Miguel (admin)

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  • em resposta a: Viagem no Tempo #78543

    Quando leio sobre esse assunto sempre me vem uma pergunta: como os que acreditam na possibilidade da viagem no tempo explicam da inexistência da inércia?

    Uma consulta rápida em uma enciclopédia ou livro básico de geografia vai ser suficiente para constatar que a Terra se movimenta no espaço em alta velocidade, movimento de rotação e translação; some a esse o movimento do sistema solar, e depois da galáxia, e outros tantos possíveis: é fato conhecido a expansão do universo.

    Alguém que “desaparecesse” nesse espaço para viajar no tempo, reaparecendo um segundo depois, quando retornasse não encontraria mais aqui a Terra; talvez reaparecesse dentro do núcleo do planeta, talvez dentro do Sol, talvez no vácuo espacial… a não ser que suponham que uma viagem no tempo resulte em movimento inercial no espaço, o que já entra no campo da fantasia deixando de ser ciência (o corpo “viajante” deveria “adivinhar” para onde o corpo “parado” se movimentaria, em um tipo esquisito de oniciência).

    Enfim, esse assunto não é mesmo filosofia, enquadra-se melhor na especulação (ficção) científica.

    em resposta a: Ajudas Urgentes #79337

    Desista do mestrado. Nenhuma faculdade que se preze aceitaria um trabalho cujas fontes de referência fossem listas de discussão na internet, e nenhum candidato que se preze faria esse tipo de solicitação.

    em resposta a: Sentido da vida #74804

    Há muito tempo atrás, assisti a um episódio interessantíssimo do seriado Jornada nas Estrelas, entitulado Where No Man Has Gone Before, em que um dos tripulantes havia sofrido uma alteração mental devido a um estranho acidente.

    Devido ao ocorrido, o tripulante Lt.Cmd. Garry Mitchell, começa a perceber que sua mente passara a se desenvolver num ritmo acelerado, tornando-se cada vez mais inteligente e poderoso ao ponto de haver desenvolvido a telecinésia e a capacidade de ler mentes.

    Nesse ponto, o Sr. Spock faz a seguinte observação: Que o amigo do Cap. Kirk havia se transformado numa pessoa extremamente perigosa, pois a proporção de poder entre Garry Mitchell e o restante da tripulação era a mesma que o de uma criança em relação a um punhado de formigas!

    Agora, ao pensar sobre o sentido da vida, lembrei-me do que Nietzsche havia proposto como sendo o verdadeiro e único sentido da vida. O grande erro dele foi desconsiderar que havia um paradoxo problemático em sua “vontade de poder” ('Wille zur Macht'):

    É que “O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”!

    De forma alguma. Não concordo. Não concordo nem um pouco com essa ultima frase “sei que vou receber muitas críticas”.
    Seu pensamento sobre a ciência não é merecedor de críticas, pois ele expressa os fatos.
    Vamos ver:
    A ciência, em sua história, dava um salto de evolução sempre que acontecia uma guerra ou em função de interesses econômicos. Exemplos:
    A física e a medicina se desenvolveram muito na Primeira e Segunda Guerras. O microondas, as encubadoras, os computadores, a penicilina, a mecânica, as panelas anti-aderentes são todas tecnologias de guerra ou de corrida espacial Os cientístas não tinham o menor interesse em prover qualidade de vida para o povo.
    Se hoje essas tecnologias são comuns e não de uso restrito militar é porque elas se tornaram ultrapassadas para eles. E deve-se levar em consideração o interesse de lucro das empresas em popularizar tais maravilhas.
    “Quando o homem inventa a cura para uma doença, ele inventa também duas novas doenças”.

    em resposta a: Emmanuel Lévinas e a Alteridade #75360

    Um pequeno resumo:

    Alteridade (derivado do latim “alter”, outro), característica contrária à identidade.

    Platao a chamava «o outro» e a entendia como uma das propriedades gerais das idéias, ou formas. A alteridade coexistiria junto com as propriedades do movimento, quietude, existencia e igualdade – aquilo que faz que cada coisa seja «outra com respeito às demais». As coisas sao múltiplas e diversas entre sí mas, a «existencia» propria do nao ser nao existe em sentido absoluto mas sim de modo relacional, o “nao-ser” só existe enquanto um coisa “nao é” outra,

    Para Aristóteles, a alteridade é a diferença. A lógica do gênero e a diferença lhe eram suficientes para precisar com sentido o que algo é e o que não é.

    A filosofía de Hegel deu a alteridade o nome de «o outro» e um lugar de destaque, necessária para a constituição do sentido da realidade das coisas: tudo é o que é, mas a compreensao de o que algo é depende de compreender o que nao é. Para Hegel, nada «é» simplesmente, tudo se relaciona dialeticamente com tudo. O finito nao é só um límite quantitativo, é a negaçao de todas as outras coisas que pode ser: nao ser (qualitativamente) estas outras coisas é o seu sentido.

    Entre as coisas que para ser plenamente necessitam do «outro» está em particular o «eu».

    Na filosofía contemporanea alguns autores se destacaram na abordagem desse tema, sobretudo Husserl, Sartre, Merleau-Ponty e Levinas, que desenvolveram o conceito de alteridade como a presença necessaria do outro, nao apenas para a existencia e constituçao do proprio eu, mas principalmente para a constituçao da intersubjetividade.

    Levinas é reconhecido como um dos expoentes da corrente fenomenológica. Muito influenciado inicialmente pelas idéias de Husserl e de Heidegger, seu pensamento ganhou força própria e se tornou original em vários aspectos. Sua análise fenomenológica se dirigiu principalmente para o terreno da ética e nessa perspectiva criticou seriamente Heidegger por ter colocado ênfase excessiva numa relaçao pura abstrata com o ser, negligenciando a dimensao ética.

    Em confronto com Heidegger, para Levinas o homem nao é meramente «o pastor do ser», nem alguem que deva descobrir o sentido do ser numa análise da tradiçao histórica. O homem é mais propriamente alguem cujo sentido só pode ser encontrado na sua relaçao com o outro.

    Apesar da critica a Heidegger, Levinas também elaborou sua exploraçao ontológica. Sua reflexão buscando a abertura do ser para o mais além do ser, ao outro do ser – que é um ser para outro e não um outro-ser, levou seu pensamento ao questionamento da relação tradicional entre sujeito e objeto, que desaparece para dar lugar ao aspecto fundamental da noçao da presença do outro, irredutivel ao eu. Aqui o outro aparece como um que deve ser respeitado, já que sem o outro tampouco o eu pode ser si mismo, e sem sua presença nao existe portanto sentido algum.

    (Convido para um exame nas listas que tratam do sentido da vida. Uma busca friamente “racional” em que na maioria das dúvidas não se percebe a presença do outro pode chegar a um sentido?)

    Para Levinas a ética está no centro do pensamento e sua filosofia se afasta daquela tradiçao filosófica que tentou pensar a unidade do ser, seu pensamento se centra na alteridade do Outro, sua reflexao se dirige para a defesa da subjetividade baseada na ideia de infinito, entendido como a abertura ao reconhecimento do Outro.

    []'s

    em resposta a: Emmanuel Lévinas e a Alteridade #75359

    Pesquisando a respeito de alteridade, cheguei até aqui e li alguns textos sugeridos, mas este conceito ainda não está claro para mim. Onde posso encontrar essa explicação de forma mais completa e clara? Grata por sua ajuda. Desirée

    em resposta a: Meio Ambiente #73075

    Caros colegas,
    Apreciaria uma ajuda. Gostaria de ouvir uma opinião especializada de alguém que trabalha/pesquisa/atua ou estuda sobre educação ambiental, ONGs ou movimentos ambientalistas.
    Alguém por favor me responda:
    1-Qual o fator mais comum que dificulta a educação ambiental?
    2- Qual o problema mais comum que os ecologistas enfrentam na tentativa de educar a população a se preocupar com as questões ecológicas?
    Agradeço muitíssimo.

    em resposta a: Marx é moderno ou pós? #79915

    Adam's,
    O debate aqui no fórum é: “Marx, moderno ou pós?”
    As crítcas ao Marx deveriam ser feitas em “Por que Marx errou?” fórum o qual também participo.
    Convido-o a participar deste fórum e desse aqui também. Aliás, agradeço a você pela oportunidade de debatermos, penso que isso é um grande exercício para nós dois e para todos que participam.
    Aceito sua sugestão de buscar novas fontes. Peço para que me indique uma e eu lhe indicarei outra.
    Agora vou ser breve, pois estou no trabalho. Desculpe me se parecer que estou sendo direto demais. Não estou colocando em questão o que você sabe, ou suas fontes, mas apenas quero tentar identificar o que exatamente você está me dizendo.
    1- Aceito que critique aquele socialismo o qual foi colocado em prática na China e na URSS. Pergundo: Suas críticas são direcionadas à teoria do comunismo, à aquele socialismo ou a ambos?
    2-Você acredita que o capitalismo é diferente (na questão da liberdade por exemplo)?

    Por hora, é isso.

    em resposta a: A banalização do Rock no Brasil #79881

    pensei q este topico nao seria tao discutido..pois me enganei..acho q tem toda razao a opiniao de vcs..
    Pois se fiz este topico é porque eu toco e nao engulo qualquer influencia..influencias queira ou nao vc as absorve..pois nao quero apenas conscentir com influencias dessas bandas cujo estao em enfase..sendo q praticamente me moldei musicalmente nos anos 90.
    E nao fiz esse topico numa tentativa de os musicos se mobilizarem ao lerem isso..Fiz para nós (senso comum)q estamos nos formando com o pe atras com esses lixos sonoros..se nos mesmos ficarmos consciente da qualidade musical, talvez nao acontecera de um lixo influenciar outro lixo q influeciará um outro..

    em resposta a: Marx é moderno ou pós? #79913

    Senhores, boa noite.
    Leram as resposta que postei logo acima?
    Aqui segue uma continuação:
    O materialismo histórico superou a metafísica. O discurso de Marx não é uma filosofia apenas reflexiva, mas um discurso que apela para a prática: “não é a consciência que determina o modo do homem viver, mas sim o modo como vivemos determina nossa consciência”. Para Marx não adianta muito ficar teorizando, pois é a prática que definirá nosso modo de ver as coisas. Com isso, ele chama as pessoas para a ação. Até certo ponto, ele teve sucesso, pois conseguiu motivar as pessoas. Porém da mesma forma que fizeram com Gandhi, seu discurso foi distorcido, e as pessoas foram superficiais na interpretação de Marx ou mal-intecionadas mesmo, causando toda aquela repressão da URSS. Essa repressão tem nome: Stalin.
    Será que o socialismo foi tão ruim ao ponto de cair, ou foi a propaganda ideológica capitalista a causa da queda. Por que justamente nessa época o papa eleito foi um polonês (o primeiro não italiano da história)??? “Foi Deus quem venceu no Leste”- papa João Paulo II (fonte: História Viva nº 19)
    A propaganda capitalista é muito forte, por isso havia a necessidade do controle, da repressão. É natural que o ser humano sinta-se atraído a usar um determinado tênis, comprar um determinado carro etc. Mas eles não pensam que essas coisas necessáriamente implicam com a exploração da pobreza, o que termina por proporcionar péssima qualidade de vida para a maioria das pessoas.Temos necessidade de tantas coisas para viver(?)
    Parece que quando compramos um hamburguer quem ganha somos nós que consumimos, mas nos esquecemos de que o verdadeiro ganhador é a pessoa que o vendeu. Nós compramos modos de ser, de pensar e não percebemos.
    No tempo de Marx, a máquina a vapor causava a automação, hoje, a automação aumentou muito. Se Marx estivesse vivo para ver tudo isso, ele poderia constatar que hoje a exploração do trabalhador existe de uma forma mais sútil, mais mascarada, porém existe. É complicado hoje, identificar a mais valia, todavia a alienação econômica, intelectual e o fetichismo são evidentes. Destaco o fetichismo. Marx talvez nunca poderia imaginar que um celular valesse mais do que a vida de um ser-humano. Marx já tinha constatado o fetichismo, mas talvez não no grau que se encontra hoje. Esses fenômenos são vistos como naturais pela maioria da população que não percebe a exploração. Todos se chocam, mas não ao ponto de fazer alguma coisa. Estamos anesteciados, a violência (psicologica/física e verbal) está banalizada.
    O proletariado não saiu de cena, mas agora ele divide o palco com outros atores. São eles os filantropos, os sindicalistas, os que se dizem de esquerda, e os que se dizem marxistas. Todos superficiais, não leram Marx, e fazem o jogo do capitalismo. Pagamos impostos para que, se o governo está aos poucos se ausentado do social? Fome Zero? Propaganda ideológica do governo. Para cada real que chegou ao seu destino assistencialista, R$ 1,77 foi gasto em publicidade. (77% a mais)- OBS: Se alguém quiser, me peça que eu coloco a fonte aqui depois. Wellfare State deu lugar ao neoliberalismo. Lembram o que Marx dizia sobre a real razão de existir do Estado? Quem não souber, me pergunte que eu coloco aqui depois.
    Morreram pessoas no regime stalinisata? Sim. E nos regimes de extrema direita? E nas lindas democracias do norte?
    Proponho agora um desafio (esse não é o objetivo do fórum, nem seu tema central, mas quem quiser se habilitar, que encare)
    Eu desafio, agora, qualquer pessoa a defender o capitalismo. Alguém topa?

    em resposta a: Marx é moderno ou pós? #79912

    Senhores, sejam todos bem vindos.

    Caro Miguel,
    concordo com voce. Minha unica critica é a nomeclatura que voce utilizou -“comunismo”. Com certeza, voce sabe melhor do que eu que chamar de “comunista” um país socialista é um erro comum. Mas nós ouvimos tanto essa expressão em filmes americanos que acabamos caindo no erro. É compreensível.

    Voce fala dos filósofos que nao superaram a metafisica. Nao sei se isso é uma caracteristica ruim. Tambem “criticar dentro do proprio discurso” foi considerada uma falha. Nao estou certo se pode existir um discurso original. Acredito naquele pensamento de que “nada se cria ou se perde, tudo se transforma”. Isso é ultrapassado? Talvez sim, na fisica, mas acho que nas ciencias humanas é um pensamento valido. Acredito muito na dialetica, na superacao baseada a partir do que foi dito antes, …acretito na trasnsformacao da sintese em nova tese, para ser novamente superada. Creio nesse processo de evolucao (o que nao quer dizer que seja uma evolucao para o bem) Todavia nao acredito cegamente, mas apenas me parece a melhor forma de pensamento, dentre os metodos que hoje conheco. Falam muito em pos dialetica. Nao sei se confio nisso. Ainda nao sei o suficiente para opinar, criticar.
    Sobre a metafisica, é um erro comum supor que o materialismo dialetico (o qual é metafisica) tenha dado origem ao materialismo historico (o qual é uma ciencia empiricamente verificavel)
    Um nao tem a ver com o outro, porem os dois sao dialeticos.
    Espero que tenhamos a oportunidade de desenvolver mais o tema. Perdoem os erros na digitacao, mas estou usando um teclado pessimo no momento.

    em resposta a: Marx é moderno ou pós? #79911

    Marx é polemico. Polemico por ser mal compreendido.
    Caro, 105 Torre Norte,
    Nao afirmo que marx seja pos modeno. essa é a grande questao do forum. Eu sugiro uma questao e nao uma afirmacao. Algumas caracteristicas pos modenas realmente nao condizem a marx, mas outras sim. Por exemplo a afirmacao do manifesto comunista em que ele diz que a constante transformacao dos meios de producao transformam a sociedade e suas relacoes, tornado tudo antiquado, descartavel. essa é minha interpretacao.(leia o texto postado em 21 de junho 11: 37 pm para mais detalhes.

    Caro Adam`s,
    Considere que marx nao é o inventor do socialismo e do comunismo. há teorias anteriores, conteporaneas e posteriores. As teorias anarquistas por exemplo. O comunismo utopico é outro exemplo (o qual marx criticava tambem)
    A proposta (ou visao) de marx é por um comunismo cientifico. Nao acha valida a critica de marx ao sistema? (seja a critica ao capitalismo, seja a critica ao comunismo teorico, seja a critica aos pensadores que nao praticam seus pensamentos) nada em marx lhe parece bom?

    em resposta a: Marx é moderno ou pós? #79909

    Senhores,

    Para Renan,

    Uma das característica da pós-modernidade é extirpação do Proletário como sujeito motriz. Ou seja, com o ádvento de outras formas de trabalho e produção que não só a industrial, o Proletário, aquele desenhado por Marx, sai de cena. Como destacou o Miguel lá em cima, seria a aplicação total do capitalismo, seu apce. Produzir cada vez mais com menos homens, vide a automaçào.

    A partir desta perspectiva, Renann, como Marx seria pós-moderno?

    Para Adams,
    “Sei lá, graças a ele milhões de pessoas morreram,… só sei isto.” ADAMS

    Vou discordar de vc. Esses milhões que morreram não foram por Marx. Muitas pessoas pegaram em armas e impuseram uma luta contra o Governo de seu País, mas não por Marx, nem para glorifica-lo. A maioria destes homens lutaram pelo que achavam ser um mundo melhor, parece utopia mas talvez fosse apenas um sonho, um sonho de cada um.

    “ ps aquem possa interessar;
    http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=3793 ” ADAMS

    Este é um bom site para análise de Discursos de direita e extrema direita e, ás vezes, teorias conspiratórias. E Só

    em resposta a: Racionalismo versus empirismo #75461

    Qual a relação e/ou influência do racionanismo e empirismo para com a linguistica e quais as escolas linguisticas que mais se basearam em seus paradígmas.

    em resposta a: A Filosofia é útil para a sociedade #71784

    Diversas vezes grandes pensadores (não sei se filósofos de carteirinha) alertaram para o perigo de uma sociedade guiar-se apenas pela RAZÃO. Entre eles Rousseau. Não é por que MEIA DÚZIA de filósofos realmente se preocuparam com os problemas humanos que TODO O RESTO vai ter suas almas aliviadas de uma grande culpa: servir à dominação. Acredito que as idéias dependem mais de nós do que nós delas. Não sou tão antropocêntrico ao ponto de pensar que todo real é racional como todo racional é real. Enquanto filósofos contemplam os espertos dominam o mundo, e 90% da população mundial passa fome. Nossa vida não está valendo nada no mercado, por que nossas idéias deveriam valer mais?. “SABENDO” (se o problema fosse saber!) disso dá sempre vontade de partir para a “IGNORÂNCIA”. Ou seja, a resposta é NÃO, a filosofia atualmente é apenas uma boa forma de sofrer. Obs.: Eu gosto de sofrer também.

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