada, como Descartes, a pensar…se tantas vezes sonho quando julgo estar acordada, quem me garante que quando penso estar acordada, não estou simplesmente a sonhar que estou acordada…
    Bem…
    Já chega, não é???

    em resposta a: Determinismo ou livre-arbitrio? #73712

    Espero ter sido claro.

    Então um fato engloba um conjunto, isto é, não constitui um fragmento(o grito puro e simples), mas sim um conjunto que resulta em grito?

Visualizando 15 posts - 4,321 até 4,335 (de 6,713 do total)